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Os eleitores do interior

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O secretariado da secção concelhia do Partido Socialista (PS) vem em comunicado desmentir o Presidente do Partido Social Democrata (PSD) de Castelo Branco, Carlos Almeida, já anunciado candidato à Câmara Municipal, que em entrevista recente a uma rádio de Castelo Branco, afirmou que ” na competição do número de eleitores, Castelo Branco perdeu 2000 eleitores e que ocupa o “último lugar” nas capitais do Interior“.

Com base nos mapas publicados pela Secretária-geral da Administração Interna, o PS explica que Castelo Branco ocupa o 15.º lugar de entre as 20 capitais, no ranking do número de eleitores, à frente de Évora, Guarda, Bragança, Beja e Portalegre.

No Distrito de Castelo Branco, o município de Castelo Branco é o que tem maior  número de eleitores e o que menos perdeu em 4 anos.

Na perda de eleitores, capitais como o Porto, Portalegre e Santarém perderam mais que Castelo Branco.

Castelo Branco perdeu menos eleitores que municípios relevantes e próximos como: Torres Novas, Portalegre, Santarém, Abrantes, Covilhã e Fundão.

Nos 18 distritos e 2 regiões autónomas: 14 perdem eleitores (Aveiro, Madeira, Leiria, Coimbra, Santarém, Évora, Vila real, Viana do Castelo, Bragança, Viseu, Beja, Portalegre, Guarda e Castelo Branco); 6 ganham (Faro, Açores, Setúbal, Porto, Lisboa e Braga).

Das 20 capitais de distrito e regiões autónomas: 15 perdem eleitores (Leiria, Vila Real, Funchal, Coimbra, Évora, Bragança, Viseu, Viana do Castelo, Guarda, Beja, Lisboa, Castelo Branco, Porto, Portalegre, Santarém); 5 ganham (Braga, Ponta Delgada, Setúbal, Aveiro e Faro).

71 municípios (dos 308 municípios portugueses) cresceram em número de eleitores, sendo 68 de Distritos do Litoral ou das Ilhas. 52 municípios perderam até 2% do n.º de eleitores. 32 municípios perderam entre 2% e 3% do n.º de eleitores. Lisboa, Porto, Castelo Branco, Viana do Castelo, Guarda e Beja, são capitais de distrito que integram este grupo. 62 municípios perderam entre 3% e 5% do n.º de eleitores. 72 municípios  perderam entre 5% e 8% do n.º de eleitores. 19 municípios perderam entre 8% e 14% do n.º de eleitores.

Face aos dados apresentados, o PS acusa Carlos Almeida de “impreparação e má-fé“, lembrando que “a desertificação é um problema nacional, que o PSD agravou com as suas políticas. As autarquias têm pugnado para resistir e contrariar a inexorável tendência. Quase sem exceção, as autarquias do Interior têm mais dificuldades e algumas têm pequenas vitórias.”

O PS termina afirmando que “está absolutamente confiante. A dinâmica demográfica é uma constante. Em 1997, Castelo Branco tinha 50.987 eleitores inscritos. Em 2001, diminuiu para 48.590. Em 2013, o número de eleitores já era 51.325. A diminuição agora indiciada, é também o resultado da austeridade imposta pelo PSD, entre 2011 e 2015. Caso se confirme o decréscimo em 2017, sabemos que com a liderança de Luís Correia, recuperaremos o eleitorado, como fizemos no passado.”

At Diário Digital

Passados os 100.000… tempo de novidades!

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Chegados aos 100.000, chegou a hora de apresentarmos algo de novo. Tudo porque há quem teime em (nos) seguir apontamentos tipo sms, com incidência no concelho de Nisa, assim como no distrito de Portalegre, ou em todos os acontecimentos pertinentes do interior de Portugal, ou mesmo reflectir sobre artigos de opinião, sobre as mais variadas matérias, tudo da forma mais isenta. A tal forma que alguns fazem questão de não prosseguir, ou porque são narcisos(as) (não, não é o Zé dos electrodomésticos, nem a médica do “hospital”), ou porque têm aptência para dominar tudo, e entram em fúria se não conseguirem atingir esse objectivo. Até porque nem todos servem para andar com bilhas de olaria nos braços, sobre as ordens ou caprichos de outrém.

Está então na hora de partilharmos também informação nas redes sociais. Estaremos assim mais perto das pessoas, do cidadão comum, do Povo. Aquele que não é meu ou teu, mas que é de cada um ou de todos. Vai começar a “piar mais fino”.

A Nisa apontamos um concelho que está agora mais bonito e recu(o)perado. A isso se deveu a iniciativa do Município, que proporciona assim melhor qualidade de vida aos cidadãos e a visita ao concelho de muitos mais curiosos. Está disponível para fazer mais, “não” se move “por interesses pessoais”, pois “o poder por si só é inócuo, ter poder só por ter poder não é desafiador para ninguém, a menos que esse alguém tenha uma deformação emocional”, e até porque “há que gerir, reflectir, discutir e ter a capacidade de inflectir no percurso inicialmente traçado, por forma a salvaguardar o interesse público e a não perder muito tempo em quezílias que não conduzem a efeitos práticos para a vida da comunidade que servimos, porque no fundo nós gerimos o erário público”. A outros níveis contámos também com a ajuda do Governo (investimentos locais da responsabilidade do Governo), e ainda noutros com a ajuda da Europa (entendam-se fundos estruturais). Aos eleitos políticos escolhidos pelo Povo, e ao próprio Povo, caberá a melhor análise sobre o que estará ainda ou não por fazer, nomeadamente na área das grandes infraestruturas ou do emprego.

Ao distrito, e nomeadamente à “sede” de Portalegre, lamentamos a perda de capacidade reivindicativa e de empreendedorismo aos longo dos últimos anos, que a fez “progredir” em sentido contrário a Elvas, que cada vez mais atingirá um “centralismo” natural no distrito, mais ainda se adquirir a condição de eurocidade. Uma certa prepotência “urbana” de outros tempos parece que deixou de vingar na capital do Alto Alentejo. Aos narizes “impinados” de quase desprezo por outras gentes do distrito, surge agora o socorro vindo de fora para acudir à quase desistência dos actores políticos da urbe. Em todo o caso, a todos os responsáveis distritais se pede empenhamento e dedicação, o que, na realidade, se tem vindo a verificar positivamente em algumas circunstâncias, nomeadamente por parte de novos intervenientes políticos supraregionais, que ainda vingam na cidade de Portalegre.

Ao interior, se alteração tenho existido, a mesma não é visível, e casos pontuais não terão qualquer tipo de reacção consequente. Lembram-se a espaços na televisão, na rádio, em artigos de opinião, desta dicotomia, mas “o” de Bragança continua sem falar com “o” de Beja. Continua cada um na sua toca, onde sobressaiem alguns de bandeirinha, mas que isolados nunca servirão para mais do que continuarem a ver o litoral e as grandes cidades a afastarem-se.

Continuação de um (que se deseja) bom 2017. Uns partem, outros regressam, outros ficam, outros estarão em qualquer lugar, assim se lhes abra o apetite do umbigo.

Câmara de Ródão apoia compra e rendas de casa

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A Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão tem vindo a implementar um conjunto de medidas de apoio social para os residentes no concelho, informou o presidente do Município, Luís Pereira.

Entre as medidas adotadas pelo executivo, destacam-se o apoio à aquisição de casa no valor de 2500 euros e o apoio ao arrendamento para famílias numerosas, durante um período de um ano, independentemente da sua condição financeira.

Também os jovens com idade até aos 35 anos, e em função do seu rendimento, têm igualmente ao seu dispor um apoio ao arrendamento, que pode atingir os 100% do valor da renda, num período até 3 anos.

Luís Pereira, presidente do Município, sublinha a importância destas medidas, as quais já se encontram implementadas no concelho, tendo sido destacadas na última reunião de Câmara pública realizada fora da sede do concelho.

At http://www.diariodigitalcastelobranco.pt/

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A Câmara de Vila Velha de Ródão realizou a última reunião pública descentralizada deste mandato na freguesia de Fratel. A sessão decorreu dia 13 na antiga Escola Primária, cuja sala foi pequena para acolher as várias dezenas de munícipes que participaram na iniciativa.

Para o presidente da Câmara, Luís Pereira, a realização da sessão pública em Fratel surge no âmbito do compromisso assumido pelo seu executivo, em implementar uma «política de proximidade para com os munícipes de todo o concelho».

Além das reuniões descentralizadas, o edil destaca a implementação de um serviço da autarquia que passa pela deslocação, semanal de um funcionário às Juntas de Freguesia, por forma a aproximar os cidadãos da Câmara e a melhor resolver os seus problemas ou questões relacionadas com o Município.

A reunião realizada permitiu aos cidadãos questionarem o Executivo sobre várias questões relacionadas com o concelho, a que o autarca respondeu agradecendo também as preocupações partilhadas por todos em prol do desenvolvimento do concelho, tendo ainda informado os munícipes dos investimentos previstos em orçamento para as freguesias.

A próxima reunião descentralizada decorrerá no dia 5 de Maio, pelas 14h30, na localidade de Perais.

At http://www.jornalaltoalentejo.com/

Castelo de Vide e Marvão chegam-se a Portalegre. Arronches aproveita

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A 17 de novembro, António Pita recebeu os seus homólogos de Portalegre, Arronches e Marvão com o intuito de se proceder à criação de uma Associação Intermunicipal entre os concelhos que têm o Parque Natural da Serra de São Mamede como denominador comum a unir o território.

A constituição desta Associação justifica-se na medida em que esta área classificada detém um conjunto diversificado de recursos e oferece inúmeras oportunidades que não estão suficientemente aproveitadas, pelo que o seu objeto visa, respetivamente:

1.- Contribuir para a promoção, inovação, aprofundamento, divulgação e desenvolvimento do território Alentejano, nomeadamente da Serra de São Mamede;

2.- Fomentar a cooperação entre os vários Municípios associados, bem como uma perspetiva de cooperação transfronteiriça;

3.- Promover o património cultural e natural da região;

4.- Colaborar na definição de políticas com vista à valorização dos recursos naturais e humanos, assim como para o desenvolvimento territorial;

5.- Estimular a definição de estratégias supramunicipais partilhadas, com vista à maximização e otimização dos serviços e recursos, bem como à gestão integrada de projetos, ações e território.

Assim, nos próximos tempos irão ser desenvolvidos os procedimentos necessários com vista à formalização da referida Associação.

At http://www.cm-castelo-vide.pt/

Jornal Reconquista vai receber Prémio Gazeta

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O Reconquista (de Castelo Branco) recebe esta sexta-feira o Prémio Gazeta Imprensa Regional 2015, atribuído pelo Clube de Jornalistas.

A cerimónia acontece na sede da Caixa Geral de Depósitos em Lisboa e contará com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

O Prémio Gazeta é o mais importante galardão de jornalismo em Portugal, sendo atribuído nas categorias de Revelação, Rádio, Televisão, Multimédia, Fotografia, Imprensa, Imprensa Regional e Mérito.

O Reconquista foi escolhido pelo júri graças “à sua ampla e diversificada informação sobre a realidade regional, a par de uma bem-sucedida interação com as escolas da região”.

O júri foi constituído por personalidades ligadas ao Clube dos Jornalistas, Associação da Imprensa Estrangeira em Portugal, Comissão da Carteira Profissional, jornalistas e professores universitários.

Na mesma cerimónia recebem o Prémio Gazeta a jornalista do Público Sibila Lind (Revelação), Pepe Brix (Fotografia), Rita Colaço, da Antena 1 (Rádio); Catarina Santos, da Rádio Renascença (Multimédia); Ricardo J. Rodrigues, da revista Notícias Magazine (Imprensa) e Sofia Leite, da RTP (Televisão).

O Troféu Gazeta de Mérito é atribuído a Vicente Jorge Silva, fundador do Público.

O Reconquista junta este prémio à Medalha de Ouro da Cidade de Castelo Branco (1995), ao Louvor da Presidência do Conselho de Ministros (2005), à Menção Honrosa do Prémio Mundial de Jovens Leitores da Associação Mundial de Jornais (2010), à condecoração como Membro Honorário da Ordem do Mérito atribuída pelo Presidente da República (2011) e à Medalha de Mérito da Freguesia de Castelo Branco (2013), entre outras distinções.

At http://www.reconquista.pt/

Guia “Alto Alentejo: Ainda Somos um Segredo”

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O Guia de Destino “Alto Alentejo: Ainda Somos um Segredo” vai ser apresentado segunda-feira, 14 de Novembro, em Monforte, numa parceria dos municípios associados à Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo e da editora Foge Comigo.

São 522 páginas, 1150 fotografias, 80 imagens, 6 ilustrações e cerca de 100 mapas e infografias de localização do território. Revela-se um Alentejo diferente onde, na serenidade da planície, se eleva a Serra de São Mamede. Uma região para quem gosta de caminhar na natureza, pedalar em estradas quase desertas, subir ao céu num balão de ar quente, andas a cavalo ou, apenas, parar e descansar o olhar na paisagem, e esperar que o sol se esconda para lá do horizonte.

Não faltam castelos para conquistar, vestígios arqueológicos para descobrir ou testemunhos de outras culturas para reencontrar. Não faltam restaurantes onde é difícil a escolha entre muitas especialidades regionais, nem unidades de alojamento que ora nos permitem dormir no sossego da natureza, em distintos edifícios históricos ou ao abrigo de arrojadas linhas arquitectónicas. E, por toda a parte, um segredo que se revela: a simpatia das gentes.

At http://www.linhas.pt/