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Edição do Voluntariado Inclusivo em Portugal

Voluntariado inclusivo

LANÇAMENTO DO MANUAL “VOLUNTARIADO INCLUSIVO –
Orientações para desenvolvimento de um programa de voluntariado mais inclusivo”

Dia 30 de Novembro de 2017, em Évora.

No âmbito das Comemorações do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência e do Dia Internacional dos Voluntários, a Fundação Eugénio de Almeida apresenta a edição em português do livro “Voluntariado Inclusivo: orientações para o desenvolvimento de um programa de voluntariado mais inclusivo”, publicação resulta de um projeto de 2 anos desenvolvido por uma parceria de oito instituições dos seguintes países europeus: Croácia, Dinamarca, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Roménia e Eslováquia.

Esta publicação que a Fundação Eugénio de Almeida agora publica em português, é composta por duas partes. A primeira parte cobre aspetos gerais do voluntariado inclusivo. A segunda parte inclui orientações para coordenadores de voluntariado sobre a forma de trabalhar com diversos grupos – pessoas com deficiência auditiva, deficiência visual, deficiência física, pessoas com problemas de saúde mental, idosos, migrantes, desempregados de longa duração, ex-reclusos e pessoas sem abrigo. 

Destinatários: Técnicos e dirigentes de organizações promotoras de voluntariado, voluntários e público em geral.

Amanhã às 15:00.

At Fórum Eugénio de Almeida – 7000-804 Évora

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Opinião: “Imprensa de reverência”

Imprensa irr

Aurelio MalvaComo se pode ver neste quadro, das 181 peças jornalísticas que, nos últimos quatro dias, se referiram aos casos Panteão ou Tecnoforma, 171 (94,5%) mexeram e remexeram até à náusea no primeiro caso, enquanto apenas 10 (5,5%) tiveram a coragem de fazer luz sobre segundo.

É pois evidente que a esmagadora maioria da imprensa preferiu uma vez mais tentar entalar e responsabilizar o governo por uma situação de que não foi directamente responsável (ao mesmo tempo que tentava ilibar o governo anterior da responsabilidade de ter publicado um despacho que prevê o aluguer do Panteão Nacional para festas e jantares privados e estabelece até os respectivos preços) e, ao contrário, silenciar o envolvimento de Passos Coelho e Miguel Relvas num grave caso de fraude que implica a devolução de cerca de 6,7 milhões de euros à Comissão Europeia.

É esta a imprensa de “referência”! Na verdade, uma imprensa de reverência para com a Direita e os grandes interesses instalados. E que, por isso, não suporta o governo do PS apoiado pela Esquerda e tudo faz para minar a sua acção e credibilidade. Pois pode continuar a sua campanha de intoxicação e manipulação que de pouco ou nada lhe valerá! Porque a esmagadora maioria dos portugueses está de olhos bem abertos. E a Esquerda aprendeu com o erro de 2011.
Aurélio Malva

 

Voos de Badajoz a Madrid ou Barcelona máx. 90/110 €

Aeroporto Badajoz
El ministro de Fomento y Vara firman el acuerdo para convertir las rutas en un servicio público obligatorio. A partir de julio, de lunes a viernes, habrá al día dos conexiones de ida y vuelta con la capital de España.

Los vuelos desde el Aeropuerto de Badajoz despegan hacia «un nuevo tiempo». El ministro de Fomento, Íñigo de la Serna, se reunió ayer en Mérida con el presidente de la Junta, Guillermo Fernández Vara, para firmar el protocolo que declarará las rutas aéreas a Madrid y Barcelona un servicio público obligatorio (OSP), lo que permitirá un contrato de licitación pública para mejorar los precios y horarios de los vuelos. La previsión es que la OSP esté operativa a partir del 1 de julio de 2018 y según avanzó De la Serna, permitirá incrementar las frecuencias semanales de vuelo a la capital de las seis rutas actuales a 11. Además, se fijan en un máximo de 90 y 110 € los precios de los billetes de ida o de vuelta a Madrid y Barcelona respectivamente.

Una vez firmado este protocolo de intenciones entre ambas administraciones, hay que culminar el expediente y el Consejo de Ministros debe establecer las condiciones bajo las que se prestará esa OSP. En el caso de que no haya ninguna aerolínea interesada en operar con las pautas que se marquen «de forma voluntaria y sin coste», los vuelos se sacarían a licitación pública por un periodo de cuatro años y un presupuesto de 3,5 millones por ejercicio. Actualmente, en el aeropuerto pacense opera la compañía Air Nostrum, filial de Iberia, con quien la Junta tiene suscrito un contrato de publicidad por 2,1 millones de euros hasta febrero de 2018.

MÁS FRECUENCIAS / De la Serna explicó que con la OSP se podrán incrementar las frecuencias de vuelos semanales para ganar «una mayor conectividad». Así, a Madrid habrá dos vuelos diarios de ida y vuelta de lunes a viernes y uno los domingos (ahora hay seis, uno todos los días excepto los sábados), mientras que a Barcelona se mantendrán las cuatro frecuencias actuales (ahora hay vuelos los martes, jueves, viernes y domingos). Respecto a los precios, el ministro emplazó a esperar a la licitación porque deben ser las aerolíneas las que los oferten, pero sí avanzó que se ha fijado un máximo de 90 euros para Madrid y 110 a Barcelona. Unas cifras que, no obstante, están en la línea de lo que ahora ofrece Air Nostrum en su web: 81 y 106 euros.

En su intervención, el ministro destacó la «buena salud» con la que goza el Aeropuerto de Badajoz, pues según sus datos el tráfico de pasajeros se ha incrementado un 8,3% en el último año (entre septiembre de 2016 y septiembre de 2017), destacando sobre todo los viajeros internacionales, que suben un 9,1%. Además, en el mismo periodo el tráfico de aeronaves ha subido un 5,6% y el de mercancías un 15,3%. Cifras que para De la Serna, reflejan que en Extremadura «hay hambre por disponer de buenos servicios, buenas frecuencias y una mejor comunicación», de ahí que se optara por la OSP para los vuelos ante la escasa competencia del sector privado.

Por su parte, Fernández Vara destacó que una vez se disponga de la OSP en julio del 2018, el aeropuerto extremeño «podrá iniciar un nuevo tiempo muy reclamado por el sector empresarial y el turismo de eventos», aunque también reconoció que «los horarios condicionan en gran medida el éxito de un proyecto de estas características».

At http://www.elperiodicoextremadura.com/

Artigo de opinião: “A Revolução de Outubro está morta?”

Pedro TadeuNo dia 7 de novembro de 1917, há cem anos, não havia verdadeiras democracias no mundo. Nos países onde se faziam eleições para o poder legislativo só uma pequena parte do povo tinha direito a voto: na maior parte dos casos só os proprietários, os empregados, os mais velhos ou alfabetizados é que podiam votar. Onde não havia ditaduras formais só uma pequena parte da população era chamada a decidir o futuro coletivo.

Na Inglaterra, tantas vezes descrita como a mais avançada das democracias europeias, os homens só tiveram acesso geral ao voto em 1918 e as mulheres, depois de 30 anos de manifestações reprimidas nas ruas, só o teriam em 1928.

Em França as mulheres só puderam votar em 1944, apesar de a Revolução Francesa, a da igualdade e da fraternidade, ter como símbolo uma mulher e de o voto dos homens para elegerem um parlamento ter começado em 1792 e dos homens não brancos em 1916.

Nos Estados Unidos os homens brancos podiam votar desde 1856, as mulheres desde 1920, os nativos desde 1924 mas, em resultado da dura luta dos afro-americanos contra a segregação, a universalidade do voto chegou à “terra dos homens livres” somente em 1965, já grande parte de nós era nascida.

Em Portugal o voto só foi verdadeiramente universal em 1974, graças à Revolução dos Cravos, pois boa parte da população estava proibida de ir às urnas, mesmo na República, antes do fascismo.

No dia 7 de novembro de 1917, há cem anos, os bolcheviques tomaram o poder na Rússia e herdaram o voto universal instituído pelo governo provisório da revolução de fevereiro. A Rússia não foi a primeira: na Nova Zelândia, na Finlândia, na Noruega e na Dinamarca isso já acontecia. Democracia no mundo em 1917? Não, não havia.

A Rússia bolchevique juntou à noção de direito de voto universal muitos outros de sua lavra: habitação, assistência médica e educação gratuitas, legalizou-se o divórcio, terminou a distinção entre filhos legítimos e ilegítimos, promoveram-se direitos das crianças e dos idosos, proibiu-se o trabalho infantil, as jornadas de trabalho foram limitadas a oito horas diárias, houve férias pagas, segurança social, estabeleceu-se salário igual para trabalho igual entre homens e mulheres. Quase ninguém no mundo tinha leis destas…

Os países de sistema capitalista encontraram um adversário que entusiasmava e mobilizava milhões de operários, empregados, intelectuais, professores, estudantes, homens e mulheres explorados, oprimidos, sem voz. Ao longo dos 70 anos seguintes, até à queda da União Soviética, muitos países capitalistas, pressionados pela competição com o campo socialista e pela luta dos deserdados da fortuna dos seus países, concederam inúmeros direitos políticos e sociais que hoje consideramos naturais.

Sim, os crimes contra a humanidade que se praticaram em nome do socialismo – tal como os dos capitalismo – são imperdoáveis. Mas isso não conta toda a história: uma boa parte das melhorias civilizacionais do planeta estão associadas ao desafio colocado pela primeira tentativa de construir uma sociedade sem explorados nem exploradores – e só assim as melhores democracias capitalistas caminharam para o que hoje são. Até no simples voto…

A denunciante mais talentosa da degradação do “comunismo real” é Svetlana Alexievich, a prémio Nobel da Literatura que escreveu O Fim do Homem Soviético. Mas até ela resolveu dizer isto a um jornal português: “O comunismo era uma ideia boa, bonita, no início. E acho que não está morto. O comunismo vai voltar, mais à frente no tempo…” A Revolução de Outubro faz hoje 100 anos mas, segundo Svetlana, a anti-soviética, o seu espírito não morreu… Espanto?

Pedro Tadeu

At https://www.dn.pt/

Opinião: “Subversão da verdade”

Ricardo CastanheiraO Facebook com os seus dois biliões de utilizadores deixa muito atrás os países mais populosos do planeta: a China (1.387 biliões) ou a India (1.340 biliões). Mas mesmo a União Europeia (508 milhões) fica atrás do Whatsapp (1.2 biliões), do Youtube (1 bilião) ou do Instagram (700 milhões). Este é o ponto de partida.

Já vai longe no tempo a confiança no que líamos e víamos, fosse nas páginas de um jornal ou num ecrã de televisão. A produção e circulação de informação espontânea e não institucionalizada mudou a realidade: desde logo, dos órgãos de comunicação que vivem, por todo o lado, dias difíceis para sobreviver e no modo como se consome, numa internet sem filtros nem regras editoriais mínimas em que cada um escreve, comenta e divulga o que lhe dá na real gana para uma potencial audiência esmagadora e sem fronteira.

No rescaldo do passado fim de semana, multiplicaram-se nas redes sociais fotos e vídeos de cargas policiais e outros atos de violência contra os independentistas nas ruas de Barcelona. A indignação generalizou-se contra a “barbárie fascizante” de Madrid. Ora, passados uns dias sabemos que, afinal de contas, muitas dessas imagens eram falsas e não passavam de montagens com um propósito muito claro de vitimizar uns e mobilizar a opinião pública contra os outros.

Desta vez foi na Catalunha, mas o fenómeno das notícias e imagens falsas já tinha estado presente nas últimas eleições americanas – com os resultados que se sabe! – passou pelas francesas e mais recentemente entrou na contenda alemã. Ou seja, onde há poder em disputa há a instrumentalização e a subversão da verdade.

Já há relatórios internacionais que mostram consistentemente que existe da parte de alguns países uma estratégia de influência e domínio que passa pelo uso robotizado de “fake news” e perfis falsos para gerar instabilidade em determinados alvos. As guerras assumem, hoje, diferentes formas e espaços. O contexto digital é claramente um deles. Não perceber isto é não entender o mundo em que vivemos e esquecer estupidamente que as redes sociais são o habitat natural de milhões e milhões de seres humanos. É lá que se jogam – para o bem e para o mal – muitas das decisões políticas.

Os governos não se podem demitir e deixar à auto-regulação das plataformas digitais a procura de soluções. Afinal de contas, não cabe às empresas do “Vale Silício” garantir as liberdades individuais, a ordem social, a segurança coletiva e até em certa medida a soberania.

Este é o debate dos nossos tempos. E há tão poucos a querer fazê-lo…

Ricardo Castanheira

At https://www.facebook.com/

Opinião: “Catalunha”

FB_IMG_1507198302293Um par de “bofetadas” não resolve diferenças políticas. Mas também não sou dos que crê que o uso da brutalidade só está errada quando empregada pelos outros. Numa Europa que sempre se identificou com um sistema democrático e reformista, de eleição e instituições representativas, de respeito pela liberdade de expressão, de partidos políticos e sindicatos, uma sociedade aberta respeitadora da soberania individual, sem imposições culturais ou censuras. O que se espera dos seus intelectuais e dirigentes políticos é apenas um esforço de lucidez perante momentos de maior conturbação. Um intelectual ou um político que crê que a liberdade é necessária e possível para o seu país e sociedade não pode, por momentos que seja, achar que esta é supérflua ou que pode ser suspensa.

Este é o exemplo dos acontecimentos do passado dia 1 de Outubro na Catalunha, quando a sociedade manifesta o seu cepticismo sobre a capacidade do país preconizar no seu seio a convivência e a liberdade que fizeram dos países ocidentais o que são. Tenho no entanto a noção de que este é um problema complexo e de difícil resolução o que explica as suas incongruências e consequências.

Mas neste momento importa reflectir sobre a incapacidade de entender e lidar com certos fenómenos e equacionar e adaptar uma resposta eficaz ao momento. A violência é a linguagem da falta de comunicação entre os membros de uma sociedade, em que o diálogo desapareceu há muito ou nunca existiu. Na Catalunha este episódio tomou proporções alarmantes para o futuro da Espanha e da própria Europa. Entre as várias causas que podemos evocar, algumas são permanentes, resultantes da inoperância, não de uma mas de várias gerações, que optaram por soluções menos difíceis e de resultados inferiores.

Nãobasta para consolidar o sistema que exista liberdade de expressão, parlamentares e autarcas eleitos, independência de poderes e renovação periódica do poder executivo. A democracia dos “votos” não pode vacilar perante o peso da opinião pública. Esta exige de todos uma constante adaptação, ceder a algo para alcançar o consenso que assegura a convivência na diversidade. Alcançar isso é ser livre, é viver em liberdade, avançar, progredir, prosperar, tendo em conta o interesse de todos. Com a rectificação e emendas que evitem ou amortizem a violência, numa constante concertação dos opostos em nome da paz social.

Nuno Serra Pereira

At Facebook

Cáceres hasteou grande bandeira de Espanha

Espanha

El pleno del Ayuntamiento de Cáceres ha aprobado hoy, con los votos favorables de PP y C’s, la colocación de una gran bandera de España como homenaje a la democracia, que la formación naranja ha propuesto que se ubique junto a la estatua de Hernán Cortés.

La moción registrada por C’s ha contado con el voto en contra de PSOE y CáceresTú (CCTú), grupos que han criticado la propuesta.

Para el edil socialista Paco Hurtado, se trata de una iniciativa “oportunista” ante la situación que se está viviendo en Cataluña.

“Aquí no se trata de hacer un test de españolidad. Ser demócrata es otra cosa. Por esa regla de tres, que se ponga también una bandera extremeña en esa misma ubicación”, ha recalcado.

Por su parte, el edil de CCTú Ildefonso Calvo ha señalado el “despilfarro” que supone esto ya que “hay diferentes banderas de España ondeando en la ciudad”.

En la moción, C’s defiende la colocación de una bandera española “como homenaje al sistema democrático del país”, porque “es justo reconocer y valorar el esfuerzo que realizaron todos los españoles para que hoy en día, podamos presumir de ser un país democrático”.

“Esto no es más que un símbolo de la defensa del Estado en el que vivimos. No saquen conclusiones erróneas”, ha aseverado el portavoz de Ciudadanos, Cayetano Polo.

El PP ha apoyado la propuesta pero aboga por que sean los técnicos municipales los que decidan qué lugar es el más idóneo para ubicar la bandera “por cuestiones de seguridad vial, etcétera”, según el portavoz municipal, Rafael Mateos.

En la primera sesión plenaria del curso político en Cáceres también se han aprobado las nuevas tarifas de los taxis, con una subida del 1,20 %, y una modificación de crédito para poder hacer frente al déficit del servicio del autobús urbano, de 540.000 euros, en su segundo año de concesión.

At http://www.elperiodicoextremadura.com/