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Greve na Navigator em Vila Velha de Ródão

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A empresa negou sempre fazer o reenquadramento profissional aplicando o normativo em vigor, publicado em boletim de trabalho e emprego ou, através da OS 8/2010, assim como, negou sempre qualquer pagamento de retroativos. Terminou desdizendo-se. Fez atualizações nos salários fora do quadro do plano de carreiras e com retroatividade apenas a 1 de janeiro de 2019 e já com processos em tribunal. Lamentável.

Ao SINDETELCO não fica outra alternativa que não seja o recurso à Greve.

At https://www.facebook.com/

Autarca de Mação sem informação oficial da obra e da inauguração da Barca da Amieira

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A Câmara Municipal de Nisa vai inaugurar domingo à tarde a nova “Barca D’Amieira”. Trata-se de um formato moderno do Século XXI que, anuncia a autarquia de Nisa, tende a reabilitar um ícone histórico para as gentes de Amieira do Tejo, simbolizando a ligação desta povoação à outra margem, reabilitando assim uma tradição há muito perdida que tinha como objetivo a passagem de pessoas, bens e animais de uma margem do Tejo à outra, onde ainda hoje e na margem de São José das Matas (concelho de Mação), existe a estação de Envendos/Barca da Amieira, da linha da Beira Baixa.

Este projeto, anuncia a Câmara de Nisa, vai mais longe do que apenas fazer a travessia do rio. Pretende avançar com a preservação, conservação e valorização do património histórico e cultural do Tejo Internacional.

O projeto “Barca D’Amieira”, da Câmara Municipal de Nisa, é uma obra cofinanciada, em 75%, pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, Programa INTERREG V-A Espanha-Portugal, ao abrigo do Programa de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal (POCTEP).

Até aqui tudo normal. Só que, mesmo sendo um projeto de Nisa tem uma ligação e uma componente construída no território do concelho de Mação, mais propriamente, perto da estação da CP, na localidade de S. José das Matas, freguesia de Envendos.

E a surpresa veio do presidente da Câmara Municipal de Mação, Vasco Estrela, quando questionado, na Assembleia Municipal de Mação desta quarta-feira, dia 18 de setembro, sobre o conhecimento que teve ou tem sobre esta obra e esta travessia. Não tem conhecimento oficial.

Vasco Estrela contou a história sem adjetivar e deixando as interpretações de lado para não criar nenhum conflito institucional.

A ideia de uma nova travessia na Barca da Amieira começou com a presidente da Câmara de Nisa a chamar o presidente da Câmara de Mação para uma reunião em que lhe apresentou a ideia de candidatura a fundos comunitários, Vasco Estrela explicou que mostrou disponibilidade para suportar uma parte do financiamento nacional, já que a obra iria incidir entre Amieira do Tejo (Nisa) e S. José das Matas (Mação). A autarca alentejana terá dito que Nisa avançaria com o processo todo, ao abrigo de uma candidatura a financiamento europeu.

Depois as conversas pararam até o autarca de Mação ter visto, nas redes sociais, a sua homóloga a visitar as obras deste projeto. Já este ano, e sem mais contactos formais, segundo Vasco Estrela, recebeu um telefonema de Nisa a propósito da inauguração da nova travessia e com um email a pedir a emissão de uma declaração a propósito deste investimento.

Vasco Estrela informou a sua Assembleia Municipal que não teve até à data (19:00 do dia 18 de setembro) qualquer convite formal do Município de Nisa, pelo que, mesmo sendo uma festa pública, tal como está anunciada, não poderia “convidar formalmente os deputados municipais”.

Acresce um outro pormenor em torno desta obra. Foi construída uma sapata de cimento na margem de S. José das Matas (Mação), num terreno de um privado sem qualquer pedido de autorização ou até licenciamento.

O presidente da Câmara de Mação, mediante o processo, informou o munícipe sobre este projeto, sobre o que pode ou não fazer por causa da obra feita sem autorização, mas reafirmou que não tem interesse em criar um conflito institucional entre os dois municípios.

O certo é que a inauguração da “Barca D’Amieira Século XXI” irá decorrer no próximo domingo, dia 22 de setembro, pelas 16:30, junto à margem do Rio Tejo, em Amieira do Tejo, e contará com diversos momentos, incluindo um concerto aquático pela Sociedade Musical Nisense e travessias livres entre as duas margens, ou seja, entre Amieira do Tejo (Nisa) e S. José das Matas (Mação).

At https://www.jornaldeabrantes.pt/ (20/09/2019)

Ponte para Espanha não, mas para a Beira sim

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A nova “Barca D’Amieira”, num formato moderno do Século XXI, tende a reabilitar um ícone histórico para as gentes de Amieira do Tejo, simbolizando a ligação desta povoação à outra margem, reabilitando assim uma tradição há muito perdida que tinha como objetivo a passagem de pessoas, bens e animais de uma margem do Tejo à outra, onde ainda hoje e na margem de São José das Matas, existe (ativa) a estação de Barca da Amieira, linha da Beira Baixa. Mais do que fazer a própria travessia do rio, este projeto, do Município de Nisa, prende-se à preservação, conservação e valorização do património histórico e cultural do Tejo Internacional.

O projeto “Barca D’Amieira”, da Câmara Municipal de Nisa, é uma operação cofinanciada, em 75%, pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, Programa INTERREG V-A Espanha-Portugal, ao abrigo do Programa de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal (POCTEP).

At http://www.cm-nisa.pt/

Afinal o Tejo existe: Festival de Sopas de Peixe e Grande Prémio F2 de Motonáutica… em Vila Velha de Ródão

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Dia 07 | Sábado

08h30 | Abertura do Festival com Rota Temática pela Vila: Encenações as gentes do Rio

12h00 | Adufeiras de Idanha-a-Nova (Campo de Feiras _ Palco Beira Baixa Cultural) *

15h00 | Atuação Bandas Filarmónicas (Campo de Feiras _ Palco Beira Baixa Cultural) *

15h30 às 17h00 | Grande Prémio F2 – Motonáutica: Treinos oficiais e qualificação (Cais de Ródão)

18h00 | Grande Prémio F2 – Motonáutica _ Provas de eliminação (Cais de Ródão)

19h30 | Cantares ao Desafio (Campo de Feiras _ Palco Beira Baixa Cultural) *

23h00 | Gisela João (Campo de Feiras _ Palco principal)

00h00 | Festa anos 80 (Campo de Feiras)

Dia 08 | Domingo

10h00 às 10h45 | Grande Prémio F2 – Motonáutica: Prova de Qualificação Q3 (Cais de Ródão)

12h00 | Grande Prémio F2 – Motonáutica: Corrida de Repescagem (Cais de Ródão)

13h00 | Animação Itinerante (Campo de Feiras)

15h30 | Grande Prémio F2 – Motonáutica: Volta de apresentação (Cais de Ródão)

15h45 | Grande Prémio F2 – Motonáutica: Grande Prémio de Vila Velha de Ródão (Cais de Ródão)

18h30 | Atelier de Culinária: As Sopas de Peixe Ontem e Hoje (Campo de Feiras_ Beira Baixa Cultural) *

19h30| Bike Tour – Sensibilização e Reflexão dos Rodenses para os Riscos das Alterações Climáticas (sujeito a pré-inscrição) (Cais de Ródão) **

22h30 | Hi-Fi Grupo Musical (Palco principal)

Atividades constantes nos 2 dias do festival
Restauração | Mercadinho do Pão | Animação Infantil |Animação de Rua | Atelier Culinário

* Evento realizado no âmbito do projeto BEIRA BAIXA CULTURAL, cofinanciado pelo Centro2020, Portugal2020 e União Europeia, através do FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional)

** Evento realizado no âmbito do projeto “Sensibilização dos Rodenses para os Risco das Alterações climáticas”, cofinanciado pelo POSEUR, Portugal 2020 e União Europeia, através do FC (Fundo de Coesão)

Opinião: “Autarquias, Quintas e Hortas”

Santana 10537103_346138475537062_4431220928287954909_nBasta passar os olhos pela comunicação social escrita e falada e pelos debates televisivos para constatar que apenas existem duas autarquias em Portugal: a Região Metropolitana de Lisboa e a Região Metropolitana Porto. O resto são pequenas quintas e hortas que apenas interessam aos respectivos donos.

Mesmo os líderes de Lisboa, quando passam pelas hortas por dever de ofício e de fugida, apenas falam de Lisboa. E não deixa de ser revoltante assistir à sabujice dos hortelãos perante os senhores de Lisboa, gratos pelas pequenas ajudas que recebem da capital para ajeitar a horta.

Se percorremos Portugal de norte a sul pelo interior do país, as aldeias e vilas estão num brinco: zonas ribeirinhas, polidesportivos, piscinas, estádios, rotundas, esgotos e passeios. Não falta nada, excepto as pessoas. A leste da A1 mais de 60% da população está reformada e a restante é, em regra, gente pouco qualificada e pouca ambiciosa que vive à conta das autarquias, do rendimento de inserção social ou da reforma dos pais, naquela típica economia de subsistência que caracterizam as hortas.

Tenho alguma estima por alguns políticos-hortelãos que cuidam da sua horta com todo o carinho e toda a dedicação. Só que depois vem o fogo e varre-lhes a horta do mapa.

E qual a solução que os senhores de Lisboa perspectivam para inverter esta situação e repovoar território? Seguir o exemplo dos países europeus e deslocalizar para o interior do território serviços centrais da Administração Pública e órgãos do Estado? Isso é que era bom! A solução é destinar o interior do país aos refugiados, ciganos e todos aqueles que vivem do rendimento de reinserção social. Ou seja, segundo os senhores de Lisboa, a solução é fazer do Alentejo e do Interior-Norte a Faixa de Gaza, enquanto na Cidade Lisboa-Porto fica a viver o povo escolhido por Deus.

Para mim, já chega! Como disse em 2012, não voltarei a votar, enquanto a Assembleia da República não for deslocalizada para uma aldeia, vila ou cidade a leste da A1. Neste momento, “votar” é validar um sistema político corrupto que reduziu Portugal à estreita faixa litoral Lisboa-Porto e que retirou qualquer relevância ao voto dos residentes no Interior-Norte e no Alentejo.

Só o boicote a todos os actos eleitorais por parte dos residentes no Alentejo e no Interior-Norte tem hoje capacidade para denunciar e alertar o mundo para a nossa situação e obrigar Lisboa a levar a cabo as reformas necessárias para equilibrar o território. Tenho a consciência da dificuldade de uma tomada de posição colectiva desta natureza por parte de um povo que se habituou a viver de cócoras e de mão estendida a Lisboa. Mas não há outra alternativa! Até porque não é com velhos de 60 ou 70 anos que se consegue formar um exército para declarar guerra a Lisboa.

Santana-Maia Leonardo

At https://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/

Vem aí a XXIII Feira Raiana em Idanha-a-Nova

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De 17 a 21 de julho, realiza-se em Idanha-a-Nova a XXIII Feira Raiana que, nesta edição, associa a habitual temática “Produtos da Terra” ao facto de este ter sido o primeiro município português a integrar a Rede Internacional de Bio-Regiões. Organizada alternadamente pelo Município de Idanha-a-Nova e pelo Ayuntamiento de Moraleja, a Feira Raiana possui um papel dinamizador para a economia local, enquanto mostra dos setores agrícola, animal, agroalimentar, florestal, turístico e cultural, representando um polo de cooperação transfronteiriça e de progressiva integração das realidades socioeconómicas das duas regiões, que se tocam nesta zona da fronteira de Portugal e Espanha – a Beira Baixa e a Extremadura.

A Feira Raiana constitui, por isso, uma excelente oportunidade para promover territórios inovadores, baseados numa economia sustentável, e os produtos de qualidade produzidos a partir de Idanha-a-Nova, do Geopark Naturtejo, da Beira Baixa, de Portugal, da Extremadura espanhola, dos países ibero-americanos e dos países onde existem Bio-Regiões.

Programa disponível em: feiraraiana.idanha.pt

Idanha 1

Idanha 2

Piscina Praia abre, este sábado, em Castelo Branco

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A Piscina Praia de Castelo Branco abre portas no sábado, dia 15, anunciou esta terça-feira a Câmara Municipal de Castelo Branco.

A época balnear vai funcionar este ano até 8 de setembro e a piscina abrirá portas das 9H15 às 20H00.

O tarifário não sofre alterações face aos anos anteriores e excluindo as alterações no IVA mantém os preços base dos últimos 13 anos.

As crianças até aos 4 anos não pagam.

Tal como em anos anteriores haverá animação com hidroginástica, zumba, atividades para crianças e muitas surpresas, dizem os promotores.

O espaço dispõe ainda de internet sem fios de acesso livre.

A Piscina Praia abriu em 2004.

At http://www.reconquista.pt/