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Vizinhos extremenhos foram reivindicar “um comboio digno” a Madrid

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Sobre o afastamento de Portalegre do debate sobre o Alentejo na RTP

Ceia da SilvaAssisti aos “Prós e Contras”.

Faço já uma declaração de interesses, tenho muito orgulho em ser alentejano.
Num mundo cada vez mais global as regiões vivem em concorrência permanente.
O que temos que demonstrar é que somos diferentes, distintivos e melhores do que os outros.
E nunca mostrar as nossas fragilidades.
Elas existem é óbvio, mas temos que lutar em conjunto e remando todos, mas todos para o mesmo lado para as ultrapassar e essa é a questão que faz a diferença.
Não consigo entender como a RTP e uma grande Senhora do jornalismo, Fátima Campos Ferreira, puderam realizar um programa com tantas lacunas-ausências de setores importantes e total ausência do norte alentejano e do litoral alentejano.
Três palavras para o Ministro da Agricultura, Luis Capoulas Santos – muito bem, mesmo que não seja o mais conveniente, temos que defender as Regiões, para o nosso empresário do Gin-relevante e para Jorge Rebelo de Almeida ao anunciar mais uma vez a construção doutro hotel no Alentejo, desta vez na Coudelaria de Alter do Chão.
Como diz o povo, “ai de mim se não for eu!”.
Viva o Alentejo!

At https://www.facebook.com/ / António Ceia da Silva

 

Pedro PintoSobre o Prós e Contras da passada segunda feira, cabe-me tecer os seguintes comentários:

1- Os movimentos que tendem a aparecer, não revelam mais do que pessoas com sede de protagonismo; para mim não têm expressão, porque nem a votos vão.

2- Esqueceram o Distrito de Portalegre, que curiosamente é o mais afectado pela seca extrema.

3- A jornalista quis que dissessem que o Alqueva não serve para colmatar a seca; mas sim, serve e de que maneira.

4- Os Presidentes de Câmara foram fazer figura de corpo presente.

5- Um programa destes tinha de elevar o bom trabalho que se tem feito no Alentejo, na Agricultura e principalmente no Turismo!

6- Não sendo alentejano de naturalidade, tenho muito orgulho na região que escolhi para viver e para criar raízes e família!

7- A RTP devia pedir desculpa aos Portalegrenses de todo o distrito, porque pura e simplesmente não fez o trabalho de casa ou então este já vinha encomendado, resta saber por quem.

8- A eterna guerra Beja/Évora não leva a lado nenhum.

9- O ministro Capoulas esteve bem, porque foi muito atacado por algum ressabiamento.

10- Com o Turismo em alta no Alentejo, porque não se ouviu o Presidente do Turismo de Portugal ou o Presidente da ERT? Porque iriam levantar bem alto o nome e as potencialidades do Alentejo e parece que isso não interessava ao programa.

11- Acabaram a cantar o “ouvi um passarinho”, vá lá, por momentos pensei que iam acabar com a “Grândola Vila Morena”!

At https://www.facebook.com/ / Pedro Pinto

Envelhecimento desce em “algum” Alentejo

Indice mapa

Oito municípios da região Alentejo apresentam um decréscimo do índice de envelhecimento da população, segundo o 5º Retrato Territorial de Portugal, apresentado esta semana pelo Instituto Nacional de estatística (INE).

Segundo a publicação bienal, entre 2011 e 2016, o índice aumentou em 283 dos 308 municípios do país, com exceção de oito municípios localizados no Alentejo, dois cada no Interior Norte, Algarve, e Região Autónoma dos Açores, e também o município de Lisboa.

Relativamente à região Alentejo, no distrito de Portalegre, Gavião, Alter-do-Chão e Monforte, foram os municípios em que o índice de envelhecimento desceu, sendo os restantes localizados no distrito de Beja – Barrancos, Vidigueira, Cuba, Alvito e Ferreira do Alentejo.

Apesar destes dados, existe um contraste de densidade populacional entre as áreas predominantemente urbanas do litoral e rurais, sendo inferior na última em cerca de 19 vezes, mantendo-se a tendência de envelhecimento populacional nas regiões rurais, nomeadamente em sub-regiões Beira Baixa e Terras de Trás-os-Montes.

Entre o período em estudo, a região Alentejo apresentou um índice de envelhecimento superior à média nacional, com 195 idosos por cada 100 jovens (média nacional – 150,9 por 100), sendo que em 2016 a faixa interior do Alto Alentejo e das regiões Norte e Centro apresentavam os municípios mais envelhecidos.

At http://www.radiocampanario.com/

Porquê plantar árvores nativas e não exóticas?

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Porquê plantar ÁRVORES NATIVAS?

Ocorrem naturalmente em uma determinada região

Qualidade do ar – Uma planta jovem produz mais oxigénio do que gás carbónico, enquanto uma árvore velha faz o processo contrário.
Alimento ilimitado – As árvores frutíferas produzem alimento natural todo 
o ano. Isso pode ser a solução para a fome mundial!

Prevenção contra enchentes – Uma árvore adulta pode absorver do solo até 150 litros de água por dia.

Mantém o ciclo natural do ambiente – A água absorvida contém nutrientes de matéria orgânica, como fezes de animais. Por sua vez, as folhas e frutos das árvores são consumidos pelos animais, que libertam os seus dejectos novamente no solo, para mais tarde serem levados pelas águas da chuva e assim sucessivamente. 
Servem de abrigo – As raízes das árvores, quando próximas a rios, ficam expostas dentro da água, servindo de abrigo para os peixes.
Refrescam o ambiente – Uma árvore adulta transpira até 200 litros de água por dia, o que refresca o equivalente a cinco condicionadores de ar com capacidade de 2.500 kcal cada, trabalhando 20 horas por dia!
Diferenciam a temperatura – A temperatura no centro de uma cidade chega a ficar 6°C acima do que em bairros distantes (ou mais arborizados).
Sombra fresca – A radiação solar fica acumulada na copa das árvores, tornando o chão mais fresco e ameno.
Isolamento natural – As árvores impedem a propagação de sons, formando uma parede acústica ao seu redor.
Fauna – Com o plantio de árvores, os animais terão fontes de alimento e habitat para reproduzir, prevenindo a extinção de espécies ameaçadas.
Harmonia nativa – Não existe excessiva ou desequilibrada competição entre as árvores, favorecendo o crescimento conjunto das plantas.
Resistentes a pragas – Espécies nativas não são exterminadas por doenças, pois já desenvolveram uma defesa própria para cada região. 
Previne erosão do solo – A camada formada no solo pelas folhas forma uma protecção da acção directa da chuva na terra, o que causa a erosão. A erosão pode ser prejudicial em diversas formas:
– em rios:A erosão leva terra para o fundo do rio, deixando-o mais raso. Com isso, o rio seca nos períodos de pouca chuva, matando os peixes e destruindo os mananciais naturais.
– no solo:A erosão leva as sementes embora, não permitindo o nascimento de novas plantas.
– aos animais:A água forte tampa os ninhos de animais que os fazem no chão, matando os filhotes.
– aos lençóis freáticos:Local sem vegetação não possui boa absorção de água, não dando tempo para a água da chuva penetrar no solo. Isso prejudica os lençóis freáticos, extinguindo rios e lagos.

Porque NÃO plantar árvores exóticas?

São plantas estranhas ao meio, oriundas de outras regiões, países ou continentes

Proliferação descontrolada – Por não possuírem predadores naturais, essas espécies se multiplicam sem controle, se tornando uma praga.
Relacionamento desarmonioso – Não possuem boa relação com as árvores nativas, chegando a matar suas concorrentes.
Absorção exagerada – Algumas espécies exóticas absorvem muita água, deixando o terreno seco e impróprio para plantio.
Fácil germinação – Algumas espécies possuem sementes de fácil germinação, necessitando somente de um ambiente não muito seco. Com isso, elas podem se tornar uma praga predominante.
Crescimento rápido – Essas árvores possuem o crescimento muito rápido e disputam pela sombra de outras plantas de forma desigual.

At https://projectoregenerar.blogspot.pt