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CP faz descontos de 30% em viagens para Santarém

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Os Comboios de Portugal acompanham o projecto Verão In.Str… É um espanto! desde a primeira hora.

Ao abrigo do protocolo assinado entre a Câmara de Santarém e a CP, quem viajar de comboio para Santarém, com origem em qualquer ponto do país, e durante o período de 21 de junho a 23 de setembro, beneficia de 30 % de desconto no preço do bilhete de ida e volta nos serviços Intercidades e Regional/InterRegional.

Para que o desconto seja aplicado, os viajantes têm de carimbar o bilhete de comboio no Posto de Turismo de Santarém. A ligação entre a estação de caminho-de-ferro e o centro da cidade é garantida pelo serviço de autocarros.

At http://www.oribatejo.pt/

Incêndio de Pedrógão Grande passou o de Nisa

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O incêndio na zona de Pedrógão Grande consumiu 46.009 hectares de floresta, de acordo com os dados mais recentes do Sistema Europeu de Informação de Fogos Florestais — EFFIS, na sigla inglesa. Este total de área ardida resulta da soma dos 16.190 hectares atingidos em Alvares com os 29.819 em Aguda.

Naquele que, até agora, era considerado o maior incêndio — em 2003, na freguesia de São Matias, em Nisa, no distrito de Portalegre — tinham sido destruídos pelo fogo 41.079 hectares. Em Alvares e Aguda arderam mais 4930 hectares.

De acordo com os dados disponibilizados pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), 2003 continua a ser o pior ano de sempre de incêndios florestais no país — mas o período crítico de 2017 mal começou.

Do registo dos maiores incêndios em Portugal constam, para além do de Nisa, outros, no mesmo fatídico ano: em Fróia, no concelho de Proença-a-Nova, arderam 36.019 hectares; em Monchique, 27.617; e em Ulme, na Chamusca, quase 22 mil.

De então para cá, outros incêndios com mais de 20 mil hectares de área ardida registaram-se em Tavira, em 2012, e no ano passado, a 8 de Agosto, quando as chamas chegaram aos passadiços do Paiva, no concelho de Arouca. O incêndio começou nas freguesias de Janarde e Covelo de Paivó e destruiu 21.910 hectares.

Em Nisa, em 2003, a investigação concluiu que houve fogo posto. O que se passou na zona de Pedrógão Grande ainda está por averiguar. No entanto, a avaliar por muitas das declarações de diversas entidades e especialistas, nos últimos dias, a monitorização, a gestão e a fiscalização são falhas comuns.

At https://www.publico.pt

Opinião: “Quem está à frente de uma câmara só perde se quiser”

Santana Maia 2017-01-13-santana-maia-leonardoMuitos municípios do país são micro municípios onde as eleições se ganham com seiscentos, mil ou cinco mil votos. Basta o presidente da câmara dar uns empregos e uns subsídios para conseguir ser reeleito. E a falta de dimensão afecta a eficácia municipal porque em vez de problemas de organização e desenvolvimento os executivos passam o tempo a discutir problemas pessoais dos munícipes. O advogado Santana-Maia Leonardo esteve na redacção de O MIRANTE para uma conversa da série “Duetos Improvisados” com Hermínio Martinho, que foi publicada na edição de 13 de Abril. E deixou alguns temas para reflexão que agora publicamos.

A sociedade civil tem que se libertar das câmaras. Eu sou muito crítico do poder autárquico e das autarquias e sempre fui contra a sua forma de funcionamento. Usei sempre a minha intervenção política em defesa da liberdade de expressão e de associação e em defesa da sociedade civil.

Nunca exerci nem nunca aceitei cargos remunerados na política. A minha ligação à política nunca foi como profissional mas como um simples amador. Tive sempre a minha profissão e nunca entrei em listas de deputados. Fiz três candidaturas a câmaras municipais mas em situações em que era impossível ganhar. Fui candidato pelo PSD duas vezes em Ponte de Sôr e uma vez em Abrantes em circunstâncias em que aquele partido não tinha qualquer hipótese de vencer.

Eu já não sou do PSD. Graças a Deus! Até tenho vergonha de dizer que fui do PSD mas fui do PSD quase toda a vida porque estava em concelhos onde o PSD era minoria. Quando se está na oposição uma pessoa tem aquela ilusão que pode ser diferente.

Nunca seria do PSD na Madeira ou em Viseu, por exemplo, porque o PSD quando está no poder é igualzinho aos comunistas e socialistas. Quando está no poder o PSD reproduz os mesmos modelos, emprega as pessoas da mesma maneira, controla as associações da mesma maneira e controla a imprensa da mesma maneira. Eu não suporto isso.

O nosso principal problema é não termos dimensão e sermos incapazes de nos associarmos. É a todos os níveis e em todos os sectores de actividade. Nem sequer conseguimos partilhar um tractor. É tudo em ponto pequenino e na política é a mesma coisa.

Temos um país cheio de micro municípios que não têm dimensão e padecem dos defeitos das coisas pequenas. As coisas para funcionarem nem podem ser muito grandes nem muito pequenas. O presidente da câmara tem que estar suficientemente distante dos munícipes para poder ser imparcial e isento mas também não pode estar muito longe porque dessa forma não sabe o que se passa.

Se o Município for muito pequeno o presidente da câmara começa a confundir as questões pessoais e de vizinhança com as questões da câmara. Por isso é que nós vemos nestas câmaras pequenas os assuntos que vão a discussão são o do muro do vizinho e coisas assim e não os problemas realmente importantes para a comunidade.

Organiza-se um jogo de sueca e o presidente da câmara é solicitado para dar qualquer coisa. E tem que se chamar sempre o presidente da câmara para beber um copo.

A união das freguesias não fazia tanta falta como uma união de câmaras municipais. O presidente da junta de freguesia tem pouco poder. Não é mau as freguesias serem pequenas porque os presidentes, ao fim e ao cabo, são quem fala em nome das pessoas. Mas eles não têm poder. Não têm orçamento para distribuir.

Se o município for muito pequeno o presidente da câmara só perde as eleições se quiser. O presidente da câmara tem dinheiro para distribuir. Por exemplo, em Abrantes, que é uma cidade média com 45 mil habitantes, ganham-se as eleições com sete mil votos. Com sete mil votos, o presidente da câmara só perde as eleições se quiser. Emprega uma dúzia de pessoas, dá um subsídio aos bombeiros, cria duas ou três associações e estão os sete mil votos garantidos.

Repito, quem está à frente de uma câmara só perde as eleições se quiser. Em Ponte de Sôr ganham-se as eleições com três mil votos. E se formos a Alter do Chão ganham-se as eleições com seiscentos votos. O presidente é que tem o livro de cheques. E é ele que deixa o indivíduo construir o muro, fazer a horta, etc…

Os municípios precisam de dimensão. Se as eleições forem, por exemplo, em Lisboa, com um universo de cento e cinquenta mil eleitores. Aí, mesmo que haja alguma corrupção já é difícil alguém conseguir comprar 100 mil votos. Agora quando se trata de dois mil votos, mil votos, quinhentos votos e se nós virmos que no país dos 308 municípios, se calhar, em 250 ganham-se eleições por menos de cinco mil votos, percebemos a necessidade de dar dimensão aos municípios.

A falta de dimensão e de espírito de cooperação levam à criação de rivalidades de vizinhança que prejudicam as populações. De cada vez que há um assunto para resolver um presidente de uma câmara pequenina não fala com o vizinho. Vai a correr para Lisboa para um gabinete de um qualquer membro do governo para ver se é ele quem faz a piscina e não o vizinho. E o poder de Lisboa vai distribuindo umas migalhas aqui e umas migalhas ali.

A Leste da A1 (Auto-estrada nº 1), cerca de 60 por cento da população já é reformada. O país vai-se esvaziando para Lisboa. Está tudo concentrado em Lisboa. Nós só temos três grandes grupos populacionais que são Faro, Lisboa e Porto. Está tudo a concentrar-se à volta destas capitais. O resto está num processo de desertificação.

Se nos metermos num carro até Espanha não encontramos jovens e se encontrarmos algum será provavelmente de etnia cigana. O resto está tudo a viver em Lisboa. No interior são só pessoas de idade porque filhos e netos emigraram ou estão a viver e a trabalhar em Lisboa. Santarém, por exemplo, já começa a ser arredores de Lisboa. Lisboa vai crescendo.

Em Lisboa, toda a gente vai almoçar e jantar aos mesmo sítios porque aquilo também é pequeno. E como o poder político, o poder judicial e os grandes grupos económicos estão sediados em Lisboa, criam-se muitas vezes cumplicidades e amizades que é difícil romper.

Se o Parlamento estivesse no Porto, o Supremo Tribunal estivesse em Faro e o Governo estivesse em Beja era melhor. Como está tudo concentrado e numa área muito pequena cultivam-se essas cumplicidades. Amanhã vais à minha festa, depois eu vou ao teu jantar…e a pior coisa que há é a questão das cumplicidades. São elas que dão origem ao pedido, à cunha, ao jeito e à corrupção.

O facto de ter vivido em muitas terras e ter tido muitas experiências deu-me uma outra visão do país. Sou licenciado em letras e em direito. Fui professor durante vinte e seis anos em várias escolas do país. Sou advogado há vinte e tal anos. A minha mãe foi Juiz, o meu avô foi notário, tenho agricultura, fui presidente de um clube de futebol, fui director de um jornal regional, fui vereador em duas câmaras municipais. Tudo isto acaba por ser enriquecedor.

At http://omirante.pt/

Barragem de Nisa vai ter caudal mínimo

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Duas barragens existentes no maior rio português vão passar a ter caudais mínimos. Ministro do Ambiente garante também haver fábricas encerradas por causa da poluição.

O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, anunciou esta terça-feira caudais mínimos para as duas barragens existentes no rio Tejo, que vão funcionar a partir de junho e deverão permitir mais água no rio na época estival.

Conseguimos no final de março uma coisa da maior importância que é garantir a existência de caudais mínimos nas duas barragens do Tejo [Fratel e Belver], caudais esses que passarão a ser diários e que entrarão em funcionamento no início de junho”, anunciou Matos Fernandes.

O ministro falava à margem da cerimónia de assinatura do protocolo do projeto piloto de gestão colaborativa do Parque Natural do Tejo Internacional (PNTI), que decorreu em Vila Velha de Ródão, no distrito de Castelo Branco.

João Pedro Matos Fernandes adiantou que, deste modo, durante a época estival, o rio Tejo vai ter mais água com todos os benefícios ambientais que daí resultam.

Fiscalização contra poluição

Sobre os problemas da poluição no rio Tejo, Matos Fernandes considerou que o empenhamento do Ministério do Ambiente tem sido “claríssimo”.

Temos uma estratégia clara e um plano de fiscalização claro. Há até um conjunto de unidades fabris que estão encerradas temporariamente porque eram unidades poluidoras”, sustentou.

O ministro adiantou ainda que, com o apoio da Celtejo, fábrica de pasta de papel da Altri, em Vila Velha de Ródão, conseguiu antecipar a conclusão da estação de tratamento de águas residuais (ETAR) para maio deste ano, quando inicialmente estava prevista apenas para dezembro.

At http://www.tvi24.iol.pt/

Cáritas doa e “aplica”… mas não no Cano (Sousel)

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A Cáritas Diocesana levou a efeito um peditório de rua nos dias 16 e 18 de março, nas paróquias de Abrantes, Alcains, Alferrarede, Arreciadas – S. Miguel do Rio Torto, Arronches, Castelo Branco, Marvão, Nisa, Oleiros, Portalegre, Sertã e Sobreira Formosa.

Dando cumprimento ao art.º 3.º do Dec. Lei n.º 87/99 informa que o valor obtido foi de 7.476,83€. Esta verba representa 75% do peditório, já que 25% foram para a ação social das paróquias que organizaram.

Esta  quantia destina-se ao Fundo Social Diocesano.

At http://www.reconquista.pt/

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A Cáritas Diocesana de Évora usou meio milhão de euros de uma herança, entregue para doar aos pobres, em aplicações bancárias a 30 anos e a pagar prejuízos da própria instituição.

O Sexta às 9 investigou o escândalo depois da viúva do benemérito, que trava um braço de ferro por causa de outra herança com a Caritas de Lisboa, ter dito que confiava na instituição de caridade de Évora.

Na sequência dessa reportagem, o Sexta à 9 recebeu várias denúncias que deixaram Zulmira Lino da Silva ainda mais perplexa e a pedir aos bispos e a todos os católicos que reformem o que for preciso para garantir que as Cáritas ajudam mesmo quem precisa.

At https://www.rtp.pt/https://www.rtp.pt/noticias/pais/caritas-de-evora-usa-heranca-em-aplicacoes-bancarias_v994002

Abrantes debate ideias para Portugal com os cidadãos

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Tem uma ideia para Portugal? Gostaria de apresentar uma proposta na área da cultura, agricultura, ciência e formação de adultos, no caso do continente, ou administração interna ou justiça, nas regiões autónomas.

Participe! Faça uma apresentação de 5 minutos da sua ideia e poderá estar a contribuir para a decisão de como utilizar a verba de 3 milhões de euros do primeiro Orçamento Participativo Portugal.

At Governo da República

Personalidade do ano em política: Pedro Ribeiro

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Pedro Ribeiro foi eleito, pela redacção de O MIRANTE, Personalidade do Ano na área da Política Masculino. O primeiro mandato como presidente da Câmara Municipal de Almeirim ainda não chegou ao fim mas poucos terão dúvidas sobre a competência de Pedro Ribeiro para o exercício do cargo.

O autarca equilibrou as contas municipais e liquidou todas as dívidas a fornecedores; tem investido na área da educação, quer através da requalificação do parque escolar quer através do reforço a nível das novas tecnologias; tem recuperado estradas municipais; adquiriu equipamento para responder a necessidades a nível de obras públicas para as quais não há fundos comunitários e implementou uma programação cultural que, além de apoiar as iniciativas locais, tem apresentado espectáculos de qualidade no cine-teatro da cidade, com destaque para o Festival Guitarra d’Alma que anualmente tem vindo a afirmar-se como o grande festival da guitarra portuguesa a nível do país.

A protecção civil é outra área a que tem dado atenção, tendo lançado a construção de um Campus da Protecção Civil após ter passado a albergar no concelho a força especial de bombeiros designada por Canarinhos, o Comando Distrital Operacional de Socorro e a Unidade de Reserva Logística Nacional. A nível associativo é há vários anos presidente da direcção dos Bombeiros Voluntários de Almeirim.

Como presidente de câmara e como presidente da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo tem sido extremamente interventivo na luta por melhores condições de apoio às populações na área da saúde, quer incentivando a fixação de médicos de família, quer tentando melhorar o atendimento nas várias valências do Hospital Distrital de Santarém.

Pedro Miguel César Ribeiro, que é funcionário da Autoridade Tributária, começou a interessar-se pela política muito cedo, tendo militado na Juventude Socialista antes de ingressar no PS. Depois de um percurso na política autárquica iniciado em 1993 como membro da assembleia municipal e complementado com o desempenho como vereador municipal de 1997 a 2001 e como vice-presidente desde essa altura até 2013, foi eleito com maioria absoluta em 2013 em circunstâncias que lhe causaram algum desconforto uma vez que o anterior presidente, Sousa Gomes, entretanto falecido, por quem tinha grande estima pessoal, não o apoiou, tendo criado o Movimento Zé Gomes.

At http://omirante.pt/

Santarém dinamiza com criação de sociedades

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A NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, analisou o ranking de criação de sociedades do distrito de Santarém e verificou que Santarém, Ourém e Benavente foram os concelhos que mais sociedades criaram em 2016.

Santarém criou 177 sociedades, Ourém criou 116 e Benavente 100. Destaque também para Torres Novas, que aparece em 4.º lugar do ranking, com 95 sociedades criadas, e, logo de seguida, para Tomar, com 77 sociedades criadas, ocupando o concelho o 5.º lugar.

Empatados em 6.º lugar estão os concelhos de Salvaterra de Magos e Almeirim, com 59 sociedades criadas, mais uma que a cidade de Abrantes, que se encontra, neste ranking, em 7.º lugar. Em 8.º lugar está Rio Maior, com a criação de 57 sociedades, em 9.º lugar o Cartaxo, com 55 sociedades, e o Entroncamento em 10.º lugar, com a constituição de 42 sociedades. Seguem-se os concelhos de Coruche (32), Alcanena (28), Alpiarça (17), Golegã (16), Chamusca (15), Mação (14), Vila Nova da Barquinha (12) e Ferreira do Zêzere (10). Sardoal e Constância são os únicos dois concelhos com um índice de constituição de sociedades abaixo de 10 no ano de 2016, com 2 e 4 sociedades criadas, respetivamente.

At http://www.nersant.pt/