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Évora revitaliza centro com 17 milhões

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Nos próximos três anos vão ser investidos cerca de 17 milhões de euros na revitalização do centro histórico de Évora. Segundo o município alentejano, a maioria deste investimento irá incidir na recuperação do edifício centenário do Salão Central Eborense e na requalificação dos Paços do Concelho, do Teatro Garcia Resende, da antiga central rodoviária e em arranjos de espaços públicos.

Carlos Pinto de Sá, presidente da autarquia de Évora, refere que este investimento, inserido no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Évora, pretende combater a tendência de abandono do centro histórico, recuperando os edifícios devolutos e dinamizando a atividade económica e os edifícios municipais. “Este é um investimento para os próximos três anos. O edifício da ex-rodoviária irá receber serviços do município que estavam fora do centro histórico”, referiu recentemente o autarca, acrescento que esta revitalização irá também potenciar o turismo, que “tem tido um crescimento médio anual de 20 por cento”.

O programa Alentejo 2020 irá disponibilizar mais de 5 milhões de euros para a recuperação de imóveis de particulares, de comerciantes e de instituições. O município irá investir 9,5 milhões de euros.

Deste valor, 2,5 milhões estão destinados à reabilitação do Salão Central Eborense cuja obra deverá iniciar no segundo semestre de 2018. Este edifício, construído em 1916, passará a ter diferentes valências. Conta com um palco de grandes dimensões e uma plateia com 182 lugares. Permite ainda a realização de diversos espetáculos em simultâneo nos dois pisos.

At CM

Diputación de Cáceres pide a Iberdrola que el puente de Cedillo esté abierto a diario

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La presidenta de la Diputación de Cáceres, Rosario Cordero, ha anunciado hoy que instarán a la empresa eléctrica Iberdrola a que permita diariamente y no solo en fines de semana el tráfico por el puente de la presa de Cedillo.

Cordero entiende que esto “sería una solución” a la desestimación del proyecto de construcción de un puente que una la localidad cacereña de Cedillo con la portuguesa de Nisa y que ha sido descartado por el Comité de Gestión del Programa de Cooperación Transfronteriza Interreg V-A España Portugal (Poctep) 2014-2020.

Según Cordero, se están estudiando otras opciones para que ese puente sea una realidad, pero mientras inician contactos con el país luso y la Junta de Extremadura para plantear la financiación “abrir al tráfico diario el puente sería una solución para impulsar el desarrollo económico de esta zona de la Sierra de San Pedro“.

La presidenta de la Diputación cacereña dice que la empresa alega “motivos de seguridad” para no abrir al tráfico el puente a diario y ha subrayado que la institución estaría dispuesta a invertir para “reforzar la seguridad” del mismo.

Rosario Cordero ha apelado también al “compromiso social” que esta empresa demostraría con la comarca y la provincia y ha subrayado que actualmente los vecinos de la zona se ven obligados a recorrer 165 kilómetros por Valencia de Alcántara para llegar a tierras portuguesas.

Cordero también ha criticado que el anterior gobierno del PP en la Diputación rechazara los 4 millones de euros aprobados para la construcción del puente en una convocatoria anterior de Interreg, lo que, a su juicio, fue “una oportunidad única” porque Portugal estaba dispuesta a aportar 1,5 millones y el resto hasta los más de 6 millones que cuesta la infraestructura, los pondría la Diputación.

Fondos devueltos

“No entiendo por qué se devolvieron esos fondos, de un proyecto que hubiera traído prosperidad a una comarca y hubiera generado empleo en la provincia”, ha concluido Cordero.

La presidenta tenía programada una reunión con la presidenta de la Cámara municipal de Nisa (Portugal), que por cuestiones de agenda, no se ha producido, pero se retomará en junio.

At http://www.hoy.es/

Opinião: “Centeno e Schäuble”

Com frequência, nós, os portugueses, somos muito paroquiais, não nos dando conta do ridículo de certas situações, continuando a ficar deslumbrados com muito do que vem “lá de fora”, em especial se emanado dos poderes fáticos.

Por isso me pergunto se haverá alguém, no seu perfeito juízo, que acredite que o qualificativo dado por Wolfgang Schäuble a Mário Centeno – “o Ronaldo do eurogrupo” – é algo mais do que um arrogante e achincalhante gozo, feito a propósito de resultados económicos que ele, com absoluta certeza, acha serem muito cosméticos e conjunturais, bem longe das reformas que ele considera indispensável virem a ser feitas, por forma a promover uma redução, significativa e sustentada, da dívida? Que grande ingenuidade estar a comentar e a dar importância à “boutade” do cavalheiro!

E também só a “naïveté” lusitana pode dar um mínimo de plausibilidade à ideia de Mário Centeno vir a chefiar o eurogrupo. Imagino que alguém possa ter falado nisso a Centeno, mas, conhecidos são os equilíbrios (ou melhor, os desequilíbrios) políticos e doutrinários no eurogrupo, e mesmo que possa haver interesse em escolher um socialista para o lugar (dado o excesso de gente do PPE, um pouco por todo lado), esse “socialista” terá de ser do tipo de Dijsselbloem, isto é, uma voz ventríloqua de Schäuble, nunca saído dos “implementadores” exatamente do contrário daquilo que Schäuble preconiza. E que interesse podia ter essa nomeação para nós? Para vermos Centeno a ter de desdizer-se face ao passado recente, vocalizando aquilo com que não concorda? E onde ficaria a “cara” de António Costa, depois de ter assegurado que apoiaria o espanhol Luis de Guindos? Conheço-o suficientemente para ter a certeza de que se não prestaria à trampolinice de Barroso, quando saltou para a presidência da Comissão Europeia, depois de tanto “entusiasmo” revelado com a “candidatura” de António Vitorino.

Por isso, e porque a Europa é o que é e não aquilo que, às vezes, aparenta sê-lo ou alguns gostavam que fosse, talvez não fosse mau haver algum sentido da medida. E muito bom senso.

Francisco Seixas da Costa

At Facebook

Carta aberta de yazidi (refugiado) ao Presidente da República

Saman Ali chegou a 6 de março como refugiado. É yazidi, do Iraque. Viajou da Grécia até Lisboa com seis famílias do mesmo credo, 23 pessoas ligadas por sangue e ele sem laços nenhuns. O autoproclamado Estado Islâmico (Daesh) matou-lhe a família inteira. Mãe, irmãs, irmãos, pai. Ainda no aeroporto de Lisboa jurou fidelidade a Portugal, “o meu segundo país para sempre”. Em Guimarães, onde foram integrados, manteve a promessa, mesmo quando os companheiros de viagem começaram a partir, logo nos primeiros dias. Para a Alemanha, Holanda e outros países europeus. Ficou só ele. O único yazidi que resta em Portugal.

Esta semana, no Dia do Trabalhador, o professor universitário de biologia decidiu redigir uma carta aberta ao Presidente da República. Escreveu-a em português, a língua que já começou a aprender. O seu título provisório de residência termina esta sexta-feira, e Saman está com muito medo de perder mais um país.

Carta Aberta ao Senhor Presidente da República Portuguesa

Excelentíssimo Senhor
Presidente da República Portuguesa Prof. Marcelo Rebelo de Sousa,

Me Ajuda Por Favor!

Eu Preciso de Você!

Caro Presidente,

Antes de mais, gostaria de agradecer todos os esforços levados a cabo por vós e pelas autoridades portuguesas no apoio ao nosso povo Yazidi; estamos muito agradecidos por tudo o que têm feito.

Eu sou um Yazidi, sou solteiro, chamo-me Saman Ali, e nasci em Sinjar, no Iraque. Também sou vítima do ISIS [Daesh], que matou muitos dos meus familiares, tais como os meus pais, irmãs e irmãos. Perdi-os a todos, sendo eu o único sobrevivente.

No Iraque, era professor universitário, mas fui obrigado a deixar o meu país por causa da minha religião, das minhas opiniões e das minhas atividades. A minha vida estava em grande perigo e eu estava a trabalhar como voluntário para uma organização não governamental chamada Holy Spirit, para ajudar o meu povo.

Nunca mais posso voltar ao Iraque pelo risco de ser perseguido e morto.

Cheguei a Portugal no dia 6 de Março de 2017 pelo programa europeu de realocação da Grécia, tendo feito a perigosa viagem do Iraque e esperado mais de um ano. A 10 de Novembro de 2016, tive o prazer de saber que a minha realocação tinha sido aceite pelas autoridades portuguesas.

Quero agradecer a todas as organizações portuguesas por todo o seu apoio e ajuda, especialmente ao SEF e os colaboradores da Câmara Municipal de Guimarães, onde todos foram muito simpáticos comigo.

Desde o primeiro dia em que cheguei, aceitei Portugal como o meu segundo país de origem e adoro o povo português, que agora sinto como membro da minha família, e quero ficar aqui o resto da minha vida.

Tenho um mestrado em biologia médica e quero muito começar a fazer o doutoramento, falo 6 línguas e já comecei a aprender português.

Desejo servir o povo de Portugal e é um prazer fazer parte da vossa sociedade, respeito a lei e interessam-me muito uma sociedade e um modo de vida pacíficos e civilizados.

Perdoe-me por dizer : Eu sou o primeiro refugiado yazidi que chegou aqui a Portugal e eu serei o último a ficar aqui porque todos eles já saíram. Vamos ter em Portugal só um refugiado yazidi que sou eu, porque nenhum outro quer ficar.

Se houver alguma forma de acelerar o processo de asilo para que eu o possa obter mais rapidamente, queiram, por favor, informar-me, pois quero muito contribuir e continuar com os meus estudos, que me permitirão trabalhar, uma vez que com este estatuto de asilo, tal não me é permitido.

Muito grato pelo vosso tempo, queiram aceitar o meu respeito e consideração.

Deus vos abençoe e obrigado pelo vosso apoio.

Saman Ali

At Expresso.pt

Época termal arranca este Sábado, 6 de Maio

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O Município de Nisa informa que no próximo dia 6 de Maio, o Complexo Termal da Fadagosa de Nisa inicia a sua época termal, que se prolonga até Novembro.

As águas sulfurosas das Termas da Fadagosa de Nisa são especialmente indicadas no tratamento de doenças do foro respiratório, músculo-esqueléticos, metabólicos e dermatológicos. Com um conjunto de serviços ao dispor dos utentes, que vão desde as consultas de hidrologia, técnicas termais (banho de imersão; hidromassagem; bolha de ar; subaquáticos e duche circular; duche geral de agulheta; duche filiforme; duche Vichy; Irrigação nasal; aerossol; nebulização) e ainda tratamentos complementares de SPA com hidromassagem seca; jacuzzi; sauna e massagem relaxante.

A Câmara Municipal de Nisa disponibiliza diariamente transporte gratuito a grupos (mínimo 5 pessoas), para as deslocações entre Nisa e o Complexo Termal.

Para mais informações e marcações contactar 245799050, termasdenisa@gmail.com ou http://www.cm-nisa.pt/termasdenisa.html.

At http://www.cm-nisa.pt/

Almaraz chegou a Lisboa. Entretanto, mais uma…

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La Central Nuclear de Almaraz notificó al Consejo de Seguridad Nuclear (CSN) que a las 9.57 horas de este lunes se había producido una desconexión no programada de la Unidad 1 debido a la parada de la bomba principal Nº2, como consecuencia de la pérdida de suministro eléctrico a dicha bomba.

Según informó el titular de la central cacereña en una nota, la Unidad 1 se encuentra actualmente en situación estable “habiendo funcionado correctamente todos los controles y protecciones”.

El personal de la central estuvo realizando la investigación de la anomalía, así como las pruebas y verificaciones pertinentes para proceder a la posterior reconexión a la red eléctrica de la unidad.

El suceso no tuvo impacto en los trabajadores, el público ni en el medio ambiente. (…)

At http://www.hoy.es/

Assim se aposta no rio… Guadiana

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A zona da cascata do Pulo do Lobo, em pleno Parque Natural do Vale do Guadiana, vai ter um passadiço em madeira. A instalação da estrutura deverá estar concluída no final do ano.

É um dos principais pontos de interesse do Parque Natural do Vale do Guadiana, uma garganta escarpada de xisto que transforma o calmo rio numa zona de rápidos, cenário raro no Baixo Alentejo. Para alguns, é geografia decalcada da insólita justificação de Cavaco Silva para não responder às críticas de Mário Soares, então Presidente da República, em 1994. “Estava no Alentejo profundo, mais precisamente no Pulo do Lobo, a comer caracóis num café”, esquiva-se o então primeiro-ministro. Para outros, mais miúdos, é título e palco de acção de um dos livros da colecção Uma Aventura, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, publicado em 2010.

Agora, a zona do Pulo do Lobo vai ter um passadiço de madeira com quase um quilómetro de comprimento, para “melhorar a visitação” daquela “zona lindíssima” do concelho de Serpa, avança à Fugas o presidente da autarquia, Tomé Pires. “Há muito que queríamos e estávamos a tentar melhorar as condições de visitação nesta zona.” O primeiro passo foi melhorar a principal via de acesso, através de troços de asfaltamento e terraplanagem. Agora a candidatura aos apoios comunitários do programa Alentejo 2020 para a construção de um passadiço foi aprovada e no próximo mês deverá ser lançado o concurso público para a instalação da estrutura. As obras, prevê a autarquia, devem arrancar no “início de Julho” e estar concluídas “no final do ano”.

O projecto é composto por três troços exclusivamente pedonais: uma escadaria “com cerca de 300 degraus”, que desce a encosta em ziguezague “através de patamares de descanso que servem também como varandas”; e dois passadiços que se desenvolvem em sentidos opostos ao longo da margem esquerda do rio. “A ideia foi dar as duas imagens do Guadiana existentes nesta zona”, indica o autarca. A montante, o caudal largo e tão calmo que mais parece um lago; a jusante, a garganta fluvial que se aperta entre xistos para formar uma cascata de espuma. A estrutura integra ainda três zonas de estadia, com varandas-miradouros sobre o Guadiana, e duas pontes – uma delas sobre a ribeira do “beco do pulo”.

Actualmente, a zona da cascata do Pulo do Lobo é de difícil acesso e não possui estruturas de segurança, implicando uma descida a pé pela encosta de declive acentuado. O objectivo é torna-la “acessível e confortável”, com vista “à valorização e visitação do sítio”. Além do passadiço, vai ser instalada sinalética e painéis informativos e interpretativos sobre o Pulo do Lobo, o cenário envolvente e a ligação da zona ao Parque Natural do Vale do Guadiana.

O projecto, afirma Tomé Pires, é “o continuar de uma estratégia da câmara de Serpa”, que passa por “salvaguardar o património” – neste caso, o património natural – e, depois, “utilizá-lo de forma a promover o desenvolvimento económico e social do concelho” – aqui através do turismo. Desde que começou a ser alinhavado, revela, houve vários “proprietários a avançar com algumas ideias”, como a criação de um parque de caravanas ou a abertura de unidades de alojamento local. “Já se sentem novas dinâmicas e é isso que se quer: dinamizar e juntar vontades para que apareçam novos projectos.”

O sucesso dos passadiços do Paiva “influenciou o surgimento deste projecto”, não esconde o autarca, que assume ter visitado várias vezes a estrutura instalada há dois anos em Arouca. A empresa que desenhou os dois projectos é até “a mesma”, revela. Embora seja um passadiço mais modesto – e pequeno – do que o instalado na margem esquerda do Paiva, a expectativa é repetir o êxito, com o aumento do número de visitantes na região.

A obra tem um custo total elegível de 427 mil euros, sendo financiada a 75% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (Feder), no valor de 320 mil euros, aproximadamente.

At http://fugas.publico.pt/