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Opinião: “A Praça de Touros de Badajoz e José Sócrates”

Socrates

ArnaldoContou-me o meu Pai (mais que uma vez), que na guerra civil Espanhola (entre os fascistas/falangistas/monárquicos/católicos e os Republicanos) havia, com frequência, sessões de fuzilamento abertas ao publico (se calhar para exemplo) na Praça de Touros de Badajoz. Claro que os fuzilados eram os militantes Republicanos e os fuziladores militares das falanges de Franco.

Dizia-me ele, o meu Pai, que iam aqui da minha terra (Benavente) conterrâneos de famílias muito conhecidas (e que por isso vou omitir os nomes) assistir a esse “circo” de triste memória para qualquer pessoa civilizada. Era um gozo de satisfação que ultrapassava a obscenidade. e que transparecia nos comentários e nas descrições das execuções sumarias.
Merda de gente!

Hoje lembrei-me dessa violência ao ver as carinhas obscenamente felizes dos jornaleiros, tipo ricardo costa, ao falarem da, finalmente chegada, acusação a Socrates.
Se calhar justifica-se essa felicidade de gente que vive e respira montada no mal alheio e conhecedora da pouca vergonha que domina a PGR e o MP.
Mas uma coisa é uma acusação (muito facil) e outra coisa é a prova.
Daqui por 20 anos eu, ou alguem por mim, cá estarei para ver se essas caras, sedentas de sangue, vão continuar a vomitar ódio ou não.
Eu, ou alguém por mim, continuarei ao lado de Socrates, até que me provem o contrario.
Tenho pena desta gente!

Arnaldo da Cunha Serrão

At https://www.facebook.com

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Opinião: “Subversão da verdade”

Ricardo CastanheiraO Facebook com os seus dois biliões de utilizadores deixa muito atrás os países mais populosos do planeta: a China (1.387 biliões) ou a India (1.340 biliões). Mas mesmo a União Europeia (508 milhões) fica atrás do Whatsapp (1.2 biliões), do Youtube (1 bilião) ou do Instagram (700 milhões). Este é o ponto de partida.

Já vai longe no tempo a confiança no que líamos e víamos, fosse nas páginas de um jornal ou num ecrã de televisão. A produção e circulação de informação espontânea e não institucionalizada mudou a realidade: desde logo, dos órgãos de comunicação que vivem, por todo o lado, dias difíceis para sobreviver e no modo como se consome, numa internet sem filtros nem regras editoriais mínimas em que cada um escreve, comenta e divulga o que lhe dá na real gana para uma potencial audiência esmagadora e sem fronteira.

No rescaldo do passado fim de semana, multiplicaram-se nas redes sociais fotos e vídeos de cargas policiais e outros atos de violência contra os independentistas nas ruas de Barcelona. A indignação generalizou-se contra a “barbárie fascizante” de Madrid. Ora, passados uns dias sabemos que, afinal de contas, muitas dessas imagens eram falsas e não passavam de montagens com um propósito muito claro de vitimizar uns e mobilizar a opinião pública contra os outros.

Desta vez foi na Catalunha, mas o fenómeno das notícias e imagens falsas já tinha estado presente nas últimas eleições americanas – com os resultados que se sabe! – passou pelas francesas e mais recentemente entrou na contenda alemã. Ou seja, onde há poder em disputa há a instrumentalização e a subversão da verdade.

Já há relatórios internacionais que mostram consistentemente que existe da parte de alguns países uma estratégia de influência e domínio que passa pelo uso robotizado de “fake news” e perfis falsos para gerar instabilidade em determinados alvos. As guerras assumem, hoje, diferentes formas e espaços. O contexto digital é claramente um deles. Não perceber isto é não entender o mundo em que vivemos e esquecer estupidamente que as redes sociais são o habitat natural de milhões e milhões de seres humanos. É lá que se jogam – para o bem e para o mal – muitas das decisões políticas.

Os governos não se podem demitir e deixar à auto-regulação das plataformas digitais a procura de soluções. Afinal de contas, não cabe às empresas do “Vale Silício” garantir as liberdades individuais, a ordem social, a segurança coletiva e até em certa medida a soberania.

Este é o debate dos nossos tempos. E há tão poucos a querer fazê-lo…

Ricardo Castanheira

At https://www.facebook.com/

Opinião: “Catalunha”

FB_IMG_1507198302293Um par de “bofetadas” não resolve diferenças políticas. Mas também não sou dos que crê que o uso da brutalidade só está errada quando empregada pelos outros. Numa Europa que sempre se identificou com um sistema democrático e reformista, de eleição e instituições representativas, de respeito pela liberdade de expressão, de partidos políticos e sindicatos, uma sociedade aberta respeitadora da soberania individual, sem imposições culturais ou censuras. O que se espera dos seus intelectuais e dirigentes políticos é apenas um esforço de lucidez perante momentos de maior conturbação. Um intelectual ou um político que crê que a liberdade é necessária e possível para o seu país e sociedade não pode, por momentos que seja, achar que esta é supérflua ou que pode ser suspensa.

Este é o exemplo dos acontecimentos do passado dia 1 de Outubro na Catalunha, quando a sociedade manifesta o seu cepticismo sobre a capacidade do país preconizar no seu seio a convivência e a liberdade que fizeram dos países ocidentais o que são. Tenho no entanto a noção de que este é um problema complexo e de difícil resolução o que explica as suas incongruências e consequências.

Mas neste momento importa reflectir sobre a incapacidade de entender e lidar com certos fenómenos e equacionar e adaptar uma resposta eficaz ao momento. A violência é a linguagem da falta de comunicação entre os membros de uma sociedade, em que o diálogo desapareceu há muito ou nunca existiu. Na Catalunha este episódio tomou proporções alarmantes para o futuro da Espanha e da própria Europa. Entre as várias causas que podemos evocar, algumas são permanentes, resultantes da inoperância, não de uma mas de várias gerações, que optaram por soluções menos difíceis e de resultados inferiores.

Nãobasta para consolidar o sistema que exista liberdade de expressão, parlamentares e autarcas eleitos, independência de poderes e renovação periódica do poder executivo. A democracia dos “votos” não pode vacilar perante o peso da opinião pública. Esta exige de todos uma constante adaptação, ceder a algo para alcançar o consenso que assegura a convivência na diversidade. Alcançar isso é ser livre, é viver em liberdade, avançar, progredir, prosperar, tendo em conta o interesse de todos. Com a rectificação e emendas que evitem ou amortizem a violência, numa constante concertação dos opostos em nome da paz social.

Nuno Serra Pereira

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Cáceres hasteou grande bandeira de Espanha

Espanha

El pleno del Ayuntamiento de Cáceres ha aprobado hoy, con los votos favorables de PP y C’s, la colocación de una gran bandera de España como homenaje a la democracia, que la formación naranja ha propuesto que se ubique junto a la estatua de Hernán Cortés.

La moción registrada por C’s ha contado con el voto en contra de PSOE y CáceresTú (CCTú), grupos que han criticado la propuesta.

Para el edil socialista Paco Hurtado, se trata de una iniciativa “oportunista” ante la situación que se está viviendo en Cataluña.

“Aquí no se trata de hacer un test de españolidad. Ser demócrata es otra cosa. Por esa regla de tres, que se ponga también una bandera extremeña en esa misma ubicación”, ha recalcado.

Por su parte, el edil de CCTú Ildefonso Calvo ha señalado el “despilfarro” que supone esto ya que “hay diferentes banderas de España ondeando en la ciudad”.

En la moción, C’s defiende la colocación de una bandera española “como homenaje al sistema democrático del país”, porque “es justo reconocer y valorar el esfuerzo que realizaron todos los españoles para que hoy en día, podamos presumir de ser un país democrático”.

“Esto no es más que un símbolo de la defensa del Estado en el que vivimos. No saquen conclusiones erróneas”, ha aseverado el portavoz de Ciudadanos, Cayetano Polo.

El PP ha apoyado la propuesta pero aboga por que sean los técnicos municipales los que decidan qué lugar es el más idóneo para ubicar la bandera “por cuestiones de seguridad vial, etcétera”, según el portavoz municipal, Rafael Mateos.

En la primera sesión plenaria del curso político en Cáceres también se han aprobado las nuevas tarifas de los taxis, con una subida del 1,20 %, y una modificación de crédito para poder hacer frente al déficit del servicio del autobús urbano, de 540.000 euros, en su segundo año de concesión.

At http://www.elperiodicoextremadura.com/

Opinião: “O que é ser Alentejana”

Ana Sofia CardosoQuando era criança o Alentejo era uma região desprezada. Quando era adolescente os alentejanos eram gozados. Quando era jovem o Alentejo era esquecido. Quando entrei para a faculdade o Alentejo só existia para os Alentejanos. Quando era criança, adolescente e jovem adulta SEMPRE manifestei e partilhei a minha paixão pelo Alentejo. Nunca escondi ser alentejana. Nunca me envergonhei ser natural da região desprezada por tantos. E porquê? Porque sempre estive apaixonada. Porque sempre estive ciente do que o Alentejo pode fazer à Alma de alguém. Porque ser alentejana é um orgulho. Porque honrar as nossas raízes faz-nos felizes. OBRIGADA Alentejo por fazeres parte de mim e por me deixares ser tua ❤ Ser Embaixarora do Alentejo é não saber gerir tanta Felicidade ❤ #alentejo #alentejolovers #turismodoalentejo #anasofiacardoso Turismo do Alentejo

Ana Sofia Cardoso (TVI)

At https://www.facebook.com/

Os próximos embaixadores do Alentejo/Ribatejo são: a cantora Áurea, a fadista Raquel Tavares, os actores Ruy de Carvalho, Eunice Muñoz e Sara Matos e a jornalista Ana Sofia Cardoso. Em comum, têm o facto de terem nascido nesta região ou serem apaixonados pela mesma, considerando-a um dos destinos mais atractivos e genuínos para passar férias, visitar, gozar alguns dias de descanso ou até mesmo viver momentos marcantes das suas vidas. Com a nomeação destas figuras conhecidas do grande público enquanto embaixadores do Alentejo/Ribatejo, a ERT pretende promover a região enquanto destino turístico de excelência.

At https://www.linhasdeelvas.pt/