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Crónica: “Uma história inspiradora”

Filipa

Sou a Filipa Guimarães. Aos 36 anos foi-me diagnosticado cancro de mama, algo que não estranhei atendendo ao meu código genético familiar de alto risco, onde grande parte dos meus familiares diretos tiveram cancro e infelizmente alguns deles não conseguiram vencer esta árdua batalha.

A 14 de Fevereiro de 2015 recebi esta notícia que jamais esquecerei. Sim, no dia dos namorados. No entanto não podia pensar em romantismos, sabia que o caminho era duro mas que ia vencer.

Na consulta com o médico-cirurgião, após contar o meu historial familiar, confrontei-o mesmo com esta questão – “Doutor, se eu fosse sua filha o que faria? Operava as duas ou só uma?”. O médico baixou a cabeça e respondeu – “Filipa, seriam as duas!”, tendo eu respondido “Então avance com o seu trabalho porque tenho muito que fazer!”. A minha mãe e o meu marido estavam ao meu lado e ambos olharam para mim ao perceber a minha aparente frieza…eu sabia que ali não podia ceder. Tinha de ser objectiva porque o importante era viver!

Nesta primeira consulta, o médico realizou logo os marcadores no peito e eu aproveitei a ocasião para brincar com ele tendo afirmado “Doutor, não quero nada de exageros. Tudo natural!”.

Tanto no dia da realização da biopsia como no decorrer das consultas antes da cirurgia bilateral, perguntava sempre como seria o meu Surf depois da cirurgia. Os médicos não podiam ser muito expansivos pois não sabiam como estava linfaticamente.

O Vasco (meu marido), que também faz surf há mais de 30 anos, engolia em seco cada vez que eu confrontava os médicos com a questão do surf e fazia um esforço para não chorar, pois ele tinha noção do que tudo aquilo implicava para mim.

Ao adormecer na cirurgia pensei nas ondas que tinha surfado nos Açores…deixei-me adormecer com as minhas memórias do meu amigo mar.

Quando recebi os resultados patológicos do que me tinha sido removido na cirurgia notei algum alívio no rosto do médico, como se tivesse realizado um salvamento em alto mar, pois não surgiram surpresas de maior e, linfaticamente, estava limpa!

Fiz 6 ciclos de quimioterapia e, após o 4º ciclo, o corpo começara a manifestar-se com mais dores. Foi nessa altura que recorri à ozonoterapia que me ajudou imenso nos efeitos secundários.

Terminei os tratamentos em finais de Julho de 2015 e, em Outubro desse mesmo ano, já estava a trabalhar e já ia treinar as minhas artes marciais…além de fazer fisioterapia todos os dias.

No Verão de 2015 ia até à Praia Grande nos finais de tarde dar um mergulho. Que bem que me sabia aquela água fria…sentia-me viva novamente!

Estive um ano sem surfar e pensava ”que saudades” pois faço bodyboard desde os meus 14 anos. Fiz competição e ainda hoje, apesar da minha figura delgada, gosto de me atirar a ondas grandes. Sinto o surf como parte de mim e vida sem surf não é vida!

No Verão de 2016 comecei a entrar novamente com a minha prancha, sentia algumas dores e fazia surfadas no máximo de uma hora pois as costas ainda estavam muito sensíveis. Cada vez que sentia dores pensava “antes surfar com dores do que não surfar!”.

Em Novembro de 2016 ainda apanhei outro susto. Tive de ser submetida a uma nova cirurgia para a remoção de um teratoma maduro entre o intestino e o ovário…os médicos comigo andam sempre em cima do acontecimento e ainda bem que assim é!

No decorrer do Inverno de 2017, além da prática de kempo comecei a nadar 1.500 metros todos os dias pois queria voltar a recuperar a minha plenitude física!

Fui induzida à menopausa com 36 anos devido ao facto do meu cancro ser hormonodependente, e isto para uma jovem mulher que nem mãe tinha conseguido ser imaginem…tinha de fazer desporto porque não me podia deixar vencer por esta nova condição física!

Neste Verão de 2017 já consegui surfar sem dores. Estava feliz a contar os progressos à minha médica oncologista quando ela perguntou “Filipa, já está a levar o Zolodex (injecção para induzir a menopausa) e a tomar o tamoxifeno há quanto tempo?” e eu respondi “Fez agora dois anos, doutora”. Ela observou-me e perguntou “Quer ser mãe?”. Os meus olhos brilharam e o coração por dentro palpitou. Pareciam magia, aquelas palavras…

Congelei 5 óvulos antes dos tratamentos mas pensava que só poderia ser mãe daqui a 3 anos e, subitamente, tudo está prestes a mudar!

Vou fazer parte de um ensaio clínico conjunto que conta com a colaboração de diversos peritos internacionais e com a Fundação Champalimaud.

O nome deste ensaio clínico não podia ser mais acertado: chama-se POSITIV! Tão apropriado depois de tudo o que passei!

Além do ensaio clínico ainda faço parte de um projeto de investigação na vertente genética com a equipa dos laboratórios Germano de Sousa, através dos doutores José Pereira Leal e Joana Vaz.

Gosto de ajudar na evolução da ciência, por isso os médicos sabem que podem sempre contar com a minha colaboração. Através do meu caso estamos a construir novas pontes para que no futuro outras mulheres possam beneficiar destas descobertas!

Agora vamos ver como tudo corre, mas espero um dia poder enviar-vos uma fotografia dos meus bebés a surfar comigo! Até lá só posso afirmar que o nosso cérebro comanda tudo e quando acreditas és CAPAZ! J

GET FUN BECAUSE LIFE IS TOO SHORT J GO FOR IT! J….

Um beijinho salgado recheado de brisa do mar!

Filipa Guimarães

At https://capazes.pt/

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Câmara de Portalegre vai “ceder” casas a médicos

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A Câmara Municipal de Portalegre vai ceder dez habitações gratuitas a médicos especialistas que queiram vir trabalhar para a região norte alentejana.

A proposta foi apresentada pela Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano à Câmara Municipal de Portalegre e deverá ser assinada já em setembro.

Em declarações a esta estação emissora, Adelaide Teixeira, presidente da Câmara Municipal local, referiu que o objetivo deste incentivo é atrair médicos, sendo que, estes “fazem falta ao nosso hospital e às nossas populações”.

A presidente da autarquia local esclareceu ainda que a câmara vai ceder gratuitamente a casa “mas se o médico sair antes do tempo acordado terá de pagar uma indemnização”.

Além dos incentivos já estipulados pelo governo para atrair médicos para as regiões do interior do país, esta é uma medida que vai permitir fixar clínicos nesta região por mais tempo.

At http://www.radioportalegre.pt/

Teleassistência chega aos mais isolados em Nisa

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A Presidente da Câmara Municipal de Nisa Drª Idalina Trindade assinou ontem, dia 13 de Julho, o contrato de aquisição do Serviço de teleassistência domiciliária no concelho de Nisa, com a empresa Portugal Telecom.

Este novo serviço, estará brevemente ao dispor dos munícipes do concelho de Nisa, está integrado no Regulamento do Programa “Nisa Social” (publicado em Diário da República no dia 21 de Junho de 2017) dirigido a beneficiários do cartão do idoso e a pessoas que vivem sós ou em situação de isolamento total ou temporário e ou tenham algum grau de deficiência/incapacidade comprovada mediante relatório médico e cujo rendimento per-capita do agregado familiar seja igual ou inferior à retribuição mínima mensal garantida (RMMG).

A Teleassistência é um serviço de emergência, que integra uma central com atendimento permanente, um telefone especial colocado no domicílio do utente e um medalhão com botão de alarme incorporado, dirigido para a população idosa e em situação de dependência, e assenta num sistema de telecomunicações instalado gratuitamente pela Câmara Municipal de Nisa de forma a atenuar os momentos de solidão e proporcionar segurança e tranquilidade a si próprio e aos familiares, preservando a sua autonomia, auto-estima e melhorando a qualidade de vida.

At http://www.cm-nisa.pt/

Artigo de opinião: “Recado ao Pedro”

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Eu vou-te avivar a memória, já que não te lembras daquilo que fizeste quando eras Primeiro Ministro.

A primeira medida que tomaste foi o aumento do IVA, recordas?
Dessa medida resultou a falência de milhares de PMEs e o desemprego de milhares de trabalhadores.
Milhares de pequenos empresários ficaram sem meio de vida, cheios de dívidas viram-se obrigados a entregar casas aos bancos e a pedir esmola.
Conheci vários que se mataram dentro das empresas em desespero porque como eram empresários nem direito tinham a um subsídio de desemprego.

O desemprego disparou para níveis nunca vistos neste país.
As IPSSs, a Cáritas e outras organizações de Solidariedade Social não tinham mãos a medir para atender pedidos de ajuda de famílias inteiras que sem apoios da Segurança Social estavam a passar fome e desesperadas sem conseguirem fazer face ás despesas básicas.

Milhares de famílias foram atiradas para a rua, despejadas das suas casas pela Banca, por senhorios e pelas Finanças através de penhoras por dívidas ao Estado, quando muitas dessas dívidas eram de valor inferior ao valor real das habitações.

Depois vieram os cortes nas pensões de reforma, no complemento solidário para idosos, nas pensões de viuvez, nos abonos de família e nas pensões não contributivas como por exemplo no RSI que cortaste a torto e a direito sem olhar a quem e sem apelo nem agravo.

Aumentaste o IMI, começaste a cobrar IUC sobre veículos independentemente de estarem ou não em circulação, chegando ao ponto de cobrares esse imposto a quem nem carro tinha ou sobre veículos já abatidos há anos.

Aumentaste impostos na gasolina, no gasóleo, no tabaco, nas bebidas alcoólicas, aumentaste as portagens e todos esses aumentos foram reflectir-se no aumento do custo de vida que como é óbvio foi mais sentido pelas classes sociais mais frágeis e carenciadas.

Criaste as taxas moderadoras e com essa medida muitos idosos deixaram de ir ao médico ou aos hospitais.

Fechaste Centros de Saúde, Maternidades e Hospitais e muitos idosos morreram por falta de assistência médica, mas também jovens e parturientes morreram por falta de cuidados médicos.

Doentes oncológicos viram as suas cirurgias adiadas e sem cuidados continuados.
Doentes crónicos ficaram sem médicos de família e sem comparticipação em medicamentos imprescindíveis ao tratamento das suas doenças.

Lembras-te dos doentes com Hepatite C a quem negaste um medicamento que podia salvar vidas e mesmo curar?
Deu até azo a manifestações populares na AR que a tua amiga Assunção Esteves reprimiu e mandou deter alguns doentes que se manifestavam indignados e com razão!
Não eram suicidas mas tu querias bem lá no fundo que fossem para poupares algum. Fazia-te jeito para ficares bem visto perante a Troika e a tua amiga Merkele.

Fechaste escolas e fizeste dos professores e das suas vidas gato sapato, obrigando-os a andar em Bolandas sem saberem o que fazer e onde ir!

Mudaste Freguesias, alteraste comarcas, encerraste Tribunais e deste com os juízes e advogados em doidos com a porcaria do sistema Citius todo baralhado.
Esqueceste essa cena?
Eu lembro-te.

Dessa confusão resultaram prejuízos para empresas, para cidadãos e para todo o país que nunca mais se vai recuperar!

Pais que perderam a guarda dos filhos conheci 19, 5 mataram-se.
Fora os que não conheço e olha que não conheço muita gente.

Mães que se viram sem as pensões de alimentos por culpa da baralhada com o Citius foram milhares.

Uma era professora e o filho era deficiente.
Atirou-se da varanda de um hotel.

Mas também houve mães que envenenaram os filhos e a seguir mataram-se porque não tinham nem emprego nem apoios e nem ajuda de psicólogos.

Sabes Pedro, moro em Almada.
Fui obrigada a vir morar para aqui.
Não, não foi culpa tua.
As coisas neste país já não estão bem há muitos anos.
Realmente apanhaste o país num grande caos económico, mas mesmo assim se fosses honesto e um bom gestor terias evitado cortar onde mais doeu!
Os cortes atingiram os mais fracos e para recuperar um país começa-se por por ordem nas finanças públicas cobrando impostos aos que não pagam.

Mas para o fazeres, para cobrares aos que sempre fugiram aos impostos terias de começar por ti, não é assim?
E depois os teus amigos e financiadores não iriam gostar nada de terem de alargar os cordões à bolsa.

Mas como te dizia, vim viver para Almada há uns anos e sabes, aqui temos uma Ponte onde todos os dias durante o teu governo assistimos a muitos suicídios.

E também temos o Metro que não é subterrâneo, é como um eléctrico sabes?
Pois volta e meia para não dizer uma a duas vezes por semana, lá se tinha de chamar o INEM por causa de um velhote ou velhota que “escorregava” e caía à linha!

E quantos eu vi a chorar de vergonha por serem apanhados no supermercado a guardar uma lata de salsichas ou de atum na mala ou num bolso do casaco!!

E outros a sairem da farmácia sem aviar a receita porque a reforma tinha encolhido e os filhos tinham-se mudado lá para casa e estavam desempregados e sem subsídios de desemprego!

Sabes Pedro, sabes qual é o teu mal?

Teres tido um pai fantástico e uma mãe que tudo te desculpou.
Os anos de cabulice, as más notas no liceu, as noitadas na vadiagem, a vida boémia, as drogas, a pouca ou nenhuma vontade de estudar ou trabalhar e a falta de respeito por toda a gente.

Tu não tens noção da quantidade de vidas que deste cabo ao longo da tua vida, não só nos quatro anos em que te tivemos de aturar como Primeiro Ministro, mas desde que te conheci quando vivias na Rua República da Bolívia.

Tenho pena de não ter adivinhado naqueles anos naquilo em que tu te irias transformar!
A sério Pedro.
Naquele dia em que chamei a PSP de Benfica e evitei que a malta do Bairro do Charquinho te desse um arraial de porrada, se eu tivesse adivinhado no que te irias transformar, eu tinha fechado os olhos e fingido que te tinhas atirado da varanda do quinto andar.

Teria evitado tanta coisa, até ouvir as alarvidades que continuas a atirar pela boca fora.

Tantos anos depois e continuas a ser o mesmo chulo que conheci na nossa adolescência e juventude.

Olha Pedro, queres um conselho?
Reforma-te da política e mete uma rolha na boca ou um dia destes apareces suicidado nalguma esquina da vida.

É que nem todos os que te conhecem bem são tão pacíficos e compreensivos como eu e como a malta que te aparou as pancas lá em Benfica, tu sabes bem na casa de quem.

Espero que a Laura recupere depressa da maldita doença.
Ela não merece tanto sofrimento!

E se um dia nos voltarmos a cruzar nalguma rua de Lisboa vira o rosto, para que eu não me sinta tentada a sujar as minhas mãos na tua cara.

É que eu tentei duas vezes o suicídio por tua causa quando me vi atirada para a rua sem qualquer apoio e a lutar contra o cancro e sem ajuda psiquiátrica.

Não acertei na dosagem.
Não tinha de ser.

Quem sabe o que a vida me reserva?
Talvez me reserve a felicidade de te ver a ti Pedro e aos teus amiguinhos (tu sabes a quem me refiro) atrás das grades e a pagares pelos milhares de vidas dos que se suicidaram ou tentaram em desespero por vossa causa!

Assino o nick com que me conhecias: Nini Nilo

Exército diz que quem é mais atingido por nuvem radioactiva de Almaraz serão os do norte

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O Exército simulou como Portugal seria afectado em caso de acidente grave na central nuclear espanhola. Norte seria a região mais afectada. A Protecção Civil desconhece o estudo, feito em 2010.

Cerca de 800 mil pessoas em Portugal podem ser afectadas pela radioactividade caso ocorra um acidente grave na central nuclear de Almaraz, em Espanha, revela uma simulação feita pelo Exército em 2010 a que a Renascença teve acesso.

A simulação, feita pelo Elemento de Defesa Biológico, Químico e Radiológico do Comando das Forças Terrestres a partir de um programa da Nato, tem como base um cenário idêntico ao acidente de Chernobyl, em 1986 – o rebentamento de um reactor, seguido de incêndio.

A simulação foi feita a partir do cenário mais perigoso, com uma probabilidade de ocorrência muito baixa, sublinha a major de engenharia Ana Silva, comandante desta força do Exército, em declarações à Renascença.

O programa simula a evolução da nuvem radioactiva nas 40 horas que se seguem à explosão e a sua deslocação pelo território português, onde chegaria 12 horas após o acidente.

“Os distritos atingidos pela nuvem radioactiva são os que ficam no norte de Portugal, sendo que o distrito de Castelo Branco será o mais afectado, mas sempre com valores baixos de radioactividade. No total, prevê-se que afecte 800 mil pessoas”, revela a major Ana Silva.

De acordo com esta oficial do Exército, “dada a proximidade com a fronteira espanhola, os concelhos de Idanha-a-Nova, Castelo Branco e Penamacor, onde vivem cerca de 45 mil pessoas, registam o maior nível de afectação”.

No entanto, “o problema não é tanto o que resulta da exposição imediata à radiação, mas sim os efeitos que se podem manifestar caso a exposição seja prolongada”.

Apenas os 170 habitantes de Segura, uma aldeia do concelho de Idanha-a-Nova, teriam que ser retirados de suas casas como medida de precaução. Nesta povoação fronteiriça, ninguém conhece o estudo do Exército nem as medidas de segurança a adoptar em caso de acidente nuclear. (…)

Protecção Civil desconhece estudo

O Elemento de Defesa Biológico Químico e Radiológico do Comando das Forças Terrestre já apresentou a sua simulação aos técnicos de Almaraz e as previsões das consequências coincidem. No entanto, nunca se organizaram exercícios conjuntos nem há planeamento partilhado entre Portugal e Espanha.

A Autoridade Nacional de Protecção Civil não conhece o estudo nem realizou nenhum exercício com base nas suas conclusões.

At http://rr.sapo.pt/

Barragem de Nisa vai ter caudal mínimo

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Duas barragens existentes no maior rio português vão passar a ter caudais mínimos. Ministro do Ambiente garante também haver fábricas encerradas por causa da poluição.

O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, anunciou esta terça-feira caudais mínimos para as duas barragens existentes no rio Tejo, que vão funcionar a partir de junho e deverão permitir mais água no rio na época estival.

Conseguimos no final de março uma coisa da maior importância que é garantir a existência de caudais mínimos nas duas barragens do Tejo [Fratel e Belver], caudais esses que passarão a ser diários e que entrarão em funcionamento no início de junho”, anunciou Matos Fernandes.

O ministro falava à margem da cerimónia de assinatura do protocolo do projeto piloto de gestão colaborativa do Parque Natural do Tejo Internacional (PNTI), que decorreu em Vila Velha de Ródão, no distrito de Castelo Branco.

João Pedro Matos Fernandes adiantou que, deste modo, durante a época estival, o rio Tejo vai ter mais água com todos os benefícios ambientais que daí resultam.

Fiscalização contra poluição

Sobre os problemas da poluição no rio Tejo, Matos Fernandes considerou que o empenhamento do Ministério do Ambiente tem sido “claríssimo”.

Temos uma estratégia clara e um plano de fiscalização claro. Há até um conjunto de unidades fabris que estão encerradas temporariamente porque eram unidades poluidoras”, sustentou.

O ministro adiantou ainda que, com o apoio da Celtejo, fábrica de pasta de papel da Altri, em Vila Velha de Ródão, conseguiu antecipar a conclusão da estação de tratamento de águas residuais (ETAR) para maio deste ano, quando inicialmente estava prevista apenas para dezembro.

At http://www.tvi24.iol.pt/

Almaraz chegou a Lisboa. Entretanto, mais uma…

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La Central Nuclear de Almaraz notificó al Consejo de Seguridad Nuclear (CSN) que a las 9.57 horas de este lunes se había producido una desconexión no programada de la Unidad 1 debido a la parada de la bomba principal Nº2, como consecuencia de la pérdida de suministro eléctrico a dicha bomba.

Según informó el titular de la central cacereña en una nota, la Unidad 1 se encuentra actualmente en situación estable “habiendo funcionado correctamente todos los controles y protecciones”.

El personal de la central estuvo realizando la investigación de la anomalía, así como las pruebas y verificaciones pertinentes para proceder a la posterior reconexión a la red eléctrica de la unidad.

El suceso no tuvo impacto en los trabajadores, el público ni en el medio ambiente. (…)

At http://www.hoy.es/

ULSNA tem novo Conselho de Administração

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O Governo aprovou, sob proposta do Ministro das Finanças e do Ministro da Saúde, a nova composição do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano.

João Manoel Moura dos Reis é o novo presidente do Conselho de Administração da ULSNA, liderando uma equipa da qual faz parte a vogal executiva Vera Maria Escoto, médica internista no Hospital de Santa Luzia e directora do serviço de medicina interna nos hospitais de Elvas e Portalegre, assim como do departamento de especialidades médicas.

Integram ainda o Conselho de Administração da ULSNA, os vogais executivos Joaquim Duarte Araújo, Ana Amélia Ceia da Silva e Artur Manuel Caretas Lopes.

O médico João Manoel Moura dos Reis encontrava-se a presidir ao Conselho Directivo da Administração Regional de Saúde do Algarve, desde 1 de Novembro de 2013.

At https://www.linhasdeelvas.pt/