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Saiu o Euromilhões à Presidente da Câmara?

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Em Nisa, quem dá subsídios às associações não é o Orçamento de Estado, nem o da Câmara, é a Presidente da Câmara. Será que lhe saiu o euromilhões?

PRESIDENTE DA CÂMARA ENTREGA SUBSÍDIOS ÀS ASSOCIAÇÕES

Teve lugar no dia 14 de junho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a Cerimónia de entrega de subsídios ao movimento associativo local. O ato foi presidido pela Senhora Presidente da Câmara Municipal, Dra. Idalina Trindade, com a participação do Senhor Vereador Dr. José Leandro e Senhora Vereadora Eng. Lurdes Mendes, que procederam à entrega do apoio financeiro do Município aos representantes de 15 associações nas áreas da cultura, do desporto, do recreio, do lazer e da proteção civil.”

At http://www.cm-nisa.pt/ (foto inc.)

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Governo reduz em 30% as portagens na A23, mas só nos camiões

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O Governo vai avançar mesmo com a redução das portagens nas auto-estradas do Interior e do Algarve, escreve o JN. Os empresários dessas regiões querem alargar a medida aos veículos ligeiros de mercadorias.

Os camiões que circulam nas antigas SCUT do Interior e do Algarve devem passar a pagar até menos 30% nas portagens. De acordo com o JN, que avança a notícia, esta é uma das medidas que estão a ser preparadas pelo Governo no âmbito de um pacote para beneficiar estas regiões, do qual fará parte a já anunciada redução do IRC.

As estradas abrangidas serão a A22, A23, A24, A25 e a A4. No entanto, o mesmo jornal escreve que a proposta não satisfaz por completo as empresas localizadas nestas zonas, por estar circunscrita a camiões. É que, argumentam as associações empresariais, a maioria dos veículos que têm a circular nas estradas são ligeiros de mercadorias.

Em Janeiro, o ministro-adjunto, Pedro Siza Vieira, já tinha admitido que o Governo estava a avaliar uma redução de portagens “no sentido de contribuir para a competitividade da actividade económica no Interior”, procurando incentivar o investimento, a criação de emprego e a retenção e atracção de populações.

No ano passado, os pagamentos efectuados pela Infraestruturas de Portugal (IP) relativos às concessões e subconcessões rodoviárias totalizaram 1.177,4 milhões de euros. A maior fatia continua a respeitar às concessões, designadamente às antigas Scut. Os encargos com estas vias ascenderam a 672,8 milhões de euros, sendo que Beira Interior e Beira Litoral e Alta foram as que representaram um maior encargo para a IP.

At https://www.jornaldenegocios.pt

Opinião: “O Meu Sporting”

Mário Machado 32530673_220703091854566_636522167676174336_n

Não é segredo para ninguém que sou do Sporting, e que tenho por este Clube uma paixão que é tudo menos racional, até pelas atitudes e comportamentos que já tive ao longo da vida, sempre que esse Grande Amor se manifesta.

Sou sócio desde 1976, sendo toda a minha família sportinguista, desde o tempo dos meus avós. Hoje, com muito orgulho, e quatro gerações passadas, também os meus filhos são Verde e Branco.

Ainda sou do tempo que ia ver os jogos de Hóquei em Patins, Andebol entre outros no Pavilhão, com o meu pai, mãe, avós e primos. Lembro-me como se fosse hoje, do eco brutal, de toda uma massa associativa em delírio nas bancadas.

Lembro-me também de ir ao Estádio de Alvalade com o meu pai para a Bancada Central, e levar a almofada já caída em desuso, uma buzina que era também a haste da bandeira que orgulhosamente carregava desde a nossa casa no Paço do Lumiar.

Aos domingos de manhã, enquanto a minha mãe fazia o almoço, demorava horas por sinal, eu e o meu pai íamos ver “os miúdos”, expressão carinhosa com que o meu pai se referia às camadas mais jovens. 

Foi no tempo que tínhamos um Clube e não uma empresa. Uma massa associativa fervorosa e não accionistas calculistas, e em que nós, os sócios, éramos os donos do Clube.

Tudo isso acabou!

Sobre o pretexto de termos que nos modernizar, de estarmos preparados para o futuro, e para o Sec XXI passámos a ser uma SAD. (Triste, em Inglês).
E o que mudou?
Quase tudo!

Os grupos económicos/financeiros tomaram de assalto o Clube, e mais preocupados em realizar mais-valias, nunca perceberam ou quiseram entender toda uma dinâmica que envolvia um Clube como o nosso, ou seja : -Que estamos a borrifar para o dinheiro e queremos é ganhar! 

Assim, os melhores jogadores, a que chamam hoje “activos”, foram sendo vendidos mal o seu preço de mercado subia, e nunca se conseguiu fazer uma Equipa.

Preferia ver o SCP entrar em incumprimento com todos os Credores agiotas, e ser remetido para uma Divisão inferior, devido a castigos e sanções por incumprimento, recomeçando tudo de novo, do que ver o meu Clube de Coração a lutar pelo segundo ou terceiro lugar, com o único objectivo de receber o dinheiro das competições europeias. 

Em muito pouco tempo, teríamos o nosso Clube de volta, a ganhar e a lutar por títulos em todas as modalidades! Não deveria ser de outra maneira.

Qualquer projecto que apareça no Sporting, que não afronte directamente os Credores usuários, que não acabe com os “notáveis”, que tão silenciosamente e ardilosamente nunca demonstram oposição, somente e apenas quando o Rei está morto, ou em vias…Não terá sucesso.

Continuaremos assim condenados ao fracasso, a sofrer horrivelmente, a enviar uns para o hospital e outros para as prisões e os DDT (donos disto tudo), continuam alegremente a viverem as suas grandes vidas.

O Sporting precisa de uma Revolução, e essa Guerra Relâmpago só se pode fazer com quem não depende do Capital, nem de Burgueses, mas sim de si próprio e dos que o acompanham.
Conheço tantos, que fariam tanto mais, por muito menos.

Quero também salientar que ainda não tenho uma opinião formada acerca de BDC, mas quando vejo os que o rodeiam, chego à triste conclusão, que por mais boa vontade que tenha, e acredito que sim, é humanamente impossível, a este Homem fazer a Revolução que se exige! E parece-me que ele teria muita vontade disso.

Vou tentar de ora em diante, concentrar-me um pouco mais no nosso Sporting, e no que poder e estiver ao meu alcance, para que com o meu humilde mas revolucionário contributo possamos todos juntos mudar o seu status quo.

SPORTING SEMPRE!
Lisboa, 16 de Maio de 2018

Mário Machado

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Recém-eleita do Crato é a nova Coordenadora da ANAFRE no distrito

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Nova coordenação distrital da ANAFRE:

CONSELHO DIRETIVO
– Coordenadora – Ana Izabel Antunes Merêces (Junta da União de Freguesias de Crato, Mártires, Flor da Rosa e Vale de Peso) – PS
– Vice Coordenador – António Simão (Junta de Freguesia de Póvoa e Meadas) – PS
– Vice Coordenador – Nélio Painho (Junta de Freguesia de Santo Amaro) – PSD
– Primeira Vogal – Anabela Calhau Pires – (Presidente de Junta de Freguesia de Avis) – CDU
– Segundo Vogal – Jaime Fitas – (Presidente de Junta de Freguesia da Urra) – PS
– Terceiro Vogal – Rui Pires – (Presidente de Junta de Freguesia de Monte da Pedra) – PSD
– Quarto Vogal – João Malpique (Presidente da União de Freguesias de Espírito Santo, Nossa Senhora da Graça e São Simão) – CDU

MESA DO ASSEMBLEIA GERAL
– Presidente da Mesa – Silvestre Andrade (Junta de freguesia de Santo António das Areias) – PS
– 1º Secretário – José Miguéns (Junta de Freguesia de São Matias) – PSD
– 2º Secretário – Jorge Borlinhas (Junta de Freguesia de Alcórrego e Maranhão) – CDU

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PS: A nova Coordenadora da ANAFRE no distrito, Presidente de Junta de Freguesia do Crato, foi eleita pela primeira vez nas últimas eleições autárquicas de 2017; os Presidentes de Junta de Freguesia de Nisa, eleitos pelo PS (em maior número no concelho), não tiveram direito a qualquer representação.

Presidentes ganham mais 40% em três anos. Trabalhadores ficam na mesma.

Salarios CEO
São precisos 46 anos para se ganhar um salário de CEO. Diferença entre gestores e funcionários aumentou nos últimos anos.

Quase um milhão de euros. É a remuneração média dos presidentes executivos das empresas do PSI 20. Este valor aumentou mais de 40% nos últimos três anos, reflexo dos maiores lucros obtidos pelas empresas da bolsa. E é 46 vezes mais alto do que o custo médio que as cotadas têm com os seus trabalhadores. Há três anos essa diferença era de 33 vezes.

No total, os presidentes executivos (CEO) do PSI 20 levaram para casa quase 16 milhões de euros no ano passado, mais 4,6 milhões que em 2014. Em média, cada um ganhou 996 mil euros brutos, o que compara com uma remuneração de 708 mil euros há três anos, segundo cálculos do DN/Dinheiro Vivo, baseados em dados constantes nos relatórios e contas das empresas, e que englobam remunerações fixas, variáveis, prémios e encargos com fundos de pensões.

Mas não foram apenas as remunerações dos responsáveis máximos a aumentar. As dos outros elementos dos conselhos de administração também. No total, o custo com estes responsáveis das empresas subiu 43%, ascendendo a 57,5 milhões de euros. São mais 17 milhões do que há três anos.

Já o custo médio assumido pelas empresas com cada funcionário ficou praticamente estagnado: 21,7 mil euros anuais. Excluindo o setor do retalho, que tem os salários mais baixos, o custo médio com cada funcionário é de 32 mil euros, uma descida de 2,7% face a 2014. Os números contabilizam todos os custos com pessoal (remunerações, prémios, outros encargos e indemnizações). E não incluem a Pharol e a Sonae Capital, já que não têm um número significativo de trabalhadores.

Apesar de o gasto com cada trabalhador ter estagnado, os custos com pessoal aumentaram 16% desde 2014 para 5,41 mil milhões de euros. Essa subida é explicada pelo maior número de trabalhadores. As empresas engordaram os quadros de pessoal em 35 mil. No final de 2017 empregavam quase 250 mil funcionários.

Diferenças aumentam

Nos últimos três anos, os lucros acumulados das empresas da bolsa subiram 50%, totalizando mais de 3,5 mil milhões de euros. Essa melhoria da rentabilidade é uma das explicações para as subidas das remunerações pagas aos gestores, que tendem a ter uma componente variável. Mas os salários dos gestores são cada vez maiores que os dos trabalhadores.

No ano passado, os CEO do PSI 20 ganharam em média 46 vezes mais do que o custo médio que as suas empresas assumiram com os trabalhadores. Por outras palavras, em média seria necessário trabalhar 46 anos para conseguir o valor que o CEO ganha em 12 meses. Há três anos, essa diferença era de 33 vezes. O maior contributo para este fosso foi dado pela Jerónimo Martins.

A dona do Pingo Doce pagou, em 2017, mais de dois milhões de euros ao presidente executivo, Pedro Soares dos Santos. Já o custo médio com trabalhador foi inferior a 13 mil euros. É o mais baixo da bolsa portuguesa, um reflexo não só do que se paga no setor do retalho, mas também da proporção elevada de trabalhadores na Polónia, onde os salários são mais baixos do que em Portugal. Pedro Soares dos Santos ganha mais 155 vezes do que os funcionários. Em 2014, o CEO da Jerónimo Martins teve uma remuneração de 668 mil euros, 57 vezes acima da média dos seus trabalhadores.

António Mexia, o CEO que mais ganha na bolsa portuguesa, auferiu 2,29 milhões, mais 39 vezes do que o custo médio da EDP com cada trabalhador. Há três anos, tinha ganho 1,15 milhões, mais 23 vezes do que os funcionários da empresa.

Além da Jerónimo Martins, as outras cotadas do PSI 20 com maiores discrepâncias entre o dinheiro entregue aos CEO e a média dos trabalhadores são a Mota-Engil e a Sonae. Mas o fosso é bem menor do que na dona do Pingo Doce.

Na construtora, Gonçalo Moura Martins ganhou quase 740 mil euros, mais 41 vezes do que os trabalhadores. Na dona do Continente, Paulo Azevedo auferiu 652 mil euros, mais 40 vezes do que o custo médio com trabalhador. Excluindo a Jerónimo Martins, a diferença entre as remunerações dos CEO e as dos trabalhadores nas cotadas do PSI 20 seria de 34 vezes (27 em 2014).

Fosso é maior lá fora

A tendência de subida das remunerações dos gestores tem originado vários alertas. A Deco Proteste, por exemplo, tem recomendado que se devia “fixar um limite máximo para o rácio entre a remuneração do presidente da comissão executiva e a média dos trabalhadores da empresa. Ainda que possa variar em função do setor de atividade, por exemplo, é necessário fixar limites para evitar abusos”.

Apesar de em Portugal a diferença entre os salários dos gestores e dos trabalhadores estar a aumentar de ano para ano, o fosso é menor do que se passa em outros países. Nas empresas norte-americanas cotadas era de quase 190 vezes, nas alemãs de cerca de 150 e nas suíças de 130. Na vizinha Espanha, esse rácio era de mais de 60 vezes, segundo dados da Deco Proteste que dizem ainda respeito a 2016.

A nível global, o fosso que se criou nas últimas décadas tem motivado críticas. Na Suíça já foi mesmo feito um referendo para limitar a diferença a 20 vezes. Mas a proposta acabou chumbada. Nos Estados Unidos, as cotadas passaram a ser obrigadas a divulgar oficialmente a diferença entre o salário dos CEO e da mediana dos empregados. E essa informação é usada pelos investidores para compararem se os líderes de uma empresa de determinado setor estão, ou não, a ter salários exagerados. Existem casos nos EUA em que os CEO ganham mais de duas mil vezes o que pagam aos trabalhadores, casos da fabricante de componentes automóveis Aptiv e da agência de trabalho temporário Manpower.

Em Portugal as empresas ainda não são obrigadas a divulgar e a explicar o rácio entre salários de CEO e trabalhadores.

At https://www.dn.pt

Artigo de opinião: “A corrupção e suas variedades”

Antonio Barreto mw-860 (1)O mais provável é que o PS esteja a caminho do fim. Não por causa da adesão ao mercado nem pelo seu entusiasmo com a frente de esquerda. Mas sim por causa da corrupção, que o PS nunca condenou claramente, sobretudo a sua e a dos seus amigos. O caso Sócrates, a que se acrescentaram tantos outros, está agora a mostrar contornos difíceis de apagar da memória. O caso PT, bem anterior, já tinha deixado feridas e cicatrizes profundas. Os casos Pinho e EDP, que ainda agora vão no adro, revelaram-se de tal maneira letais que será difícil convencer quem quer que seja que membros deste governo não tiveram nada que ver com o governo Sócrates, nesta que é talvez a maior derrota da democracia desde há mais de 40 anos.

O PS não está a tratar da “espuma dos dias” nem de pequenas circunstâncias, como sejam o pagamento a dobrar de ajudas de custo e outras “bagatelas”. O PS está a ocupar-se de uma questão muito séria: a do seu envolvimento em processos de corrupção política de grande escala e a do seu silêncio diante da actuação dos seus dirigentes. Com a corrupção, o PS está a tratar da sua natureza contemporânea, não apenas de uma circunstância excepcional.

O PS nunca foi muito claro na sua atitude perante a corrupção. Condenou a dos seus adversários, fez o possível por disfarçar a sua. Ou garantir que eram apenas casos de justiça. Pior: desculpou a corrupção com uma ideologia barata, a da ética republicana! O que isso quer dizer é estranho. Como se houvesse uma ética monárquica. E uma ética socialista. Até uma ética fascista! Está a ver-se onde isto vai parar. Mas a ideia leva-nos a admitir que há várias espécies de ética e de corrupção.

Um dos problemas mais interessantes da corrupção é o de que os seus responsáveis nunca acham que são corruptos. Julgam que estão a comportar-se com direiteza e valores inatacáveis. Isto resulta de uma concepção própria de corrupção e de ética.

A ética aristocrática faz que certas pessoas pensem honestamente que tudo lhes é devido, que estão acima de todos e de qualquer suspeita, que são charneiras da pátria e depositárias do destino nacional! Aqueles gestos e valores que muitos consideram imorais são, para as classes altas, antigas e modernas, direitos adquiridos. Corre-lhes no sangue uma espécie de moralidade pública indelével que nem sequer é preciso provar. A sua legitimidade é a do seu sangue.

A ética burguesa faz que pessoas, geralmente empresários e gestores, acreditem cegamente no mercado, considerem que merecem uma recompensa pelo que fazem, pelo emprego que criam, pelas exportações que promovem e pelas obras que fazem para o Estado. Por isso, querem fazer o que lhes apetece. Julgam-se agentes e instrumentos de bem-estar da população. Zelam pelos direitos das empresas e acreditam em que tudo o que fazem é para criar riqueza. Por isso querem ser recompensados. O que é bom para eles é bom para o país. A sua legitimidade é a da sua obra.

A ética republicana é a que remete os valores para a cidadania, rejeita privilégios de nome, fortuna e condição, mas atribui méritos desmedidos ao contributo para a democracia partidária. Tudo o que for feito a favor dos partidos no poder local, nos governos e em respeito pelo eleitorado, faz parte dessa ética republicana. Que permite a corrupção do dia-a-dia, os empregos para os amigos, as comissões para os partidos, o financiamento público das campanhas eleitorais, as leis feitas por medida, os descontos e os favores… A sua legitimidade é a do seu eleitorado.

Finalmente, a ética revolucionária, que critica todas as anteriores, que estipula como valores supremos a classe trabalhadora e o papel do seu partido de vanguarda. Tudo o que for feito, incluindo roubo, ocupação, assalto, despedimento, saneamento e favores, a bem da classe e do partido, cabe na moral trabalhadora. Com uma condição: a de nunca ser individual! Terá sempre de ser colectivista, do partido, do sindicato… É essa a razão pela qual há tão poucos comunistas envolvidos em casos de corrupção: é o próprio partido que assegura as mais eficazes funções de polícia de costumes. Proventos individuais no movimento comunista, nunca! A sua legitimidade é a da luta de classes e das relações de força.

António Barreto

At https://www.dn.pt