Arquivo de etiquetas: Associativismo

Sport Nisa e Benfica aposta em cromos

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Câmara é que organiza a S. Silvestre do Sporting?

O Municipio de Nisa organiza, durante a tradicional quadra natalícia, o programa “Nisa Natal” composto por vários eventos alusivos ao espirito da época, dos quais destacamos:

A partir do dia 11 de Dezembro e até 7 de Janeiro, a pista de gelo natural com 150 metros quadrados, instalada na Praça da República, junto à Biblioteca Municipal;
Dia 13 Dezembro, pelas 10 horas, chegada do Pai Natal junto à Pista de Gelo;
Dia 16 de Dezembro, inauguração do PR9- Trilho da Mina de Ouro do Conhal do Arneiro;
Às 15 horas – Corrida de atletismo – São Silvestre de Nisa;
Durante o fim de semana de 16 e 17 de Dezembro, venda de produtos tradicionais no Posto de Turismo;
De 18 de  Dezembro a 2 de Janeiro, na Biblioteca Municipal de Nisa, Academia de Férias de Natal;
No dia 30 de Dezembro, no Cineteatro, Concerto de Boas Festas, pela Banda da Sociedade Musical Nisense.

À semelhança de anos anteriores, as iluminações natalícias que embelezam algumas artérias da vila de Nisa, com motivos alusivos ao artesanato nisense, irão encantar e fortalecer a identidade das gentes da nossa terra.

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At http://www.cm-nisa.pt/

Opinião: “Voluntariado”

Joao Wengorovius MenesesAproxima-se o dia internacional do voluntariado. É um tema que divide. Tem sido conotado com a direita católica. Depreciado como algo infantil, superficial, nalguns casos exploração laboral ou comprometedor do papel do Estado. É verdade que participar numa juventude partidária ou numa manifestação também é voluntariado, simplesmente nesses casos há um interesse próprio. No voluntariado em contextos de exclusão social também se recebe, mas nada tão concreto ou material como uma carreira futura ou uma alteração legislativa. É essa gratuidade, esse encontro com o outro – transitório e aberto ao inesperado – que permite desenvolver uma qualidade que nos torna humanos: a empatia. Guterres e Obama fizeram voluntariado e isso transparece na sua ação política. Quem acha que é um tema bolorento ou dominical, not cool ou not serious enough, devia experimentar. Para mim, devia ser obrigatório (sem o ser). É tanto uma aprendizagem de relação, como de interioridade. Claro que tem o perigo de se poder tornar um ato de vaidade ou uma droga boa. É por isso que o voluntário que recordo com maior admiração vagueava solitário como o corno de um rinoceronte.

João Wengorovius Meneses

At https://www.facebook.com

Edição do Voluntariado Inclusivo em Portugal

Voluntariado inclusivo

LANÇAMENTO DO MANUAL “VOLUNTARIADO INCLUSIVO –
Orientações para desenvolvimento de um programa de voluntariado mais inclusivo”

Dia 30 de Novembro de 2017, em Évora.

No âmbito das Comemorações do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência e do Dia Internacional dos Voluntários, a Fundação Eugénio de Almeida apresenta a edição em português do livro “Voluntariado Inclusivo: orientações para o desenvolvimento de um programa de voluntariado mais inclusivo”, publicação resulta de um projeto de 2 anos desenvolvido por uma parceria de oito instituições dos seguintes países europeus: Croácia, Dinamarca, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Roménia e Eslováquia.

Esta publicação que a Fundação Eugénio de Almeida agora publica em português, é composta por duas partes. A primeira parte cobre aspetos gerais do voluntariado inclusivo. A segunda parte inclui orientações para coordenadores de voluntariado sobre a forma de trabalhar com diversos grupos – pessoas com deficiência auditiva, deficiência visual, deficiência física, pessoas com problemas de saúde mental, idosos, migrantes, desempregados de longa duração, ex-reclusos e pessoas sem abrigo. 

Destinatários: Técnicos e dirigentes de organizações promotoras de voluntariado, voluntários e público em geral.

Amanhã às 15:00.

At Fórum Eugénio de Almeida – 7000-804 Évora

Cozinha dos Ganhões arranca quinta-feira

Será de 30 de novembro a 3 de dezembro de 2017, que irá decorrer mais uma edição da Cozinha dos Ganhões, no Parque de Feiras e Exposições de Estremoz.

A 25ª Cozinha dos Ganhões, à semelhança dos anos anteriores, oferece aos visitantes, uma rica gastronomia, doçaria, produtos regionais, artesanato e animação cultural.

Paralelamente à Cozinha dos Ganhões 2017, no pavilhão C do recinto, irá decorrer a Feira da Caça, Pesca e Desportos de Natureza, organizada pela Confraria dos Amigos do Campo, com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.

At http://www.cm-estremoz.pt/

Opinião: “No PS, dois deputados pensam. E os outros?”

Pedro S C MWyiA7rvO “desaparecimento” de Pedro Passos Coelho da cena política está a fazer bastante mal à geringonça. Desde que o ainda líder do PSD anunciou a saída do partido, sucedem-se as trapalhadas no Governo, à razão de uma por dia.

Esgotado o discurso de “a culpa é do Passos Coelho”, e esgotado o programa de Governo das reversões, a geringonça começou a ser confrontada com as suas próprias contradições, debilidades e insuficiências. Pedro Passos Coelho era o principal elemento aglutinador desta solução governativa e, desde que anunciou a saída, a geringonça treme por todos os lados.

Começa a ser difícil acompanhar o ritmo de contradições e o dar o dito pelo não dito em São Bento. À segunda-feira, os professores vão ter progressões. À terça, afinal o tempo congelado já não vai contar. À quarta, o Infarmed vai para o Porto. À quinta, afinal é só uma intenção e é melhor fazer um estudo primeiro. À sexta é dia de o Governo comemorar dois anos e pagar a um conjunto de cidadãos para lhe fazer umas perguntas simpáticas. Ao sábado é a vez de Adalberto Campos Fernandes, a propósito deste tema, dizer que não acredita “que tal seja verdade”.

Domingo é dia de descanso. Depois é novamente segunda-feira, dia em que o PS vota contra a proposta do Bloco de Esquerda para aplicar uma taxa extraordinária de solidariedade às empresas de energias renováveis, quando na sexta-feira anterior tinha votado a favor.

A melhor explicação que ouvimos até agora veio de Carlos César, esta terça-feira à SIC: “Todos os partidos políticos mudaram de posições de voto dezenas de vezes”. A explicação do ‘fiz porque os outros também fazem’ é pobre, mas é a melhor que o PS apresentou até agora. As restantes são confrangedoras.

Esta manhã na TSF, o deputado Luís Testa, a quem coube o ingrato papel de dar a cara pelo volte-face dos socialistas, parecia que estava a ser torturado pelo jornalista Manuel Acácio quando este lhe perguntava sobre o porquê da mudança de posição do PS. Gaguejou, tremeu, transpirou, disse o seu e o seu contrário e, no final, ficámos na mesma: sem perceber o que aconteceu entre sexta-feira e segunda-feira.

Para quem não sabe de quem se trata, Luís Testa é o deputado que escreveu o relatório preliminar da Comissão de Inquérito ao caso dos SMS da Caixa e que ilibou Mário Centeno. Quem leu o relatório ficou genuinamente convencido de que o ministro das Finanças nem SMS sabia mandar.

Mas o sectarismo pega-se. O PS tem 86 deputados e, esta segunda-feira no Parlamento, apenas dois tiveram dúvidas e questionaram a mudança de posição do partido de um dia para o outro. Foram eles Ascenso Simões — “Não compreendo a mudança de sentido de voto do PS de sexta para hoje” e Paulo Trigo Pereira — que fez uma declaração de voto onde justifica o seu voto contra com a disciplina de voto imposta pelo partido.

Os outros 84 deputados votaram contra a proposta do Bloco na segunda-feira com a mesma certeza, convicção e ligeireza com que votaram a favor a mesma proposta na sexta-feira. Votaram porque alguém lhes mandou votar. Não estranharam, e entranharam o voto.

Se é difícil perceber o recuo do PS e o facto de um Governo, como diz Mariana Mortágua, não ter “honrado a palavra dada”, também é difícil perceber por que é que os socialistas iam votar favoravelmente esta taxa na sexta-feira.

O PS, pelo menos no tempo de Sócrates, sempre protegeu o setor da energia e das renováveis. O Ministério Público até desconfia que terá protegido demais. Passos ignorou o setor porque, em resgate, o país tinha mais com que se preocupar e porque o petróleo estava barato. O PS de António Costa assume no seu programa de Governo (pág. 185) que quer “retomar a aposta nas energias renováveis”, estabelecendo como 40% a meta para a quota das renováveis para 2030.

Dito isto, porquê agora uma taxa sobre o setor das renováveis? E qual é o impacto que terá na meta definida pelo Governo? E por que é que o valor dessa taxa — 250 milhões de euros — é maior do que a contribuição extraordinária que paga o setor de energia tradicional e o setor da banca? E por que é que o Estado ainda cobra uma taxa dita extraordinária quando supostamente a crise já acabou?

Enfim, não se percebe porque é que o PS votou a favor e não se percebe por que é que votou contra. E há 84 deputados no Parlamento para quem esta questão é completamente irrelevante.

Pedro Sousa Carvalho

At https://eco.pt

Jovem de Castelo de Vide a votos no OPJ 2017

OPJ

Orçamento Participativo Jovem Portugal 2017 / https://opjovem.gov.pt/

“Amigos, apresentei uma proposta no Orçamento Participativo Jovem Portugal, na área da sustentabilidade ambiental, a qual foi aprovada e está agora em fase de votação até dia 22 de dezembro.
É um projeto ligado ao Distrito de Portalegre, e consiste numa ação distrital de limpeza nas nossas áreas florestais.
Para votarem, para além de terem de ter entre 14 e 30 anos, basta aceder ao site e registarem-se, ou através de SMS gratuito, enviar para o nº 4310 com o número do projeto, 134 (espaço) o vosso nº do CC com os 12 algarismos, incluindo os algarismos de controlo. Ex: 134 123456780ZY1

Obrigado pela atenção! 

Link: https://opjovem.gov.pt/cb/kvEMymyazluTVqcpKICnrBVvNpObeUyW/topic/zEkA954YYLutabsDmeKSqHqzMj8So6kR?type=project

João Carlos Diogo

Ex-Presidente da Direção da Associação Ekosiuvenis

At https://www.facebook.com/