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Forcados e toureiros também vão a Elvas amanhã

 

maxresdefaultOs chefes de estado de Portugal e Espanha vão estar presentes, amanhã, dia 1 de Julho, na cerimónia de abertura das Fronteiras. Os presidentes da ANGF e o da ANT apelam a que todos os profissionais da tauromaquia estejam presentes no Castelo de Elvas, pelas 10h30, onde se vai realizar a cerimónia.
“Mesmo sendo em cima da hora era bom estarmos presentes para continuarmos a ser vistos e reivindicarmos aquilo a que os nossos governantes nos têm vindo a privar, medidas de retoma da actividade iguais aos restantes sectores culturais. Devermos estar as 10h00 junto à entrada do castelo de Elvas. É importante a presença de todos os que se puderem juntar. Deveremos ter especial atenção ao distanciamento social e ao uso de máscara”, revela o comunicado da ANGF.

Tauronews contactou o presidente da ANGF, Diogo Durão, que irá estar presente na cerimónia. “Embora seja um dia de trabalho normal e numa altura em que precisamos todos de trabalhar, espero que os que são profissionais do sector da tauromaquia estejam presentes”, começa por revelar Diogo Durão. E acrescenta: “Os Forcados, embora sejam amadores vão estar presentes”.

Quem também vai marcar presença são os toureiros, segundo Nuno Pardal, Presidente da Associação Nacional de Toureiros que avança à Tauronews: “Já convoquei todos os profissionais a estarem presentes pelas 10h15 ao pé do Castelo de Elvas. Eu vou estar presente e acredito que os toureiros também vão, afinal temos que continuar a lutar pela tauromaquia!”.

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Os Verdes amanhã em Elvas em contestação contra Almaraz

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☢️ ALMARAZ

ENCERRAR #ALMARAZ! – Amanhã em #Elvas – Voz de Os Verdes na Abertura das Fronteiras!

🌻 #OsVerdes marcarão presença, amanhã de manhã, durante o decorrer das cerimónias oficiais de reabertura das fronteiras, junto ao Caia, em Elvas, a exigirem o encerramento de Almaraz.

Leia aqui: http://www.osverdes.pt/pages/posts/encerrar-almaraz—amanha-em-elvas—voz-de-os-verdes-na-abertura-das-fronteiras-11095.php

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Faleceu José Chambel Tomé

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NOTA DE PESAR

A UGT Portalegre, através do seu Secretariado distrital e restantes Órgãos Sociais, vem por este meio manifestar o mais profundo sentimento de pesar pelo falecimento, durante a noite de hoje, do seu anterior Presidente, José Chambel Tomé, numa altura em que esta organização regional completa 10 anos.

Fundador da UGT Portalegre a 17 de Abril de 2010, foi seu Presidente durante dois mandatos, com eleição para um segundo mandato em 10 de Maio de 2014, de que decorre a inauguração da actual sede a 30 de Outubro de 2015, tendo desenvolvido as actividades na organização durante os mandatos nacionais dos Secretários Gerais João Proença e Carlos Silva.

Neste momento de dor, a UGT Portalegre solidariza-se com a sua esposa, filhos e netos, e restante família e amigos, a quem apresenta as mais sentidas condolências, e agradece todo o trabalho e dedicação prestados a esta organização ao longo destes anos.

O Presidente da UGT Portalegre

Marco António Barreto Lourenço de Oliveira

Artigo de opinião: “Raios, a Inquisição fica-nos tão bem!”

Tanta vez que já escrevi sobre esta realidade, na altura tão remota, do medo que tinha de ver isto a acontecer… E que fizemos? Pouca coisa…

Podia chamar-lhes “filhos de uma grande meretriz”, “ingratos do baralho”, e podia continuar, mas acho que por hoje já é mais que suficiente…

Temos estado só a observar e a tentar digerir tanto tema, tanto assunto, tanta má notícia. Recorrentemente somos obrigados a assistir às sistemáticas faltas de educação da ministra para com esta “nossa” arte, estamos já todos cansados disto.

Hilariante e humilhante para os próprios, foi a sondagem do PAN, pobres coitados, saiu-lhes o tiro…

Sempre existiram ideologias atrozes ou ridículas, mas a mais moralmente
hipócrita numa sociedade que se alimenta fundamentalmente de animais, é o animalismo, levados por interesses puramente comerciais, como o do Bio e do Eco etc… Estes ditos “conceitos” terminados em “os”, onde é que andam agora?

Pois, não quero nem um piu, já se viu que afinal o gado não tinha culpa nenhuma no assunto!

Como diz o admirável e sempre apaixonado Dr. Joaquim Grave na sua brilhante reflexão: “Não me canso de dizer que o futuro do toureio estará a salvo quando a nossa realidade ecológica imprescindível seja conhecida, compreendida, aceitada e positivada pela sociedade portuguesa. (…) Esta é a nossa arma secreta e por muito que nos surpreenda, ninguém a conhece. Hoje não nos reconhecem como ecologistas, mas sim como mal tratadores de animais.”

Agora aprendam, se conseguirem!

A tauromaquia é o exercício de liberdade de um ritual, com um sentido profundo, mas que enfrenta uma sociedade que quer ser asséptica, inodora e incolor, e que estamos a ser engolidos pela globalização por uma cultura que não quer falar da morte, quando a tauromaquia é vida e morte. Tudo se resume a uma leitura superficial e hipócrita…

A tauromaquia nem sequer é um tema, não é uma questão, é o não assunto da banalidade – como não é assunto a gordura, a altura, o penteado ou a classe social, que produz todo o tipo de exemplares. 

Assim tem vindo a ser tratada… Assistimos a um protesto dos nossos profissionais no Campo Pequeno e bem, mas desde a história do IVA e da sinalética nas ruas em Lisboa que já se adivinhava o pior. Foi só aproveitar a maré, e o maldito vírus fez o resto do trabalho sozinho!

Será que agora é que as personagens estão a sair debaixo das pedras? – para o bem e para o mal, anda tudo a sacudir a vida e até a sanidade. Venha vida nova, vamos acreditar!

Só que entretanto, atiram-nos umas migalhas para nos sossegar e aguardar, como sempre.. Andam a brincar com gente séria que se manifesta de forma digna, atirando tostões para calarem os insurgentes.

Geração mimada de vidrinhos, qualquer coisa, ficam ofendidos e partem-se e amuam e destroem tudo o que não gostam. Ah esperem, na Inquisição também era assim…

Bem-vindos à Idade Média, pessoal! Isto está a ficar um mimo!

Onde é que andam os “Je suis” agora? Qual é a diferença entre ser terrorista islâmico ou nacional se destroem estátuas e culturas na mesma e são só primatas? É a causa que os distingue? Ou não é politicamente correcto?

É a mesma treta das minorias, mas quem é quem para achar o outro precisa de ser protegido em tom paternalista? Porque é superior? Desculpem lá, mas daqui à censura total é um tirinho, e apagar a História toda, outro!

Cá para mim, não passam de pessoas que não gostam delas, estão
militantemente deprimidas, descarregam nos outros e inventam “causas”, as tais que abominamos.

Mas as nações não se fazem com os erros? Temos que ser protegidos da História também? Mas que diabo, onde foi que errámos como sociedade para se chegar ao ponto de existirem criaturas que não entendem que não podem alterar e muito menos reescrever a História?

E tudo o que magoa, tudo o que não se gosta, solução, apaga-se! Perfeito, cambada de vidrinhos assépticos, primatas, egoístas, hipócritas e o pior de tudo, ignorantes!

São os mesmos que aplaudiam os polícias no início da pandemia e agora os maltratam?

Deviam todos, mas todos, ir limpar as estátuas com álcool gel para ser mais difícil e ir para o campo, dar beijinhos a toiros bravos, e só saírem de lá quando conseguirem.

E sem qualquer tipo de pretensão sindicalista, ou nos juntamos à séria e defendemos a Festa, ou estamos a caminho do que já tivemos o infortúnio de vislumbrar.

Não sou ninguém para fazer o que quer que seja, mas sou mais uma! E mais uns e mais umas, fazem muitos!

Vamos deixar de lado o “não-quero-saber”, abandonar a carneirada, arregaçar as mangas e fazer alguma coisa? Ou vamos continuar a colocar arco-íris coloridos à janela e acreditar que vai ficar tudo bem?

Em Espanha foi o que se viu, multidões na rua, a reter do discurso para lá de lúcido e assertivo, “Somos el mundo del toro, somos brutos y sabios, del sol y la sombra, de derechas y de izquierdas. Somos de la calle, de la cuerda y de la plaza” 

“Nuevos poderosos, en nuevos tribunales de inquisición, pretenden de nuevo prohibirnos. Pero tampoco podrán, porque la cultura no se censura, la cultura no se puede limitar, la cultura no se puede reprimir”.

Nada disto é talento ou fatalidade. 

E se algumas vezes fico triste por ser portuguesa por conta deste lixo eleito que nem todos fizeram por merecer, não duvido que este é o princípio do seu fim.

Vai ter de ser, acredito no poder evolutivo de todas as coisas, eternamente ligadas pelo mesmo umbigo da terra, e não pseudo-coisinhos-prepotentes-e-nada-democráticos.

Encolher os ombros não melhora o mundo, este não muda sozinho, muito menos o faz avançar. Sejamos a pessoa que queremos à nossa volta. Sempre. 

Os Espanhóis defendem o que é “nosso” com unhas e dentes, e nós? Vamos ser os Ingratos deste Baralho?

Ester Tereno

UGT preocupada com números do desemprego e `lay-off` em Portalegre

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De acordo com a UGT, estes números tiveram particular incidência em concelhos com mais de 500 desempregados, nomeadamente em Elvas, Portalegre, Ponte de Sor e Campo Maior.

A União Geral de Trabalhadores (UGT) de Portalegre manifestou-se hoje preocupada em relação aos números do desemprego e de ‘lay-off’ naquela região, na sequência da pandemia de covid-19.

Num comunicado enviado à agência Lusa, a UGT de Portalegre alerta que, desde o final do mês de janeiro até ao final de abril, se verificou um “aumento dramático” do desemprego, atingindo “praticamente 20%” na região.

De acordo com a UGT, estes números tiveram particular incidência em concelhos com mais de 500 desempregados, nomeadamente em Elvas, Portalegre, Ponte de Sor e Campo Maior.

“Comparativamente ao mês de março, já em pleno período de situação pandémica de covid-19, e em apenas um mês, o aumento do desemprego foi superior a 9%”, acrescenta.

Como exemplo “concreto e preocupante”, refere-se que no concelho de Portalegre se verificou um “aumento de 30,5%” da taxa de desemprego entre o final do mês de janeiro e o final do mês de abril, e de “19,3%” apenas desde o final do mês de março para o final do mês de abril.

Quanto às entidades empregadoras em situação de ‘lay-off’, a União indica que até ao final do mês de maio estavam nessa situação 742 empresas, o que representa 0,7% do total nacional.

Algarve e Alentejo foram as regiões do continente com maior aumento do número de desempregados por mil habitantes durante o mês de março em relação ao mesmo período do ano passado, divulgou em maio o Instituto Nacional de Estatística.

O confinamento social fez aumentar o desemprego logo em março, com 52.999 novos inscritos nos centros de emprego, o que representa um crescimento de 34% face ao mesmo mês de 2019, segundo o Barómetro do Observatório sobre Crises e Alternativas, que analisou os efeitos da crise causada pela covid-19 e divulgou as suas conclusões numa publicação eletrónica intitulada “Novo Desemprego: as fragilidades de uma opção produtiva”.

O estudo salienta que em março, o primeiro mês de confinamento social, se verificou um agravamento de 34% no número de novos desempregados inscritos, face ao mesmo mês de 2019. Essa evolução refletiu-se no nível do desemprego registado no final de março que subiu 3% face a março de 2019 e 8,9% face ao mês anterior.

Segundo o autor da análise, João Ramos de Almeida, os valores percentuais são diferentes porque se tratam de dois conceitos diferentes: o conceito de desemprego ao longo do mês diz quantos desempregados se inscreverem nesse mês, mostra o fluxo, enquanto o desemprego registado mede o nível do desemprego, do número de pessoas que estão disponíveis para trabalhar num dado mês (ao final desse mês) e que não foram ocupadas pelo Instituto de Emprego.


O número de desempregados disparou no distrito de Portalegre impulsionado pela pandemia da Covid-19.

De acordo com o presidente da UGT Portalegre, Marco Oliveira, como exemplo preocupante, no concelho de Portalegre, capital de distrito, verificou-se um aumento de 30,5% entre o final de janeiro e o final de abril, e de 19,3% apenas de final de março para o final de abril.

Marco Oliveira adiantou que o aumento do desemprego é transversal a todo o distrito de Portalegre, com particular incidência em Portalegre, Elvas, Ponte de Sor e Campo Maior.

Questionado sobre se defende um eventual prolongamento do lay-off até dezembro deste ano, o dirigente sindical disse ser favorável, salientando que “será sempre melhor do que estar a encerrar empresas e a mandar famílias para o desemprego”.

Marco Oliveira revelou que o número de empresas em situação de lay-off no Alto Alentejo, a 27 de maio era de 742, correspondendo a 0,7 por cento do total nacional.

At https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/ugt-preocupada-com-numeros-do-desemprego-e-lay-off-em-portalegre-595551?fbclid=IwAR1v323FHRz18_FmhH_ZYgLLK9UuWslYF6m6Ia22gknqlr1BDe9naVaWVsE, https://tvi24.iol.pt/aominuto/5e56645d0cf2071930699ff6/ugt-preocupada-com-numeros-do-desemprego-e-lay-off-em-portalegre/5ed4e0f80cf2c4d7ff3f21eb?fbclid=IwAR3njlkmts2JixEHRLOe3jq5XD61X0BM3WkdfLfUfySDX71vg1GcyNQQw4I, https://www.noticiasaominuto.com/economia/1499515/ugt-preocupada-com-numeros-do-desemprego-e-lay-off-em-portalegre?fbclid=IwAR0I7355uUpV131yJ3G0wtgDNKRQWLmOeBs0KTrVSgCIXTb0rihimYATTmo, https://tvguadiana.pt/2020/05/29/ugt-portalegre-transmite-preocupacao-em-relacao-aos-numeros-do-desemprego-e-de-layoff-no-distrito/?fbclid=IwAR36T13cDtunOqlwCHvHtpMpWSMxWKdPIjN00v-GLBsMnvBAKj-Nm_h-y1s, http://www.radioportalegre.pt/index.php/8-radio/13047-pandemia-da-covid-19-fez-disparar-numero-de-desempregados-no-distrito-de-portalegre.html

Cláudia André critica “política de ziguezague” dos governos socialistas sobre a Central Nuclear de Almaraz

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Cláudia André, deputada do PSD eleita pelo distrito de Castelo Branco, questionou o ministro do Ambiente e da Ação Climática, na Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território, sobre a Central Nuclear de Almaraz.

Destacando a proximidade da Central de Almaraz da região albicastrense, a social-democrata criticou o facto de o Governo de José Sócrates não ter conseguido “evitar a renovação da licença até 2020”, situação que se repete com “o Governo de António Costa, que não consegue evitar a renovação da licença até 2028”, como se lê em nota enviada à nossa redação. Para a deputada, “a acrescentar a todos estes fracassos da diplomacia do Governo português, está a instalação do armazém de resíduos nucleares em Almaraz, construído nestes últimos dois anos, e que não se conseguiu evitar”.

Cláudia André referiu-se aos “69 incidentes na última década, alguns dos quais contaminaram as águas do Tejo”. Assim, a deputada afirma que a “política de ziguezague do Governo sobre este tema revela a ausência de estratégia relativamente à abordagem com o Governo espanhol, bem como uma ausência de preocupação, não só, com as populações do distrito de Castelo Branco, Portalegre e Santarém como também com todo o território da bacia hidrográfica do tejo”.

Cláudia André considera mesmo que “existe uma declarada contradição entre a estratégia diplomática e uma estratégia energética nacional, nomeadamente em relação ao recuo ou à não prioridade nas interligações energéticas com Espanha”.

Lamentando que o Governo não tenha conseguido evitar o prolongamento da vida da central nem evitar a construção do aterro de resíduos radioativos, a deputada do PSD quis saber que vantagens o Governo português terá conseguido para Portugal, a fim de compensar os riscos iminentes.

At http://www.radiocastelobranco.pt/