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Castelo Branco sobre as portagens da A23

Hortense 31253012_10210194760859326_2449297038613938176_nVotei a favor dos projectos de resolução do PCP e do BE, que recomendavam ao Governo a eliminação das portagens na A23. Esta foi a votação dos deputados do PS eleitos por Castelo Branco, não votando com bancada parlamentar. Assumi mais uma vez este voto, com convição de justiça para com a nossa região e as populações do interior. Esta é a minha conviçao pessoal acerca da justiça para com a nossa região, numa Scut que foi construída em cima do IP aí existente. 

O compromisso eleitoral assumido pelo PS, foi no sentido da redução das portagens, algo que se iniciou já, com descontos de 15% para ligeiros e também para pesados e que tem que continuar. Anunciei uma Declaração de Voto a este respeito, com os detalhes da nossa votação. Mais uma vez, os deputados do PSD eleitos pelo distrito, se revelaram, votando contra. Como aliás sempre fizeram, quando defenderam o principio do utilizador pagador. Neste momento, as votações ainda decorrem, num total de mais de 80 paginas, assim culminando as votações nesta sessão legislativa.

Hortense Martins

At https://www.facebook.com/

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Câmara Municipal de Nisa não vai participar no 2.º Congresso AMALENTEJO

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265 Congressistas são esperados este fim-de-semana em Castelo de Vide no 2º Congresso AMAlentejo/Semeando Novos Rumos

É já este fim-de-semana, no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira, em Castelo de Vide, que irá decorrer o 2º Congresso AMAlentejo, com o lema “AGIR NO PRESENTE/PLANEANDO O
FUTURO”.

“Alentejo: Poder Local e Descentralização”, “Desenvolvimento Económico, Social e Cultural – Projetos Estruturantes para o Alentejo – Portugal 2020 e Portugal 2030” e “A Palavra aos Partidos, pelo Alentejo” são os painéis que irão compor estes dois dias de debate em prol do Alentejo.

A sessão de abertura, marcada para as 10h30, contará com a palavra de António Pita, Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, João Proença, Presidente da Direção da Casa do Alentejo que estará em representação da Comissão Organizadora deste 2º Congresso, e Pedro Soares, Presidente da Comissão Parlamentar de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, em representação de Sua Excelência o Presidente da Assembleia da República.

Ao longo do dia 30 de junho serão várias as personalidades de reconhecido mérito que farão a introdução do 1º e 2º Painéis, estando assegurado o espaço para a intervenção dos congressistas que manifestaram, previamente, essa intenção, sendo posteriormente aberto o debate.

O dia 1 de julho será reservado às intervenções dos Partidos Políticos com assento na Assembleia da República, estando confirmados, até ao fecho do presente programa em anexo, os seguintes representantes: Telma Saião pelo Partido Ecologista “Os Verdes”, António Batista pelo CDS – Partido Popular, José Carita Monteiro pelo Bloco de Esquerda, João Dias Coelho pelo Partido Comunista Português e António Costa da Silva pelo Partido Social Democrata.

A sessão de encerramento do 2º Congresso AMAlentejo está prevista para as 12h30 do dia 1 de julho, com os discursos de António Pita, Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, e Ceia da Silva, Presidente da Turismo do Alentejo (ERT), que estará em representação da Comissão Organizadora deste 2º Congresso.

At http://www.amalentejo.pt/

 

Alentejo fica de fora dos investimentos para 2030

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A “metodologia do debate técnico e político” do Programa Nacional de Investimentos 2030 vai ser apresentada esta terça-feira pelo Governo. Há já cerca de 40 projectos listados, metade dos quais ferroviários.

O Governo inicia esta terça-feira uma discussão pública sobre o Programa Nacional de Investimentos (PNI2030) para definir as prioridades dos investimentos infra-estruturais estratégicos de médio e longo prazo nos sectores da Mobilidade e Transportes, Ambiente e Energia. De acordo com fonte oficial do Ministério do Planeamento e Infraestruturas, serão realizados debates temáticos em todo o país de modo a obter contributos para esse desígnio.

O debate arranca com cerca de 40 projectos de investimento já listados, dos quais metade são ferroviários. Entre eles estão a modernização da linha de Cascais, a quadruplicação do troço Braço de Prata – Chelas, a passagem a via larga da linha Espinho – Oliveira de Azeméis, a conclusão da modernização da linha Lisboa – Algarve e a duplicação do troço Bombel – Poceirão (no âmbito do eixo Sines – Badajoz para mercadorias).

A modernização do troço norte da linha do Oeste, entre Caldas da Rainha e Louriçal, bem como a modernização do ramal de Alfarelos à Figueira da Foz, são outros dos projectos previstos e que dão sequência aos investimentos do Ferrovia 2020 (actualmente em curso).

Mas essa sequência pode não estar assegurada nos casos do Alentejo e do Douro. No primeiro, ficou de fora a modernização do pequeno troço entre Casa Branca e Beja, que se arrisca a ficar uma “ilha” não electrificada a sul do Tejo, comprometendo a sua viabilidade e arriscando o encerramento. No segundo, o projecto de electrificação da linha entre a Régua e o Pocinho, bem como qualquer estudo para a reabertura até à fronteira de Barca de Alva estão também, para já, descartados pelo actual executivo.

Mas no caso do Douro um estudo da Comissão Europeia sobre ligações ferroviárias transfronteiriças chama a atenção para o potencial da reabertura da linha do Douro em termos turísticos e de coesão social.

O trabalho, realizado no âmbito das políticas de integração e coesão da comunidade europeia, analisou 365 ligações ferroviárias transfronteiriças, incluindo as que estão em operação, as encerradas e as que estão em falta (missing links), e identificou 48 ligações com maior potencial e geradoras de maiores benefícios económicos.

Uma delas é precisamente a que permite ligar o vale do Douro à província de Salamanca, referindo o documento o elevado potencial turístico desta ligação, tanto pelas paisagens, como também por ligar a região vitivinícola do Douro Vinhateiro com cidades históricas espanholas das regiões de Salamanca, Ávila e Madrid.

Através do Douro, refere o documento, é possível ligar (ida e volta) os centro do Porto, Salamanca e Madrid em menos de um dia. O investimento referido para resolver este missing link é de 578 milhões de euros.

O estudo tem apenas em conta o mercado dos passageiros e não o de mercadorias, constituindo este último um argumento acrescido, uma vez que o Douro é a ligação mais curta desde o porto de Leixões a Espanha e ao resto da Europa.

Apesar de não ser considerado pelo Governo como projecto a ter em conta na discussão do PNI2030, a Comunidade Intermunicipal Terras de Trás-os-Montes já fez saber que defende uma ferrovia que rasgue todo o interior desde o Porto à fronteira de Espanha. E o deputado do PSD, Luís Leite Ramos, em declarações à Lusa, anunciou que parlamentares dos distritos de Bragança, Guarda, Porto, Viseu e Vila Real vão entregar na Assembleia da República um projecto de resolução sobre a linha ferroviária do Douro.

“Esta recomendação visa, essencialmente, garantir que o Governo não vai continuar a fazer um veto de gaveta a todos os estudos que têm sido feitos e vai assumir com toda a frontalidade a análise desta questão”, afirmou o deputado, sublinhando o “potencial” desta via férrea, que hoje só existe entre o Porto e Pocinho, mas cuja modernização e reactivação da ligação a Espanha é uma matéria que “tem sido desvalorizada pelo Governo”.

Luís Leite Ramos disse ainda que o estudo da União Europeia sobre as conexões ferroviárias transfronteiriças reconhece a importância desta ligação e “desmistifica a tese absurda de uma alegada inadequação técnica da linha do Douro no tocante à circulação de pesadas composições de mercadorias”.

At https://www.publico.pt/

Marco Oliveira é o novo Presidente da UGT no distrito de Portalegre

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O novo presidente da União Geral de Trabalhadores (UGT) no distrito de Portalegre, Marco Oliveira, foi eleito, por unanimidade, segunda-feira, 18 de Junho, na reunião de Conselho Geral da UGT de Portalegre.

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O novo presidente da União Geral de Trabalhadores (UGT) no distrito de Portalegre, Marco Oliveira, foi eleito, por unanimidade, segunda-feira, 18 de Junho, na reunião de Conselho Geral da UGT de Portalegre.

A eleição surgiu no seguimento do pedido de renúncia da anterior presidente, Fátima Alves, eleita em Novembro de 2017.

Com 45 anos, bancário, licenciado em Relações Internacionais, já com desempenho de Delegado Sindical na sua passagem por Lisboa, Marco Oliveira nasceu em Nisa, mas reside e trabalha actualmente em Elvas.

Marco Oliveira foi adjunto do último Governador Civil do Distrito de Portalegre, Jaime Estorninho.

At https://www.linhasdeelvas.pt/

Vila Velha vai construir casas para fixar jovens

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A Câmara de Vila Velha de Ródão vai investir 1,7 milhões de euros na urbanização e construção de habitações na Quinta da Torre, um projeto que está inserido na requalificação da zona histórica da vila.

“Trata-se de uma antiga quinta degradada que a Câmara já tinha adquirido e que fica situada na zona antiga da vila. O projeto insere-se na estratégia do município de valorizar a área e que vai permitir a abertura de um novo arruamento e a construção de 18 moradias”, explicou o presidente da Câmara de Vila Velha de Ródão, Luís Pereira.

O projeto da Quinta da Torre, cujo valor é de 1,7 milhões de euros, implica obras de urbanização, jardim, trabalho paisagístico, construção de moradias e de uma cafetaria.

“O projeto contempla a construção de 18 casas, 12 de tipologia T3 e seis de tipologia T2. Trata-se de uma obra importante, não só para a requalificação da zona histórica, mas também ao nível do reforço da estratégia do município para fixação de pessoas, sobretudo jovens, que têm dificuldade em arranjar residência para se fixarem”, sublinha.

Luís Pereira sublinha que, além deste projeto, a autarquia já reabilitou três T2 na zona antiga de Vila Velha de Ródão para colocar no mercado a preços simbólicos e adquiriu outras cinco habitações degradadas na mesma zona que vão ser recuperadas.

“É uma aposta muito significativa ao nível do investimento do município, que se enquadra na estratégia que a câmara tem vindo a desenvolver ao nível da requalificação urbana e na fixação de pessoas”, concluiu.

Governo reduz em 30% as portagens na A23, mas só nos camiões

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O Governo vai avançar mesmo com a redução das portagens nas auto-estradas do Interior e do Algarve, escreve o JN. Os empresários dessas regiões querem alargar a medida aos veículos ligeiros de mercadorias.

Os camiões que circulam nas antigas SCUT do Interior e do Algarve devem passar a pagar até menos 30% nas portagens. De acordo com o JN, que avança a notícia, esta é uma das medidas que estão a ser preparadas pelo Governo no âmbito de um pacote para beneficiar estas regiões, do qual fará parte a já anunciada redução do IRC.

As estradas abrangidas serão a A22, A23, A24, A25 e a A4. No entanto, o mesmo jornal escreve que a proposta não satisfaz por completo as empresas localizadas nestas zonas, por estar circunscrita a camiões. É que, argumentam as associações empresariais, a maioria dos veículos que têm a circular nas estradas são ligeiros de mercadorias.

Em Janeiro, o ministro-adjunto, Pedro Siza Vieira, já tinha admitido que o Governo estava a avaliar uma redução de portagens “no sentido de contribuir para a competitividade da actividade económica no Interior”, procurando incentivar o investimento, a criação de emprego e a retenção e atracção de populações.

No ano passado, os pagamentos efectuados pela Infraestruturas de Portugal (IP) relativos às concessões e subconcessões rodoviárias totalizaram 1.177,4 milhões de euros. A maior fatia continua a respeitar às concessões, designadamente às antigas Scut. Os encargos com estas vias ascenderam a 672,8 milhões de euros, sendo que Beira Interior e Beira Litoral e Alta foram as que representaram um maior encargo para a IP.

At https://www.jornaldenegocios.pt

Mais emprego para… Abrantes

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A Câmara Municipal de Abrantes (CMA) anunciou, hoje, a instalação de uma nova empresa, chamada Tectania, Tecnologia Automóvel, Lda, que prevê um investimento de 44 ME até 2023 e a criação direta de cerca de 251 postos de trabalho.

Na reunião de Câmara foi, hoje, aprovada por unanimidade a alineação do terreno, localizado no Parque Industrial de Abrantes – zona sul, e os incentivos fiscais e tributários que rondam cerca de meio milhão de euros.

Em declarações à Antena Livre, Maria do Céu Albuquerque, presidente da CMA, congratulou-se com o investimento anunciado “que tem vindo a ser trabalhado desde há um ano para cá”, em concreto desde o dia 8 de fevereiro de 2017. Um investimento que, neste momento, “está consolidado e que apresenta garantias de ser um grande investimento muito avultado e que vai criar cerca de 300 postos de trabalho”.

A autarca abrantina, explicou que a nova empresa, a instalar no Parque Industrial de Abrantes – zona sul, focará o seu negócio na investigação, na conceção, desenvolvimento e fabricação veículos automóveis e motociclos para utilização maioritariamente em ambiente fora estrada, equipados com sistema de propulsão convencional ou elétrico.

Maria do Céu Albuquerque referiu que a nova empresa vem consolidar “uma área estratégica, nomeadamente, na área da metalomecânica e produção automóvel que acaba por acontecer no nosso concelho”.

A presidente explicou que foram onze as cidades que competiram para a atrair a nova empresa, que num primeiro momento, através de contratos de licenciamento com as entidades TAC MOTORS SA e AJP MOTOS, irá fabricar uma nova versão do Modelo Stark 4×4 e todos os modelos desenvolvidos pela empresa portuguesa AJP MOTOS, sediada em Penafiel.  A empresa tem uma previsão anual de vendas, em 2021, de 3000 carros e 3100 motociclos.

“Foi graças ao acompanhamento que demos a este processo e a disponibilização de um terreno de forma imediata a preço simbólico, a 1,5 euros o metro quadrado, numa área de cerca de 90 mil metros quadrados de terreno disponível, chamado Ramalhais, localizado na zona industrial sul, que a situação se concretizou”, fez notar a presidente.

A alineação do terreno e os incentivos fiscais e tributários, no valor de aproximamente meio milhão de euros – 523.912,93 €, vão ser agora submetidos à aprovação da Assembleia Municipal de Abrantes.

Maria do Céu Albuquerque lembrou que são novos “postos de trabalho que vão ser criados no nosso concelho e vamos precisar de atrair mais recursos humanos, porque claramente precisamos, sendo que o que existe no nosso concelho e território não é suficiente. É claramente um investimento nacional, que importa valorizar”, reforçou.

A empresa tem agora sede no Parque Tecnológico do Vale Tejo em Abrantes, num regime de incubação virtual. É uma Sociedade por quotas repartida entre José Fernando Faraco (70%) e Giovani Balduíno (30%), ambos de origem brasileira.

A conclusão da construção está prevista em março de 2020.

At https://www.jornaldeabrantes.pt