Euro 2016 não conta com árbitros portugueses

Duarte-Gomes

O Campeonato da Europa de futebol vai arrancar pela primeira vez em três décadas sem qualquer representação portuguesa na arbitragem, quatro anos depois de Pedro Proença ter apitado a final.

Após o agora presidente da Liga de Clubes ter protagonizado o momento mais alto da arbitragem lusa, quando em Kiev apitou o Espanha-Itália (4-0), do Euro2012, a UEFA optou por não selecionar qualquer representante de Portugal, pondo fim a um ciclo que já durava desde 1988.

Depois de Rosa Santos ter estado no Euro1988, Euro1992 e Euro1996, foi a vez de Vítor Pereira atuar no Euro2000 e Lucílio Baptista no Euro2004.

Portugal não teve um árbitro principal no Euro2008, mas Olegário Benquerença foi auxiliar, antes de Pedro Proença ‘brilhar’ na Polónia e Ucrânia, há quatro anos.

No total, 18 árbitros vão estar disponíveis no Europeu de França, mais seis do que em 2012.

O Euro2016 vai decorrer de 10 de junho a 10 de julho, em França, e vai ter pela primeira vez a participação de 24 seleções.

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Secção de proximidade de Nisa regressa a tribunal?

Nisa Tribunal mapa2

Os 20 tribunais encerrados em Setembro de 2014 vão reabrir no próximo ano como secções de proximidade, onde vão decorrer alguns julgamentos obrigatórios na área criminal. Os tribunais não vão abrir com os serviços que lá funcionavam antes da reforma do mapa judiciário, passando a funcionar como balcões de atendimento, onde esporadicamente ocorrem diligências. Alguns irão abrir em Janeiro de 2017, outros só em Setembro.

As 27 secções de proximidade vão manter-se em traços gerais, mas algumas vão ganhar novas valências. É o que deverá acontecer em Nisa e também em Mértola, onde o presidente da câmara, Jorge Rosa, adiantou ao PÚBLICO que foi sondado sobre a possibilidade de a secção de proximidade evoluir para uma instância local de competência genérica. O autarca espera que a actual ministra da Justiça reconsidere o erro cometido pela anterior titular da pasta, recordando que as populações mais isoladas do seu concelho ficam a quase 100 quilómetros de Beja, onde estão concentrados os serviços de Justiça do distrito.

O presidente da comarca de Portalegre, José Avelino Gonçalves, adiantou que a secção de proximidade de Nisa vai reabrir como tribunal, o mesmo podendo vir a suceder com Avis. Neste último caso, tal não deverá acontecer já, porque as instalações existentes em Avis não têm condições e necessitam de obras.

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