Opinião: “O associativismo em Nisa por estes dias”

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Intervenção na última sessão da Assembleia Municipal de Nisa, 2013/17

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Um cumprimento especial a todos os presentes, sem exceção, nesta que será, por ventura, a última Assembleia Municipal deste mandato.

Queria começar por transmitir o meu espanto ao ver hoje colmatada uma falha que transmiti existir logo na primeira sessão da Assembleia Municipal deste mandato, e que tem a ver com a forma despida, e com falta da devida dignidade, que têm as mesas de trabalho das nossas sessões. Não sei se terá sido por iniciativa do senhor Presidente da Mesa, mas não queria deixar de ressalvar que foi preciso chegarmos à última sessão da Assembleia Municipal para serem cobertas as mesas com estes feltros nisenses, mais ainda de cor verde.

Queria depois deixar aqui uma série de cumprimentos, pelo facto de ser a última sessão da Assembleia Municipal, mas mais ainda por pertencer a uma das famílias mais antigas de Nisa do PS desde o 25 de Abril, e por completar, precisamente este ano, 20 anos seguidos de autarca também em Nisa.

E começo por me dirigir ao meu partido, o PS, e deixar um grande abraço especial aos meus companheiros Adelino Temudo e Gilberto Manteiga, que já andam nestas lides comigo há pelo menos 3 mandatos, e têm feito um trabalho enorme na defesa deste concelho. Quero através deles cumprimentar os restantes, até porque para além do excelente trabalho que têm vindo a fazer politicamente, fazem também o favor de serem meus amigos pessoais.

Um cumprimento também ao nosso Presidente da Junta de Freguesia de Arez e Amieira do Tejo que ao longo destes anos tem vindo a explicar a todos como é que se ganham maiorias absolutas em nome do PS.

Um cumprimento à Mesa, começando pela minha querida amiga Maria Rodrigues, com cuja família partilho há anos relações muito próximas de amizade, também políticas, relembrando aqui o seu saudoso pai, José Rodrigues, com quem partilhei a Mesa desta Assembleia.

Ao senhor Presidente da Assembleia Municipal, que tive o grato prazer de convidar para cabeça-de-lista à Assembleia Municipal há 2 mandatos atrás, precisamente na Pastelaria Versalhes em Lisboa, de cujas eleições saiu vencedor, o que voltou a acontecer já neste mandato, com mais votos ainda do que teve a própria Câmara. Salientar o contributo que dei, a seu pedido, para a elaboração dessas listas, devido ao não conhecimento que tinha, na altura, do ambiente socialista no concelho.

Um cumprimento também ao Jorge Graça, que convidei também para ingressar as listas há 2 mandatos atrás, tendo voltado a assumir funções na Mesa já este mandato, e que tão bem as tem desempenhado.

Queria dar um cumprimento especial também à representação do Movimento Independente, que transmitiu de forma construtiva a sua utilidade ao debate no concelho de Nisa, mas que hoje, pelos vistos, não se faz representar.

Um outro cumprimento à bancada do PSD, que hoje se faz representar exclusivamente pelo senhor Deputado, e que também faz o favor de ser meu amigo, Carlos Ribeirinho.

Finalmente, um outro também à bancada da CDU, onde também tenho vários amigos, algo que surge de forma completamente natural, até porque sou daqueles que não aponta pessoas pela cor ou pelo clube a que pertencem.

Até porque muito pouquinhos são aqueles com quem não tenho as melhores relações. São muito pouquinhos aqueles que não têm consideração e estima por mim. E é isto a democracia, principalmente para quem a quer prosseguir. Cada pessoa é livre de decidir pela sua própria condição e deve ser respeitada por isso. Porque há aqueles que preferem seguir outros caminhos, mais extremistas, ditatoriais, que chegam quase a roçar a extrema-direita. Gente que se fizesse um quizz sobre ideologia política, perceberia logo que se encontra hospedada na ideologia errada.

E depois temos ainda os outros que simplesmente não chegam a ser nada, que não têm opinião nem vinculam quem quer que seja, quais cãezinhos amestrados, que, alguns já com idade para a reforma, se sujeitam às decisões de outrem, sem terem direito sequer a pronunciarem-se sobre coisas que lhes dizem diretamente respeito.

Termino, dirigindo-me especialmente a todas as pessoas, também aqui nesta sala, que têm estima por mim, para lhes dizer que a única coisa que desejo para o futuro é ter saúde. Porque, se tiver essa mesma saúde, podem registar que poderão contar comigo, nestas e noutras lides, durante muitos e muitos anos.

Tenho dito.

Marco Oliveira

Líder do Grupo Municipal PS na Assembleia Municipal de Nisa

Opinião: “Segregação? Não, obrigado!”

MarcioA Joana Amaral Dias quer criar carruagens de Metro e de comboio só para mulheres.

Eu sei que a ideia é aparecer nas notícias. Está com falta de espaço mediático, e não é todos os dias que surge a oportunidade de aparecer grávida e despida com um homem a agarrá-la por trás, numa revista em que a directora exprime precisamente o desejo de ser ‘comida’ contra a parede…

Mas surge-me esta ideia sobre as ancestrais lutas pela liberdade e pela igualdade, e as diversas formas de as combater. Olha se aquela negra dos EUA tinha acatado a norma de ir nos lugares de trás do autocarro!?

Segregação? Não, obrigado!

Márcio Candoso

At https://www.facebook.com/

Cáceres hasteou grande bandeira de Espanha

Espanha

El pleno del Ayuntamiento de Cáceres ha aprobado hoy, con los votos favorables de PP y C’s, la colocación de una gran bandera de España como homenaje a la democracia, que la formación naranja ha propuesto que se ubique junto a la estatua de Hernán Cortés.

La moción registrada por C’s ha contado con el voto en contra de PSOE y CáceresTú (CCTú), grupos que han criticado la propuesta.

Para el edil socialista Paco Hurtado, se trata de una iniciativa “oportunista” ante la situación que se está viviendo en Cataluña.

“Aquí no se trata de hacer un test de españolidad. Ser demócrata es otra cosa. Por esa regla de tres, que se ponga también una bandera extremeña en esa misma ubicación”, ha recalcado.

Por su parte, el edil de CCTú Ildefonso Calvo ha señalado el “despilfarro” que supone esto ya que “hay diferentes banderas de España ondeando en la ciudad”.

En la moción, C’s defiende la colocación de una bandera española “como homenaje al sistema democrático del país”, porque “es justo reconocer y valorar el esfuerzo que realizaron todos los españoles para que hoy en día, podamos presumir de ser un país democrático”.

“Esto no es más que un símbolo de la defensa del Estado en el que vivimos. No saquen conclusiones erróneas”, ha aseverado el portavoz de Ciudadanos, Cayetano Polo.

El PP ha apoyado la propuesta pero aboga por que sean los técnicos municipales los que decidan qué lugar es el más idóneo para ubicar la bandera “por cuestiones de seguridad vial, etcétera”, según el portavoz municipal, Rafael Mateos.

En la primera sesión plenaria del curso político en Cáceres también se han aprobado las nuevas tarifas de los taxis, con una subida del 1,20 %, y una modificación de crédito para poder hacer frente al déficit del servicio del autobús urbano, de 540.000 euros, en su segundo año de concesión.

At http://www.elperiodicoextremadura.com/

Crónica: “Uma história inspiradora”

Filipa

Sou a Filipa Guimarães. Aos 36 anos foi-me diagnosticado cancro de mama, algo que não estranhei atendendo ao meu código genético familiar de alto risco, onde grande parte dos meus familiares diretos tiveram cancro e infelizmente alguns deles não conseguiram vencer esta árdua batalha.

A 14 de Fevereiro de 2015 recebi esta notícia que jamais esquecerei. Sim, no dia dos namorados. No entanto não podia pensar em romantismos, sabia que o caminho era duro mas que ia vencer.

Na consulta com o médico-cirurgião, após contar o meu historial familiar, confrontei-o mesmo com esta questão – “Doutor, se eu fosse sua filha o que faria? Operava as duas ou só uma?”. O médico baixou a cabeça e respondeu – “Filipa, seriam as duas!”, tendo eu respondido “Então avance com o seu trabalho porque tenho muito que fazer!”. A minha mãe e o meu marido estavam ao meu lado e ambos olharam para mim ao perceber a minha aparente frieza…eu sabia que ali não podia ceder. Tinha de ser objectiva porque o importante era viver!

Nesta primeira consulta, o médico realizou logo os marcadores no peito e eu aproveitei a ocasião para brincar com ele tendo afirmado “Doutor, não quero nada de exageros. Tudo natural!”.

Tanto no dia da realização da biopsia como no decorrer das consultas antes da cirurgia bilateral, perguntava sempre como seria o meu Surf depois da cirurgia. Os médicos não podiam ser muito expansivos pois não sabiam como estava linfaticamente.

O Vasco (meu marido), que também faz surf há mais de 30 anos, engolia em seco cada vez que eu confrontava os médicos com a questão do surf e fazia um esforço para não chorar, pois ele tinha noção do que tudo aquilo implicava para mim.

Ao adormecer na cirurgia pensei nas ondas que tinha surfado nos Açores…deixei-me adormecer com as minhas memórias do meu amigo mar.

Quando recebi os resultados patológicos do que me tinha sido removido na cirurgia notei algum alívio no rosto do médico, como se tivesse realizado um salvamento em alto mar, pois não surgiram surpresas de maior e, linfaticamente, estava limpa!

Fiz 6 ciclos de quimioterapia e, após o 4º ciclo, o corpo começara a manifestar-se com mais dores. Foi nessa altura que recorri à ozonoterapia que me ajudou imenso nos efeitos secundários.

Terminei os tratamentos em finais de Julho de 2015 e, em Outubro desse mesmo ano, já estava a trabalhar e já ia treinar as minhas artes marciais…além de fazer fisioterapia todos os dias.

No Verão de 2015 ia até à Praia Grande nos finais de tarde dar um mergulho. Que bem que me sabia aquela água fria…sentia-me viva novamente!

Estive um ano sem surfar e pensava ”que saudades” pois faço bodyboard desde os meus 14 anos. Fiz competição e ainda hoje, apesar da minha figura delgada, gosto de me atirar a ondas grandes. Sinto o surf como parte de mim e vida sem surf não é vida!

No Verão de 2016 comecei a entrar novamente com a minha prancha, sentia algumas dores e fazia surfadas no máximo de uma hora pois as costas ainda estavam muito sensíveis. Cada vez que sentia dores pensava “antes surfar com dores do que não surfar!”.

Em Novembro de 2016 ainda apanhei outro susto. Tive de ser submetida a uma nova cirurgia para a remoção de um teratoma maduro entre o intestino e o ovário…os médicos comigo andam sempre em cima do acontecimento e ainda bem que assim é!

No decorrer do Inverno de 2017, além da prática de kempo comecei a nadar 1.500 metros todos os dias pois queria voltar a recuperar a minha plenitude física!

Fui induzida à menopausa com 36 anos devido ao facto do meu cancro ser hormonodependente, e isto para uma jovem mulher que nem mãe tinha conseguido ser imaginem…tinha de fazer desporto porque não me podia deixar vencer por esta nova condição física!

Neste Verão de 2017 já consegui surfar sem dores. Estava feliz a contar os progressos à minha médica oncologista quando ela perguntou “Filipa, já está a levar o Zolodex (injecção para induzir a menopausa) e a tomar o tamoxifeno há quanto tempo?” e eu respondi “Fez agora dois anos, doutora”. Ela observou-me e perguntou “Quer ser mãe?”. Os meus olhos brilharam e o coração por dentro palpitou. Pareciam magia, aquelas palavras…

Congelei 5 óvulos antes dos tratamentos mas pensava que só poderia ser mãe daqui a 3 anos e, subitamente, tudo está prestes a mudar!

Vou fazer parte de um ensaio clínico conjunto que conta com a colaboração de diversos peritos internacionais e com a Fundação Champalimaud.

O nome deste ensaio clínico não podia ser mais acertado: chama-se POSITIV! Tão apropriado depois de tudo o que passei!

Além do ensaio clínico ainda faço parte de um projeto de investigação na vertente genética com a equipa dos laboratórios Germano de Sousa, através dos doutores José Pereira Leal e Joana Vaz.

Gosto de ajudar na evolução da ciência, por isso os médicos sabem que podem sempre contar com a minha colaboração. Através do meu caso estamos a construir novas pontes para que no futuro outras mulheres possam beneficiar destas descobertas!

Agora vamos ver como tudo corre, mas espero um dia poder enviar-vos uma fotografia dos meus bebés a surfar comigo! Até lá só posso afirmar que o nosso cérebro comanda tudo e quando acreditas és CAPAZ! J

GET FUN BECAUSE LIFE IS TOO SHORT J GO FOR IT! J….

Um beijinho salgado recheado de brisa do mar!

Filipa Guimarães

At https://capazes.pt/

Opinião: “O que é ser Alentejana”

Ana Sofia CardosoQuando era criança o Alentejo era uma região desprezada. Quando era adolescente os alentejanos eram gozados. Quando era jovem o Alentejo era esquecido. Quando entrei para a faculdade o Alentejo só existia para os Alentejanos. Quando era criança, adolescente e jovem adulta SEMPRE manifestei e partilhei a minha paixão pelo Alentejo. Nunca escondi ser alentejana. Nunca me envergonhei ser natural da região desprezada por tantos. E porquê? Porque sempre estive apaixonada. Porque sempre estive ciente do que o Alentejo pode fazer à Alma de alguém. Porque ser alentejana é um orgulho. Porque honrar as nossas raízes faz-nos felizes. OBRIGADA Alentejo por fazeres parte de mim e por me deixares ser tua ❤ Ser Embaixarora do Alentejo é não saber gerir tanta Felicidade ❤ #alentejo #alentejolovers #turismodoalentejo #anasofiacardoso Turismo do Alentejo

Ana Sofia Cardoso (TVI)

At https://www.facebook.com/

Os próximos embaixadores do Alentejo/Ribatejo são: a cantora Áurea, a fadista Raquel Tavares, os actores Ruy de Carvalho, Eunice Muñoz e Sara Matos e a jornalista Ana Sofia Cardoso. Em comum, têm o facto de terem nascido nesta região ou serem apaixonados pela mesma, considerando-a um dos destinos mais atractivos e genuínos para passar férias, visitar, gozar alguns dias de descanso ou até mesmo viver momentos marcantes das suas vidas. Com a nomeação destas figuras conhecidas do grande público enquanto embaixadores do Alentejo/Ribatejo, a ERT pretende promover a região enquanto destino turístico de excelência.

At https://www.linhasdeelvas.pt/

Artigo de opinião: “Maldita pulhítica. Abençoado Alentejo”

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Aldeia de Chão da Velha Set.2017

Antonio VenturaÉ com teimosia e grande obstinação que insisto.

Insisto sempre, como se o chamamento de um Deus me queira tornar às raízes longínquas da terra, ao campo, às searas e ao calor que inferniza as gentes nos verões alentejanos e lhes enregela os ossos e a alma quente nos invernos de estalar.

Insisto sempre. E não me vejo parar, sem sequer duvidar ser o resto do meu caminho, o trilho que vai dar àquele campo largo com pequenas casas brancas de faixa azul, amarela ou “pó de sapato” de vez em quando, em pequenas cidades e vilas, em montes e aldeias.

Abençoada seja a terra, venturosa gente.

Na absurda insistência, deparo-me então com frequência, com o talvez maior dos nossos males. E enfrento-os, sofro com eles, revolto-me, e de novo regresso à vontade de ficar e fazer…

Não temos dúvida que, se há perto de quarenta e dois anos, poderíamos carpir, e chorar de outros males – bem piores –  desde então, a santa liberdade trouxe-nos a factura. Uma conta que não logramos pagar nunca. O preço de ser livre.

Maldita pulhítica que nos arrasa, que nos tira do sério e nos esmigalha a coragem e o propósito.

Somos assim… tais quais!

Há alguns meses, na minha querida Portalegre, num encontro de gente boa que se dispôs a discutir o futuro e o turismo que também é futuro… e muito, escutaram-se as palavras de António Ceia da Silva, Presidente da Turismo do Alentejo – ERT que, a certo ponto da sua intervenção, muito apreciada, disse “… somos assim… fazemos noventa e nove coisas boas e uma mal. Somos criticados por essa, nunca apreciados pelas noventa e nove…”. Somos assim, pois então.

Mais tarde e recentemente, veio o mesmo nomear os novos Embaixadores do Alentejo, e bem. Gente que gosta de nós e do Alentejo, grande, abençoado, só e tantas vezes carregado de pinimas.

E vamos andando, derretendo vontades, excluindo actores, queimando projectos e matando o tempo que é pouco, para lograrmos alcançar, senão a felicidade apregoada, pelo menos o progresso, desenvolvimento e bem-estar numa terra bela, de cantes e encantos que, extasia e deslumbra forasteiros e nos arrebata os corações. E vamos andando…tais quais!

“Abrasai, destruí, consumi-nos a todos; mas pode ser que algum dia queirais espanhóis e portugueses, e que não os acheis”. Que perfeitas e certeiras palavras do Padre António Vieira, tão propositadas se aplicadas no tempo de hoje. E somos assim.

As vaidades, velhos e suspeitados rancores e o “não sei quê” que, não se explica nem nos é explicado, despeja-se num caudal turvo de incoerência, limitador de crescimento, de cooperação e vontade colectiva de crescer bem e sermos felizes, juntos. E vamos andando.

Recusando o propósito, ignorando o saber, cultivando a incompetência… desprezando os nossos.

O que aparentemente se faz crer, ser o acolhimento caloroso ou pelo menos formal, passa rapidamente, sabe-se lá porquê, ao quase desdém e incredulidade pela fascinação dos outros, que tais.

E fica a expectativa de que os “tais”, se auto condenem ao silêncio perpétuo. Somos assim.

Mas desentranhando as recordações, não se compreende esta nossa postura e desencanto, de tudo duvidando, a todos criticando do alto do nosso umbigo grande.

Maldita pulhítica.

E bordamos de encanto os sonhos e alinhavamos a vida que nos escorre pelo fio que, passa finamente na agulha do tempo.

E moldamos o barro do nosso encantamento.

E decoramo-lo preciosamente, cada peça única, como este nosso povo alentejano. Único é o Alentejo.

E pastamos os últimos ovelhuns e os já poucos caprídeos. E de repente, fazemos nascer o melhor dos queijos para regalo de todos, para fazer a fama dos, talvez melhores do Mundo.

E vemo-nos na nossa modorna, enfadados de tanto olhar o campo sem ver ninguém. Entediados, enfastiados sem saber que ficaremos sózinhos.

E olhamos de novo o campo, escutamos o balido do gado e lá ao fundo na estrada, vai um carro com mais um que decidiu abalar! Somos assim, tais quais…

E não nos juntamos, reunimos, entendemos, apenas e somente no solidário interesse da nossa terra e todos nós.

Maldita pulhítica. Abençoado Alentejo.

António Ventura

(7Abril2017)

O presente texto está redigido pelo signatário, em língua portuguesa, em profundo desacordo e intencional desrespeito pelo chamado Acordo Ortográfico.

At http://desventuralusitana.blogspot.pt/