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Debate para levar o comboio à zona industrial de Portalegre

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“Os Verdes entregaram na Assembleia da República o Projeto de Resolução N.º 1182/XIII/3ª que visa a construção de um ramal ferroviário que leve o comboio da Linha do Leste até mais próximo da cidade de Portalegre. Este ramal permitirá ligar o Parque Industrial de Portalegre ao Porto de Sines, a Madrid e obviamente a Lisboa e Porto. Para aprofundar este assunto e mobilizar Portalegre para este objetivo que poderá dar um forte contributo para o desenvolvimento da cidade e do concelho, Os Verdes promovem um debate, na próxima quinta-feira.”

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Opinião: “No PS, dois deputados pensam. E os outros?”

Pedro S C MWyiA7rvO “desaparecimento” de Pedro Passos Coelho da cena política está a fazer bastante mal à geringonça. Desde que o ainda líder do PSD anunciou a saída do partido, sucedem-se as trapalhadas no Governo, à razão de uma por dia.

Esgotado o discurso de “a culpa é do Passos Coelho”, e esgotado o programa de Governo das reversões, a geringonça começou a ser confrontada com as suas próprias contradições, debilidades e insuficiências. Pedro Passos Coelho era o principal elemento aglutinador desta solução governativa e, desde que anunciou a saída, a geringonça treme por todos os lados.

Começa a ser difícil acompanhar o ritmo de contradições e o dar o dito pelo não dito em São Bento. À segunda-feira, os professores vão ter progressões. À terça, afinal o tempo congelado já não vai contar. À quarta, o Infarmed vai para o Porto. À quinta, afinal é só uma intenção e é melhor fazer um estudo primeiro. À sexta é dia de o Governo comemorar dois anos e pagar a um conjunto de cidadãos para lhe fazer umas perguntas simpáticas. Ao sábado é a vez de Adalberto Campos Fernandes, a propósito deste tema, dizer que não acredita “que tal seja verdade”.

Domingo é dia de descanso. Depois é novamente segunda-feira, dia em que o PS vota contra a proposta do Bloco de Esquerda para aplicar uma taxa extraordinária de solidariedade às empresas de energias renováveis, quando na sexta-feira anterior tinha votado a favor.

A melhor explicação que ouvimos até agora veio de Carlos César, esta terça-feira à SIC: “Todos os partidos políticos mudaram de posições de voto dezenas de vezes”. A explicação do ‘fiz porque os outros também fazem’ é pobre, mas é a melhor que o PS apresentou até agora. As restantes são confrangedoras.

Esta manhã na TSF, o deputado Luís Testa, a quem coube o ingrato papel de dar a cara pelo volte-face dos socialistas, parecia que estava a ser torturado pelo jornalista Manuel Acácio quando este lhe perguntava sobre o porquê da mudança de posição do PS. Gaguejou, tremeu, transpirou, disse o seu e o seu contrário e, no final, ficámos na mesma: sem perceber o que aconteceu entre sexta-feira e segunda-feira.

Para quem não sabe de quem se trata, Luís Testa é o deputado que escreveu o relatório preliminar da Comissão de Inquérito ao caso dos SMS da Caixa e que ilibou Mário Centeno. Quem leu o relatório ficou genuinamente convencido de que o ministro das Finanças nem SMS sabia mandar.

Mas o sectarismo pega-se. O PS tem 86 deputados e, esta segunda-feira no Parlamento, apenas dois tiveram dúvidas e questionaram a mudança de posição do partido de um dia para o outro. Foram eles Ascenso Simões — “Não compreendo a mudança de sentido de voto do PS de sexta para hoje” e Paulo Trigo Pereira — que fez uma declaração de voto onde justifica o seu voto contra com a disciplina de voto imposta pelo partido.

Os outros 84 deputados votaram contra a proposta do Bloco na segunda-feira com a mesma certeza, convicção e ligeireza com que votaram a favor a mesma proposta na sexta-feira. Votaram porque alguém lhes mandou votar. Não estranharam, e entranharam o voto.

Se é difícil perceber o recuo do PS e o facto de um Governo, como diz Mariana Mortágua, não ter “honrado a palavra dada”, também é difícil perceber por que é que os socialistas iam votar favoravelmente esta taxa na sexta-feira.

O PS, pelo menos no tempo de Sócrates, sempre protegeu o setor da energia e das renováveis. O Ministério Público até desconfia que terá protegido demais. Passos ignorou o setor porque, em resgate, o país tinha mais com que se preocupar e porque o petróleo estava barato. O PS de António Costa assume no seu programa de Governo (pág. 185) que quer “retomar a aposta nas energias renováveis”, estabelecendo como 40% a meta para a quota das renováveis para 2030.

Dito isto, porquê agora uma taxa sobre o setor das renováveis? E qual é o impacto que terá na meta definida pelo Governo? E por que é que o valor dessa taxa — 250 milhões de euros — é maior do que a contribuição extraordinária que paga o setor de energia tradicional e o setor da banca? E por que é que o Estado ainda cobra uma taxa dita extraordinária quando supostamente a crise já acabou?

Enfim, não se percebe porque é que o PS votou a favor e não se percebe por que é que votou contra. E há 84 deputados no Parlamento para quem esta questão é completamente irrelevante.

Pedro Sousa Carvalho

At https://eco.pt

Jovem de Castelo de Vide a votos no OPJ 2017

OPJ

Orçamento Participativo Jovem Portugal 2017 / https://opjovem.gov.pt/

“Amigos, apresentei uma proposta no Orçamento Participativo Jovem Portugal, na área da sustentabilidade ambiental, a qual foi aprovada e está agora em fase de votação até dia 22 de dezembro.
É um projeto ligado ao Distrito de Portalegre, e consiste numa ação distrital de limpeza nas nossas áreas florestais.
Para votarem, para além de terem de ter entre 14 e 30 anos, basta aceder ao site e registarem-se, ou através de SMS gratuito, enviar para o nº 4310 com o número do projeto, 134 (espaço) o vosso nº do CC com os 12 algarismos, incluindo os algarismos de controlo. Ex: 134 123456780ZY1

Obrigado pela atenção! 

Link: https://opjovem.gov.pt/cb/kvEMymyazluTVqcpKICnrBVvNpObeUyW/topic/zEkA954YYLutabsDmeKSqHqzMj8So6kR?type=project

João Carlos Diogo

Ex-Presidente da Direção da Associação Ekosiuvenis

At https://www.facebook.com/

Primeiro comboio de mercadorias, de Mérida a Portugal, sai amanhã

Merida tren

Renfe y el operador portugués Medway pondrán mañana jueves, día 23, en circulación a primera hora el primer tren desde la terminal de mercancías de Mérida con destino a Bobadela (Portugal) y, de ahí, al puerto marítimo luso de Sines.

El tren, que llegó de Portugal el martes, se cargará hoy 1.190 toneladas de concentrado de tomate y de vidrio, ambos productos “íntegramente extremeños” destinados a la exportación, ha explicado Renfe.

La terminal de mercancías de Mérida tiene una extensión 21.000 metros cuadrados en los que cuenta con tres vías, una de 360 metros y dos de 260 metros, y el espacio se completa con un edificio de oficinas de 180 metros cuadrados.

Este primer servicio es fruto de la alianza logística formada por Renfe y el operador ferroviario luso Medway, que comenzó a operar el pasado 15 de noviembre en la terminal emeritense, y la previsión de tráfico es de dos trenes semanales, los martes y jueves, hacia Bobadela y al puerto de Sines (Portugal).

Así, se afirma que se está a trabajar para incluir una tercera circulación semanal y, en una fase posterior, establecer conexiones y nuevos tráficos desde Mérida hacia otras terminales y puertos españoles y portugueses.

Renfe utilizará una locomotora de la serie 333 para la tracción del tren y, una vez pasada la frontera, se sustituirá por la EURO4000 de Medway, ha asegurado.

No obstante, ambos operadores trabajan para que el desarrollo de la alianza permita en un futuro la entrada directa hasta la terminal.

Asimismo, se explica que “en un futuro” será posible transportar productos alimenticios, en contenedores refrigerados, hacia puertos “cuyo destino final sea el mercado internacional“.

Renfe ha recordado que Adif, propietaria de la terminal de Mérida, adjudicó a finales de septiembre su gestión “a riesgo y ventura” a la sociedad logística formada por los dos principales operadores ferroviarios de la península ibérica.

La adjudicación se realizó por un plazo de cinco años, con posibilidad de prórroga por otros dos, ha apuntado.

De este modo, se ha aseverado, el inicio de la actividad constata “la apuesta por el tejido industrial de la Comunidad extremeña”, cuyas empresas “verán incrementadas las opciones de distribución y exportación de la industria agroalimentaria extremeña”.

En este sentido, ha subrayado que los proveedores con los que se trabaja desde esta terminal son empresas auxiliares de la zona y la plantilla de la terminal de Mercancías está compuesta por trabajadores extremeños.

At http://www.elperiodicoextremadura.com/

Próximas 7 maravilhas de Portugal são à mesa

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Quarenta e nove ‘mesas’ das sete regiões portuguesas vão estar a concurso na eleição das 7 Maravilhas à Mesa, iniciativa hoje divulgada e que pretende promover as regiões e o mundo rural através da gastronomia e dos vinhos.

Com organização das 7 Maravilhas de Portugal, a eleição, a decorrer em 2018, será a sétima do género realizada em Portugal para promover patrimónios que marcam a identidade nacional.

De acordo com o presidente das 7 Maravilhas, Luís Segadães, esta será a oportunidade para eleger “alguns dos patrimónios mais apreciados pelos portugueses: a gastronomia associada aos vinhos e a roteiros turísticos”.

“Vamos votar o prazer de estar à mesa e também o prazer de ir para lá, de lá chegar, de lá estar. Trata-se, por isso, de comer, de beber e de andar por roteiros turísticos, desfrutando do melhor que a vida tem para nos oferecer. Queremos harmonizar a gastronomia com os vinhos, mas também com o prazer de percorrer o país, descobrindo os encantos do enoturismo”, explicou Luis Segadães, citado numa nota da organização.

O projeto hoje apresentado em São Lourenço do Barrocal, Reguengos de Monsaraz, e cujas candidaturas abrem na próxima sexta-feira, vai no final de todo o processo cingir-se a uma lista de 49 pré-finalistas, sete de cada região.

Serão depois estas 49 ‘mesas’ pré-finalistas que vão ser votadas pelo público, para eleger as 7 Maravilhas à Mesa, uma por cada região.

As candidaturas a concurso vão ser as ‘mesas’ num conceito alargado que inclui o melhor que cada uma das regiões tem para oferecer, nomeadamente os seus pratos, vinhos, pão, azeite ou queijos, mas igualmente aquilo que pode ser experienciado, como um evento, uma adega, um lagar, um museu ou um percurso pedestre.

Cada candidatura será composta por sete patrimónios à escolha, devendo obrigatoriamente incluir um património das categorias gastronomia; vinhos e azeites; e roteiro turístico.

“Era inevitável que as 7 Maravilhas acabassem por entrar no território dos vinhos, que são fator diferenciador incontornável na promoção de Portugal além-fronteiras, e regressar ao universo da gastronomia, que já elegemos em 2011 e que agora abre todo um novo leque de oportunidades de promoção ao ser aliado aos vinhos e aos roteiros e experiências que tornam a nossa mesa única no mundo”, realçou ainda Luis Segadães.

A edição de 2017 das 7 Maravilhas foi dedicada às aldeias.

At https://www.tsf.pt/

Encontro com vinhos e sabores de regresso

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Milhares de vinhos em prova aberta, provas comentadas sob a orientação de especialistas de topo, vinhos raros e, nalguns casos, únicos, chefes de renome e talentos emergentes. O melhor do vinho e da gastronomia está, de 10 a 13 de novembro, no Encontro com Vinhos e Encontro com Sabores. Os bilhetes já estão disponíveis. Garanta o seu lugar!

O evento, que conta a 18ª edição, acontece no Centro de Congressos de Lisboa e reúne produtores, marcas, imprensa e abre portas ao público nos dias 10, 11 e 12, ficando o último dia reservado exclusivamente a profissionais do setor.

Na programação, destaque para  o “Lisbon Food & Wine Week” (rota por tascas e restaurantes de autor da capital), “Mundo natural” (mostra dedicada a produtos e produtores artesanais) e a 13ª edição do Congresso dos Cozinheiros.

Os bilhetes encontram-se à venda aqui 

Para informação detalhada sobre o evento, visite o site oficial.

Sobre o afastamento de Portalegre do debate sobre o Alentejo na RTP

Ceia da SilvaAssisti aos “Prós e Contras”.

Faço já uma declaração de interesses, tenho muito orgulho em ser alentejano.
Num mundo cada vez mais global as regiões vivem em concorrência permanente.
O que temos que demonstrar é que somos diferentes, distintivos e melhores do que os outros.
E nunca mostrar as nossas fragilidades.
Elas existem é óbvio, mas temos que lutar em conjunto e remando todos, mas todos para o mesmo lado para as ultrapassar e essa é a questão que faz a diferença.
Não consigo entender como a RTP e uma grande Senhora do jornalismo, Fátima Campos Ferreira, puderam realizar um programa com tantas lacunas-ausências de setores importantes e total ausência do norte alentejano e do litoral alentejano.
Três palavras para o Ministro da Agricultura, Luis Capoulas Santos – muito bem, mesmo que não seja o mais conveniente, temos que defender as Regiões, para o nosso empresário do Gin-relevante e para Jorge Rebelo de Almeida ao anunciar mais uma vez a construção doutro hotel no Alentejo, desta vez na Coudelaria de Alter do Chão.
Como diz o povo, “ai de mim se não for eu!”.
Viva o Alentejo!

At https://www.facebook.com/ / António Ceia da Silva

 

Pedro PintoSobre o Prós e Contras da passada segunda feira, cabe-me tecer os seguintes comentários:

1- Os movimentos que tendem a aparecer, não revelam mais do que pessoas com sede de protagonismo; para mim não têm expressão, porque nem a votos vão.

2- Esqueceram o Distrito de Portalegre, que curiosamente é o mais afectado pela seca extrema.

3- A jornalista quis que dissessem que o Alqueva não serve para colmatar a seca; mas sim, serve e de que maneira.

4- Os Presidentes de Câmara foram fazer figura de corpo presente.

5- Um programa destes tinha de elevar o bom trabalho que se tem feito no Alentejo, na Agricultura e principalmente no Turismo!

6- Não sendo alentejano de naturalidade, tenho muito orgulho na região que escolhi para viver e para criar raízes e família!

7- A RTP devia pedir desculpa aos Portalegrenses de todo o distrito, porque pura e simplesmente não fez o trabalho de casa ou então este já vinha encomendado, resta saber por quem.

8- A eterna guerra Beja/Évora não leva a lado nenhum.

9- O ministro Capoulas esteve bem, porque foi muito atacado por algum ressabiamento.

10- Com o Turismo em alta no Alentejo, porque não se ouviu o Presidente do Turismo de Portugal ou o Presidente da ERT? Porque iriam levantar bem alto o nome e as potencialidades do Alentejo e parece que isso não interessava ao programa.

11- Acabaram a cantar o “ouvi um passarinho”, vá lá, por momentos pensei que iam acabar com a “Grândola Vila Morena”!

At https://www.facebook.com/ / Pedro Pinto

Artigo de opinião: “Os azeiteiros excelentíssimos”

Antonio GuerreiroComo é que a gente das cidades, neste tempo em que o planeta se urbanizou, se tornou tão analfabeta nas questões da meteorologia que só percebe que o “bom tempo” prolongado é um inferno quando tudo arde e as chamas e o fumo chegam à porta da cidade? A natureza gosta de se esconder, tanto quanto a ignorância gosta de se mostrar.

Mudemos de assunto. Quem passa pela região de Ferreira do Alentejo, vindo de Lisboa em direcção a Beja, pousa os olhos numa mancha verde-escura, compacta, de oliveiras. São milhares e milhares de hectares, cobertos por oliveiras que têm a forma de arbustos e foram dispostas de modo a formarem linhas de sebes paralelas, completamente fechadas. Entre as sebes, em sentido longitudinal, há um espaço livre cuja medida exacta é a largura de um tractor. Assim, as máquinas podem avançar sem obstáculos e ocupando o mínimo espaço possível. No meio de um desses olivais, quase à beira da estrada, foi construído um lagar que parece um edifício de Silicon Valley. Este lagar da empresa que produz o azeite da marca Oliveira da Serra, desenhado pelo arquitecto Ricardo Back Gordon, é de uma exuberância arquitectónica e tecnológica que reduz à insignificância os empreendimentos da civilização mediterrânica do azeite e do vinho. No site do Lagar do Marmeleiro (assim se chama a herdade onde ele está implantado), podemos ler que ele “homenageia o Olival português e representa o expoente máximo da tecnologia ao serviço da qualidade do azeite e da sustentabilidade ambiental”. Trata-se, portanto, de um monumento, de um” memorial” como aqueles que celebram as vítimas da guerra ou os heróis mortos em combate. E, para além de evocar a epopeia do azeite, o monumento foi construído em nome da “sustentabilidade ambiental”. Este discurso da sustentabilidade ambiental, acrescentado como um apêndice, é a manifestação de um sintoma: o sintoma da má-consciência. Parece o assassino que, sem que ninguém lhe peça contas, vai ao posto da polícia gritar: “Não fui eu que matei a minha mulher”. Só um idiota urbano, daqueles que precisam de ser submetidos a 35 graus centígrados em meados de Outubro, depois de seis meses sem chover, para chegar à conclusão de que aquilo a que insistentemente chamaram “bom tempo” é uma catástrofe, é que não percebe que aquele mar verde de oliveiras a perder de vista, alimentadas para crescerem mais num ano do que os antigos olivais cresciam numa década, e ocupando o terreno com a mesma densidade que uma plantação de couves, consomem água e fertilizantes em porções criminosas. Em pouco tempo, a terra fica exaurida e o deserto cresce. Noutros lugares do Alentejo, os olivais com mil anos não precisam que lhes seja erguido um “memorial” porque são eles que transportam a memória do mundo. Aquele lagar imponente no meio da planície não homenageia o olival português: insulta-o. Apetece gritar, trazendo para este contexto duas palavras que deram expressão a um poderoso manifesto: ornamento e crime. Mas parece que as catástrofes lentas e serenas, como aquelas que advêm de olivais que parecem oásis no meio do deserto, não põem os bombeiros e as populações em estado de alerta.
Mudemos de assunto: as campanhas a favor de medidas que desacelerem o aquecimento da Antártida não estão a ser muito bem sucedidas. Entretanto, na Europa e muito especialmente no seu extremo ocidental, as reacções químicas do fogo e as reacções políticas misturaram-se e estão a provocar um perigo global. E de repente, confrontados com problemas tão arcaicos como os da água e do fogo, começamos a descobrir que talvez nunca tenhamos sido modernos.
António Guerreiro