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Opinião: “Autarquias, Quintas e Hortas”

Santana 10537103_346138475537062_4431220928287954909_nBasta passar os olhos pela comunicação social escrita e falada e pelos debates televisivos para constatar que apenas existem duas autarquias em Portugal: a Região Metropolitana de Lisboa e a Região Metropolitana Porto. O resto são pequenas quintas e hortas que apenas interessam aos respectivos donos.

Mesmo os líderes de Lisboa, quando passam pelas hortas por dever de ofício e de fugida, apenas falam de Lisboa. E não deixa de ser revoltante assistir à sabujice dos hortelãos perante os senhores de Lisboa, gratos pelas pequenas ajudas que recebem da capital para ajeitar a horta.

Se percorremos Portugal de norte a sul pelo interior do país, as aldeias e vilas estão num brinco: zonas ribeirinhas, polidesportivos, piscinas, estádios, rotundas, esgotos e passeios. Não falta nada, excepto as pessoas. A leste da A1 mais de 60% da população está reformada e a restante é, em regra, gente pouco qualificada e pouca ambiciosa que vive à conta das autarquias, do rendimento de inserção social ou da reforma dos pais, naquela típica economia de subsistência que caracterizam as hortas.

Tenho alguma estima por alguns políticos-hortelãos que cuidam da sua horta com todo o carinho e toda a dedicação. Só que depois vem o fogo e varre-lhes a horta do mapa.

E qual a solução que os senhores de Lisboa perspectivam para inverter esta situação e repovoar território? Seguir o exemplo dos países europeus e deslocalizar para o interior do território serviços centrais da Administração Pública e órgãos do Estado? Isso é que era bom! A solução é destinar o interior do país aos refugiados, ciganos e todos aqueles que vivem do rendimento de reinserção social. Ou seja, segundo os senhores de Lisboa, a solução é fazer do Alentejo e do Interior-Norte a Faixa de Gaza, enquanto na Cidade Lisboa-Porto fica a viver o povo escolhido por Deus.

Para mim, já chega! Como disse em 2012, não voltarei a votar, enquanto a Assembleia da República não for deslocalizada para uma aldeia, vila ou cidade a leste da A1. Neste momento, “votar” é validar um sistema político corrupto que reduziu Portugal à estreita faixa litoral Lisboa-Porto e que retirou qualquer relevância ao voto dos residentes no Interior-Norte e no Alentejo.

Só o boicote a todos os actos eleitorais por parte dos residentes no Alentejo e no Interior-Norte tem hoje capacidade para denunciar e alertar o mundo para a nossa situação e obrigar Lisboa a levar a cabo as reformas necessárias para equilibrar o território. Tenho a consciência da dificuldade de uma tomada de posição colectiva desta natureza por parte de um povo que se habituou a viver de cócoras e de mão estendida a Lisboa. Mas não há outra alternativa! Até porque não é com velhos de 60 ou 70 anos que se consegue formar um exército para declarar guerra a Lisboa.

Santana-Maia Leonardo

At https://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/

Artigo de opinião: “Os caprichos do PAN”

alexandra.duarteA Câmara de Lisboa, num acesso de criatividade inaudita, deu instruções para que fosse tapado o símbolo da praça de touros. Sem justificação aparente, a não ser piscar o olho ao PAN.

Começo por escrever que não tenho uma opinião formada sobre as touradas, por mais que reflita sobre o tema e atente nos argumentos a favor e nos que são vincadamente contra. Definitivamente, tenho dificuldades em escolher em qual dos lados da barricada me sinto mais enquadrada. Não me revejo nas manifestações a favor das touradas nem tão-pouco nos movimentos antitouradas que tanto alarido fazem na comunicação social.

Se, por um lado, temos uma tradição que é característica em vários pontos geográficos do nosso país (Barrancos, Fronteira, Azambuja, Coruche, Montijo, Évora, Graciosa, Angra do Heroísmo..) e com muitos aficionados, sendo parte integrante e enriquecedora da nossa cultura, por outro lado temos um animal que, apesar de ser criado especificamente para a arte do toureio, o touro bravo, demonstra sofrimento quando se encontra nos seus momentos finais, em plena arena.

Por ano realizam-se entre 200 e 250 corridas de touros para cerca de meio milhão de aficionados. As festas bravas sucedem-se por esse país fora, dando cor e animação às várias localidades que as acolhem, contribuindo para a atividade económica destes locais e para a sua programação cultural.

Em Portugal, à semelhança do que acontece em França e em Espanha, vários concelhos declararam esta atividade como Património Imaterial e Cultural, apesar de alguns concelhos se terem manifestado veementemente contra as touradas, chegando mesmo a interditar a sua realização. Não foi este o caso de Lisboa, pelo menos até aos dias de hoje.

O que me leva a escrever este artigo de opinião é a atitude incongruente da Câmara Municipal de Lisboa que, num acesso de criatividade inaudita, deu instruções para que fosse tapado o símbolo da praça de touros que surge à frente da indicação para o Campo Pequeno, na sinalética da cidade.

Esta medida causa alguma estupefação, já que o seu enquadramento não é claro nem se percebe a sua origem, uma vez que não foi decidido em reunião de câmara nem houve um debate sobre esta iniciativa e posterior votação.

Numa cidade com tantas preocupações ainda em cima da mesa, despender energias e tempo com estas picuinhices faz-me pensar que o governo municipal está sem rumo ou a perder o norte. Mais, que está a tentar agradar aos 3% de eleitores que votaram no PAN, nas últimas eleições autárquicas, sem ter em conta a vontade dos restantes munícipes, para quem, na sua maioria, esta questão nunca surgiu na lista de prioridades.

Não há registo de Lisboa se ter tornado uma cidade que condena as touradas. Durante este mandato, que se iniciou em 2017, os lisboetas não manifestaram uma vontade inequívoca de eliminar qualquer vestígio da existência deste espetáculo na cidade.

A decisão deste executivo é, no mínimo, ridícula e sem sentido. Um dia vamos acordar e descobrir que os animais do Jardim Zoológico de Lisboa foram soltos durante a noite para regressarem às suas origens, tal e qual como no filme Madagáscar. Sem justificação aparente, a não ser de piscar o olho ao PAN e importar para a agenda socialista temas de partidos limítrofes e radicais.

Não é tarde para pedir ao executivo municipal que clarifique a sua posição no que se refere a touradas, a investimento para a manutenção do Jardim Zoológico, à sinalética que inclui um elefante ou qualquer outro animal, se podemos ficar sossegados quanto ao Oceanário e ambicionarmos levar lá os nossos netos, e a outras preocupações associadas ao bem-estar animal.

Em Lisboa, muito há a fazer pelo bem-estar animal, começando por grupos específicos como os cães, os gatos, os pombos, antes de dispersar para alvos mediáticos e que pouco ou nada influem na vida quotidiana dos lisboetas. A não ser que a cidade, à semelhança do que se vai passando no país, comece a ter a agenda do PAN e do BE, relegando para segundo plano intervenções estruturais e muito mais urgentes do que esta satisfação de caprichos dos partidos minoritários.

Alexandra Duarte

At https://ionline.sapo.pt/

Artigo de opinião: “CAMÕES: O que está vivo n’Os Lusíadas”

Antonio Valdemar author_photo_457Camões não se pode reduzir aos jogos partidários e aos expedientes da retórica política, aos aproveitamentos de governos e governantes de vários regimes para justificação de exacerbações nacionalistas.

Deparamos, passo a passo, n’Os Lusíadas, um sentido crítico, uma perspetiva humanista e uma visão ampla e diversificada em torno das grandes questões políticas, sociais e filosóficas. Ao pronunciar-se acerca da máquina do mundo, do argumento perentório da existência de Deus não hesita interrogar: «é Deus? mas quem é Deus, ninguém o entende/ que a tanto o engenho humano não se estende?» Faz apelos contínuos para a urgência da liberdade e a reposição da justiça, a fim de construir uma sociedade assente nos princípios da honra e nos valores da solidariedade.

Sucessivas gerações de eruditos portugueses e estrangeiros continuam a recapitular hipóteses formuladas desde os mais antigos biógrafos e comentadores, o chantre Severino de Faria, o licenciado Manuel Correia, o arbitrário Manuel Faria de Sousa e o memorialista João Soares de Brito.

Perduram as controvérsias acerca do local e dia do nascimento, da identificação dos pais; dos estudos na Universidade de Coimbra, do serviço militar em Ceuta, do que ocorreu na passagem na Índia e em Macau; da residência em Constância; do valor da tença atribuída e da sua equivalência em dinheiro atual; do dia da morte, da sepultura em Lisboa e, ainda, da autenticidade dos ossos trasladados para o túmulo nos Jerónimos. Estes e outros aspetos continuam por esclarecer e, na maior parte dos casos, repletos de lendas e fantasiosas conjeturas.

Todavia, a leitura d’Os Lusíadas, das líricas, dos sonetos, dos autos e das cartas colocam-nos perante reflexões e advertências profundas. O homem, o Camões de carne e osso, – tal como o retrataram os que o conheceram – manifestou-se com frontalidade e independência. Não recorreu – como era habitual na época – a um prefaciador para o panegírico tradicional na apresentação d’Os Lusíadas, nem se esquivou a enfrentar poderosos, a contrariar opiniões dominantes, a insurgir-se contra a grave situação que o País vivia.

A Inquisição estava instalada desde 1536. A censura encontrava-se em pleno funcionamento. Os livros eram submetidos à leitura prévia e só poderiam ser impressos e postos a circular depois da autorização do Santo Ofício. Assim aconteceu, em 1572, com Os Lusíadas. Estudiosos camonianos – Sousa Viterbo e Aquilino Ribeiro, por exemplo – formularam hipóteses acerca do que terá sido truncado no manuscrito e, também, acerca das possíveis intervenções do censor ao fabricar versos, para condescender na publicação de outros.

Num tempo de perplexidade e angústia, Camões reforçou a identidade coletiva e defendeu a autonomia política de Portugal. Quando voltamos a estar confrontados com problemas de extrema complexidade, Os Lusíadas representam uma fonte de energia para transpor a impaciência e o fatalismo. Camões celebrou as memórias gloriosas de Portugal e de portugueses, mas sem virar as costas à crise política e à degradação humana, em tantos aspetos, com analogias com a época em que vivemos.

Numerosas passagens d’Os Lusíadas aplicam-se à atual realidade portuguesa; a uma classe política, sedenta de poder e de elogios públicos, sem dignidade e sem carácter e sem qualquer projeto voltado para o futuro: nenhum ambicioso, que quisesse/subir a grandes cargos, cantarei, /só por poder com torpes exercícios/usar mais largamente dos seus vícios.

Deplora os fatores de insegurança e a precaridade dos vínculos laborais: nenhum que use de seu poder bastante/para servir a seu desejo feio/a despir e roubar o pobre povo! Manifesta apreensão por tudo quanto gera o desespero, multiplica a violência, aumenta a criminalidade e intensifica a apagada e vil tristeza.

E a crise na saúde? E as listas de espera nos hospitais que aumentam de forma vertiginosa e assustadora? Faz recordar Camões ao deplorar a morte nos hospitais em pobres leitos/os que ao rei e à lei servem de muros.

E a crise na justiça? O sistema judicial que não funciona, as reformas essenciais por fazer, por estudar e por decidir? A obrigação de restabelecer a normalidade para impedir a generalização do caos. A recomendação de Camões continua oportuna: quem faz injúria vil e sem razão/ com forças e poder em que está posto, /não vence, que a vitória verdadeira/é saber ter justiça, nua e inteira.

E a crise moral? A venalidade, o suborno e a corrupção aos mais diversos níveis? Camões revoltou-se contra as honras e dinheiro que a ventura forjou. Para concluir que não lava o muito dinheiro/ a nódoa da desonra.

Por tudo isto e muito mais seguiu de perto as grandes inquietações e os problemas do seu tempo e de todos os tempos. Enfrentou o fantasma do medo: a vida que se perde e que periga/que, quando ao medo infame não se rende/ então se menos dura, mais se estende. Resistiu aos profetas da desgraça que anunciam sempre o pior como se estivéssemos sempre às portas do fim do mundo.

António Valdemar

At Viajando com Livros

Opinião: “Os caminhos de Nisa”

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Hoje foi dia de visitar o novo acesso à “velhinha” Anta dos Sarangonheiros, após não ter tido oportunidade de me deslocar a qualquer das duas inaugurações, sobre o mesmo, entretanto realizadas. Utilizando um troço da Circular Multidesportiva da Vila de Nisa, cuja recomendação para a sua criação remonta há dois mandatos atrás, via caminho do Santo António, até à recuperada, e bem, Estrada de Tolosa. Claro que se tivesse sido o meu artilheiro José Maria Tremoço a propô-la, já estaria certificada, adaptada, sinalizada, dinamizada. Para quem se recorda, propunha o nascimento de uma espécie de “dois corninhos”, um a caminho de Alpalhão, outro de Tolosa.

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Mais uma vez “às escuras” (tão bom), pensei que tivessem sido criadas condições para fazer crescer a ligação a Alpalhão por terra batida, aproveitando a beneficiação de património existente, fomentando a união entre populações do concelho, o lazer, o desporto, seja via caminhada, via corrida, via trail, via Btt, via todo-o-terreno. Mas não. Ainda não identificada no Google Maps, o caminho obriga à entrada, em lomba, através da Nacional 18, o que poderá trazer algum perigo aos visitantes. Alternativa à ligação interior entre caminhos, será sempre a criação de uma ciclovia a acompanhar meia dúzia de metros da N18 até chegar ao acesso. Nas grandes urbes pretendem-se retirar os carros do meio das pessoas; por aqui tem-se dificuldade em tirar as pessoas do meio dos carros.

All-focus

Em todo o caso uma excelente beneficiação (até pelo caminho de acesso se vê a diferença entre obras feitas pela Câmara, e as das Juntas de Freguesia). Muito falta fazer neste concelho em relação a alguns caminhos públicos, que recebem desinteresse em relação à sua conservação por quem responsável, mais os outros que se apropriam e/ou destroem aquilo que não é seu, e ninguém faz nada (fica o exemplo de hoje da ligação N18 à M1176, interrompida com um pedregulho gigante de uma pedreira).

A voltinha levou a trabalhos forçados, à visita a património milenar, e a tratar do físico como se quer. Esta (mais) uma opinião construtiva, contrariando a opinião de quem possa ter a mania da perseguição, e só dê ouvidos a quem lhe lambe o rabo.

Marco Oliveira

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Opinião: “Em Portalegre, Cidade… Cidade???!!!…

Santana Maia 26908122_964361603714743_8610297635254891908_nO centralismo exacerbado do Portugal de Salazar sempre foi uma das características mais sublinhadas e criticadas pelos democratas de Abril. No tempo do fascismo, Portugal era Lisboa e o resto era paisagem. Diziam eles.

No entanto, nesse tempo de servidão, se alguém entrasse num café em Portalegre e perguntasse a um portalegrense qual era o seu clube, a resposta era: Estrela ou Desportivo. Hoje se lá entrar e fizer a mesma pergunta, a resposta é: Benfica ou Sporting.

Até Marcelo Rebelo de Sousa, para vir celebrar o 10 de Junho a Portalegre, precisou de trazer atrelado de Lisboa um intelectual alfacinha nascido em Portalegre por não reconhecer, em qualquer residente do distrito, nível suficiente para ler um simples discurso. Lá vão os tempos em que Portalegre tinha indivíduos do gabarito de José Régio… Hoje, se José Régio fosse vivo, tinha de leccionar em Lisboa, sob pena de não ser reconhecido nem em Portalegre.

Ou seja, a putativa descentralização autárquica implementada pelos democratas portugueses, em vez de contribuir para uma maior coesão territorial, não só ainda reforçou mais o centralismo do poder de Lisboa como provocou o esvaziamento do interior do país. No tempo de Salazar, Lisboa tinha o poder. Agora tem o poder e as pessoas.

Com o 25 de Abril, os autarcas, para gáudio dos nativos, passaram a defender a sua “terrinha” acima de tudo. O problema é que há duas terrinhas muito maiores do que as deles e, quando as terrinhas entram em concorrência e competição, sucede-lhes o mesmo que sucedeu ao Estrela e ao Desportivo: desapareceram do mapa, ficando apenas o Benfica e o Sporting, ou seja, Lisboa.

Como dizia Gonçalo Ribeiro Telles, Portugal é, hoje, a cidade Lisboa-Porto. A A1 é a verdadeira fronteira de Portugal. E essas reformas que se avizinham e que são defendidas pelos políticos da cidade Lisboa-Porto, como é o caso dos círculos uninominais e da Regionalização, ainda irão vincar mais as assimetrias. Os círculos uninominais e a Regionalização só são defensáveis em países com grande coesão territorial, caso contrário ainda aceleram mais o processo de desertificação.

Mas o interior, infelizmente, já está conformado com isto e, em boa verdade, não quer que nada mude. E porquê? Porque as elites e a classe média que reside no interior já tem os filhos a residir em Lisboa e, como tal, já está mais preocupada com o Benfica e o Sporting do que com o Estrela ou o Desportivo.

Quem tem pernas e dois dedos de testa vai estudar para Lisboa e já não regressa. Aqui só ficam os chaparros e os sobreiros velhos como eu, que até já dou pouca cortiça. É, aliás, assim que nos veêm e falam de nós quem reside na cidade Lisboa-Porto. Hoje, um alentejano ou um transmontano respeitado é um alfacinha com muito orgulho nas suas raízes alentejanas ou transmontanas, mas que não reside, nem quer residir em Portalegre ou Bragança. Tá quieto!

E, se virmos bem, também é assim que pensa a maioria dos portalegrenses e dos alentejanos. “Para viveres aqui, é porque não deves ser grande coisa. Caso contrário, vivias em Lisboa…” E o pior de tudo é que, provavelmente, têm razão.

Santana-Maia Leonardo

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Projecto “Recrutas de palmo e meio” regressa

Recrutas palmo e meio GNR

Nos dias 25 e 26 de julho, a Escola da Guarda, através do Centro de Formação de Portalegre, realiza mais uma edição do projeto “Recrutas de Palmo e Meio”, no qual irão participar 40 crianças e jovens da União de Freguesias de Crato e Mártires, Flor da Rosa e Vale do Peso, com idades compreendidas entre os 10 e os 16 anos.

O projeto consiste numa demonstração e participação, devidamente adaptada, na Formação Geral Militar do Curso de Formação de Guardas, proporcionando um conjunto de experiências relacionadas com a vivência na Guarda Nacional Republicana, contribuindo assim para um conhecimento mais profundo da Instituição, bem como para enriquecimento moral e cívico dos participantes, enquanto cidadãos.

Esta iniciativa decorre desde 2015 e efetua uma abordagem a várias matérias do foro militar, das quais se destacam:

  • Ordem Unida – movimentos básicos de ordem unida;
  • Técnica Individual de Combate – sinais de combate, camuflagem e disciplina de ruídos e brilhos;
  • Topografia – técnicas de orientação por processos expeditos e realização de circuito prático;
  • Luta e Defesa Pessoal;
  • Educação Física e Desportos – jogos coletivos e treino em circuito;
  • Saúde e Socorrismo – conceitos gerais de primeiros-socorros.

At https://www.gnr.pt/