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Nisa foi o concelho que mais eleitores perdeu no distrito em %

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Opinião: “Centeno e Schäuble”

Com frequência, nós, os portugueses, somos muito paroquiais, não nos dando conta do ridículo de certas situações, continuando a ficar deslumbrados com muito do que vem “lá de fora”, em especial se emanado dos poderes fáticos.

Por isso me pergunto se haverá alguém, no seu perfeito juízo, que acredite que o qualificativo dado por Wolfgang Schäuble a Mário Centeno – “o Ronaldo do eurogrupo” – é algo mais do que um arrogante e achincalhante gozo, feito a propósito de resultados económicos que ele, com absoluta certeza, acha serem muito cosméticos e conjunturais, bem longe das reformas que ele considera indispensável virem a ser feitas, por forma a promover uma redução, significativa e sustentada, da dívida? Que grande ingenuidade estar a comentar e a dar importância à “boutade” do cavalheiro!

E também só a “naïveté” lusitana pode dar um mínimo de plausibilidade à ideia de Mário Centeno vir a chefiar o eurogrupo. Imagino que alguém possa ter falado nisso a Centeno, mas, conhecidos são os equilíbrios (ou melhor, os desequilíbrios) políticos e doutrinários no eurogrupo, e mesmo que possa haver interesse em escolher um socialista para o lugar (dado o excesso de gente do PPE, um pouco por todo lado), esse “socialista” terá de ser do tipo de Dijsselbloem, isto é, uma voz ventríloqua de Schäuble, nunca saído dos “implementadores” exatamente do contrário daquilo que Schäuble preconiza. E que interesse podia ter essa nomeação para nós? Para vermos Centeno a ter de desdizer-se face ao passado recente, vocalizando aquilo com que não concorda? E onde ficaria a “cara” de António Costa, depois de ter assegurado que apoiaria o espanhol Luis de Guindos? Conheço-o suficientemente para ter a certeza de que se não prestaria à trampolinice de Barroso, quando saltou para a presidência da Comissão Europeia, depois de tanto “entusiasmo” revelado com a “candidatura” de António Vitorino.

Por isso, e porque a Europa é o que é e não aquilo que, às vezes, aparenta sê-lo ou alguns gostavam que fosse, talvez não fosse mau haver algum sentido da medida. E muito bom senso.

Francisco Seixas da Costa

At Facebook

Gavião, o único município que abdica do total de IRS

Gaviao Alamal

A Autoridade Tributária (AT) já deu a conhecer a participação dos Municípios no IRS dos residentes concelhios relativamente aos rendimentos do ano de 2017.

Por lei, os municípios têm direito, anualmente, a uma participação máxima de 5% do IRS cobrado aos seus moradores, no entanto há municípios que abdicam na totalidade.

Se a taxa de participação no IRS indicada à AT for inferior a 5%, a diferença reverte igualmente a favor da população. Mas atenção, a devolução municipal de IRS só tem lugar se a declaração de rendimentos for entregue dentro do prazo legal, explica o mesmo diploma.

No Alentejo é Gavião o município que mais beneficia os seus munícipes, abdicando da totalidade da participação. Por outro lado são 31 os municípios alentejanos que aplicam a taxa máxima de 5%.

At http://radiocampanario.com/ (conheça a participação de cada município alentejano no IRS)

Opinião: “Autoestrada do Baixo Alentejo e Aeroporto de Beja”

12079690_10204549469011089_6907896326233648454_nA A26 (Autoestrada do Baixo Alentejo) encontra-se com as obras a avançar, já a passar Santa Margarida do Sado (literalmente) com a ponte de 1938 a ser (parece) substituída por um viaduto de 900 m (o tal que tinha tido mil e uma avaliações de impacto ambiental e que se encontrava incompleto) que permite que haja no Concelho de Ferreira do Alentejo (finalmente!) Autoestrada.

A Aeroneo, empresa ligada ao setor da manutenção aeronáutica, finalmente teve luz verde para avançar (parece que será desta!) e criar os tais 40 postos de trabalho que (parece) farão o Aeroporto, para além de “parque de estacionamento”, “uma oficina de aviões”.

Nem num caso nem no outro, era o que pretendíamos e o que nos foi prometido/proposto, mas claro que são notícias que (face às perspetivas que tínhamos há meses atrás) nos sabem muito bem…

Foi, também, e é relevante dizê-lo mais uma vez, o Governo do PS que retomou a situação, depois do DESPREZO do Governo anterior…!

Também há que dizer, objetivamente 2 coisas:

1) A26 fez-se até onde está prevista (até cerca de 8 km dentro do Concelho de Ferreira do Alentejo) pelo empenho DIRETO da nossa Câmara Municipal e da determinação em lidar PUBLICAMENTE com a situação.

2) O investimento da AERONEO foi desbloqueado (esperemos que para o avançar MESMO) pelo atenção dos últimos dias que a questão do Aeroporto teve nos Media, designadamente do Programa “Sexta às 9″…

Ajudou ter no Governo quem temos… e ajudou NUNCA baixarmos os braços por PROJETOS que são ESSENCIAIS para o nosso futuro.

Pena é que nem todos pensem assim… e só agitem as bandeiras quando acham que ganham individualmente alguma coisa com isso…!

Somincor e Porto de Sines

Outras boas notícias chegam-nos do empreendimento da Sociedade Mineira de Neves Corvo: A empresa Lundin Mining propõe-se investir 250 milhões de euros na exploração mineira de Neves Corvo, com vista a duplicação de produção de zinco. A empresa irá empregar mais de 300 pessoas na construção e criar 200 postos de trabalho para a laboração.

É uma notícia particularmente importante porque irá permitir estender o prazo de permanência da empresa neste empreendimento e prolongar no tempo este importante empreendimento que direta e indiretamente abrange muitos territórios (ao nível dos seus efeitos nas economias locais, designadamente da empregabilidade).

Desvanecem-se as sombras de eventual redução/término da atividade e reforça-se a importância deste empreendimento tão relevante para o País e para a região. Recorde-se que a empresa, nos últimos dez anos, pagou cerca de 350 milhões de euros em impostos e royalties ao Estado e exportou 6000 milhões de euros em minério. Emprega atualmente cerca de 2000 trabalhadores, com tudo o que isso implica para o desenvolvimento local/regional dos territórios diretos e para o seu hinterland.

Ao nível do litoral, também o Porto de Sines, que durante tantos anos foi apelidado de “elefante branco”, é agora uma infraestrutura fundamental na economia nacional com perspetivas de se tornar gradualmente mais importante. Prevê-se que a expansão do atual terminal de contentores da empresa PSA, designado Terminal XXI, e a construção de um novo terminal de contentores, designado terminal Vasco da Gama, possam levar o mais importante porto nacional a entrar no ‘top 10’ dos portos europeus no segmento de carga contentorizada.

Além disso mantém a rota de crescimento dos últimos anos e atingiu no primeiro trimestre de 2017 os melhores indicadores de sempre. Já em 2016 o Porto de Sines tinha registado o melhor ano de sempre no total de toneladas movimentadas.

São projetos estruturantes que mudam radicalmente a face dos locais/regiões onde se inserem, mas que, inicialmente, vá-se lá saber porquê, são “pouco considerados”.

Estes dois bons exemplos que devem ser realçados e destacados são exemplos de como o Aeroporto de Beja (bem servido de acessibilidades rodo e ferroviárias) também poderá contribuir para o Desenvolvimento do País.

Sabemos que, pelo que se sente já com o projeto do Alqueva, que o Investimento Público é também fundamental para criar riqueza e promover o Desenvolvimento, mas nunca deve ser feito de forma “desgarrada”.

E uma estratégia integrada passa por “valorizar todos os ativos” por forma a obter-se o melhor resultado possível…

Devemos continuar a acreditar!

Aníbal Costa

At http://www.tribunaalentejo.pt/

Portugueses são sugados pelo Fisco e Seg. Social

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Portugal é o 12.º país entre os membros da OCDE que paga mais impostos, revelam os dados mais recentes da organização.

Os impostos e contribuições para a Segurança Social levaram, em média, 41,5% dos salários dos portugueses em 2016, tendo em conta trabalhadores com salário médio e sem filhos, ligeiramente menos do que em 2015 (42,1%), indicam os dados divulgados esta terça-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Do total de impostos que incidem sobre os salários dos trabalhadores portugueses 13,4% diz respeito a IRS, 8,9% refere-se às contribuições para a Segurança Social a seu cargo e 19,2% às contribuições pagas pela entidade empregadora. Portugal é (a par com a República Checa) o 12.º país entre os membros que paga mais impostos, acima da Grécia (40,2%) e de Espanha (39,5%), numa lista liderada pela Bélgica (54%) e pela Alemanha (49,4%).

Portugal fica ainda acima da média da OCDE, que em 2016 foi de 36%, de acordo com o relatório Taxing Wages. Segundo a OCDE, no caso dos trabalhadores casados e com filhos, os impostos e contribuições para a Segurança Social representaram no ano passado 28,2% do seu rendimento bruto, com Portugal a cair para 17.º lugar nesta categoria, mas a permanecer acima da média dos países-membros (26,6%).

At http://www.jornaleconomico.sapo.pt/

Opinião: “O pesadelo de pagar o IRS”

raquel-varela_1349828739O simplex transformou-se paulatinamente em sobre trabalho. Estamos afogados horas por dia a fazer online trabalho que antes era realizados por serviços e funcionários. Acumulamos em nós funções esgotantes, que o Estado não cumpre. Fomos transformados em para-funcionários das finanças, em poucos anos, sem conhecimentos legais e técnicos para tal. Somos por isso cidadãos sempre sob suspeita, incompetentes, em dívida com o Estado, angustiados, o Estado que sustentamos.

Encarnei um funcionário das finanças – pelos quais tenho sincero respeito e não vejo que tenham qualquer culpa nesta situação – num pequeno momento televisivo. O dia em que vamos pagar o IRS, não compreendemos quantas alíneas de quantos códigos nos faltam; o Java não está actualizado pela 32ª vez e finalmente o «sistema vai abaixo». Venham comigo na aventura de compreender porque «O Estado sou eu». Mesmo quando trabalhamos até para o momento de pagar.

Raquel Varela

At https://raquelcardeiravarela.wordpress.com/

Nova empresa na ZAE Nisa

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Instalada na Zona de Atividades Económicas, a empresa HortiCasa abriu, no dia 15 de janeiro, as suas portas à população do concelho de Nisa, como uma grande superfície comercial de venda de produtos agrícolas, pecuária, casa e jardim. A Presidente da Câmara Municipal, felicitou os empresários Jorge Silva e José Silva pelo espírito empreendedor e pela aposta económica no concelho de Nisa, relembrando que passados 10 anos sobre a última instalação de uma unidade económica na ZAE, um novo impulso na captação de novos investidores privados foi agora iniciado uma vez que foram desbloqueados mecanismos administrativos como o registo de lotes, a elaboração de um regulamento para a ZAE que agiliza a fixação do IRC em 0,01% e a execução de melhoramentos nos acessos e requalificação das entradas daquele espaço. A inauguração do espaço comercial contou com a presença de empresários, entidades públicas e civis e a participação do Presidente da Câmara Municipal de Mação, de onde são oriundos os empresários.

At http://www.cm-nisa.pt/

Santarém dinamiza com criação de sociedades

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A NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, analisou o ranking de criação de sociedades do distrito de Santarém e verificou que Santarém, Ourém e Benavente foram os concelhos que mais sociedades criaram em 2016.

Santarém criou 177 sociedades, Ourém criou 116 e Benavente 100. Destaque também para Torres Novas, que aparece em 4.º lugar do ranking, com 95 sociedades criadas, e, logo de seguida, para Tomar, com 77 sociedades criadas, ocupando o concelho o 5.º lugar.

Empatados em 6.º lugar estão os concelhos de Salvaterra de Magos e Almeirim, com 59 sociedades criadas, mais uma que a cidade de Abrantes, que se encontra, neste ranking, em 7.º lugar. Em 8.º lugar está Rio Maior, com a criação de 57 sociedades, em 9.º lugar o Cartaxo, com 55 sociedades, e o Entroncamento em 10.º lugar, com a constituição de 42 sociedades. Seguem-se os concelhos de Coruche (32), Alcanena (28), Alpiarça (17), Golegã (16), Chamusca (15), Mação (14), Vila Nova da Barquinha (12) e Ferreira do Zêzere (10). Sardoal e Constância são os únicos dois concelhos com um índice de constituição de sociedades abaixo de 10 no ano de 2016, com 2 e 4 sociedades criadas, respetivamente.

At http://www.nersant.pt/