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Editorial: “Como se tenta silenciar a comunicação social”

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A fórmula é simples e antiga: quando é publicada uma notícia que não agrada, corta-se a publicidade ao órgão de comunicação social que teve a ‘ousadia’ de escrever o que ‘não devia’.

Na memória de todos estará, por exemplo, o famoso corte de “todas as operações e relações comerciais” com o grupo Impresa, anunciado pelo Grupo Espírito Santo, em 2005, no seguimento de uma notícia publicada pelo Expresso sobre o alegado envolvimento do BES no “mensalão”.

Neste caso, o corte de relações comerciais foi assumido publicamente por quem não gostou do que viu publicado, sendo que a norma é a retaliação acontecer de forma mais subliminar, mesmo que com as mesmas consequências para a empresa de comunicação social: menos receitas, autonomia fragilizada, diminuição da capacidade de informar de forma isenta.

Poder-se-á entender que as instituições privadas anunciam onde bem entendem e que nada as obriga a manterem relações comerciais com determinado órgão de comunicação social, não deixando isso, no entanto, de ser uma forma de pressão sobre a liberdade de expressão e uma medida contrária à responsabilidade social que a generalidade das empresas dizem assumir.

O assunto muda completamente de figura, obviamente, quando estes casos envolvem instituições públicas, que deveriam ser as primeiras garantes da democracia e dos seus valores e princípios, onde se destaca a liberdade de expressão e o direito à informação. 

Infelizmente, para muitos políticos e detentores de cargos públicos, a tentação para condicionar o que é publicado na comunicação social é grande, não se coibindo de utilizar os meios necessários para o conseguir.

Da pressão (por vezes em forma de ameaça) para a notícia não sair, passando pelo acenar de algo em troca do silêncio, até à referida retaliação através do corte de publicidade, são diversos os mecanismos para tentar conseguir o mesmo que o lápis azul garantia noutros tempos.

Voltando ao inicio do texto, a fórmula é simples e antiga, e agora dando nome às coisas: o JORNAL DE LEIRIA publicou na última edição um trabalho onde alguns empresários criticavam a Câmara da Marinha Grande quanto à morosidade no licenciamento dos processos de obras e aos seus custos.

Passados quatro dias, este mesmo jornal é informado pela empresa municipal TUMG que, por indicação da autarquia, a renovação de um acordo comercial existente entre as duas empresas, renegociada duas semanas antes, ficava, afinal, sem efeito.

Seria triste em qualquer geografia, mas dá mais amargo de boca num concelho que tem no seu ADN a luta pela liberdade, pela qual tanto sofreu. Fica a promessa a todos os leitores, em especial aos da Marinha Grande, que não serão casos como este que desviarão o JORNAL DE LEIRIA da sua linha editorial, que resumimos em quatro palavras: Rigor, Isenção, Causas, Liberdade.

Director do JORNAL DE LEIRIA

Candidaturas abertas para o Alto Alentejo

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Distrito de Portalegre – Incentivos Portugal 2020 – Taxa de Financiamento até 60%

Tem um projeto para o crescimento ou expansão do seu negócio? Gostaria de dar vida aos sonhos e ambições que tem para sua empresa? Esta poderá ser uma excelente oportunidade.

Encontram-se abertas até 31 de Dezembro de 2018 as candidaturas para o Sistema de Incentivo ao Empreendedorismo e ao Emprego (SI2E) que se destinam a apoiar a criação, expansão ou modernização das pequenas e micro empresas, que desenvolvam a sua atividade nos concelhos de Arronches, Campo Maior, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Marvão, Monforte, Nisa, Portalegre e Sousel.

Os incentivos concedidos são de natureza não reembolsável sendo atribuídos nos seguintes moldes:

  • Taxa máxima de financiamento no incentivo ao investimento: entre 40 a 60 % em sistema de fundo perdido, para aquisição de bens e/ou serviços como material circulante, maquinas e equipamentos, estudos, diagnósticos, planos de marketing, participação em feiras, hardware e software, etc. – (FEDER)
  • Incentivo ao emprego: Apoio mensal de 428,90€ (IAS) para um período entre 3 a 18 meses, para a criação do próprio emprego, contratação de desempregados ou jovens à procura do primeiro emprego. (FSE)
  • Limite de apoio: 100.000 €

Os projetos apresentados devem conduzir a criação líquida de emprego e representar uma diferenciação ou inovação face aos existentes na região.

Caso tenha um projeto que se enquadre no atual aviso de abertura, contacte-nos hoje e saiba todas as informações.

At https://bntconsultores.wixsite.com/

Crónica: Portalegre – “Sindicatos esmiúçam números do desemprego”

Crónica Linhas

Os dados mais recentes do número de desempregados nos centros de emprego mostraram, no país e na região, uma diminuição do desemprego no segundo trimestre deste ano face ao mesmo período do ano passado.

O caso do concelho de Elvas foi amplamente divulgado em que, de acordo com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), existiam menos 464 desempregados em Julho deste ano face a igual período do ano transacto.

Nas redes sociais a análise a estes números geraram diversos comentários e apreciações distintas quanto às razões para a diminuição do desemprego, um dado que agora quisemos esmiuçar junto dos sindicatos, nomeadamente através dos responsáveis distritais da União de Sindicatos do Norte Alentejano/Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (USNA/CGTP-IN) e da União Geral de Trabalhadores (UGT).

Marco Oliveira

“O principal é as gentes do distrito terem trabalho”

O presidente da UGT no distrito de Portalegre, Marco Oliveira, revela que a existência de menos 1388 desempregados no distrito, comparado com o período homólogo, deve-se “à iniciativa privada e aos incentivos de algumas câmaras municipais, e não às medidas do Governo para o Interior.”

Marco António Oliveira traça o que cada uma das três cidades com mais habitantes no distrito de Portalegre está a fazer para diminuir o desemprego.

A descida do desemprego em Elvas é um ponto “positivo” para o responsável, argumentando que “isso não se deve a um acréscimo de medidas que o Governo possa estar a tomar para o interior do país. Continuamos a ouvir muito boas intenções, mas na prática não estamos a assistir a nada de visível”.

O concelho de Elvas poderá ser um caso paradigmático, em relação ao distrito de Portalegre, porque “existem formas de ocupar as pessoas e de as retirar dos locais onde estão afectas como desempregados. “Há gente que está neste momento a desempenhar determinadas funções na Câmara Municipal que, se calhar, não tem o rendimento que gostava de ter a nível financeiro, mas independentemente disso é uma forma de ocupar as pessoas e de lhes dar algum rendimento. A realidade é essa”, realça Marco Oliveira.

O presidente da UGT distrital revela ainda ter falado com alguns trabalhadores da Marktel, empresa espanhola que gera emprego em Elvas. “Sei que há determinado tipo de situações que não estão muito bem no que diz respeito à relação entre a empresa e os trabalhadores. O que é que eu quero dizer com isto? Estou a falar da precariedade, algo que diminui o desemprego, mas que levanta outros assuntos como o tipo de trabalho que temos no distrito, está tudo satisfeito, não existem maus-tratos (entre aspas) aos trabalhadores? Isso é que é preciso perceber”.

Para Marco António Oliveira o principal desígnio é as gentes do distrito “terem trabalho”. O responsável destaca o papel que Ponte de Sor tem tido ultimamente com a aeronáutica e que se traduz na geração de postos de trabalho, mas lamenta que Portalegre, enquanto sede de distrito, continue “a definhar” e, por isso, “não será dos melhores exemplos”.

Enquanto responsável distrital da UGT, para Marco Oliveira é importante a descida do desemprego, mas igualmente fulcral saber “como estão as pessoas, se vivem com qualidade, se a precariedade é demasiado elevada para aquilo que se pretende, portanto, nós temos que defender a região, porque se não formos nós ninguém a vai defender”.

Helena Neves

“Número de ocupados deturpa números do desemprego”

A coordenadora da União de Sindicatos do Norte Alentejano (USNA), Helena Neves, afirma que a CGTP-IN regista “como positivas” as notícias veiculadas acerca da diminuição do desemprego e aumento do emprego.

“Acerca da realidade nacional as preocupações da CGTP-IN são conhecidas e relacionam-se com a qualidade do emprego que está a ser criado. A precariedade continua a aumentar e atinge já 900 mil trabalhadores. 42% dos jovens até aos 35 anos têm um vínculo de trabalho precário. Os números falam por si mas é importante ter em atenção as suas consequências. Milhares de pessoas trabalham na iminência do desemprego, sem rendimento fixo, sem possibilidade de acesso a crédito para compra de habitação ou carro, sem a possibilidade de planear o seu futuro e o da sua família. Outro problema de fundo são os salários. Em 2014, 23% dos trabalhadores ganhavam o salário mínimo nacional, no 1º trimestre deste ano são já 40% os trabalhadores que no final do mês levam para casa 500 e poucos Euros, um rendimento que, todos os que vivem do seu salário concordam, é insuficiente para fazer face ao custo de vida”, refere Helena Neves.

A coordenadora da USNA salienta ainda que “a somar aos milhares de trabalhadores que ganham o salário mínimo nacional juntam-se todos aqueles que, cumprindo funções de carácter permanente muitos deles, num horário completo, 5 dias por semana, ganham 200, 300 euros, através de um contrato de emprego e inserção, num estágio, ou qualquer outro programa ocupacional. São os que o IEFP designa por ocupados”.

A responsável centra-se nos números do desemprego em Elvas. “Para termos uma ideia de que forma o número de ocupados deturpa os números do desemprego basta olharmos para os números do desemprego divulgados para o concelho de Elvas. É que em Junho deste ano, o IEFP revelava um total de 1266 desempregados no concelho, mas um total de 1619 pessoas desempregadas mais ocupadas. Significa que, 353 pessoas saíram dos números do desemprego, mas na prática continuam desempregadas, num estágio ou a esgotar desemprego num qualquer local de trabalho da administração pública, seja município, junta de freguesia, escola ou centro de saúde, ocupando um posto de trabalho permanente que, a corresponder a um vinculo efectivo de trabalho, baixaria realmente os números do desemprego e não apenas no papel…”, realça.

Os dados nacionais revelam ainda, no entender de Helena Neves, “que mais de metade dos desempregados estão nessa situação há mais de dois anos, os chamados desempregados de longa duração, muitos já desistiram de procurar trabalho e já não constam dos números do desemprego. 2 em cada 3 desempregados, não tem acesso a subsídio de desemprego e esta é também uma consequência dos elevados níveis de precariedade que levam a que muitas pessoas não trabalhem o tempo suficiente para garantir o acesso a esta prestação”.

A CGTP-IN reafirma que é com “a organização e luta dos trabalhadores em cada local de trabalho que juntos conseguiremos que cada vinculo precário se converta num vinculo efectivo, que se contratem trabalhadores em número suficiente e com salários dignos, combatendo a exploração e o empobrecimento. Melhores salários conduzem a maior poder de compra, determinante para o crescimento da actividade económica e a criação de mais emprego”.

Pedro Sena

At https://www.linhasdeelvas.pt/

Mais de 100 na luta pelo encerramento da Central Nuclear de Almaraz

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Mais de uma centena de ambientalistas portugueses e espanhóis exigiram hoje que o novo Governo espanhol encerre a central nuclear de Almaraz, no decorrer de uma manifestação em Mérida, sudoeste de Espanha.

manifestação, convocada pelo Foro Extremeño Antinuclear, com o apoio do Movimento Ibérico Antinuclear (MIA), reuniu cerca de uma centena de ativistas, segundo números da polícia, junto ao Teatro Romano de Mérida, que acolhia uma iniciativa inserida nas comemorações do “Dia da Extremadura”.

Pedro Soares, deputado do Bloco de Esquerda e presidente da Comissão de Ambiente na Assembleia da República marcou presença no protesto e disse à agência Lusa que o novo quadro político que está em funções em Espanha, liderado por Pedro Sánchez (PSOE — socialista), deve “avançar rapidamente” para o encerramento daquela central nuclear.

“A grande novidade é o novo quadro político existente em Espanha e uma atitude por parte do Governo espanhol diferente daquela que aconteceu com o Governo do PP (Partido Popular). E essa atitude consubstancia-se na expectativa de que as centrais nucleares em Espanha serão encerradas à medida que atinjam o final do seu período de vida útil, aqui, Almaraz, será por volta de 2020”, disse.

Reconhecendo que o processo de desmantelamento de uma central nuclear é “complexo”, o deputado do BE espera que, no futuro, o Governo espanhol tenha uma “maior capacidade” de trocar informação com o Governo português sobre este processo.

A central de Almaraz, que fica situada junto ao rio Tejo, na província de Cáceres, a cerca de 100 quilómetros da fronteira com Portugal deverá encerrar em junho de 2020, prazo em que caduca a sua licença de funcionamento.

A concentração antinuclear contou também com a presença do dirigente da associação ambientalista Quercus Nuno Sequeira que, em declarações à Lusa, alertou que a central nuclear de Almaraz “é um dos maiores perigos” com que se depara a Península Ibérica e a Europa”.

Nuno Sequeira também considera que o Governo liderado por Pedro Sánchez é “mais sensível” do que o anterior para as questões ambientais, esperando, nesse sentido, que o Governo português “volte à carga” para pressionar o encerramento daquela central nuclear.

“Almaraz não é apenas um problema de Espanha, é também um problema de Portugal, está a 100 quilómetros da fronteira e é refrigerada pelo rio Tejo”, alertou.

Paca Blanco, uma das figuras “mais emblemáticas” do MIA, disse por sua vez à Lusa que a central tem que encerrar porque “já atingiu 40 anos de atividade”, tendo chegado assim o seu fim.

A ambientalista lamentou ainda que, ao longo dos últimos anos, os responsáveis pela central nuclear “têm ocultado” informações sobre os riscos do seu funcionamento.

No decorrer da ação os ambientalistas portugueses e espanhóis também empunharam vários cartazes com mensagens como “Nuclear? Não, obrigado!”, “Cerrar Almaraz”, ou “Não ao projeto nuclear!”.

At https://www.dn.pt/

Governo reduz em 30% as portagens na A23, mas só nos camiões

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O Governo vai avançar mesmo com a redução das portagens nas auto-estradas do Interior e do Algarve, escreve o JN. Os empresários dessas regiões querem alargar a medida aos veículos ligeiros de mercadorias.

Os camiões que circulam nas antigas SCUT do Interior e do Algarve devem passar a pagar até menos 30% nas portagens. De acordo com o JN, que avança a notícia, esta é uma das medidas que estão a ser preparadas pelo Governo no âmbito de um pacote para beneficiar estas regiões, do qual fará parte a já anunciada redução do IRC.

As estradas abrangidas serão a A22, A23, A24, A25 e a A4. No entanto, o mesmo jornal escreve que a proposta não satisfaz por completo as empresas localizadas nestas zonas, por estar circunscrita a camiões. É que, argumentam as associações empresariais, a maioria dos veículos que têm a circular nas estradas são ligeiros de mercadorias.

Em Janeiro, o ministro-adjunto, Pedro Siza Vieira, já tinha admitido que o Governo estava a avaliar uma redução de portagens “no sentido de contribuir para a competitividade da actividade económica no Interior”, procurando incentivar o investimento, a criação de emprego e a retenção e atracção de populações.

No ano passado, os pagamentos efectuados pela Infraestruturas de Portugal (IP) relativos às concessões e subconcessões rodoviárias totalizaram 1.177,4 milhões de euros. A maior fatia continua a respeitar às concessões, designadamente às antigas Scut. Os encargos com estas vias ascenderam a 672,8 milhões de euros, sendo que Beira Interior e Beira Litoral e Alta foram as que representaram um maior encargo para a IP.

At https://www.jornaldenegocios.pt

Crónica: “Os Mistérios do 28 de Maio 1926”

28 de Maio Reunião do Governo (foto sem texto) a 7 de Junho 1926.

Não houve comemorações ontem. Ainda bem. Qualquer comemoração, de quem quer que fosse, seria um equívoco. A acrescentar a muitos outros ao longo de décadas fabricados. E de todas as suas peças montados. O “28 de Maio” é, de facto, a data mais mal conhecida de todo o século XX português (apesar de ser a de maiores referências, só ultrapassada pelo 25 de Abril) e a mais oculta em equívocos e outras narrativas “convenientes” (tanto de esquerda como de direita). É incrível como a Universidade portuguesa, em quatro décadas, não teve ainda tempo para ter sido capaz de “deslindar” este assunto…

Sob a presidência do Almirante Mendes Cabeçadas, reunião do Governo saído do golpe de 28 Maio 1926. O General Gomes da Costa está à direita de Cabeçadas e, de braços cruzados, em posição de expectativa, o General Carmona que, a 9 de Julho de 1926, assumiria a presidência até à sua morte em 1951. Salazar sentar-se-ia a esta mesa, pouco depois da reunião documentada na foto, a convite do Presidente Mendes Cabeçadas.

Há um aspecto fascinante neste golpe de Estado. Fascinante para a equipa de Intelnomics, esclareça-se. É que o “28 de Maio” é um golpe em que a guerra de informação desempenhou um papel decisivo e até talvez mais importante que o da própria tropa sublevada. Os “Correios” valeram por vários quartéis… Mas isto é matéria ainda a trabalhar e é cedo para aqui a explanar.

Há também um aspecto bizarro. O golpe está classificado de “fascista”. Ora, o triunvirato que o concebe e organiza é constituído por um (prestigiado mas isolado) general oriundo dos campos de batalha da Flandres e por dois altos quadros republicanos, dirigentes da Maçonaria (um general e o outro almirante) e com vasta experiência política e de governo. O isolado mas prestigiado general perde, numa curta meia-dúzia de semanas todo o seu prestígio e é exilado sob prisão militar para os Açores.

O bizarro da coisa reside no facto de ainda ninguém ter explicado como é que a Maçonaria (republicana até à medula…) faz um golpe “fascista”… Aliás, também nunca ninguém se lembrou de explicar como é que o almirante maçon (e, na altura, dirigente máximo do triunvirato militar) vai pessoalmente a Coimbra buscar um professor que ninguém conhecia, um tal Salazar (que se demitirá, pouco depois, solidário com o almirante, entretanto, caído em desgraça às mãos de outro membro do triunvirato, o general Gomes da Costa). Voltará ao governo, a 27 de abril de 1928, pela mão de outro maçon e último sobrevivente do triunvirato inicial, o general Óscar Carmona (não deixa de ser curioso e também bizarro que, no 25 de Abril, o máximo responsável operacional tenha escolhido Óscar para nome de código…).

28 de Maio de 1926 é uma data ainda à espera de ver os seus mistérios desvendados… E, consequentemente, todo o nosso século XX está “uma história muito mal contada”.

At https://intelnomics.blogspot.com