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100 empreendedores de Espanha e Portugal poderão aceder a um programa europeu para por em marcha os seus projectos

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Se trata del Programa de Incubación de la Red CETEIS dirigido a innovadores, en el que participan, entre otras entidades, las diputaciones de Cáceres y Badajoz y la Junta de Extremadura.

A través del programa europeo Interreg-POCTEP 2014-2020, en el que participan entidades de la llamada Eurorregión EUROACE, integrada por Extremadura, el Alentejo y la región Centro de Portugal, se pone en marcha el “Programa de Incubación de la Red CETEIS (Centros Transfronterizos de apoyo al Emprendedor Innovador)”, que no es otra cosa que un programa para apoyar, asesorar y tutorizar la implantación de los proyectos que tengan emprendedores y emprendedoras de dicho territorio.

    En este programa participan un total de 14 entidades de la Eurorregión, entre las que se encuentran las diputaciones provinciales de Cáceres y Badajoz, la Junta de Extremadura o las cámaras de comercio de la región.

    En esta convocatoria, se cuenta con un total de 105 plazas gratuitas, distribuidas en 32 localidades de Extremadura, Alentejo y Zona Centro de Portugal. En Extremadura, concretamente, las plazas están distribuidas en 26 localidades, centrándose, en la provincia de Cáceres, en las localidades de Trujillo y Valencia de Alcántara con una oferta de 25 plazas de incubación, es decir, plazas para que los solicitantes, que deben ser estudiantes universitarios o de Formación Profesional, emprendedores sin empresa constituida o profesionales con una empresa en fase de constitución, puedan recibir el asesoramiento y el apoyo necesario para la implantación de su iniciativa empresarial innovadora.

    Se trata de la segunda edición del Programa de Incubación, que consiste en un programa gratuito, de ocho meses de duración, que incluye tutorización en el desarrollo de la idea de negocio y en la implementación de un plan de acción; un espacio de trabajo dotado de la infraestructura logística y tecnológica necesaria para la activación y aceleración de cada proyecto, y conexión con inversores y fuentes de financiación.

    Hasta el 14 de octubre, los interesados pueden inscribirse a través de la página www.ceteis.eu, donde también se pueden consultar las bases completas de la convocatoria.

    La propuesta a presentar debe tener un “enfoque innovador y diferenciador con respecto a otras soluciones existentes en el mercado”, tal como se informa desde el Área de Desarrollo y Turismo Sostenible de la Diputación de Cáceres.

    El 22 de octubre se darán a conocer las iniciativas seleccionadas que más se ajusten al programa, y a partir del 26 de octubre, los emprendedores “comenzarán el proceso de incubación hasta el 25 de junio de 2019, un total de 8, meses, para después presentar los proyectos en rondas de inversores con el fin de la búsqueda de financiación”.

At http://www.psoecaceres.com/

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Crónica: Portalegre – “Sindicatos esmiúçam números do desemprego”

Crónica Linhas

Os dados mais recentes do número de desempregados nos centros de emprego mostraram, no país e na região, uma diminuição do desemprego no segundo trimestre deste ano face ao mesmo período do ano passado.

O caso do concelho de Elvas foi amplamente divulgado em que, de acordo com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), existiam menos 464 desempregados em Julho deste ano face a igual período do ano transacto.

Nas redes sociais a análise a estes números geraram diversos comentários e apreciações distintas quanto às razões para a diminuição do desemprego, um dado que agora quisemos esmiuçar junto dos sindicatos, nomeadamente através dos responsáveis distritais da União de Sindicatos do Norte Alentejano/Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (USNA/CGTP-IN) e da União Geral de Trabalhadores (UGT).

Marco Oliveira

“O principal é as gentes do distrito terem trabalho”

O presidente da UGT no distrito de Portalegre, Marco Oliveira, revela que a existência de menos 1388 desempregados no distrito, comparado com o período homólogo, deve-se “à iniciativa privada e aos incentivos de algumas câmaras municipais, e não às medidas do Governo para o Interior.”

Marco António Oliveira traça o que cada uma das três cidades com mais habitantes no distrito de Portalegre está a fazer para diminuir o desemprego.

A descida do desemprego em Elvas é um ponto “positivo” para o responsável, argumentando que “isso não se deve a um acréscimo de medidas que o Governo possa estar a tomar para o interior do país. Continuamos a ouvir muito boas intenções, mas na prática não estamos a assistir a nada de visível”.

O concelho de Elvas poderá ser um caso paradigmático, em relação ao distrito de Portalegre, porque “existem formas de ocupar as pessoas e de as retirar dos locais onde estão afectas como desempregados. “Há gente que está neste momento a desempenhar determinadas funções na Câmara Municipal que, se calhar, não tem o rendimento que gostava de ter a nível financeiro, mas independentemente disso é uma forma de ocupar as pessoas e de lhes dar algum rendimento. A realidade é essa”, realça Marco Oliveira.

O presidente da UGT distrital revela ainda ter falado com alguns trabalhadores da Marktel, empresa espanhola que gera emprego em Elvas. “Sei que há determinado tipo de situações que não estão muito bem no que diz respeito à relação entre a empresa e os trabalhadores. O que é que eu quero dizer com isto? Estou a falar da precariedade, algo que diminui o desemprego, mas que levanta outros assuntos como o tipo de trabalho que temos no distrito, está tudo satisfeito, não existem maus-tratos (entre aspas) aos trabalhadores? Isso é que é preciso perceber”.

Para Marco António Oliveira o principal desígnio é as gentes do distrito “terem trabalho”. O responsável destaca o papel que Ponte de Sor tem tido ultimamente com a aeronáutica e que se traduz na geração de postos de trabalho, mas lamenta que Portalegre, enquanto sede de distrito, continue “a definhar” e, por isso, “não será dos melhores exemplos”.

Enquanto responsável distrital da UGT, para Marco Oliveira é importante a descida do desemprego, mas igualmente fulcral saber “como estão as pessoas, se vivem com qualidade, se a precariedade é demasiado elevada para aquilo que se pretende, portanto, nós temos que defender a região, porque se não formos nós ninguém a vai defender”.

Helena Neves

“Número de ocupados deturpa números do desemprego”

A coordenadora da União de Sindicatos do Norte Alentejano (USNA), Helena Neves, afirma que a CGTP-IN regista “como positivas” as notícias veiculadas acerca da diminuição do desemprego e aumento do emprego.

“Acerca da realidade nacional as preocupações da CGTP-IN são conhecidas e relacionam-se com a qualidade do emprego que está a ser criado. A precariedade continua a aumentar e atinge já 900 mil trabalhadores. 42% dos jovens até aos 35 anos têm um vínculo de trabalho precário. Os números falam por si mas é importante ter em atenção as suas consequências. Milhares de pessoas trabalham na iminência do desemprego, sem rendimento fixo, sem possibilidade de acesso a crédito para compra de habitação ou carro, sem a possibilidade de planear o seu futuro e o da sua família. Outro problema de fundo são os salários. Em 2014, 23% dos trabalhadores ganhavam o salário mínimo nacional, no 1º trimestre deste ano são já 40% os trabalhadores que no final do mês levam para casa 500 e poucos Euros, um rendimento que, todos os que vivem do seu salário concordam, é insuficiente para fazer face ao custo de vida”, refere Helena Neves.

A coordenadora da USNA salienta ainda que “a somar aos milhares de trabalhadores que ganham o salário mínimo nacional juntam-se todos aqueles que, cumprindo funções de carácter permanente muitos deles, num horário completo, 5 dias por semana, ganham 200, 300 euros, através de um contrato de emprego e inserção, num estágio, ou qualquer outro programa ocupacional. São os que o IEFP designa por ocupados”.

A responsável centra-se nos números do desemprego em Elvas. “Para termos uma ideia de que forma o número de ocupados deturpa os números do desemprego basta olharmos para os números do desemprego divulgados para o concelho de Elvas. É que em Junho deste ano, o IEFP revelava um total de 1266 desempregados no concelho, mas um total de 1619 pessoas desempregadas mais ocupadas. Significa que, 353 pessoas saíram dos números do desemprego, mas na prática continuam desempregadas, num estágio ou a esgotar desemprego num qualquer local de trabalho da administração pública, seja município, junta de freguesia, escola ou centro de saúde, ocupando um posto de trabalho permanente que, a corresponder a um vinculo efectivo de trabalho, baixaria realmente os números do desemprego e não apenas no papel…”, realça.

Os dados nacionais revelam ainda, no entender de Helena Neves, “que mais de metade dos desempregados estão nessa situação há mais de dois anos, os chamados desempregados de longa duração, muitos já desistiram de procurar trabalho e já não constam dos números do desemprego. 2 em cada 3 desempregados, não tem acesso a subsídio de desemprego e esta é também uma consequência dos elevados níveis de precariedade que levam a que muitas pessoas não trabalhem o tempo suficiente para garantir o acesso a esta prestação”.

A CGTP-IN reafirma que é com “a organização e luta dos trabalhadores em cada local de trabalho que juntos conseguiremos que cada vinculo precário se converta num vinculo efectivo, que se contratem trabalhadores em número suficiente e com salários dignos, combatendo a exploração e o empobrecimento. Melhores salários conduzem a maior poder de compra, determinante para o crescimento da actividade económica e a criação de mais emprego”.

Pedro Sena

At https://www.linhasdeelvas.pt/

Mais de 100 na luta pelo encerramento da Central Nuclear de Almaraz

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Mais de uma centena de ambientalistas portugueses e espanhóis exigiram hoje que o novo Governo espanhol encerre a central nuclear de Almaraz, no decorrer de uma manifestação em Mérida, sudoeste de Espanha.

manifestação, convocada pelo Foro Extremeño Antinuclear, com o apoio do Movimento Ibérico Antinuclear (MIA), reuniu cerca de uma centena de ativistas, segundo números da polícia, junto ao Teatro Romano de Mérida, que acolhia uma iniciativa inserida nas comemorações do “Dia da Extremadura”.

Pedro Soares, deputado do Bloco de Esquerda e presidente da Comissão de Ambiente na Assembleia da República marcou presença no protesto e disse à agência Lusa que o novo quadro político que está em funções em Espanha, liderado por Pedro Sánchez (PSOE — socialista), deve “avançar rapidamente” para o encerramento daquela central nuclear.

“A grande novidade é o novo quadro político existente em Espanha e uma atitude por parte do Governo espanhol diferente daquela que aconteceu com o Governo do PP (Partido Popular). E essa atitude consubstancia-se na expectativa de que as centrais nucleares em Espanha serão encerradas à medida que atinjam o final do seu período de vida útil, aqui, Almaraz, será por volta de 2020”, disse.

Reconhecendo que o processo de desmantelamento de uma central nuclear é “complexo”, o deputado do BE espera que, no futuro, o Governo espanhol tenha uma “maior capacidade” de trocar informação com o Governo português sobre este processo.

A central de Almaraz, que fica situada junto ao rio Tejo, na província de Cáceres, a cerca de 100 quilómetros da fronteira com Portugal deverá encerrar em junho de 2020, prazo em que caduca a sua licença de funcionamento.

A concentração antinuclear contou também com a presença do dirigente da associação ambientalista Quercus Nuno Sequeira que, em declarações à Lusa, alertou que a central nuclear de Almaraz “é um dos maiores perigos” com que se depara a Península Ibérica e a Europa”.

Nuno Sequeira também considera que o Governo liderado por Pedro Sánchez é “mais sensível” do que o anterior para as questões ambientais, esperando, nesse sentido, que o Governo português “volte à carga” para pressionar o encerramento daquela central nuclear.

“Almaraz não é apenas um problema de Espanha, é também um problema de Portugal, está a 100 quilómetros da fronteira e é refrigerada pelo rio Tejo”, alertou.

Paca Blanco, uma das figuras “mais emblemáticas” do MIA, disse por sua vez à Lusa que a central tem que encerrar porque “já atingiu 40 anos de atividade”, tendo chegado assim o seu fim.

A ambientalista lamentou ainda que, ao longo dos últimos anos, os responsáveis pela central nuclear “têm ocultado” informações sobre os riscos do seu funcionamento.

No decorrer da ação os ambientalistas portugueses e espanhóis também empunharam vários cartazes com mensagens como “Nuclear? Não, obrigado!”, “Cerrar Almaraz”, ou “Não ao projeto nuclear!”.

At https://www.dn.pt/

Câmara Municipal de Nisa não vai participar no 2.º Congresso AMALENTEJO

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265 Congressistas são esperados este fim-de-semana em Castelo de Vide no 2º Congresso AMAlentejo/Semeando Novos Rumos

É já este fim-de-semana, no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira, em Castelo de Vide, que irá decorrer o 2º Congresso AMAlentejo, com o lema “AGIR NO PRESENTE/PLANEANDO O
FUTURO”.

“Alentejo: Poder Local e Descentralização”, “Desenvolvimento Económico, Social e Cultural – Projetos Estruturantes para o Alentejo – Portugal 2020 e Portugal 2030” e “A Palavra aos Partidos, pelo Alentejo” são os painéis que irão compor estes dois dias de debate em prol do Alentejo.

A sessão de abertura, marcada para as 10h30, contará com a palavra de António Pita, Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, João Proença, Presidente da Direção da Casa do Alentejo que estará em representação da Comissão Organizadora deste 2º Congresso, e Pedro Soares, Presidente da Comissão Parlamentar de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, em representação de Sua Excelência o Presidente da Assembleia da República.

Ao longo do dia 30 de junho serão várias as personalidades de reconhecido mérito que farão a introdução do 1º e 2º Painéis, estando assegurado o espaço para a intervenção dos congressistas que manifestaram, previamente, essa intenção, sendo posteriormente aberto o debate.

O dia 1 de julho será reservado às intervenções dos Partidos Políticos com assento na Assembleia da República, estando confirmados, até ao fecho do presente programa em anexo, os seguintes representantes: Telma Saião pelo Partido Ecologista “Os Verdes”, António Batista pelo CDS – Partido Popular, José Carita Monteiro pelo Bloco de Esquerda, João Dias Coelho pelo Partido Comunista Português e António Costa da Silva pelo Partido Social Democrata.

A sessão de encerramento do 2º Congresso AMAlentejo está prevista para as 12h30 do dia 1 de julho, com os discursos de António Pita, Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, e Ceia da Silva, Presidente da Turismo do Alentejo (ERT), que estará em representação da Comissão Organizadora deste 2º Congresso.

At http://www.amalentejo.pt/

 

Nova Governadora Civil da Extremadura é de Cáceres

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Yolanda García Seco será la nueva delegada del Gobierno de Sánchez en Extremadura

Su nombramiento se publicará hoy en el BOE y la próxima semana será el relevo. «No pensaba ahora en cambios, pero estaré encantada de aportar lo que pueda».

El segundo Consejo de Ministros de Pedro Sánchez despejó ayer una de las dudas sobre los cargos pendientes de relevo en la región tras la caída del ejecutivo de Mariano Rajoy. Yolanda García Seco, hasta ayer Directora General de Política Agraria Comunitaria de la Junta de Extremadura será la nueva Delegada del Gobierno en la región. Su nombramiento, acordado ayer, se hará oficial hoy con la publicación en el BOE del Real Decreto que designa a todos los delegados del Gobierno en las distintas comunidades y ya está previsto a partir del lunes un encuentro con la delegada del Gobierno en funciones desde el pasado 2 de junio, Cristina Herrera, para materializar el traspaso de poderes.

Nacida en Cáceres, García Seco es ingeniero técnico agrícola e ingeniero agrónomo y funcionaria del cuerpo de Titulados superiores de la Junta de Extremadura en la especialidad de Ingeniero Agrónomo. Durante su trayectoria ha ocupado diversas jefaturas en la Dirección General de Política Agraria Comunitaria y cuenta con experiencia en un cargo como el que ahora asumirá, porque entre 2009 y 2012 fue subdelegada del Gobierno en Badajoz con Carmen Pereira como Delegada del Gobierno. Tras esa etapa ocupó la jefatura de Servicio del Área de Agricultura de la Delegación del Gobierno en Extremadura y con el regreso de los socialistas al poder en 2015, Yolanda García Seco se incorporó al equipo de Begoña García Bernal en la Consejería de Agricultura como directora general de la PAC. (…)

Su marcha obliga a renovar un puesto relevante en la Consejería de Agricultura en plena negociación del presupuesto de la Política Agraria Comunitaria para el periodo 2021-2027. Precisamente esta negociación ha sido su principal reto al frente de la dirección general y siempre se ha mostrado muy crítica ante cualquier recorte que se pudiera plantear en el presupuesto a partir de 2020. Su puesto en la consejería quedará vacante desde hoy y se prevé que a lo largo de la próxima semana cuando se decida el nombre de la persona que le sustituirá, según confirmaron fuentes de la Junta de Extremadura.

At http://www.elperiodicoextremadura.com/