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ACP vai ajudar o Gavião a renovar a floresta

Por uma Baja Portalegre 500 mais limpa!
Ação Ambiental com Plantação de árvores no Gavião

Na próxima Quarta-feira, dia 18 de outubro pelas 11h00, a Câmara Municipal de Gavião com a colaboração do Automóvel Club de Portugal (ACP) vai realizar uma ação ambiental de plantação de árvores, numa zona que foi recentemente devastada pelos incêndios que assolaram o país.

Uma iniciativa que tem também como intuito compensar a pegada ecológica e contribuir para a redução do aquecimento global.

Vão participar nesta plantação de árvores diversos pilotos e equipas que vai contar ainda com a ajuda muito especial de 30 crianças do Pré-Escolar.

Nesta ação serão ainda abordados temas como a Segurança dos Espetadores e Responsabilidade Ambiental.

Sob o lema “Por uma Baja mais limpa!” o ACP pretende sensibilizar todos para que deixem as ZEs limpas. O lixo deverá ser colocado em sacos e estes em contentores que serão disponibilizados para o efeito.

De destacar que o ACP recebeu, recentemente, o galardão FIA Achievement of Excellence pelo planeamento e desempenho em termos de práticas ambientais de excelência no WRC Vodafone Rally de Portugal 2017, às quais pretende dar continuidade na Baja Portalegre 500.

Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno

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Envelhecimento desce em “algum” Alentejo

Indice mapa

Oito municípios da região Alentejo apresentam um decréscimo do índice de envelhecimento da população, segundo o 5º Retrato Territorial de Portugal, apresentado esta semana pelo Instituto Nacional de estatística (INE).

Segundo a publicação bienal, entre 2011 e 2016, o índice aumentou em 283 dos 308 municípios do país, com exceção de oito municípios localizados no Alentejo, dois cada no Interior Norte, Algarve, e Região Autónoma dos Açores, e também o município de Lisboa.

Relativamente à região Alentejo, no distrito de Portalegre, Gavião, Alter-do-Chão e Monforte, foram os municípios em que o índice de envelhecimento desceu, sendo os restantes localizados no distrito de Beja – Barrancos, Vidigueira, Cuba, Alvito e Ferreira do Alentejo.

Apesar destes dados, existe um contraste de densidade populacional entre as áreas predominantemente urbanas do litoral e rurais, sendo inferior na última em cerca de 19 vezes, mantendo-se a tendência de envelhecimento populacional nas regiões rurais, nomeadamente em sub-regiões Beira Baixa e Terras de Trás-os-Montes.

Entre o período em estudo, a região Alentejo apresentou um índice de envelhecimento superior à média nacional, com 195 idosos por cada 100 jovens (média nacional – 150,9 por 100), sendo que em 2016 a faixa interior do Alto Alentejo e das regiões Norte e Centro apresentavam os municípios mais envelhecidos.

At http://www.radiocampanario.com/

Câmara de Campo Maior “derruba” casas ilegais

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Uma acção de demolição de barracas e anexos decorreu na manhã de quarta-feira, 11 de Outubro, no Bairro de São Sebastião, em Campo Maior.

Segundo o “Linhas” apurou no local, os trabalhos permitiram ‘deitar abaixo’ oito barracas e anexos que haviam sido edificados ilegalmente no bairro, o qual, recorde-se, foi construído de raiz para responder às necessidades da comunidade cigana que habitava nas muralhas da vila.

At https://www.linhasdeelvas.pt/

Projecto “Oficina da Música” retoma em Elvas

Começou hoje a continuação do projecto anterior, Oficina da Música, pela Associação Sílaba Dinâmica, presidida pelo meu caro amigo Luis Romão. Um projeto que visa integrar crianças da comunidade cigana na sociedade e que tem o apoio do Alto Comissariado para as Migrações do Governo Português.

Nada me deixa mais orgulhoso que abraçar de novo este projeto e ter mais uma vez a confiança do Presidente da Associação Sílaba Dinâmica de Elvas. Um projeto que requer muito trabalho, mas a verdade é que sem trabalho a obra não nasce, e já demos provas disso mesmo, que a obra nasceu e continua bem viva para mostrar à sociedade que não pode haver descriminação racial.

Obrigado Luís, obrigado por confiares mais uma vez em mim e no meu trabalho.

Deixo-vos aqui um pequeno vídeo que mostra o arranque deste projeto enquanto aguardávamos pelas crianças.

Um vídeo com o já conhecido, José Lito Maia. “Vamos embora para Barbacena”.

Todos diferentes, todos iguais!

Um abraço amigo,

Mário Gonçalves

Opinião: “Apropriação de lugares”

GastãoNas “práticas antigas nas escolhas dos lugares” [Vitrúvio; pp.44], a apropriação dos lugares devia ser precedida pela compreensão destes e das suas características próprias. Era imprescindível, por exemplo, a análise dos fígados de animais e, “se à primeira vista surgiam lívidos e adulterados, imolavam outros para tirar dúvidas”; aferida a sua ligação à boa qualidade da água e ao pasto e o bom estado destes recursos naturais e a salubridade dos terrenos, poderiam então erigir as fortificações e as cidades no seu interior. Outros fatores são igualmente importantes e condicionam a devida implantação das ruas e edificações em função da insolação e da direção dos ventos…essenciais para a apropriação dos lugares a melhor salubridade para a instalação da vida humana… 

Lembrei-me deste texto enquanto visitava no sábado o Mercado de Estremoz, como a experiência do lugar, as pessoas, o tempo… são muito mais que a sua planificação. Bem acompanhado aliás, e entre cor, movimentos e cheiros deixo-me ir. Provei a convite numa mesa de enchidos assegurando a especialista que o paio-esse ficou em casa “despertando-me os sentidos”…

Gastão Rodrigues

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Opinião: “A gente”

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O melhor de uma qualquer localidade são as pessoas, a sua GENTE. Infelizmente, muitas vezes, para além da inexistência de estruturas, da incapacidade dos políticos ou da falta de civismo, há um atraso atávico que radica na falta de cultura ou na ignorância. A Escola deveria ter eliminado este atraso estrutural, que foi agravado pela alteração do papel das famílias, mas não o conseguiu. Aqui está um factor de subdesenvolvimento em que todos devíamos pensar, relevando as diferenças ideológicas em que alguns se entrincheiram e que leva, muitas vezes, à incapacidade do exercício do espírito crítico, quando não ao sectarismo e fanatismo.

Nota final e ainda a tempo:
Confirmando a importância do que somos, destaque para os títulos do suplemento do jornal Público, Fugas: “Um delicioso Branco da serra de S.Mamede”, a propósito do Terrenus Reserva Vinhas Velhas Branco 2015, classificado com 92 pontos numa escala de 0 a 100, para o Terrenus Vinha da Serra 2015, 90 pontos e para o Athayde de Grande Escolha Tinto 2013, Montargil, 88 pontos – este, em particular, dá-me o prazer de não só ser um grande vinho como de ter acompanhado a ideia e o(s) seu(s) mentores.
Com GENTE desta, com estes PRODUTOS, nunca estaremos condenados à irrelevância, mesmo quando não se compreende a importância desta fileira bem como de outras, cuja valia se sobrepõe à espuma dos dias, aos ciclos eleitorais ou à vacuidade de ideias e projectos.

Jorge Mangerona

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Opinião: “5 de Outubro”

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FB_IMG_1507458875472Em tempos escrevi isto: “Contrariando outro mito persistente, a 5 de Outubro de 1910, da varanda dos Paços do Concelho, em Lisboa, o médico, carbonário e novel Governador Civil, natural de Gavião, distrito de Portalegre, Eusébio Leão proclama a República.
Ainda hoje, aqui e acolá, se afirma que o proclamante teria sido José Relvas.
A verdade manda que, o que ocorreu, de seguida ao grito proferido pelo bombista, Eusébio Leão, que no seu consultório do Chiado fabricava artefactos de morte e pavor, se lhe seguisse Inocêncio Camacho, também “bom primo”, participante de uma das muitas “choças” carbonárias, anuncia a composição do Governo Provisório (Teófilo Braga, Presidente; António José de Almeida, ministro do Interior;Afonso Costa, ministro da Justiça; Basílio Teles, ministro das Finanças; António Luiz Gomes, ministro das Obras Públicas; Bernardino Machado, ministro dos Estrangeiros; coronel Correia Barreto, ministro da Guerra; Azevedo Gomes, ministro da Marinha.
Só depois desta leitura é que emerge José Relvas…e para pedir serenidade ao povo que então se “apinhava” na Praça do Município.”

A foto é de Joshua Benoliel.
Este postal é dedicado ao meu fraterno amigo Jaime Estorninho.

José Albergaria

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Opinião: “Tomar posições”

Ester 12063310_10208008284833749_2693532619088314756_nSei que sou abençoada por tudo nesta vida, e agradeço todos os dias! Pelos que me rodeiam, pelo calo que fui ganhando em mais de metade da minha vida a lidar com situações destas, sou mesmo afortunada.

Isto de tomar posições é tramado, sempre as tomei, seja pela família, seja por amizade pura (que nestas alturas há quem não entenda que se pode ter amizades com várias cores políticas), seja por convicções, fica-se sempre nos cornos do touro, e de repente nasce todo um mundo de anti corpos grátis! E isto que não ganho nada com a tomada das mesmas, a não ser estar bem comigo mesma, fazer o que acho que tem que ser feito. E ainda bem! De outra forma, não se conheceria tão bem as pessoas, com o bom e mau que isso acarreta. No dia-a-dia, festas e copos, somos todos o máximo, já em situações limite… Há quem diga que nestas alturas as pessoas ficam fora de si, eu cá acho que nestas alturas é que se conhece a verdadeira essência de cada um.

Pessoas há que não sabem separar as coisas, e quem não sabe, pouco vale.. Normalmente são pessoas sem carácter, e ter carácter dá trabalho, ter coluna vertebral é do caraças! Destes não gosto mesmo nada, os falsos simpáticos, os vira-casacas, os ordinários, os que passam por entre os pingos da chuva á espera de ver para onde vai o vento, os que têm necessidade de inventar mentir e denegrir para auto promoção, á falta de melhores argumentos. Vidas sem sal. Quem “veste” a minha pele, sabe bem do que falo.

Podia agora enunciar agora a teoria da evolução de Darwin, ou apenas a frase “Dios los cria, ellos se juntan”.. mas não me vou alongar mais.

Eu tenho a sorte De 4 em 4 anos experimentar um género de purga, uma higienização, um processo de desinfestação de tudo o que não interessa, ou seja, fico mais leve e mais saudável!

Por tudo isto, obrigada pela auto selecção, sozinhos, auto excluem-se dos meus círculos, e ainda bem, de outra forma nunca conheceria bem as pessoas, ou levaria mais tempo a chegar lá, e paciência não é o meu forte.

Não sou melhor que muitos, mas que destes reles, ah claro que sou! Isto de estar bem com a consciência, é do melhor que há (para quem a tem claro), ou então estou fora de moda 😂😉

Ester Tereno

(Barrancos)

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