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Mais uma praia fluvial dinamiza o Alentejo

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Conforme a Rádio Campanário avançou, o concelho de Mourão irá em breve ter ao dispor da população uma praia fluvial, esta que será inaugurada já na próxima segunda-feira (17 de julho), pelas 10h30m.

Esta praia que estará apetrechada com um conjunto de equipamentos adequados para receber as populações.

Na última semana esteve no local uma equipa de mergulhadores dos Bombeiros Voluntários de Mourão que verificaram a área e a construção do passadiço que faz a ligação entre o Parque de Merendas e o areal.

At http://www.radiocampanario.com/

Diputación de Cáceres pide a Iberdrola que el puente de Cedillo esté abierto a diario

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La presidenta de la Diputación de Cáceres, Rosario Cordero, ha anunciado hoy que instarán a la empresa eléctrica Iberdrola a que permita diariamente y no solo en fines de semana el tráfico por el puente de la presa de Cedillo.

Cordero entiende que esto “sería una solución” a la desestimación del proyecto de construcción de un puente que una la localidad cacereña de Cedillo con la portuguesa de Nisa y que ha sido descartado por el Comité de Gestión del Programa de Cooperación Transfronteriza Interreg V-A España Portugal (Poctep) 2014-2020.

Según Cordero, se están estudiando otras opciones para que ese puente sea una realidad, pero mientras inician contactos con el país luso y la Junta de Extremadura para plantear la financiación “abrir al tráfico diario el puente sería una solución para impulsar el desarrollo económico de esta zona de la Sierra de San Pedro“.

La presidenta de la Diputación cacereña dice que la empresa alega “motivos de seguridad” para no abrir al tráfico el puente a diario y ha subrayado que la institución estaría dispuesta a invertir para “reforzar la seguridad” del mismo.

Rosario Cordero ha apelado también al “compromiso social” que esta empresa demostraría con la comarca y la provincia y ha subrayado que actualmente los vecinos de la zona se ven obligados a recorrer 165 kilómetros por Valencia de Alcántara para llegar a tierras portuguesas.

Cordero también ha criticado que el anterior gobierno del PP en la Diputación rechazara los 4 millones de euros aprobados para la construcción del puente en una convocatoria anterior de Interreg, lo que, a su juicio, fue “una oportunidad única” porque Portugal estaba dispuesta a aportar 1,5 millones y el resto hasta los más de 6 millones que cuesta la infraestructura, los pondría la Diputación.

Fondos devueltos

“No entiendo por qué se devolvieron esos fondos, de un proyecto que hubiera traído prosperidad a una comarca y hubiera generado empleo en la provincia”, ha concluido Cordero.

La presidenta tenía programada una reunión con la presidenta de la Cámara municipal de Nisa (Portugal), que por cuestiones de agenda, no se ha producido, pero se retomará en junio.

At http://www.hoy.es/

O Alentejo tem uma nova praia. Não, ainda não é a do Conhal

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A primeira praia do Grande Lago Alqueva vai ser inaugurada no dia 1 de junho no Centro Náutico de Monsaraz, em Reguengos de Monsaraz, no Alentejo Central. E apesar de ainda não ter sido inaugurada, a praia fluvial já tem bandeira azul e as classificações de “Praia Acessível” e “Praia Saudável”, por cumprir os requisitos de acesso para pessoas com mobilidade condicionada, e por respeitar as normas de segurança e de qualidade do ambiente.

Mas a nova praia não é a única novidade neste novo espaço de lazer. Em frente a ela, dentro da água, haverá uma piscina de 100 metros quadrados integrada numa estrutura flutuante, com solário e dividida em piscina infantil e adulta. Segundo o município, a praia terá uma torre de vigilância e posto para os nadadores salvadores, posto médico, duches públicos, chuveiro duplo com lava pés, rampas de acesso à água para utilizadores com dificuldades de mobilidade e estacionamento para 120 lugares, incluindo para veículos de pessoas com mobilidade reduzida.

Com uma frente de praia de 120 metros de extensão, a zona dispõe também de um espaço relvado adjacente ao estacionamento que faz a ligação ao areal. Neste relvado há sombreamentos e o areal terá 20 toldos, para além das árvores existentes no local, um bar/restaurante, parque infantil, zona de merendas, ancoradouro e rampa para acesso dos barcos à água, que já existem há alguns anos.

José Calixto, Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, afirma que “esta praia é a primeira do Grande Lago Alqueva que cumpre todos os requisitos legais e por isso mereceu a atribuição da bandeira azul pela Associação Bandeira Azul da Europa, passando assim a ser uma das duas únicas praias com esta distinção em todo o interior sul de Portugal”.

O autarca explica que “a aprovação da praia não foi um processo rápido, pois para além das necessárias autorizações tiveram de ser efetuadas análises à água durante um ano para atestar a sua qualidade para banhos, e sem nenhum resultado negativo”. José Calixto sublinha ainda que “são infraestruturas municipais como esta que podem trazer mais pessoas e desenvolvimento aos concelhos abrangidos pelo Grande Lago Alqueva, mas também os projetos turísticos de promotores privados, alguns deles parados devido às limitações do Plano de Ordenamento das Albufeiras do Alqueva e Pedrógão, pelo que é urgente e imprescindível a rápida revisão deste documento de ordenamento do território”.

At Tribuna do Alentejo

Exército diz que quem é mais atingido por nuvem radioactiva de Almaraz serão os do norte

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O Exército simulou como Portugal seria afectado em caso de acidente grave na central nuclear espanhola. Norte seria a região mais afectada. A Protecção Civil desconhece o estudo, feito em 2010.

Cerca de 800 mil pessoas em Portugal podem ser afectadas pela radioactividade caso ocorra um acidente grave na central nuclear de Almaraz, em Espanha, revela uma simulação feita pelo Exército em 2010 a que a Renascença teve acesso.

A simulação, feita pelo Elemento de Defesa Biológico, Químico e Radiológico do Comando das Forças Terrestres a partir de um programa da Nato, tem como base um cenário idêntico ao acidente de Chernobyl, em 1986 – o rebentamento de um reactor, seguido de incêndio.

A simulação foi feita a partir do cenário mais perigoso, com uma probabilidade de ocorrência muito baixa, sublinha a major de engenharia Ana Silva, comandante desta força do Exército, em declarações à Renascença.

O programa simula a evolução da nuvem radioactiva nas 40 horas que se seguem à explosão e a sua deslocação pelo território português, onde chegaria 12 horas após o acidente.

“Os distritos atingidos pela nuvem radioactiva são os que ficam no norte de Portugal, sendo que o distrito de Castelo Branco será o mais afectado, mas sempre com valores baixos de radioactividade. No total, prevê-se que afecte 800 mil pessoas”, revela a major Ana Silva.

De acordo com esta oficial do Exército, “dada a proximidade com a fronteira espanhola, os concelhos de Idanha-a-Nova, Castelo Branco e Penamacor, onde vivem cerca de 45 mil pessoas, registam o maior nível de afectação”.

No entanto, “o problema não é tanto o que resulta da exposição imediata à radiação, mas sim os efeitos que se podem manifestar caso a exposição seja prolongada”.

Apenas os 170 habitantes de Segura, uma aldeia do concelho de Idanha-a-Nova, teriam que ser retirados de suas casas como medida de precaução. Nesta povoação fronteiriça, ninguém conhece o estudo do Exército nem as medidas de segurança a adoptar em caso de acidente nuclear. (…)

Protecção Civil desconhece estudo

O Elemento de Defesa Biológico Químico e Radiológico do Comando das Forças Terrestre já apresentou a sua simulação aos técnicos de Almaraz e as previsões das consequências coincidem. No entanto, nunca se organizaram exercícios conjuntos nem há planeamento partilhado entre Portugal e Espanha.

A Autoridade Nacional de Protecção Civil não conhece o estudo nem realizou nenhum exercício com base nas suas conclusões.

At http://rr.sapo.pt/

Acesso à praia fluvial do Arneiro vai a obras (e do “turismo rural”)

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Assinado, este dia 8 de Maio, o auto de consignação para a execução da obra denominada “Caminho de acesso ao cais do Tejo, nas Portas de Rodão”, freguesia de Santana, adjudicado à empresa Urbigav – Construções e Engenharia, S.A., pelo valor de 43.229,52 € e prazo de execução de 60 dias.

Esta intervenção enquadra-se no projecto integrado de valorização do Tejo e Zonas Ribeirinhas, para alem de melhorar as condições de acessibilidade e segurança, visa aumentar e dinamizar a componente socioeconómica desta freguesia, na sua vertente turística.

At http://www.cm-nisa.pt/