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Opinião: “Nisa”

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Em pleno séc XXI, depois de tanta luta pela liberdade (principalmente a de expressão) levada a cabo por todos aqueles que acreditam na democracia, nem sei como comentar estas situações e outras que ultimamente têm manchado o bom nome da nossa terra nos órgãos de comunicação social de todo o país.

Tentando ser imparcial, acho que urge o apuramento das verdades para voltar a colocar Nisa nas luzes da ribalta pelas suas inúmeras qualidades e não por episódios rocambolescos que em nada dignificam as gentes e a história desta nobre vila.

Que resposta dar quando, estando nós a viver fora da Nisa do nosso coração, nos dizem: “Chega aqui e vê o jornal. E andas tu sempre a gabar a tua terra!”.
Ficas triste. Muito triste 

Triste porque sabes que a nossa gente não é assim. Triste porque falas da beleza da terra, das gentes e dos seu costumes, porque apesar de haver mau e bom, há mais bom que mau. Mas o povo já não acredita. Ou acredita pouco.

E sim, Nisa está muito bonita, mas está vazia. Vazia dos filhos da terra que tiveram de sair para trabalhar, vazia de trabalho para fixar os que ainda restam e os que anseiam voltar, vazia de desenvolvimento.

E Nisa tem tanto potencial!
Temos cultura, temos artesanato único, temos gastronomia regional cuidada, temos história, temos turismo, temos natureza, temos gente de valor e com valores. 

O que parece que não temos? Vontade de voltar a pôr Nisa na linha da frente, de desenvolver tudo o que traga gente para a terra, vontade de não deixar morrer o que nos diferencia dos demais. Visto de fora é o que parece… 

Acabemos com as lutas de poder por parte de quem pensa que tem o poder…
Nisa merece mais. Nisa merece voltar a ser falada pelo que tem de bom e não pelo que de mal fazem pessoas individuais em busca de protagonismo e de trampolins para voos para os quais, decerto não terão asas…

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Vereadores da CDU vão directos aos factos

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DECLARAÇÃO DOS VEREADORES DA CDU – NISA

Os vereadores da CDU vêm, pela presente DECLARAÇÃO, denunciar a discriminação de que têm sido alvo, por parte da maioria PS de Nisa, em particular pela presidente da Câmara Municipal de Nisa, no claro desrespeito pelo definido na Constituição da República Portuguesa  no seu Artº 114, nº2, que reconhece às minorias partidárias o direito de oposição democrática, regulamentado através do Estatuto do Direito de Oposição, aprovado pela Lei 24/98, de 26 de Maio.

De acordo com a Lei Fundamental, são garantidos os direitos e poderes das minorias enquanto instrumento constitucional de contrapeso e limite do poder da maioria, o que exige   condições de igualdade de oportunidades a todos os partidos, no sentido da paridade de tratamento.

Ao longo do mandato anterior, com forte exacerbamento no que agora decorre, a maioria PS tem vindo a restringir de forma injustificada o direito dos eleitos da CDU, na Câmara e na Assembleia Municipal, ao contraditório, prefigurando-se como uma discriminação entre o partido da maioria e a oposição. Tal tem vindo a criar um foco de conflitualidade impondo um regime autoritário que se vem a refletir, de forma cada vez mais determinante, na prossecução dos interesses públicos locais. Queremos sublinhar a falta de sentido democrático da maioria PS, expressa nesta prepotência de, autocraticamente, impor a sua vontade, esquecendo  que, em democracia é o eleitorado, são os cidadãos, pelo  voto livre dos seus titulares, em sufrágio, que legitimam o poder,  não podendo nunca esquecer que num Estado de Direito as maiorias devem adequar as suas condutas à Constituição e aos princípios nela proclamados.

A situação que se vive no concelho de Nisa é de tal forma grave e censurável que ilustraremos, a seguir, com  exemplos claros, a forma como o Partido Socialista, na pessoa da presidente da Câmara, usando um poder de absolutismo de maioria, tem vindo a assumir posições autoritárias, prepotentes e déspotas, porque as eleições autárquicas de 1 de outubro de 2017 lhe permitiram obter, maioritariamente, o voto do povo de Nisa. A saber:

  • o órgão de soberania do Poder Local, Câmara  Municipal, foi esvaziado das suas competências, tendo a maioria PS delegado na Presidente todas as competências que a Lei nº 75/2013 de 12 de setembro permite (Artº 34º, nº 1);
  • as reuniões do órgão Câmara  Municipal passaram, neste mandato, a realizar-se às 9h30 da manhã de terça-feira (quando, desde há sucessivos mandatos, tinham lugar às quartas-feiras, pelas  14h30), dificultando a possibilidade de os munícipes participarem, exercendo o seu direito de cidadania ativa;
  • A senhora presidente da Câmara Municipal recusou, neste mandato, a cedência de um espaço e demais condições, para que os vereadores possam desenvolver o seu trabalho, ao arrepio do definido na Lei nº 75/2013 de 12 de setembro;
  • O período de intervenção dos eleitos foi transferido para o final das reuniões de câmara,  sem munícipes presentes, sem a participação dos técnicos do município, de forma a reduzir o impacto da intervenção política dos vereadores da oposição;
  • os vereadores da oposição não podem usar da palavra nas sessões da Assembleia Municipal, nem em defesa da honra, porque a Presidente da câmara não autoriza que o Presidente da Assembleia Municipal lhes conceda o direito ao uso da palavra.

Mas se dúvidas houver, elas serão esclarecidas com o relato dos factos ocorridos após a reunião da Câmara Municipal de Nisa, do dia 21 de agosto de 2018, e que passamos a descrever:

  • A reunião da Câmara Municipal de Nisa, marcada para as 9h30 começou pelas 9h39, devido ao atraso da Presidente da Câmara e dos vereadores do PS;
  • A reunião teve início com a análise e votação do ponto 4;
  • Todos os pontos (oito) foram analisados e votados a favor, por unanimidade;
  • No período de intervenção dos eleitos, o senhor vereador Vitor Martins fez uma intervenção, em nome dos vereadores da CDU, referindo-se à necessidade de limpeza da área onde estiveram instalados os bares na iniciativa “Nisa em Festa”;
  • A reunião terminou quando eram 9h51m;
  • A senhora presidente, o senhor vice-presidente e o secretário da reunião, o senhor Carlos Soares, permaneceram no auditório, conversando, por um período de cerca de 3 ou 4 minutos;
  • A vereadora da CDU, Fátima Dias, entretanto, também permaneceu no seu lugar, registando notas e usando o computador pessoal, como é hábito acontecer, após as reuniões de câmara, e pode ser confirmado pela responsável pela biblioteca e assistentes operacionais, ou até mesmo munícipes presentes na biblioteca;
  • Passado este curto espaço de tempo, a senhora presidente disse que a vereadora teria de sair pois a sala teria de ser fechada;
  • A vereadora respondeu que sim, que sairia, e que estava apenas a desligar o computador e a arrumar os seus documentos mas, ainda assim, perguntou se a sala estava destinada a outra utlização, não tendo obtido resposta;
  • A senhora presidente pediu ao senhor vice-presidente que chamasse o funcionário da biblioteca para fechar as janelas;
  • Pouco depois, o funcionário José Maria Moura entrou e encostou todas as portadas das janelas, tendo a sala ficado às escuras;
  • A vereadora voltou a responder que  estava a desligar o computador e sairia a seguir. Disse ainda que estava a trabalhar no âmbito das suas funções de vereadora e que o espaço do auditório está reservado para as reuniões de câmara que, de acordo com o Regimento de funcionamento,  decorrem entre as 9h30m e as 12h30, sendo que na altura eram apenas 10h00;
  • Esta troca de palavras  terá decorrido em cerca de dois ou três minutos, no máximo.

Com absoluta ausência de ética, sem a mínima consciência moral e sem sentido de justiça, a presidente Idalina Trindade passou das palavras ao ato de violência, dando lugar à ofensa física despropositada  através de uma atitude intimidatória e prepotente.

Ato contínuo, e num período de tempo que não terá passado de segundos, no auditório da Biblioteca Municipal de Nisa, onde a reunião de câmara terminara havia escassos quatro ou cinco minutos, completamente na penumbra  e com reduzida visibilidade do exterior, estando apenas a vereadora sentada à secretária, no seu lugar habitual, e a senhora presidente de pé, esta dirigiu-se à vereadora, bateu com a mão no ecrã do computador portátil fechando-o abruptamente. Usando da mesma agressividade, agarrou no queixo da vereadora Fátima Dias puxando-lhe os cabelos com violência.

A senhora presidente voltou costas à vereadora e seguiu, em passo rápido (meia dúzia de passos) para o hall da biblioteca, enquanto a vereadora Fátima Dias se levantava da cadeira e seguiu atrás dizendo em voz  alta, claramente audível para os presentes, que a presidente a havia agredido puxando-lhe os cabelos e que  teria de responder em tribunal pelo que lhe fez. Disse que iria de seguida à GNR apresentar queixa da presidente da Câmara, por agressão. Como resposta, a senhora presidente chamou “mentirosa” à vereadora Fátima Dias tendo esta perguntado quem era ali a “mentirosa”, e  como tinha a coragem de a desmentir e ofender, segundos depois da agressão que acabara de cometer contra ela.

Encontrava-se no hall da biblioteca o vice-presidente da Câmara Municipal de Nisa, o funcionário José Maria Moura e o secretário da reunião, Carlos Soares, para além de outros munícipes que, eventualmente, estivessem na sala de leitura de periódicos e possam ter presenciado a ocorrência através dos vidros do auditório.

Quem estava no local presenciou o sucedido, e a gravação audio da Reunião de Câmara poderá constituir prova, dado que durante toda a ocorrência o técnico responsável pelo som e gravação não entrou para desligar o equipamento.

A senhora presidente, claramente transtornada, continuou a ordenar que a vereadora fosse ao auditório buscar as suas coisas e saísse, expulsando-a. Este diálogo foi presenciado pelas mesmas pessoas antes referidas.

De imediato, sem dar tempo a que a vereadora tomasse a iniciativa de recolher os seus pertences, a presidente voltou a entrar no auditório, sozinha, de forma abrupta, juntou em monte os documentos da vereadora, o computador, a mala e os objetos pessoais,  que foi entregar ao funcionário de serviço na biblioteca, José Maria Moura. Saiu da biblioteca visivelmente descontrolada, chamando mentirosa à vereadora Fátima Dias, quando eram, sensivelmente, 10h00.

De seguida, a vereadora Fátima Dias apresentou queixa por agressão e injúrias, no Posto de Comando da GNR de Nisa, contra a presidente da Câmara, Idalina Trindade, quando eram cerca de 10h30m.

Estamos, claramente, perante  um ato de violência e intolerância  da presidente da Câmara de Nisa, Idalina Trindade, para com a vereadora da CDU, Fátima Dias. Um ato de violência supostamente legitimado pela confiança da maioria dos eleitores locais, em desrespeito pelo pluralismo de expressão e de organização política democráticas que, nos termos do art.º 2º, da Constituição, constituem bases do Estado de Direito democrático e à luz da qual se acolhe o direito de oposição das minorias.

Ao partir para a violência, a presidente Idalina Trindade criou um clima de instabilidade institucional que não pode conviver com a ideia de DEMOCRACIA, RESPEITO pelos DIREITOS HUMANOS, ACEITAÇÃO, PLURALISMO, DEBATE e DEFESA da CAUSA PÚBLICA.

Se a presidente da Câmara Municipal de Nisa, que deveria ser o exemplo da defesa dos valores democráticos, e das respetivas instituições, responde com esta exibição de autoritarismo e violência gratuitos, incitando ao ódio contra os seus adversários políticos, quem defenderá a DEMOCRACIA no concelho de Nisa?

Mais acrescentamos que será dado conhecimento da presente DECLARAÇÃO à Câmara Municipal e à Mesa da Assembleia Municipal de Nisa, na pessoa do seu Presidente, Professor Doutor João José Esteves Santana.”

Nisa, 4 de setembro de 2018

Os Vereadores da CDU

Vitor Martins – Fátima Dias

At https://www.facebook.com/CDU-Nisa-Continuar-com-Confiança-147876138742547/

Nisa passa a ter balcão e carrinha da CGD

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Depois de dois balcões móveis que percorrem Castelo Branco e Guarda, chega a vez de Portalegre. Os serviços bancários disponíveis são os que não envolvem numerário.

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai ter um novo balcão móvel na segunda-feira para prestar alguns serviços bancários em localidades do distrito de Portalegre, segundo informação divulgada esta sexta-feira.

A carrinha-balcão da CGD percorrerá 18 localidades dos concelhos de Arronches, Elvas, Crato, Castelo de Vide, Marvão, Monforte, Nisa, Ponte de Sor, Portalegre e Sousel.

“Deste modo é garantida a continuidade da prestação de serviços bancários pela Caixa em localizações em que não existe qualquer presença bancária”, refere o banco público em comunicado, acrescentando que fica assim “mais perto de uma população de 43 mil clientes residentes”.

Os serviços bancários disponíveis no balcão móvel são os que não envolvem numerário, como simular operações de crédito, atualizar dados, pedir emissão de cartões, esclarecer dúvidas sobre produtos ou fazer pagamentos através do terminal do MB Spot.

No caso de um cliente idoso, que habitualmente ia a uma agência da CGD levantar a reforma, não poderá fazê-lo nestas carrinhas.

A CGD tem outras duas agências móveis que percorrem localidades dos distritos de Castelo Branco e Guarda. Desde o início de agosto que o banco BPI tem um balcão móvel a circular no Alentejo.

At https://eco.pt/

Gentes de Nisa coladas à incitação

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Idalina Trindade, presidente da Câmara de Nisa, puxa cabelo a vereadora. Autarca (PS) fala em fantasia da opositora (CDU).

A vereadora da CDU da Câmara de Nisa, Maria de Fátima Dias, acusa a presidente da autarquia, Idalina Trindade (PS), de agressão e injúrias no final da reunião de câmara desta terça-feira, realizada na Biblioteca Municipal. Segundo a comunista, a edil ter-lhe-á puxado os cabelos.

“Apenas estávamos as duas no auditório da Biblioteca Municipal. A presidente achou que eu teria de sair rapidamente pois a reunião havia terminado. Respondi que sairia mal terminasse o que estava a fazer. Em questão de segundos, dirigiu-se a mim, fechou-me a tampa do computador com toda a força, agarrou-me o queixo usando a força e deu-me um puxão no cabelo, com violência”, relatou ao CM Maria de Fátima Dias, acrescentando que já apresentou queixa na GNR.

Por seu turno, a presidente Idalina Trindade nega os factos de que é acusada pela vereadora da CDU. “Fantasiou um alegado ataque físico, gritando no hall do auditório da Biblioteca Municipal onde se realizam as reuniões quinzenais, que havia sido agredida pela presidente da Câmara, atitude inusitada, facto construído pela senhora vereadora para atacar o caráter e a honorabilidade da presidente”, descreve Idalina Trindade.

A autarca acrescenta ainda que também apresentou queixa contra a vereadora junto do Ministério Público de Nisa, “por injúrias, difamação e falsas declarações”.

Ao que o CM apurou, a estrutura local da CDU vai também reunir brevemente para analisar a situação.

Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/ / Foto: ptjornal

Missionários com casa em Nisa têm novo Vice Superior Geral

Jose Antunes 3933O sacerdote português, nascido em Maxial do Campo, Castelo Branco, acompanhará de perto o padre Paulus Budi Kleden, eleito Superior Geral há dois dias, no 18º Capítulo Geral dos Missionários do Verbo Divino, que realiza até 14 de julho, em Nemi (Roma).

José Antunes da Silva foi ordenado presbítero em 1984.

De 1986 a 1989 viveu, segundo revela, os anos mais marcantes da sua vida. Foi em terras africanas, na missão de Kintampo, Gana.

Fez estudos superiores em Ciências da Religião, nos Estados Unidos, de 1990 a 1992.

De 1992 a 2003 dedicou-se à pastoral universitária, em Guimarães.

De 2003 a 2007 fez parte da comunidade de Fátima, tendo acompanhado mais de perto o trabalho com os leigos missionários e com maior dedicação à revista Contacto svd.

Em 2007 foi eleito Superior Provincial, cargo que desempenhou até 2012. Nesse ano participou no Capítulo Geral, em Roma, sendo eleito Conselheiro Geral, cargo que desempenha atualmente.

Os Missionários do Verbo Divino, presentes em Portugal desde a década de 40 do século XX, têm casas em Tortosendo, Fátima, Lisboa, Almodôvar, Nisa, Minde, Aveiro e Guimarães, onde chegaram em 1952.

At https://www.diariodominho.pt/

Câmara Municipal de Nisa não vai participar no 2.º Congresso AMALENTEJO

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265 Congressistas são esperados este fim-de-semana em Castelo de Vide no 2º Congresso AMAlentejo/Semeando Novos Rumos

É já este fim-de-semana, no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira, em Castelo de Vide, que irá decorrer o 2º Congresso AMAlentejo, com o lema “AGIR NO PRESENTE/PLANEANDO O
FUTURO”.

“Alentejo: Poder Local e Descentralização”, “Desenvolvimento Económico, Social e Cultural – Projetos Estruturantes para o Alentejo – Portugal 2020 e Portugal 2030” e “A Palavra aos Partidos, pelo Alentejo” são os painéis que irão compor estes dois dias de debate em prol do Alentejo.

A sessão de abertura, marcada para as 10h30, contará com a palavra de António Pita, Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, João Proença, Presidente da Direção da Casa do Alentejo que estará em representação da Comissão Organizadora deste 2º Congresso, e Pedro Soares, Presidente da Comissão Parlamentar de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, em representação de Sua Excelência o Presidente da Assembleia da República.

Ao longo do dia 30 de junho serão várias as personalidades de reconhecido mérito que farão a introdução do 1º e 2º Painéis, estando assegurado o espaço para a intervenção dos congressistas que manifestaram, previamente, essa intenção, sendo posteriormente aberto o debate.

O dia 1 de julho será reservado às intervenções dos Partidos Políticos com assento na Assembleia da República, estando confirmados, até ao fecho do presente programa em anexo, os seguintes representantes: Telma Saião pelo Partido Ecologista “Os Verdes”, António Batista pelo CDS – Partido Popular, José Carita Monteiro pelo Bloco de Esquerda, João Dias Coelho pelo Partido Comunista Português e António Costa da Silva pelo Partido Social Democrata.

A sessão de encerramento do 2º Congresso AMAlentejo está prevista para as 12h30 do dia 1 de julho, com os discursos de António Pita, Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, e Ceia da Silva, Presidente da Turismo do Alentejo (ERT), que estará em representação da Comissão Organizadora deste 2º Congresso.

At http://www.amalentejo.pt/

 

Nisa volta a receber uma corrida de touros dia 4 de agosto

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No próximo dia 4 de agosto, a localidade alentejana de Nisa receberá uma corrida de touros à portuguesa.

Segundo o Toureio.pt conseguiu apurar neste dia irão estar em praça os cavaleiros Francisco Cortes, Paulo Jorge Santos e Tiago Carreiras, que irão lidar seis touros de São Martinho.

Neste espetáculo que tem início às 22 horas, as pegas estarão a cargo dos Amadores de Coruche e Monforte.

At https://toureio.pt/

A Tauromaquia é “Património Cultural e Imaterial de Interesse Municipal” no concelho de Nisa.