Arquivo de etiquetas: Política

Debate para levar o comboio à zona industrial de Portalegre

FB_IMG_1513192037231

“Os Verdes entregaram na Assembleia da República o Projeto de Resolução N.º 1182/XIII/3ª que visa a construção de um ramal ferroviário que leve o comboio da Linha do Leste até mais próximo da cidade de Portalegre. Este ramal permitirá ligar o Parque Industrial de Portalegre ao Porto de Sines, a Madrid e obviamente a Lisboa e Porto. Para aprofundar este assunto e mobilizar Portalegre para este objetivo que poderá dar um forte contributo para o desenvolvimento da cidade e do concelho, Os Verdes promovem um debate, na próxima quinta-feira.”

At Facebook

Anúncios

Câmara é que organiza a S. Silvestre do Sporting?

O Municipio de Nisa organiza, durante a tradicional quadra natalícia, o programa “Nisa Natal” composto por vários eventos alusivos ao espirito da época, dos quais destacamos:

A partir do dia 11 de Dezembro e até 7 de Janeiro, a pista de gelo natural com 150 metros quadrados, instalada na Praça da República, junto à Biblioteca Municipal;
Dia 13 Dezembro, pelas 10 horas, chegada do Pai Natal junto à Pista de Gelo;
Dia 16 de Dezembro, inauguração do PR9- Trilho da Mina de Ouro do Conhal do Arneiro;
Às 15 horas – Corrida de atletismo – São Silvestre de Nisa;
Durante o fim de semana de 16 e 17 de Dezembro, venda de produtos tradicionais no Posto de Turismo;
De 18 de  Dezembro a 2 de Janeiro, na Biblioteca Municipal de Nisa, Academia de Férias de Natal;
No dia 30 de Dezembro, no Cineteatro, Concerto de Boas Festas, pela Banda da Sociedade Musical Nisense.

À semelhança de anos anteriores, as iluminações natalícias que embelezam algumas artérias da vila de Nisa, com motivos alusivos ao artesanato nisense, irão encantar e fortalecer a identidade das gentes da nossa terra.

Natal cartaz_nisanatalg

At http://www.cm-nisa.pt/

Opinião: “Voluntariado”

Joao Wengorovius MenesesAproxima-se o dia internacional do voluntariado. É um tema que divide. Tem sido conotado com a direita católica. Depreciado como algo infantil, superficial, nalguns casos exploração laboral ou comprometedor do papel do Estado. É verdade que participar numa juventude partidária ou numa manifestação também é voluntariado, simplesmente nesses casos há um interesse próprio. No voluntariado em contextos de exclusão social também se recebe, mas nada tão concreto ou material como uma carreira futura ou uma alteração legislativa. É essa gratuidade, esse encontro com o outro – transitório e aberto ao inesperado – que permite desenvolver uma qualidade que nos torna humanos: a empatia. Guterres e Obama fizeram voluntariado e isso transparece na sua ação política. Quem acha que é um tema bolorento ou dominical, not cool ou not serious enough, devia experimentar. Para mim, devia ser obrigatório (sem o ser). É tanto uma aprendizagem de relação, como de interioridade. Claro que tem o perigo de se poder tornar um ato de vaidade ou uma droga boa. É por isso que o voluntário que recordo com maior admiração vagueava solitário como o corno de um rinoceronte.

João Wengorovius Meneses

At https://www.facebook.com

Opinião: “No PS, dois deputados pensam. E os outros?”

Pedro S C MWyiA7rvO “desaparecimento” de Pedro Passos Coelho da cena política está a fazer bastante mal à geringonça. Desde que o ainda líder do PSD anunciou a saída do partido, sucedem-se as trapalhadas no Governo, à razão de uma por dia.

Esgotado o discurso de “a culpa é do Passos Coelho”, e esgotado o programa de Governo das reversões, a geringonça começou a ser confrontada com as suas próprias contradições, debilidades e insuficiências. Pedro Passos Coelho era o principal elemento aglutinador desta solução governativa e, desde que anunciou a saída, a geringonça treme por todos os lados.

Começa a ser difícil acompanhar o ritmo de contradições e o dar o dito pelo não dito em São Bento. À segunda-feira, os professores vão ter progressões. À terça, afinal o tempo congelado já não vai contar. À quarta, o Infarmed vai para o Porto. À quinta, afinal é só uma intenção e é melhor fazer um estudo primeiro. À sexta é dia de o Governo comemorar dois anos e pagar a um conjunto de cidadãos para lhe fazer umas perguntas simpáticas. Ao sábado é a vez de Adalberto Campos Fernandes, a propósito deste tema, dizer que não acredita “que tal seja verdade”.

Domingo é dia de descanso. Depois é novamente segunda-feira, dia em que o PS vota contra a proposta do Bloco de Esquerda para aplicar uma taxa extraordinária de solidariedade às empresas de energias renováveis, quando na sexta-feira anterior tinha votado a favor.

A melhor explicação que ouvimos até agora veio de Carlos César, esta terça-feira à SIC: “Todos os partidos políticos mudaram de posições de voto dezenas de vezes”. A explicação do ‘fiz porque os outros também fazem’ é pobre, mas é a melhor que o PS apresentou até agora. As restantes são confrangedoras.

Esta manhã na TSF, o deputado Luís Testa, a quem coube o ingrato papel de dar a cara pelo volte-face dos socialistas, parecia que estava a ser torturado pelo jornalista Manuel Acácio quando este lhe perguntava sobre o porquê da mudança de posição do PS. Gaguejou, tremeu, transpirou, disse o seu e o seu contrário e, no final, ficámos na mesma: sem perceber o que aconteceu entre sexta-feira e segunda-feira.

Para quem não sabe de quem se trata, Luís Testa é o deputado que escreveu o relatório preliminar da Comissão de Inquérito ao caso dos SMS da Caixa e que ilibou Mário Centeno. Quem leu o relatório ficou genuinamente convencido de que o ministro das Finanças nem SMS sabia mandar.

Mas o sectarismo pega-se. O PS tem 86 deputados e, esta segunda-feira no Parlamento, apenas dois tiveram dúvidas e questionaram a mudança de posição do partido de um dia para o outro. Foram eles Ascenso Simões — “Não compreendo a mudança de sentido de voto do PS de sexta para hoje” e Paulo Trigo Pereira — que fez uma declaração de voto onde justifica o seu voto contra com a disciplina de voto imposta pelo partido.

Os outros 84 deputados votaram contra a proposta do Bloco na segunda-feira com a mesma certeza, convicção e ligeireza com que votaram a favor a mesma proposta na sexta-feira. Votaram porque alguém lhes mandou votar. Não estranharam, e entranharam o voto.

Se é difícil perceber o recuo do PS e o facto de um Governo, como diz Mariana Mortágua, não ter “honrado a palavra dada”, também é difícil perceber por que é que os socialistas iam votar favoravelmente esta taxa na sexta-feira.

O PS, pelo menos no tempo de Sócrates, sempre protegeu o setor da energia e das renováveis. O Ministério Público até desconfia que terá protegido demais. Passos ignorou o setor porque, em resgate, o país tinha mais com que se preocupar e porque o petróleo estava barato. O PS de António Costa assume no seu programa de Governo (pág. 185) que quer “retomar a aposta nas energias renováveis”, estabelecendo como 40% a meta para a quota das renováveis para 2030.

Dito isto, porquê agora uma taxa sobre o setor das renováveis? E qual é o impacto que terá na meta definida pelo Governo? E por que é que o valor dessa taxa — 250 milhões de euros — é maior do que a contribuição extraordinária que paga o setor de energia tradicional e o setor da banca? E por que é que o Estado ainda cobra uma taxa dita extraordinária quando supostamente a crise já acabou?

Enfim, não se percebe porque é que o PS votou a favor e não se percebe por que é que votou contra. E há 84 deputados no Parlamento para quem esta questão é completamente irrelevante.

Pedro Sousa Carvalho

At https://eco.pt

Centro de contacto que o anterior Governo fechou, reabriu em Castelo Branco

Call-Center-SS-inauguração-foto-hélder-henriques-700x325

A concretização do atendimento telefónico da Segurança Social desceu, segundo o Governo, de 90% para pouco mais de 60% após o encerramento, em 2012, do centro de contacto de Castelo Branco, que hoje foi oficialmente reaberto.

“Se a minha memória não me falha, a evolução quantitativa do atendimento da Segurança Social [após o encerramento] desceu de perto de 90% para pouco mais de 60% de chamadas atendidas. São números duros”, afirmou o ministro do Trabalha, da Solidariedade e da Segurança Social, Vieira da Silva.

O governante falava durante a inauguração do Centro de Contacto da Segurança Social, em Castelo Branco, que reabriu em instalações novas, após o encerramento pelo Governo PSD/CDS-PP.

“O risco de não ser atendido era quase de 50% ou, pelo menos, ficar longos e longos minutos à espera de ser atendido. Isto são números de facto chocantes do ponto de vista da responsabilidade de um serviço público e que justificava esta opção, de voltar a criar um instrumento eficaz de contacto com os cidadãos”, sustentou.

Vieira da Silva realçou que este novo investimento demonstra a vontade do Governo de inverter essa tendência de degradação do relacionamento da Segurança Social com os cidadãos. (…)

O presidente da Câmara de Castelo Branco, Luís Correia, explicou que o novo centro de contacto vai criar 150 novos postos de trabalho.

O autarca disse ainda que esta decisão de reabrir o serviço corrige o que o anterior Governo tinha feito: “uma enorme injustiça” para o concelho e para o interior, além de ter posto em causa “o princípio da honorabilidade do Estado”.

At https://beiranews.pt/

Primeiro comboio de mercadorias, de Mérida a Portugal, sai amanhã

Merida tren

Renfe y el operador portugués Medway pondrán mañana jueves, día 23, en circulación a primera hora el primer tren desde la terminal de mercancías de Mérida con destino a Bobadela (Portugal) y, de ahí, al puerto marítimo luso de Sines.

El tren, que llegó de Portugal el martes, se cargará hoy 1.190 toneladas de concentrado de tomate y de vidrio, ambos productos “íntegramente extremeños” destinados a la exportación, ha explicado Renfe.

La terminal de mercancías de Mérida tiene una extensión 21.000 metros cuadrados en los que cuenta con tres vías, una de 360 metros y dos de 260 metros, y el espacio se completa con un edificio de oficinas de 180 metros cuadrados.

Este primer servicio es fruto de la alianza logística formada por Renfe y el operador ferroviario luso Medway, que comenzó a operar el pasado 15 de noviembre en la terminal emeritense, y la previsión de tráfico es de dos trenes semanales, los martes y jueves, hacia Bobadela y al puerto de Sines (Portugal).

Así, se afirma que se está a trabajar para incluir una tercera circulación semanal y, en una fase posterior, establecer conexiones y nuevos tráficos desde Mérida hacia otras terminales y puertos españoles y portugueses.

Renfe utilizará una locomotora de la serie 333 para la tracción del tren y, una vez pasada la frontera, se sustituirá por la EURO4000 de Medway, ha asegurado.

No obstante, ambos operadores trabajan para que el desarrollo de la alianza permita en un futuro la entrada directa hasta la terminal.

Asimismo, se explica que “en un futuro” será posible transportar productos alimenticios, en contenedores refrigerados, hacia puertos “cuyo destino final sea el mercado internacional“.

Renfe ha recordado que Adif, propietaria de la terminal de Mérida, adjudicó a finales de septiembre su gestión “a riesgo y ventura” a la sociedad logística formada por los dos principales operadores ferroviarios de la península ibérica.

La adjudicación se realizó por un plazo de cinco años, con posibilidad de prórroga por otros dos, ha apuntado.

De este modo, se ha aseverado, el inicio de la actividad constata “la apuesta por el tejido industrial de la Comunidad extremeña”, cuyas empresas “verán incrementadas las opciones de distribución y exportación de la industria agroalimentaria extremeña”.

En este sentido, ha subrayado que los proveedores con los que se trabaja desde esta terminal son empresas auxiliares de la zona y la plantilla de la terminal de Mercancías está compuesta por trabajadores extremeños.

At http://www.elperiodicoextremadura.com/

“Lisboa” chega a Évora!

Evora Plaza

O centro comercial Évora Plaza abrirá amanhã quarta-feira dia 22 de Novembro ao público, sendo hoje feita uma abertura apenas a convidados, depois de ter tido a inauguração agendada para o passado dia 16 de novembro.

A empresa promotora atrasou a abertura para proceder a intervenções técnicas específicas que garantam o bom funcionamento do espaço comercial.

O centro comercial foi apresentado como Évora Forum, mas teve de mudar de designação por imposição de um concorrente que gere vários centros comerciais com a designação Forum.

Várias insígnias reconhecidas a novel nacional fazem parte do portefólio do Évora Plaza como são os casos da FNAC, Jumbo, Salsa, Perfumes & Companhia, Tiffosi, Multiópticas, Springfield, Women’Secret, Chimarrão e McDonald’s entre outras marcas presentes no centro comercial.

Em Badajoz, a Associação de Grandes Empresas de Distribución de Badajoz, alerta para a concorrência do novo centro comercial de Évora, depois do Bricomarché ter aberto recentemente em Elvas, para além dos já existentes que registam uma vantagem competitiva com a liberdade de horário e a abertura aos domingos e feriados.

Esta associação estima que a clientela portuguesa em Badajoz durante a semana se cifre no 20% do total de clientes, embora no El Faro aos sábados ultrapasse os 30%, podendo até representar em certos dias 40% dos clientes.

Em Badajoz as várias associações comerciais continuam a acreditar que as marcas Premium, tanto a nível nacional como internacional, são as que fazem a diferença, tanto para o cliente espanhol, como para a área de influência em Portugal.

O centro comercial Évora Plaza abrirá amanhã quarta-feira ao público.

At https://radionovaantena.com/