Arquivo de etiquetas: Ordenamento

Dia de Portugal também se celebra em Olivença

Olivença 34087442_1846743365383257_7635853378660073472_n

Anúncios

Recém-eleita do Crato é a nova Coordenadora da ANAFRE no distrito

anafre 32459349_1748610308494790_8758856209802461184_n

Nova coordenação distrital da ANAFRE:

CONSELHO DIRETIVO
– Coordenadora – Ana Izabel Antunes Merêces (Junta da União de Freguesias de Crato, Mártires, Flor da Rosa e Vale de Peso) – PS
– Vice Coordenador – António Simão (Junta de Freguesia de Póvoa e Meadas) – PS
– Vice Coordenador – Nélio Painho (Junta de Freguesia de Santo Amaro) – PSD
– Primeira Vogal – Anabela Calhau Pires – (Presidente de Junta de Freguesia de Avis) – CDU
– Segundo Vogal – Jaime Fitas – (Presidente de Junta de Freguesia da Urra) – PS
– Terceiro Vogal – Rui Pires – (Presidente de Junta de Freguesia de Monte da Pedra) – PSD
– Quarto Vogal – João Malpique (Presidente da União de Freguesias de Espírito Santo, Nossa Senhora da Graça e São Simão) – CDU

MESA DO ASSEMBLEIA GERAL
– Presidente da Mesa – Silvestre Andrade (Junta de freguesia de Santo António das Areias) – PS
– 1º Secretário – José Miguéns (Junta de Freguesia de São Matias) – PSD
– 2º Secretário – Jorge Borlinhas (Junta de Freguesia de Alcórrego e Maranhão) – CDU

At https://www.facebook.com

PS: A nova Coordenadora da ANAFRE no distrito, Presidente de Junta de Freguesia do Crato, foi eleita pela primeira vez nas últimas eleições autárquicas de 2017; os Presidentes de Junta de Freguesia de Nisa, eleitos pelo PS (em maior número no concelho), não tiveram direito a qualquer representação.

Ministra do Mar vem ao interior assinar acordos

Ministerio Mar 15697294_1820440148173088_5305610400843898622_n

A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, estará presente na próxima segunda-feira, em Elvas, na assinatura do Memorando de Entendimento em Matéria de Logística Transfronteiriça, juntamente com o presidente do Governo Regional da Extremadura, Guillermo Fernández Vara e o presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha.

A cooperação transfronteiriça é fundamental para o desenvolvimento do Corredor Atlântico na Rede Transeuropeia de transportes da RTE-T, permitindo ligar os portos do sul de Portugal à Península Ibérica, ao sudoeste europeu e à Europa.

Em comunicado, o Ministério do Mar informa que será igualmente celebrado um protocolo de colaboração entre as entidades dinamizadoras do projeto Janela Única Logística, entre as quais a DGRM, a Administração do Porto de Lisboa, a Administração dos Portos de Sines e do Algarve e as entidades responsáveis pela desenvolvimento da Plataforma Logística de Elvas, nomeadamente a Câmara Municipal de Elvas e a Transitex – Trânsitos de Extremadura.

At http://www.transportesemrevista.com

Câmara de Nisa foi tratar de assuntos a Cedillo, mas “esqueceu-se” de convidar o Presidente da Junta de Montalvão

Cedillo 29512964_1627629467284787_1475875227527192325_n

Esta segunda-feira, 26 de Março, a Presidente da Câmara Municipal de Nisa, Idalina Trindade, acompanhada pelo Deputado da Assembleia da República Luís Testa e pela Vereadora Conceição Serra, deslocaram-se à localidade espanhola de Cedillo, no âmbito da visita oficial que o Presidente da Região Autónoma da Extremadura, Fernández Vara, realizou aquele território, com passagem pela Barragem de Cedillo (paredão – local de passagem atual de viaturas, aos fins de semana, entre Portugal/Espanha) e passeio turístico no Tejo, a bordo da embarcação “Balcon del Tajo”. Esta visita de cortesia teve o propósito de estreitar e aprofundar as relações existente, entre o Município de Nisa e as várias entidades espanholas, interessadas na construção da Ponte Internacional Cedillo/Montalvão. À margem deste evento, decorreram várias conversações com o Alcaide de Cedillo, António Riscado, Presidenta de la Diputación de Cáceres, Rosario Cordero e com o Presidente da Região Autónoma da Extremadura, Fernández Vara, com a finalidade de prosseguir e assegurar o financiamento para a execução desta importante infraestrutura para o desenvolvimento regional.

At https://www.facebook.com/pg/municipionisa/photos/?tab=album&album_id=1627628693951531

Alerta: vem aí a “Quarta Revolução Industrial”

A Quarta Revolução Industrial tem como grande impacto mudanças nos sistemas de produção e consumo, amplo uso de inteligência artificial, e o desenvolvimento de energias verdes. Uma economia com forte presença de tecnologias digitais, mobilidade e conectividade entre pessoas.

Artigo de opinião: “As ideias brilhantes do Ministro Cabrita”

Filipe Luis mw-320Em 2006, acompanhei, para a VISÃO, o mundial de futebol, na Alemanha. Estava baseado na pequena cidade de Bielefeld, próximo de Gutersloh, onde se instalava a Seleção Nacional. Uma bela manhã – e as manhãs das histórias são sempre belas… – deviam ser umas 6h30, tive de apressar o passo, para não perder o comboio que havia de transportar-me a Hamburgo – onde fui em turismo, devo confessar. Ao atravessar uma ruela estreita, sem vivalma nem automóveis a circular, fui paralizado por uma sirene de um carro de polícia, parado numa esquina. Tinha atravessado com o peão vermelho. Não vem para o caso, mas, já agora, completo a história: aproveitando-me de uma certa condescendência das autoridades, devido às instruções que tinham para receber bem os fãs do mundial, e também valendo-me da boa lábia “tuga”, escapei sem multa e apanhei o comboio.

Ora, há pouco tempo, num belo dia – lá está… -, leio a notícia de que o Governo se prepara para limitar a velocidade, nas localidades, aos 30 kms por hora. Alegadamente, “há demasiados atropelamentos”. Se calhar há. Portanto, é preciso começar a disciplinar os peões, diria eu, e a fiscalizar o cumprimento do limite de 50 kms. Mas não: não temos dados sobre as razões dos atropelamentos, mas o ministro da Administração Interna deve ter: os condutores andam depressa e, se calhar, por cima dos passeios.

Ainda mal refeito desta, oiço outra: se calhar, vai haver helicópteros e drones a vigiar os automobilistas. Quando ouvi isto pela primeira vez, apanhei (muito apropriadamente, sublinhe-se… ) a notícia no ar. Assim: “… e o Governo pondera o patrulhamento aéreo”. E eu para os meus botões: “Cá está… Uma coisa que ando a dizer e a escrever há tantos anos, finalmente pode vir a acontecer. Os meios aéreos destacados para os incêndios vão ser utilizados na vigilância. Acaba por se poupar dinheiro, vidas e bens… Eu podia ser MAI!” Só depois é que percebi que se tratava de um big brother rodoviário. Vá lá, que a vigilância aérea dos incêndios está, de facto, soube-se posteriormente, a ser ponderada, talvez porque o ministro Eduardo Cabrita não tenha só más ideias. Mas com drones, helicópteros e aviões em missões cruzadas pelos ares do País, uns para os incêndios, os outros para os “aceleras”, o tráfego aéreo vai ser mais intenso do que o IC19 em hora de ponta. Daqui a um ano, o Governo vai ter de considerar a vigilância terrestre dos prevaricadores aéreos, para reduzir a sinistralidade aeronáutica…

Bebi um copo de água para recuperar o fôlego mas zás: afinal, o que o ministro Cabrita acha que pode mesmo acabar com as mortes na estrada é a inibição do sinal de telemóvel nas autoestradas. E eu a pensar que as mortes em acidentes de carro se davam, sobretudo, nas estradas secundárias!… Afinal, deve haver dados, inacessíveis ao cidadão comum, com números arrepiantes sobre mortes nas autoestradas devido ao uso do telemóvel e, também, segundo o Governo, do kit mãos livres agora disponível nas viaturas mais modernas. Mas temos de ver o lado positivo: Portugal vai liderar a tecnologia nas telecomunicações, ao conseguir inibir o sinal do telemóvel do condutor, mantendo o sinal do aparelho do pendura ou dos passageiros nos bancos de trás. Ou esses também não podem receber chamadas? Se calhar, não. Bem, talvez o Governo esteja a pensar colocar cabinas telefónicas de emergência de 100 em 100 metros nas autoestradas, para prevenir as dificuldades em pedir assistência em viagem. E, em caso de acidente, os helicópteros que andam no ar aproveitam para evacuar os sinistrados. Poupa-se um dinheirão no INEM!

Parece que, em 2017, houve mais 64 mortos na estrada do que em 2016. Ora, nós não temos os dados que o Governo devia ter, antes de dizer asneiras. Por isso, as asneiras que possamos dizer têm mais desculpa. Então, é assim: a perceção de quem anda na estrada é a de que, talvez devido à boa situação económica, o número de viaturas a circular é muitíssimo superior ao dos anos anteriores. Só 64 mortes a mais?! Cada vida humana que se perde é uma tragédia, eu sei. É uma frase feita, mas verdadeira. Mas isso não impede que, estatisticamente, possamos supor ter havido muito menos mortes por cada, digamos, 100 mil carros a circular. Esta afirmação é especulativa. E então? O MAI não toma as decisões baseado em conjeturas especulativas?…

O ministro Eduardo Cabrita parece governar por impulso. Ou então, tem uma tabela onde consulta os 340 mil mandamentos do politicamente correto. Começou a perceber-se isso quando mandou retirar os livros “pró menino e prá menina” da Porto Editora. Continuou a “disparar antes de perguntar”, quando mandou fechar o Urban Beach. E, agora, ataca de novo, em voo picado sobre incautos automobilistas com pontos a mais nas respetivas cartas de condução. O homem não para. Alguém que o agarre, senão ainda atravessa com o peão vermelho!

Filipe Luís

At http://visao.sapo.pt/opiniao

Artigo de opinião: “Portugal, los nórdicos del sur de Europa”

Centeno mw-860 (1)
La fuerte proyección internacional y los mejores registros económicos de la década reflejan una sociedad en progreso, segura y abierta al exterior que está logrando ser un imán para la inversión

De intervenidos por la troika a marcar el paso en la eurozona en menos de diez años. Un portugués presidirá mañana por primera vez las reuniones de los ministros de Finanzas del club del euro. Mario Centeno, el responsable de las cuentas públicas lusas, simboliza con su nombramiento al frente del eurogrupo el salto dado por Portugal al pasar de ser un territorio deprimido por una larguísima crisis a convertirse en un país de moda, receptor de inversiones de medio mundo, captador de residentes de lujo, vivero de mandatarios internacionales y escenario de un pulso al paro que va ganando.

El Índice de Paz Global lo acaba de situar como el tercer país más seguro del planeta, cuando hace tan solo dos años tenía 17 por delante. Solo Islandia y Nueva Zelanda mejoran sus condiciones de tranquilidad, que por comparación dejan a España en el puesto 23.º mundial, algunos escalones por detrás de las plácidas NoruegaSuecia y Finlandia.

No hay país en el continente donde los dividendos de las acciones estén alcanzando mayor rendimiento. En el 2017 llegaron al 4,47 %, un punto más que la media de la Bolsa de Estocolmo.

Las exportaciones se disparan tras haberse convertido en la puerta de entrada de China para Europa, mientras las importaciones crecen igualmente como síntoma de la recuperación del consumo interno.

El desempleo desciende a una velocidad de vértigo hasta el 8 %, nivel que se registraba en el 2004, dejando atrás referentes como el de Finlandia, tras venir de un 17 % hace tan solo cinco años. En España, la tasa no ha logrado bajar del 15 % en plena recuperación.

A mayores, los sueldos públicos crecen, hay nuevas oposiciones funcionariales internas en marcha y el salario mínimo está acercándose a 600 euros, en lugar de los 485 en los que se arrancó la actual década. Para redondear el diagnóstico, el déficit público se cerrará en un 1,2 % según las previsiones del Gobierno, menos de la mitad del español, y más de seis puntos por debajo del existente en el momento del rescate. Otra cosa son las enormes desigualdades que sigue habiendo, y el crecimiento polarizado entre las urbes y el interior.

Representantes mundiales

Las cuentas le están saliendo a Portugal, y además ahora tiene quien las publicite en el extranjero. El ministro Centeno no está solo en la proyección internacional lusa. El vicepresidente del Banco Central Europeo (BCE) es portugués, Vítor Constâncio, anterior gobernador del Banco de Portugal. Jean Claude Juncker ha elegido al anterior presidente del Consejo Económico y Social de Portugal, José Albino Silva Peneda, para su equipo en la Comisión Europea. Pero la proyección mundial que siempre ha buscado el espíritu portugués se ha logrado con la designación del ex primer ministro António Guterres como secretario general de la ONU.

Su fiscalidad ha permitido captar 10.000 extranjeros y la entrada de 3.380 millones

Esa función de mediación internacional, de árbitro y garante de la búsqueda de estabilidad en el concierto mundial, ha llevado al presidente de la República, Marcelo Rebelo de Sousa, a proclamar que los portugueses son «los nuevos nórdicos del siglo XXI». Y no es una comparación cualquiera. Los viajeros del norte fueron los que introdujeron el bacalao en la gastronomía portuguesa; y los políticos escandinavos, quienes alcanzaron el siglo pasado, desde la socialdemocracia, un papel de mediación internacional mayor que la dimensión de su territorio, justo lo que busca ahora Portugal.

Y para proyectar el país, los portugueses han abierto su casa de par en par. Parte de la TAP, la aerolínea de bandera lusa, está en manos de chinos y de brasileños; el puerto de Leixões lo gestiona una firma turca; hay bancos de capital español, como Banif; y hasta los aeropuertosson gestionados por extranjeros, los franceses de Vinci.

Dinero exterior

Pese a la captación de inversiones empresariales, el Gobierno del socialista António Costa se ha lanzado a atraer también los capitales personales que buscan una rentabilidad tranquila. El programa Golden Visa (visado de oro), también existente en España, se ha convertido en uno de los planes más atractivos del mundo para inversores que buscan cambiar su residencia. Con solo siete días de estancia el primer año y 14 en los dos siguientes, se puede acceder a la residencia portuguesa, y con ella viajar como comunitario por toda Europa, a cambio únicamente de adquirir una propiedad inmobiliaria de al menos 500.000 euros, o de 350.000 si se ubica en una zona a rehabilitar. El pasaporte temporal se logra invirtiendo 250.000 euros en producciones artísticas o en el mantenimiento del patrimonio cultural o 350.000 en proyectos de investigación, o transfiriendo al menos un millón de euros a cuentas en bancos portugueses. Y todas esas posibilidades se rebajan además en un 20 % si se llevan a cabo en zonas de baja densidad de población.

Los niveles de paro han retrocedido hasta el 8 %, la cifra más baja desde el 2004

El visado de oro le ha proporcionado a Portugal desde el 2012 más de 3.380 millones de euros, el 90 % ligados a la construcción, según los datos de la patronal inmobiliaria lusa. Más de 9.212 familias gozan de las ventajas del pasaporte inversor, un plan que se ha disparado desde que Portugal dejó de estar intervenido. Y en tres meses se resuelve todo el papeleo, pese a ser un país con una reforma administrativa pendiente. La unidad nacional es vendida por el jefe del Estado como la verdadera simplificación administrativa, en un país que en todo caso tiene menos ayuntamientos que Galicia, aunque reúna cuatro veces más población (308 ayuntamientos en Portugal, frente a 313 en Galicia; 10,3 millones de habitantes, frente a 2,7).

La búsqueda de capitales también abarca a los pensionistas de todo el mundo, atraídos a Portugal por sus más de 3.330 horas de sol al año. Los retirados no pagan impuesto sobre la renta y los demás residentes no habituales soportan una carga del 20 %, frente a un 48 % que pueden llegar a pagar los autóctonos.

Madonna es solo el ejemplo más llamativo de los más de 10.000 extranjeros captados con ese régimen fiscal especial, alejado en ese extremo del modelo nórdico a emular.

Carlos Punzón

At https://www.lavozdegalicia.es

Cantanhede, Mira e Figueira da Foz vão estar ligadas por uma ciclovia

Ciclovia cdfc003c09d5f4ffca1d817216cb1571

Cantanhede, Figueira da Foz e Mira vão ser ligados por uma nova ecopista, resultante de um investimento de 1,2 milhões de euros, comparticipado por fundos comunitários no âmbito da rede europeia de ciclovias Eurovelo.

O projecto foi apresentado esta terça-feira, em Mira, no final de uma reunião que juntou os presidentes dos três municípios e ainda representantes das Comunidades Intermunicipais de Aveiro, Coimbra e Leiria, do Turismo de Portugal, Turismo Centro e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.

Segundo o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, a nova ecopista terá uma extensão a rondar os 83 quilómetros e irá ser integrada na rota Eurovelo 1, da rede europeia de ciclovias, projecto da Federação Europeia de Ciclistas que pretende construir 70 mil quilómetros de ciclovias divididos em 14 rotas que irão interligar 42 países em todo o continente europeu.

“O percurso estende-se ao longo da costa atlântica entre o limite norte do município de Mira e o limite sul do município da Figueira da Foz, atravessando Cantanhede na zona da Tocha”, revela Helena Teodósio, presente da Câmara de Cantanhede, autarquia que está a investir numa rede urbana de trilhos cicláveis.

A nova ciclovia, um misto de asfalto e terra batida, seguirá junto à linha de costa, através da Mata Nacional e do estuário do Mondego, devendo ligar a sul da Figueira com a ecopista em asfalto do Atlântico, que termina na Nazaré. O ponto mais delicado da nova ciclovia será a travessia do rio Mondego, estando prevista a construção de uma pequena ponte no estuário, orçamentada em mais de 200 mil euros.

João Ataíde revela que foi discutido com representantes da Comunidade Intermunicipal de Aveiro o prolongamento da ciclovia para o norte, pelo litoral, até à praia de Esmoriz.

Já o presidente da Câmara de Mira, Raul Almeida, garante que a nova ecopista “irá potenciar as características naturais únicas deste território da costa atlântica”, funcionando como mais um factor de atracção para os visitantes.

“A ciclovia não se esgota apenas no traçado por uma das regiões mais bonitas do país. É preciso criar condições ao nível de alojamento, restauração, informação, para que a experiência seja enriquecedora para todos”, refere o autarca.

A rede Europeia de Ciclovias integra actualmente 15 rotas cicláveis de longa distância que cruzam todo o continente. As rotas são usadas por ciclistas que percorrem longos cursos e também pela população local, nas suas deslocações diárias, tendo em algumas zonas uma forte componente turística. Segundo dados divulgados pela Federação Europeia de Ciclistas, “estima-se que cada ano se realizem 2.300 milhões de viagens de bicicleta, representando um valor superior a 44 milhões de euros, segundo um estudo de 2012 encomendado pelo Parlamento Europeu”.

At http://aurinegra.pt

“Almaraz e outras coisas más” lançado a 7/Dez

Almaraz CAPA-Livro-MIA-‹-FINAL-BR-e1511451091520

Almaraz e outras coisas más é um livro sobre a questão nuclear na Península Ibérica que tem sido motivo de discussão nos últimos anos. O lançamento teve lugar esta quinta-feira, na Fábrica Braço Prata, em Lisboa, cuja apresentação ficou a cargo de Nuno Nabais.

O autor é António Eloy, um dos coordenadores do Movimento Ibérico Antinuclear(MIA). Estão, no entanto, incluídos artigos de outros 32 colaboradores de vários setores da sociedade, tendo todos eles algo em comum: combatem a presença da energia nuclear; são contra essa poderosa indústria da produção de plutónio que move todo o mundo político, financeiro, industrial e militar.

Em comunicado enviado ao Notícias ao Minuto, António Eloy adiantou que “o livro aproveita um pouco a atualidade do tema (nuclear). O processo de Almaraz [central nuclear espanhola] que tem sido uma sombra negra para Portugal desde há 38 anos”.

A questão mais abordada será efetivamente a da central nuclear espanhola de Almaraz, localizada bastante próxima de Portugal (cerca de 100 quilómetros). Não obstante, o livro abordará todo o passado e presente sobre o tema da energia nuclear na Península Ibérica.

Em Portugal…

O livro também conta as histórias do nuclear em Portugal, entre várias ‘outras coisas más’, como a floresta [incêndios], as alterações climáticas, o desordenamento do território e as políticas públicas inconsistentes”, acrescentou Eloy no mesmo comunicado.

Na obra poderemos recuar até ao ano de 1974, a Ferrel, no concelho de Peniche. Na altura, a população local insurgiu-se contra um projeto para se proceder à instalação de uma central nuclear local. Além deste exemplo, é abordado também o dos despejos de resíduos radioativos no Oceano Atlântico, além das questões da mineração de urânio em Nisa e Urgeiriça.

António Loy conclui, afirmando esperar que o seu livro “seja um passo importante para uma maior consciencialização sobre a questão nuclear. Temos ganho muitas lutas contra este Armagedão que assombra a Península Ibérica”.

At https://espalhafactos.com