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Preços para o Festival do Crato já disponíveis

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PASSES E BILHETES À VENDA BREVEMENTE NOS LOCAIS HABITUAIS 😉

PREÇÁRIO FESTIVAL DO CRATO
Passe 4 dias com camping ocasional: 42€
Passe 4 dias: 32€
Dia 29 agosto: 12€
Dia 30 agosto: 12€
Dia 31 agosto: 15€
Dia 1 setembro: 15€

Notas:
– A partir de 16 de agosto (inclusive) os passes para quatro dias (com ou sem acesso a camping ocasional) têm um valor acrescido de 10€;
– Entrada gratuita para crianças até aos 12 anos desde que acompanhadas por adulto portador de bilhete válido;

FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA

A Feira de Artesanato e Gastronomia (F.A.G.), conhecida como uma das melhores da região, é uma zona de acesso livre que oferece aos visitantes o melhor dos produtos regionais, onde marcam presença as numerosas iguarias e petiscos da comida tradicional alentejana e uma selecção do melhor artesanato do Concelho do Crato e de Portugal.

A F.A.G. inclui ainda o PALCO 2 do Festival, onde o público terá acesso gratuito e poderá desfrutar de espectáculos diários de raíz cultural.

At https://www.facebook.com

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Castelo Branco recebeu Cedillo, Herrera e Santiago em Encontro Transfronteiriço

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Castelo branco acolheu o I Encontro Transfronteiriço entre alunos da reserva da biosfera transfronteiriça Tejo-Tejo Internacional.

Protagonizado pelos alunos dos dois países, desenvolveu-se hoje quarta-feira como um espaço de encontro entre as duas comunidades educativas.

A Diputación Provincial de Cáceres, através da área de desenvolvimento e turismo sustentável, organizou o “I encontro transfronteiriço entre escolares da reserva da biosfera transfronteiriça Tejo-Tejo internacional”, com o objetivo de divulgar, promover os seus valores e criar. Uma unidade territorial deste espaço protegido, depois de ser declarada pela UNESCO, reserva da biosfera transfronteiriça Tejo-Tejo Internacional (rbttti).

Os protagonistas foram os alunos do Centro Educacional Rural agrupado Tejo-Sever (Santiago de Alcântara, Herrera de Alcântara e Cedillo) da província de Cáceres e escolares da escola básica nossa senhora da piedade do Agrupamento de escolas Nuno Álvares de Castelo Branco.

A actividade insere-se no âmbito das acções planeadas para levar a cabo com a comunidade educativa da reserva, e com as quais se pretende consolidar o trabalho que está a ser desenvolvido com o projecto educativo e-Twinning sobre o território, bem como reforçar os laços com a comunidade. União na comunidade educativa e entre administrações transfronteiriças.

O Projecto e-Twinning pretende que os meninos e as meninas, partindo de um ambiente virtual inicial, partilhem informações, experiências e pratiquem a língua do outro país, ao mesmo tempo que interagem com as tecnologias e põem em prática estratégias de comunicação.

Uma experiência para que os alunos de ambos os lados da fronteira não só conheça a reserva, mas também se torne um “pequeno guia” do mesmo.

At https://www.facebook.com/DiputacionDeCaceres/

Em 308, Nisa está no n.º 246 da Bloom Consulting

Nisa Bloom

Criada em 2003, a Bloom Consulting é uma consultora especializada em “Country”, “Region” e “City” branding, analisando e desenvolvendo estratégias, análises e ferramentas de medição para destinos por todo o mundo. A empresa tem sede em Madrid e escritórios em Lisboa e São Paulo e Londres.

Todos os anos publica o Bloom Consulting Country Brand Ranking©, nas edições de Negócios e Turismo. Estes estudos analisam a performance de marca de 225 países e territórios a nível mundial.

Nesta 5.ª edição do Portugal City Brand Ranking©, sobre a performance de marca dos 308 municípios portugueses, nas áreas do Turismo, Negócios e Talento, Nisa fica na 246.º posição em 308 municípios portugueses.

No Top 10 do país, não há nenhum concelho do interior. No Top 25 já surgem Viseu (19) e Évora (20):

  • Especificamente no Top 25 Negócios, Viseu volta a surgir (17) com Bragança (24);
  • No Top 25 Visitar só nos surge Évora (10);
  • No Top 25 Viver, Évora (25) junta-se a Viseu (8) e Vila Real (21).

Quanto ao Ranking Regional do Alentejo, Évora continua a liderar, seguida por Beja e Santarém. Portalegre só surge em 5.º lugar e, imagine-se, à frente de Elvas:

  • Considera-se que Portalegre é melhor para os Negócios e para viver do que Elvas. Ainda do Alentejo, a cidade de Ponte de Sor vem em 14.º do Alentejo;
  • Nisa é a 44.ª do Alentejo (9.º do Alto Alentejo; 246.º a nível nacional), à frente da sua “geminada” Vidigueira;
  • Em penúltimo lugar do Alentejo encontra-se Sousel, que é considerado o pior para visitar, à frente de Barrancos, o último do ranking alentejano.

At https://www.bloom-consulting.com

 

Espanha volta a ignorar Portugal na exploração de urânio

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Espanha licenciou a exploração de uma mina de urânio em Retortillo, a cerca de 40 quilómetros da fronteira lusa, sem consultar o Estado português nem fazer o estudo de impacto ambiental transfronteiriço. Repete-se a história de Almaraz.

O empreendimento já está a ser rasgado na província de Salamanca pela empresa australiana Berkeley, a quem foi concedida a exploração da mina em 2014. Neste tipo de minas a extração é a céu aberto. A atividade está calendarizada para 2019.

A delegação dos deputados da Comissão de Ambiente da Assembleia da República, que visitou esta segunda-feira o local onde nascerá a mina, encontrou um estaleiro montado e trabalhos de desmatação e de terraplanagem no terreno atravessado por um afluente do rio Huebra, o rio Yeltes, que desagua no rio Douro. A contaminação do rio Yeltes e os efeitos na saúde da população local preocupam os deputados e os autarcas portugueses e espanhóis.

“Uma mina de urânio tem efeitos a longo prazo. Não é o mesmo que extrair cobre ou ferro. Portugal deixou de ter minas de urânio em 2001 e o passivo ambiental ainda se mantém, assim como os efeitos na saúde das pessoas. Tanto em Espanha como em Portugal, esta extração pode implicar a destruição da fonte de sustento das comunidades. Em Espanha, a preocupação centra-se na produção agrícola e pecuária extensiva e, no nosso país, pode colocar em causa o aproveitamento turístico do património ambiental do Douro”, sublinha Pedro Soares, presidente da Comissão de Ambiente, assinalando, também, o receio de que a extração de urânio prejudique a saúde da população com contaminação radiotiva por ar e pela água, caso as escorrências da mina cheguem ao rio Yeltes.

No entanto, tal como no processo de licenciamento do armazém para resíduos nucleares em Almaraz, o Estado espanhol voltou a ignorar as regras de Bruxelas e o Estado português. E esse incumprimento e a relutância em fornecer informação ao Governo luso são confirmados na informação enviada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, aos deputados, a que o JN teve acesso.

O governante dá conta de que, quando as autoridades portuguesas receberam documentação sobre o projeto de extração de urânio em abril de 2016, Espanha já tinha emitido a declaração de impacto ambiental a 25 de setembro de 2013 e autorizado a concessão da exploração a 4 de junho de 2014. O Estado espanhol argumenta, tal como no processo de Almaraz, que consideraram não ser ” necessário realizar consultas transfronteiriças, atendendo à distância do projeto à fronteira com Portugal”. No entanto, o Governo português considera que o projeto poderá ter efeitos ambientais significativos em território nacional, “atendendo à direção dos ventos e ao facto do rio Yeltes (que divide a exploração mineira em duas zonas) ser um afluente do rio Huebra, que desagua no troço internacional do rio Douro”. Esse entendimento foi comunicado a Espanha a 30 de maio de 2016, com um pedido de envio de informação suplementar.

Quatro meses depois, as autoridades espanholas responderam para reiterar a convicção de que a extração de urânio não terá impactos transfronteiriços, negando a Portugal a oportunidade de pronunciar-se sobre o empreendimento, porque o processo de avaliação ambiental já estava concluído. O Ministério dos Negócios Estrangeiros indica, ainda, que só após “várias insistências por parte de Portugal”, é que o Ministério dos Assuntos Exteriores e Cooperação espanhol enviou documentação sobre o ponto de situação do projeto. O que falta decidir é a concessão da licença de utilização da unidade de processamento de urânio, que a australiana Berkeley pretende edificar junto à mina em Salamanca. A decisão está pendente no Conselho de Segurança Nuclear. Sem essa licença, a mina não entrará em funcionamento, garantiu a secretária de Estado dos Assuntos Europeus espanhola em setembro do ano passado.

Já no passado dia 8, “no quadro da visita do diretor-geral dos Assuntos Europeus a Madrid, o Governo espanhol comprometeu-se a facultar a informação adicional que Portugal solicitar e lembrou que “os procedimentos administrativos de licenciamento se encontram muito longe de uma conclusão que, pela sua complexidade jurídica e ambiental, não pode ser dada por adquirida”, pode ler-se ainda na informação, remetida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros aos deputados lusos. Para Pedro Soares, o esclarecimento do ministro Augusto Santos Silva revela um Estado espanhol a fugir à troca de informação, deixando Portugal novamente confrontado com um facto consumado.

“O Governo está fora de tempo. Atrasou-se em Almaraz e atrasou-se agora. Estas atitudes minam a confiança entre dois estados. Mais uma vez, o Governo espanhol não respeita a legislação europeia. É a réplica do processo de Almaraz”, lamenta Pedro Soares. Os deputados não prescindem que seja feita a avaliação de impacto ambiental transfronteiriça e vão pedir mais esclarecimentos ao ministro do Ambiente, que será ouvido, esta quarta-feira, no Parlamento.

A informação, fornecida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros aos deputados da comissão parlamentar do Ambiente, data as comunicações entre Espanha e Portugal em 2016. No entanto, o presidente do Município de Almeida, cuja fronteira dista cerca de 40 quilómetros da futura mina de Retortillo, garante que alertam as autoridades portuguesas (Agência Portuguesa do Ambiente e Direção Geral de Energia) e o Ministério do Ambiente para este empreendimento desde 2013. “Nunca obtivemos resposta até ao ano passado”, afiança António Machado.

O presidente da Câmara lembra que a mina de Retortillo não será a única, havendo projetos para extrair urânio noutra localizada a apenas quatro quilómetros do concelho de Almeida. “O Governo deve mandar elaborar um estudo dos reais impactos ambientais que a atividade de extração de urânio pode ter na bacia hidrográfica do rio Douro” e na saúde da população local. “Havendo impactos, o empreendimento terá de ser suspenso”, insiste o autarca, lamentando que, “mais uma vez”, os espanhóis não tenham cumprido a sua obrigação.

Em Espanha, está marcada uma manifestação pela plataforma Stop Urânio para sábado às 17 horas locais, em Salamanca.

At https://www.jn.pt

Cantanhede, Mira e Figueira da Foz vão estar ligadas por uma ciclovia

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Cantanhede, Figueira da Foz e Mira vão ser ligados por uma nova ecopista, resultante de um investimento de 1,2 milhões de euros, comparticipado por fundos comunitários no âmbito da rede europeia de ciclovias Eurovelo.

O projecto foi apresentado esta terça-feira, em Mira, no final de uma reunião que juntou os presidentes dos três municípios e ainda representantes das Comunidades Intermunicipais de Aveiro, Coimbra e Leiria, do Turismo de Portugal, Turismo Centro e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.

Segundo o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, a nova ecopista terá uma extensão a rondar os 83 quilómetros e irá ser integrada na rota Eurovelo 1, da rede europeia de ciclovias, projecto da Federação Europeia de Ciclistas que pretende construir 70 mil quilómetros de ciclovias divididos em 14 rotas que irão interligar 42 países em todo o continente europeu.

“O percurso estende-se ao longo da costa atlântica entre o limite norte do município de Mira e o limite sul do município da Figueira da Foz, atravessando Cantanhede na zona da Tocha”, revela Helena Teodósio, presente da Câmara de Cantanhede, autarquia que está a investir numa rede urbana de trilhos cicláveis.

A nova ciclovia, um misto de asfalto e terra batida, seguirá junto à linha de costa, através da Mata Nacional e do estuário do Mondego, devendo ligar a sul da Figueira com a ecopista em asfalto do Atlântico, que termina na Nazaré. O ponto mais delicado da nova ciclovia será a travessia do rio Mondego, estando prevista a construção de uma pequena ponte no estuário, orçamentada em mais de 200 mil euros.

João Ataíde revela que foi discutido com representantes da Comunidade Intermunicipal de Aveiro o prolongamento da ciclovia para o norte, pelo litoral, até à praia de Esmoriz.

Já o presidente da Câmara de Mira, Raul Almeida, garante que a nova ecopista “irá potenciar as características naturais únicas deste território da costa atlântica”, funcionando como mais um factor de atracção para os visitantes.

“A ciclovia não se esgota apenas no traçado por uma das regiões mais bonitas do país. É preciso criar condições ao nível de alojamento, restauração, informação, para que a experiência seja enriquecedora para todos”, refere o autarca.

A rede Europeia de Ciclovias integra actualmente 15 rotas cicláveis de longa distância que cruzam todo o continente. As rotas são usadas por ciclistas que percorrem longos cursos e também pela população local, nas suas deslocações diárias, tendo em algumas zonas uma forte componente turística. Segundo dados divulgados pela Federação Europeia de Ciclistas, “estima-se que cada ano se realizem 2.300 milhões de viagens de bicicleta, representando um valor superior a 44 milhões de euros, segundo um estudo de 2012 encomendado pelo Parlamento Europeu”.

At http://aurinegra.pt

Como valorizar o Tejo… Exemplo de Torres Novas

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Diversas dezenas de empresas do setor do turismo aderiram em 2017 ao Viver o Tejo, projeto da Nersant que assenta na valorização do Tejo como agente percursor da estratégia de desenvolvimento económico do Ribatejo, tendo como fator chave o seu potencial turístico diferenciado e de excelência. No total, integraram o projeto 61 empresas em 2017.

Sendo o rio Tejo o recurso endógeno por excelência do Ribatejo, a Nersant criou a marca Viver o Tejo, por forma a integrar a oferta turística da região ribatejana, promovendo a dinamização das diferentes economias locais e da economia regional como um todo. A adesão ao projeto é inteiramente gratuita, passando as empresas a integrar automaticamente o portal desta marca (www.viverotejo.pt). Aqui, as empresas aderentes passam a ter um espaço de apresentação da empresa, seus produtos e serviços, bem como a integrar as ofertas turísticas e rotas criadas pela marca, tudo com possibilidade de reserva online.

No ano de 2017, o projeto contou com a adesão de 61 empresas, englobando o projeto no momento um total de 182 empresas / entidades aderentes.

De referir que o projeto Viver o Tejo tem como objetivos a identificação e qualificação da oferta turística da região, promovendo ofertas integradas, o desenvolvimento sustentável e a preservação dos elementos históricos e culturais da região. Pretende ainda aumentar, consequentemente, a competitividade de todo o território.

A adesão a esta marca da Nersant é inteiramente gratuita, devendo os interessados contactar a associação empresarial.

At http://www.mediotejo.net

Projecto “Raia Termal” lançado em Ourense

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Decorreu na passada segunda-feira, dia 18 de dezembro, a jornada de lançamento do Projeto Raia Termal ‘Um destino: dois países’. A iniciativa decorreu em Ourense, num evento que contou com a presença da Secretária de Estado do Turismo, Dra. Ana Mendes Godinho, e do autarca melgacense, Manoel Batista.

O projeto ‘A Raia Termal’, no âmbito do Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal (POCTEP), nasceu com o propósito de proteger e conservar os espaços naturais fluviais fronteiriços do Minho e do Lima, de forma a contribuir para a melhoria do meio ambiente e dos recursos termais da zona e da criação de uma rede que fomente a estruturação dos recursos termais transfronteiriços raianos de Ourense e do Norte de Portugal, tendo como objetivo a sua valorização turística. Apesar da atividade termal se ter alicerçado durante muitos anos nas características distintivas conferidas pelas águas e atividades terapêuticas, o facto é que a evolução do próprio conceito por via das novas exigências dos mercados e sociedades tem levado a uma reformulação de objetivos e da oferta que se posiciona agora na dimensão da saúde e bem-estar, assente em conceitos como a prevenção e reabilitação, e associada a novos hábitos de lazer e turismo.

At http://www.cm-melgaco.pt

“Lançamento projeto transfronteiriço “Raia Termal”.
Espetacular exemplo cooperação e promoção conjunta Portugal | Espanha.
Comprovo roteiro de águas espetaculares, que já experimentei. “Volverei”.
Melgaço, Terras de Bouro, Ourense, Lobios, Cortegada, Bande e Muiños.
Um destino, 2 países.”

Por Ana Manuel Mendes Godinho, Secretária de Estado do Turismo, at Facebook

Câmara de Gavião reage à poluição no Tejo

A poluição do rio Tejo está a gerar preocupações no concelho de Gavião, tendo o vice-presidente, António Severino, destacado ao mediotejo.net os prejuízos ambientais, sociais e económicos, e referido que o persistir desta situação é “insustentável”.

“Não é aceitável que em pleno século XXI, um país como Portugal, no continente europeu, deixe que uma situação como esta esteja a acontecer”, disse o vereador gavionense, que tem assento na Comissão de Acompanhamento sobre a poluição do Tejo no âmbito da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA).

O agravamento dos episódios de poluição já originou vários pedidos de intervenção por parte dos presidentes das Câmaras de Gavião, Nisa, Abrantes e Mação e também do Movimento ProTejo, com sede em Vila Nova da Barquinha, tendo o autarca lembrado que este “já não é um assunto novo (…) mas o facto é que, lamentavelmente, continuamos no final de 2017 a ter episódios de poluição no Tejo”.

Nisa e Gavião são os únicos municípios por onde passa o rio, no Alto Alentejo, sendo a freguesia de Belver a única alentejana a norte do rio Tejo. O município de Gavião tem efetuado significativos investimentos na praia fluvial do Alamal, por diversas vezes galardoada com a Bandeira Azul, para acolher com as melhores condições os muitos turistas que ali afluem.

“É fundamental para a economia do concelho a nossa afirmação como destino turístico coeso. Por isso implementámos uma estratégia que visa explorar ao máximo todo o potencial do Rio Tejo. Temos realizado investimentos nos últimos anos que, face à trágica vaga crescente e poluição, se têm tornado infrutíferos”, pode ler-se em recente carta dirigida ao ministro do Ambiente.

“Os pedidos de explicação da população e dos vários agentes económicos ligados ao turismo, fortemente afetados, são recorrentes. E muitos ponderam abandonar o nosso concelho que se torna assim cada vez mais despovoado e isolado”, sublinha a mesma nota, que termina com um apelo ao ministro da tutela para intervenha no sentido de “travar as descargas poluentes para que o rio seja devolvido às pessoas”.

At http://www.mediotejo.net/