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Câmara de Gavião reage à poluição no Tejo

A poluição do rio Tejo está a gerar preocupações no concelho de Gavião, tendo o vice-presidente, António Severino, destacado ao mediotejo.net os prejuízos ambientais, sociais e económicos, e referido que o persistir desta situação é “insustentável”.

“Não é aceitável que em pleno século XXI, um país como Portugal, no continente europeu, deixe que uma situação como esta esteja a acontecer”, disse o vereador gavionense, que tem assento na Comissão de Acompanhamento sobre a poluição do Tejo no âmbito da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA).

O agravamento dos episódios de poluição já originou vários pedidos de intervenção por parte dos presidentes das Câmaras de Gavião, Nisa, Abrantes e Mação e também do Movimento ProTejo, com sede em Vila Nova da Barquinha, tendo o autarca lembrado que este “já não é um assunto novo (…) mas o facto é que, lamentavelmente, continuamos no final de 2017 a ter episódios de poluição no Tejo”.

Nisa e Gavião são os únicos municípios por onde passa o rio, no Alto Alentejo, sendo a freguesia de Belver a única alentejana a norte do rio Tejo. O município de Gavião tem efetuado significativos investimentos na praia fluvial do Alamal, por diversas vezes galardoada com a Bandeira Azul, para acolher com as melhores condições os muitos turistas que ali afluem.

“É fundamental para a economia do concelho a nossa afirmação como destino turístico coeso. Por isso implementámos uma estratégia que visa explorar ao máximo todo o potencial do Rio Tejo. Temos realizado investimentos nos últimos anos que, face à trágica vaga crescente e poluição, se têm tornado infrutíferos”, pode ler-se em recente carta dirigida ao ministro do Ambiente.

“Os pedidos de explicação da população e dos vários agentes económicos ligados ao turismo, fortemente afetados, são recorrentes. E muitos ponderam abandonar o nosso concelho que se torna assim cada vez mais despovoado e isolado”, sublinha a mesma nota, que termina com um apelo ao ministro da tutela para intervenha no sentido de “travar as descargas poluentes para que o rio seja devolvido às pessoas”.

At http://www.mediotejo.net/

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O dono do Tejo

Paulo Fernandes

Este cavalheiro na foto, Paulo Fernandes, consegue ser o dono de eucaliptais imensos (já sabemos a beleza que são os eucaliptos para Portugal), é o dono da Celtejo(Altri), que nos destrói todos os dias o rio Tejo em Vila Velha de Ródão e já agora é o dono do Correio da Manhã (Cofina).

Não tenho nenhuma admiração pelo Correio da Manhã mas gostava de ver quantas vezes vem no jornal o que se está a passar com a Celtejo.

Arlindo Consolado Marques o Correio da Manhã que anda sempre todo o lado já te entrevistou?

André Rodrigues Lopes

At https://www.facebook.com/

Câmara de Nisa reage à mortandade do Tejo a 13/11

Nota de Imprensa n.º 29/2017, de 13/11/2017

O Municipio de Nisa exige medidas de Combate à Poluição do Rio Tejo

O Municipio de Nisa informa que enviou, no início do mês de Novembro, um ofício dirigido ao Ministro do Ambiente, Eng.º João Pedro Matos Fernandes, alertando para a necessidade de se proceder à construção de uma solução válida, duradoura e sustentável para elevar o Rio Tejo, a RIO VIVO e VIVIDO! E exigindo medidas efetivas de combate à Poluição do Rio Tejo.

Houve no entanto, por parte do Municipio, ações de recolha de peixes mortos, junto à Central Hidroelectrica da Velada (São Matias).

Como referimos nessa missiva dirigida ao Srº Ministro do Ambiente, reafirmamos que o concelho de Nisa segue políticas Municipais, bem definidas e esplanadas no Plano Diretor Municipal (PDM), estrategicamente assente num forte pendor de sustentabilidade ambiental, predominantemente na preservação e requalificação dos recursos hídricos e hidrominerais, e na valorização do território e das suas gentes.

“Face ao exposto e pela importância deste relevante recurso hídrico para o desenvolvimento sustentável do nosso concelho, o mesmo não se coaduna com os mais recentes focos de elevada carga de poluição – crime ambiental (previsto no código Penal artº 278 e 279), que está a afetar o Rio Tejo, principalmente a jusante de Vila Velha de Rodão, a qual tem provocado uma mortandade elevada de peixes (achigã, carpa, barbo, boga, lagostins entre outros), exterminando por completo todo o ecossistema do leito do rio, principalmente neste percurso, influenciando decisivamente toda uma comunidade e o seu modo de vida.”

O Municipio de Nisa, tudo tem feito no sentido de identificar, denunciar e encontrar as soluções necessárias para a resolução deste contínuo e persistente crime ambiental, provocado por agentes poluidores e prevaricadores, que a persistir desta forma e com esta intensidade, influenciarão decisivamente os projetos de toda a nossa estratégia municipal que assenta em dinâmicas de sustentabilidade, aliadas a uma forte valorização do território e das comunidades ribeirinhas, nomeadamente as freguesias de Santana, São Matias (Velada) e Amieira do Tejo.

Exigimos e defendemos, junto das autoridades competentes, medidas realmente efetivas e duradouras de combate à grave poluição que afeta o Rio Tejo, porque a sustentabilidade do nosso território e das comunidades que nele habitam, só se coaduna com um rio vivido e com vida, em toda a sua plenitude.

At http://www.cm-nisa.pt/

Mais uma praia fluvial dinamiza o Alentejo

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Conforme a Rádio Campanário avançou, o concelho de Mourão irá em breve ter ao dispor da população uma praia fluvial, esta que será inaugurada já na próxima segunda-feira (17 de julho), pelas 10h30m.

Esta praia que estará apetrechada com um conjunto de equipamentos adequados para receber as populações.

Na última semana esteve no local uma equipa de mergulhadores dos Bombeiros Voluntários de Mourão que verificaram a área e a construção do passadiço que faz a ligação entre o Parque de Merendas e o areal.

At http://www.radiocampanario.com/

Diputación de Cáceres pide a Iberdrola que el puente de Cedillo esté abierto a diario

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La presidenta de la Diputación de Cáceres, Rosario Cordero, ha anunciado hoy que instarán a la empresa eléctrica Iberdrola a que permita diariamente y no solo en fines de semana el tráfico por el puente de la presa de Cedillo.

Cordero entiende que esto “sería una solución” a la desestimación del proyecto de construcción de un puente que una la localidad cacereña de Cedillo con la portuguesa de Nisa y que ha sido descartado por el Comité de Gestión del Programa de Cooperación Transfronteriza Interreg V-A España Portugal (Poctep) 2014-2020.

Según Cordero, se están estudiando otras opciones para que ese puente sea una realidad, pero mientras inician contactos con el país luso y la Junta de Extremadura para plantear la financiación “abrir al tráfico diario el puente sería una solución para impulsar el desarrollo económico de esta zona de la Sierra de San Pedro“.

La presidenta de la Diputación cacereña dice que la empresa alega “motivos de seguridad” para no abrir al tráfico el puente a diario y ha subrayado que la institución estaría dispuesta a invertir para “reforzar la seguridad” del mismo.

Rosario Cordero ha apelado también al “compromiso social” que esta empresa demostraría con la comarca y la provincia y ha subrayado que actualmente los vecinos de la zona se ven obligados a recorrer 165 kilómetros por Valencia de Alcántara para llegar a tierras portuguesas.

Cordero también ha criticado que el anterior gobierno del PP en la Diputación rechazara los 4 millones de euros aprobados para la construcción del puente en una convocatoria anterior de Interreg, lo que, a su juicio, fue “una oportunidad única” porque Portugal estaba dispuesta a aportar 1,5 millones y el resto hasta los más de 6 millones que cuesta la infraestructura, los pondría la Diputación.

Fondos devueltos

“No entiendo por qué se devolvieron esos fondos, de un proyecto que hubiera traído prosperidad a una comarca y hubiera generado empleo en la provincia”, ha concluido Cordero.

La presidenta tenía programada una reunión con la presidenta de la Cámara municipal de Nisa (Portugal), que por cuestiones de agenda, no se ha producido, pero se retomará en junio.

At http://www.hoy.es/