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Opinião: “Racismo e estupidez”

Ana AmorimDeixem-me ver se entendo: quando me mascarei de índia e pintei a cara, em criança, estava a ser racista? Quando uma amiga, há uns anos, pintou a cara de branco cal para se disfarçar de gueixa, estava a ser racista?
E o primeiro-ministro do Canadá onde anda com a cabeça, para assumir tal coisa como racismo e retratar-se, arrependido, como se tivesse cometido um crime? Mas não há por aí quem lhes explique que racista é quem acha que pintar a cara da sua cor é desrespeito? Racista é quem se expõe ao ridículo de uma acusação tão patética.

Mas parece que se tornou normal…
Anda meio mundo a sucumbir à estupidez, só pode. Se um grita “isto é racismo!”, milhares (milhões?) de vozes o seguem, gritando o mesmo. Mesmo que não seja. Mesmo que bastasse pensarem três segundos (sim, três segundos chegava) para perceberem que estão a cometer um erro crasso simplesmente por não pensarem.
Começo a suspeitar que o tremendo desenvolvimento das últimas décadas, em vez de nos proporcionar a evolução pessoal (por termos toda a informação do mundo no bolso de trás ou onde quer que pousemos o telemóvel), nos está a carcomer o cérebro, neurónio por neurónio, até já não sobrarem pessoas lúcidas, imparcialmente informadas, e capazes de processar conceitos e acontecimentos à luz da simples razão humana.
A parvoíce prolifera com assustadora rapidez.
A preguiça mental está a tomar conta de tantas mentes que mais parece uma praga bíblica à solta!
Ou começamos a ter muito cuidado para não perdermos de vez a capacidade de pensar por nós mesmos ou caminharemos a passo firme para o matadouro global daquilo que fazia de nós especiais: a mente, os sentimentos, o intelecto…

Vivemos tempos de perigosas, devastadoras e instantâneas influências sociais; vivemos tempos de tiques de puritanismo que ameaçam o próprio tecido de que a sociedade é feita… e andam a querer esterilizar de tal maneira a existência e os comportamentos humanos, que qualquer dia deixaremos de ter anticorpos para combater o que quer que seja!
Pedirmos às pessoas que pensem, antes de embarcar nos navios da viral estupidez, não é má educação; é uma necessidade urgente.
Pensem, por favor, porque quando todos deixarmos de o fazer, a humanidade terá caído.

Ana Amorim Dias

At https://www.facebook.com/

Opinião: “O fantasma de Salazar e o Reitor da Universidade de Coimbra”

Raquel 10464109_10202306149190196_3394916574196011546_nO Reitor da Universidade de Coimbra não decidiu excluir a carne de vaca. Decidiu que quem tem menos dinheiro vai deixar de comer carne de vaca. As cantinas são os locais onde os filhos das classes pobres e médias empobrecidas comem. Quem tem dinheiro vai continuar a comer carne, do lombo. Os filhos de quem pode, como os meus, irão comer carne do lombo, de qualidade, bio. No norte da Europa já se serve carne bio em algumas universidades por onde ando. Em Portugal acaba-se com a carne. A periferia não é verde, é inexistente. Na verdade a medida do reitor é análoga à generalização dos parquímetros, uma privatização do espaço público. Quem tem dinheiro continua a ter acesso à cidade por carro. Estas medidas não são ecológicas, são classistas. Ecologia era transportes públicos das zonas pobres para o centro. Ecologia era subsidiar na Escola Agrária da Universidade produção de agricultura biológica e fornecer nas cantinas para que pelo menos algumas vezes pudessem comer proteína de qualidade. Ecologia era um Reitor defender a agricultura sustentável ser cada vez mais subsidiada. Assim o reitor o que fez foi reduzir a despesa da Universidade de Coimbra que agora vai oferecer frango de aviário, um mutante que nem frango devia chamar-se. Também vai ficar bem nas contas gerais da Universidade servir na cantina (paga com os nossos impostos) soja geneticamente modificada – é a transição energética.

A “transição” está a relevar-se uma forma de privar ainda mais os mais pobres de tudo, irão pagar mais impostos verdes, estão privados da cidade “verde”, num subúrbio cinzento, vestem fibras horrorosas enquanto fabricam algodão natural de design inovador em fábricas super poluentes, e agora podem esperar esta moderna versão Jonet de “não de pode comer bifes todos os dias”. Tudo para o bem deles, como se sabe se os ricos não cuidassem dos pobres eles jamais saberiam o que fazer. Agora por exemplo, imagine-se!, querem comer bifes que fazem tão mal à saude e ao planeta…

Vou poupar-vos ao óbvio. A poluição é grave mas o mundo não está a acabar. É preciso medidas sérias, e não hipocrisia disfarçada de ciência. Comer carne em idades jovens, quando se estuda, é essencial ao cérebro. Nos colégios onde se formam elites dirigentes do mundo posso garantir-vos que a carne é biológica e do lombo. Comer muita carne faz mal, não comer nenhuma faz muito mal. Outro dado: um dos maiores estudos de saúde do mundo provou que a segurança no emprego e a autonomia podem aumentar 18 anos a esperança média de vida e o medo fazer cair a mesma 18 anos, pela produção de cortisol. Nada faz tão mal à espécie humana hoje como o medo da sobrevivência, condição em que vão estar a grande maioria dos jovens estudantes da Universidade de Coimbra quando entrarem no mercado de trabalho. Coisa que não preocupa o reitor. O fim do planeta para o Reitor é uma garantia, é o dilúvio bíblico que exige medidas radicais. Já o facto de que os que estudam na Universidade virem a ter empregos em que não chegam ao fim do mês, bom isso já não é bem uma certeza, nem diz respeito a um Reitor, que cuida do Planeta.

Que o PAN, que representa o ultra liberalismo verde, seja a favor comprende-se. O silêncio dos outros partidos, com algo tão fundamental quanto o que se serve de alimentação numa instituição pública, por nós financiada, é inexplicável.

Para compreender o mundo, e a atitude de um Reitor, é preciso saber teoria do valor. E o valor da teoria. Marx explicava que a tendência do capitalismo era para tornar vegetarianas as classes trabalhadoras, desde logo diminuindo a parcela de proteína a que têm acesso na reprodução da força de trabalho, vulgo salário. Os chineses perceberam bem isso – ali, nas fábricas, come-se arroz. E mais nada. Ainda vou assistir à glorificação do Estado Novo em plena Universidade de Coimbra, o fantasma do Salazar a rondar as salas escuras, de ilusão esverdeada – carne faz mal, melhor só no Natal.

Raquel Varela

At https://raquelcardeiravarela.wordpress.com/

Artigo de opinião: “É hora de desobedecer”

Matilde Alvim.jpgEm jogo estão os recursos naturais, o equilíbrio de forças, a sobrevivência e a justiça. Então, como nos podemos resignar e conformarmo-nos com um sistema que abre caminho, a toda a velocidade, em direcção ao ecocídio e à catástrofe climática?

Desobedecer, sim.

Perante o cenário de um futuro caótico e depois de décadas de tentativas praticamente falhadas, só nos resta a desobediência. De forma pacífica, sempre, mas não menos perspicaz.

Parece quase óbvio. Se estivéssemos, num futuro distante, a olhar para trás na História e a ver esta fresta de tempo que estamos a viver, interrogar-nos-íamos sobre o porquê de não termos feito nada. É quase instintivo: em jogo estão os recursos naturais, o equilíbrio de forças, a sobrevivência e a justiça. Então, como nos podemos resignar e conformarmo-nos com um sistema que abre caminho, a toda a velocidade, em direcção ao ecocídio e à catástrofe climática?

A desobediência civil é o acto consciente de um ou mais cidadãos desobedecerem à lei, num acto de protesto político que demonstra desacordo e inconformidade com a ordem estabelecida, existindo várias formas de o concretizar pacificamente. Já Thoreau, no século XIX, usou a desobediência civil como um meio para contestar a guerra americana contra o México, recusando-se a pagar impostos (que financiavam essa mesma guerra). No fundo, a premissa passa por questionar se a lei equivale mesmo à moral, e qual a legitimidade que os cidadãos comuns têm em desobedecer às estruturas superiores quando estas entram em conflito com a sua ética. Como diria Thoreau, o cidadão não pode nunca resignar a sua consciência à legislação, abandonando-a e deixando-a a cargo do poder político. Para além do mais, é até responsável quando apoia os agressores e a injustiça, mesmo sendo este apoio a simples resignação e obediência à lei.

A verdade é que cerca de 100 empresas são responsáveis por cerca de 71% da emissão de gases com efeitos de estufa (GEE) e, enquanto as emissões anuais sobem para recordes históricos, as minas de carvão e as petrolíferas continuam tranquilamente a sua exploração, isentas e impunes de qualquer responsabilização e até, em alguns casos, apoiadas por estados. Talvez a parte mais absurda é que esta situação é, sem dúvida, a ordem dada como normal e até aceitável.

O movimento ecologista surgiu nos anos 70. As emissões globais de GEE aumentaram 75% desde esses anos até 2004, segundo dados do estudo da Netherlands Environmental Assessment Agency.

E agora? Agora, depois de décadas a tentar chamar a atenção para o problema usando o protesto legal, é hora de recorrermos à insubordinação pacífica contra o sistema que permitiu não só que a crise climática se criasse, como a alimentou conscientemente. Serão legítimos os bloqueios a minas de carvão, os acampamentos em prospecções de gás e as obstruções de vias públicas? Sim, sem dúvida. Com certeza não será legítima a destruição do planeta de todos em prol dos interesses de alguns. Aceitar esta situação é compactuar com ela e ser, em parte, responsável e cúmplice da sua continuação e da loucura da crise climática.

A verdade é que a maioria dos cidadãos comuns condena a destruição ávida dos ecossistemas, a exploração frenética dos recursos e o contorno sistemático às normas e leis ambientais em nome dos interesses corporativos, é só verificar a enorme onda de solidariedade após os incêndios na Amazónia. Mas mesmo que estas atrocidades ambientais, inseridas num sistema que as banaliza, vão contra a vontade e a ética dos cidadãos, muito poucos têm a coragem de se insubordinar.

E parece tão óbvio, tão simples, quando olhamos para os livros de História e nos perguntamos o porquê de poucos terem tido a coragem de se revoltar contra a escravidão ou desobedecido ao nacional-socialismo. E vai parecer cristalino quando, por fim, encararmos o futuro que nos espera se não agirmos, olharmos para trás e perguntarmos a nós próprios: porque é que ninguém se insurgiu?

E é tão óbvio: ou é agora ou é nunca. É hora de reunir a nossa coragem.

Matilde Alvim

Estudante e activista pela justiça climática na Greve Climática Estudantil

At https://www.publico.pt/

Vem aí a “maior” Festa do país – “Avante”

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A Festa do «Avante!» é a maior e mais bonita iniciativa político-cultural feita algum dia no nosso País, uma obra colectiva alicerçada e edificada pelos valores da generosidade, do empenhamento militante, da solidariedade e convívio fraterno em que o trabalho e a arte brotam como fonte de realização humana.

Uma Festa que é um espaço privilegiado para a cultura e a criação artística. Aqui, com esforço mas com grande fraternidade, criamos condições para que artistas e criadores de todas as formas de expressão encontrem lugar e espaço para apresentar aos visitantes da Festa os resultados do seu trabalho e do seu modo de olhar o Mundo.

Data de Fundação: 1976

At https://www.facebook.com/

Transportes e preços para o Festival do Crato

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RODOVIÁRIA DO ALENTEJO
27 A 31 DE AGOSTO 2019

PARA FESTIVALEIROS QUE VENHAM DE OUTRAS LOCALIDADES:
Se vem do Porto, de Lisboa, do Algarve ou de outro ponto do país consulte o site da Rede Expresso e faça o seu itinerário (https://www.rede-expressos.pt/tickets)
Reforço de Autocarros:
Portalegre > Crato – 24 a 26 de agosto
Crato > Portalegre – 1 de setembro, às 14h30, junto ao Camping para ligação à Rede Expresso com destino a outras localidades do país.

Circuito 1 – Partida de Tolosa: 2€ / cada viagem
Partida de Gáfete: 1€ / cada viagem
Tolosa / Gáfete / Vale do Peso / Flor da Rosa / Crato e regresso
Partida de Tolosa: 18h30 – 21h00 – 22h00 – 1h00 – 4h00
Partida do Crato: 20h30 – 21h30 – 0h30 – 3h00 – 4h30 – 6h30

Circuito 2 – 2€ / cada viagem
Alagoa / Fortios / Portalegre / Crato e regresso
Partida de Portalegre: 18h30 – 21h00 – 22h00 – 23h00 – 1h00 – 4h00
Partida do Crato: 20h30 – 21h30 – 22h30 – 0h30 – 3h00 – 4h30 – 6h30

Circuito 3 – Partida de Ponte de Sôr: 3€ / cada viagem
Partida de Seda: 2€ / cada viagem
Ponte de Sôr / Chança / Cunheira / Seda / Crato e regresso
Partida de Ponte de Sôr: 18h30 – 20h30 – 1h30 – 4h30
Partida do Crato: 19h30 – 0h30 – 0h30 – 4h30 – 6h30

Circuito 4 – 1€ / cada viagem
Pisão/ Crato e regresso
Partida de Pisão: 19h15 – 20h15 – 23h45
Partida do Crato: 19h30 – 23h30 – 2h00

Circuito 5 – 2€ / cada viagem
Nisa / Alpalhão / Crato e regresso
Partida de Nisa: 19h00 – 20h30 – 21h30 – 1h00 – 4h00
Partida do Crato: 19h30 – 21h00 – 0h30 – 3h00 – 4h30 – 6h30

Circuito 6 – 2€ / cada viagem
Avis / Fronteira / Cabeço de Vide / Alter do Chão / Crato e
regresso
Partida de Avis: 18h30 – 20h00
Partida de Fronteira: 19h00 – 20h30 – 21h30 – 1h00 – 4h00
Partida do Crato: 19h30 – 21h00 – 0h30 – 4h30 – 6h30
(só os horários das 4h30 (de3ªfeira a 5ªfeira) e 6h30 (6ªfeira e sábado) seguem viagem até Avis)

Circuito 7 – Partida de Gavião: 2€ / cada viagem
Partida de Monte da Pedra: 1€ / cada viagem
Gavião/ Comenda/ Monte da Pedra / Aldeia da Mata / Crato e regresso
Partida de Gavião: 19h00 – 20h30 – 22h00 – 1h00 – 4h00
Partida do Crato: 19h45 – 21h15 – 0h30 – 3h00 – 4h30 – 6h30

Circuito 8 – 2€ / cada viagem
Portagem / Castelo Vide / Alpalhão / Crato e regresso
Partida de Portagem: 19h00 – 20h30 – 22h00 – 1h00 – 4h00
Partida do Crato: 19h45 – 21h15 – 0h30 – 4h30 – 6h30

Local de embarque:
– Na paragem habitual da rodoviária em cada localidade
– No Crato junto ao Mercado Municipal

Os horários das 4h00 (partida das localidades) e o das 6h30 (partida do Crato) só se efectuam na sexta-feira e sábado.

PREÇÁRIO FESTIVAL DO CRATO

27, 28 e 29 de Agosto

27, 28 e 29 de Agosto

Bilhete Diário
30 e 31 de Agosto

30 e 31 de Agosto

Bilhete Diário
Passe

Passe

Passe de 5 Dias
Passe

Passe

Passe 5 dias c/ acesso a Camping Ocasional

Opinião: “O preço do Brasil por ter um boçal no poder”

Telmo 15400405_1376760399001220_626770123602206139_nTchau, acordo comercial com a União Europeia! O imbecil Boçalnaro conseguiu, em tempo recorde, transformar o Brasil num país vilão internacional, carbonizando a imagem do país no mundo.

Pelo Twitter, o presidente francês, Emmanoel Macron, não moderou as palavras: “Nossa casa queima. Literalmente. A Amazónia, o pulmão do nosso planeta que produz 20% do nosso oxigénio, está em chamas. É uma crise internacional. Aos membros do G7, vejo vocês em dois dias para falarmos sobre esta emergência“.

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Daqui a dois dias começa, na francesa Biarritz, a cúpula que reúne, além da França, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Itália, Japão e Reino Unido e um representante da União Europeia. Será que Bolsonaro vai pedir a Donald Trump que defenda o Brasil da condenação internacional pelos danos ambientais? Acho difícil, não concordam?

Falta pouco – ou talvez já nem falte nada – para que se proponham sanções internacionais ao Brasil boçalnarista. Seria, de facto, inaceitável que isso fosse feito se os brasileiros estivessem a defender o seu território e sua soberania, não o direito de “tacar fogo” na floresta amazónica. Não pensem que a reprimenda mundial vá despertar patriotismo: como a “causa” é péssima, o que traz é vergonha.

Anos e anos de esforço de Lula e Dilma para transformar o país num interlocutor das nações mais poderosas, para melhorar a sua inserção do sistema de trocas internacionais, para ser uma voz respeitada, que aspirava até a uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU para, em poucos meses, virarmos um pária internacional, um motivo de escárnio para o mundo.

O estúpido, inculto e imbecil Boçalnaro, conseguiu uma proeza. Mobilizou a opinião pública mundial contra o Brasil num grau e numa velocidade inacreditáveis. É mesmo provável que o número de queimadas e a área desmatada no país tenha crescido com seu discurso de tirar a fiscalização ambiental “do cangote” de fazendeiros, garimpeiros e madeireiros. E, ainda mais, com o clima de terror que ele impôs aos servidores dos órgãos fiscalizadores, vários deles já punidos com transferências para longe de seus locais de trabalho.

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Tudo o que está a ocorrer, por pior que seja, porém, não chega nem perto da repercussão que a idiotia presidencial conseguiu dar ao tema.

1 – Um vídeo da Reuters tem meio milhão de acessos, dizendo que “onda enorme [de queimadas] veio depois de Boçalnaro tomar posse em janeiro”.
https://twitter.com/Reuters/status/1164226909745500161

2 – O The New York Times diz que ” o desmatamento da Amazônia aumentou rapidamente desde que Boçalnaro, eleito em outubro, tomou posse e seu governo cortou os esforços para enfrentar actividades ilegais na floresta tropical”.
https://www.nytimes.com/…/…/americas/amazon-rainforest.html…

3 – A inglesa BBC (1) também divulga vídeos, assim como a rede de televisão norte-americana NBC (2), o francês Le Monde faz o mesmo, dizendo que Bolsonaro é uma ameaça à Amazónia.
(1) https://twitter.com/BBCWorld/status/1164295357750284288
(2) https://twitter.com/NBCNews/status/1164227161345024000

4 – A Al Jazeera (1) diz que o país vive em black-out durante o dia pela fumarada e até os vizinhos argentinos, no meio de uma crise, destacam o tema: “Incêndios na Amazónia atingem nível recorde e Jair Boçalnaro aponta contra ONGs“ (2)
(1) https://twitter.com/AJEnglish/status/1164117055353827328
(2) https://www.clarin.com/…/incendios-amazonas-alcanzan-nivel-…

Os prejuízos que os incêndios e o desmatamento da Amazónia trazem são imensos, mas vão muito além de árvores e animais queimados. Tornaram o Brasil e seu governo “malditos” no mundo, ao contrário dos tempos em que outros governos atraíam a solidariedade da opinião pública mundial.

Não é verdadeira a “máxima” de que um país não tem amigos, tem interesses. Amizade é a primeira porta para os negócios e o imbecil brucutu Boçalnaro está a transformar o Brasil num país que, em lugar de encantar, horroriza o mundo.

Telmo Vaz Pereira

At https://www.facebook.com/