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Diz que faz 4 aninhos.

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Vem aí mais uma Feira do Queijo de Nisa em Tolosa

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Programa 2018 – XIX Feira do Queijo e XVII Prova de Vinhos. Desta vez 2 dias, mas só abre oficialmente no 2.º.

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2.ª Conferência Clubes Capazes | Desigualdade Económica e Género

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Já amanhã, 10 de maio, em Portalegre.

Conferências Clubes Capazes | Desigualdade Económica e Género
Estaremos à conversa com Sara Falcão Casaca (ISEG); Mariana Mortágua (economista, deputada BE); Patrícia São João (investigadora CIEG); Carla Baptista (diretora técnica NAVVD Portalegre) e João Baião (ator e apresentador).

Apareçam no Centro das Artes do Espectáculo de Portalegre, às 10h30, ou sigam a transmissão em direto aqui na página da Capazes.

Ciclo de Conferências Clubes Capazes é uma iniciativa da Capazes Associação Feminista, desenvolvida no âmbito do Programa Operacional Inclusão Social e Emprego (POISE), e com mediação da CIG – Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género. Tem como objetivo promover a igualdade de género no Alentejo, nomeadamente através da capacitação das camadas mais jovens da população.

Programa: Estereótipos de Género (Odemira, 4/5); Desigualdade económica e Género (Portalegre, 10/5); Escola e Género (Elvas, 17/5) e Violência no Namoro (Ponte de Sor, 29/5).

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Sinopse: Como se uma barreira invisível, um “teto de vidro”, o impedisse: ainda que sejam em maior número com formação superior e a frequentar as universidades, as mulheres simplesmente não conseguem alcançar tantos cargos de chefia, ter igual acesso a oportunidades ou receber o mesmo salário que um homem em condição laboral idêntica. Em Portugal, em média, os homens recebem 990,05 euros e as mulheres auferem 824,99 euros, representando um fosso salarial de 16,7%* (diferencial que aumenta se falarmos de quadros superiores). A par da desvalorização feminina no mercado de trabalho, a assimetria na gestão do uso de tempo na esfera privada é igualmente penosa. Tanto a licença de parentalidade, quanto as responsabilidades domésticas e de cuidado a crianças e idosos, não remuneradas, continuam a ser vistas como tarefas do “universo feminino”. Como poderia uma abordagem feminista e igualitária beneficiar as mulheres, os homens e contribuir para a prosperidade económica?

*CIG: Igualdade de Género em Portugal: indicadores-chave 2017

À conversa com:
➢ Sara Falcão Casaca | professora no ISEG, antiga presidente da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género
➢ Patrícia São João | investigadora no CIEG
➢ Mariana Mortágua | economista, deputada do BE
➢ Carla Baptista | diretora técnica do NAVVD Portalegre
➢ João Baião | ator e apresentador

➢ Rita Ferro Rodrigues | presidente da Capazes e moderadora do evento

Entrada livre.
Transmissão livestreaming

At https://www.facebook.com/capazes.pt/

Alerta: vem aí a “Quarta Revolução Industrial”

A Quarta Revolução Industrial tem como grande impacto mudanças nos sistemas de produção e consumo, amplo uso de inteligência artificial, e o desenvolvimento de energias verdes. Uma economia com forte presença de tecnologias digitais, mobilidade e conectividade entre pessoas.

Jovens estão a trocar o Facebook

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Pela primeira vez em pouco tempo, menos de metade dos cibernautas americanos, entre 12 e 17 anos, usarão o Facebook este ano, de acordo com a empresa de pesquisa eMarketer.

O caso é revelador: O Facebook já não é a rede social preferida dos jovens!

O mundo está a mudar e as redes sociais estão igualmente a sofrer alguns efeitos derivados da saturação. Os cibernautas americanos, com idades compreendidas entre os 12 e 17 anos estão a sair do Facebook. Além disso, prevê-se que o uso desta rede nas idades compreendidas dos 18 aos 24 anos também caia cerca de 5,8%.

Segundo os dados recolhidos pela empresa, irá continuar a perda de interesse nestas idades pelo menos nos próximos dois anos. Claro que o Facebook ainda continuará a adicionar muitos utilizadores globalmente, mas será a um ritmo mais lento.

Recentemente, o Facebook revelou alguns dados, tendo na altura esclarecido que o número de pessoas que iniciou sessão na rede social, nos Estados Unidos e Canadá, caiu pela primeira vez, de 700 para 184 milhões. O CEO da gigante do mundo social online revelou também que o tempo que os utilizadores passam na plataforma diminuiu em 50 milhões de horas diárias.

A EMarketer estima que a empresa perderá dois milhões de utilizadores com menos de 25 anos este ano. Isso deve ser preocupante para o Facebook em dois níveis: tendo o futuro em mente, a empresa certamente não quererá que os seus utilizadores envelheçam e o mercado dos EUA é, de longe, o mais lucrativo da empresa.

Estará o Instagram a receber estes utilizadores?

Segundo o que avança a empresa de marketing, os jovens que estão a abandonar o Facebook estão, contudo, a migrar para o Instagram. Esta plataforma de fotografia detida pelo Facebook, deverá crescer cerca de 1,6 milhões de utilizadores com idades inferiores a 25 anos. O Snapchat, por outro lado, apresenta uma perspetiva de expansão junto da faixa etária mais baixa, com mais de 1,9 milhões de novos fãs previstos para este ano.

Via

At https://pplware.sapo.pt

A ver: um bom pesadelo para uma youtuber

Influenciadora britânica não esperava que um e-mail padrão enviado ao dono de um hotel lhe causaria tanta dor de cabeça.

O que era para ser só mais um procedimento “padrão” na sua atividade como youtuber virou um pesadelo para a inglesa Elle Darby, de 22 anos. A jovem, que tem cerca de 90 mil seguidores na plataforma de vídeos e mais 76 mil no Instagram, iria viajar a Dublin, na Irlanda, e sugeriu ao dono do hotel em que planejava se hospedar que fizessem uma permuta: Elle e seu namorado não pagariam nada por sua hospedagem de 5 noites e, em troca, o hotel ganharia um vídeo de divulgação em suas redes sociais.

O que a influenciadora digital não esperava era que Paul Stenson, dono do estabelecimento, responderia publicamente a seu e-mail na página do Facebook do hotel.

“Querida influenciadora. Obrigado por sua mensagem em busca de hospedagem gratuita em troca de publicidade. É necessário ter bolas para enviar um e-mail como esse, mas não muito respeito próprio e dignidade. Se lhe permitisse dormir aqui em troca de sair em um vídeo, quem iria pagar as pessoas que cuidam de você?”, questionou.

O empresário segue fazendo perguntas na mesma linha, questionando a youtuber sobre quem pagará as camareiras que limpam o quarto e servem o café da manhã, e quem seria responsável pela conta de luz durante sua estadia. “Talvez eu devesse dizer a meu pessoal que apareçam no seu vídeo em vez de pagar pelo trabalho que fazem enquanto você estiver aqui” ironizou. “Meus melhores cumprimentos, mas a resposta é não.”

Apesar de não citar o nome da jovem, seguidores não demoraram a descobrir de quem se tratava, e a própria influenciadora publicou um vídeo no YouTube a respeito do episódio. Em tom de desabafo, Elle diz que jamais teve más intenções em relação ao hotel, que é uma garota de 22 anos que dirige seu próprio negócio, e que se sentiu humilhada. Ela ainda afirma que não sabe qual foi a intenção do dono do hotel, mas que ele foi “malvado”. O vídeo já conta com mais de 700 mil visualizações.

A polêmica fez com que uma chuva de seguidores de Elle se unissem para tentar derrubar a avaliação do hotel em sites de hospedagem. Um blogueiro também chegou a dizer que toda a comunidade de influenciadores deveria se unir contra o suposto agressor.

Em resposta à mobilização, Stenson disse que admirava o esforço de tantas pessoas e que a “publicidade” que estavam fazendo para seu estabelecimento era “impagável”. Stenson ainda publicou outro vídeo, afirmando que tomou a decisão banir todos os blogueiros, tanto de seu hotel, quanto de seu café. “Se algum de vocês tentar entrar em nossas instalações a partir de agora, será expulso”.

25/01/2018 – 2 445 646 visualizações

At https://exame.abril.com.br

Opinião: “Aplicação de penas gravíssimas”

Manuel Pedro Gomes 406449_112285262223999_856945156_nVivemos atualmente na época das novas tecnologias, elas têm as suas vantagens e sobretudo as desvantagens.

Estamos capturados nas redes; do telemóvel, dos e-mails, do Facebook, do WhatsApp, do Twitter, do Instagram.

Anteriormente só se sabia do que se passava pelas escutas telefónicas, pelos encontros em jantares. Estou a referir-me com arbitrariedade, aos resultados de jogos e campeonatos de futebol combinados e comprados!

Atualmente com as novas tecnologias, abrem-se portas e sobretudo Janelas que escancaradamente mostram a “podridão” que existe no futebol!

Este aglomerado intrincado? Os factos estão à vista, as provas são cabais, só falta atuar.

Claro que as penas são gravíssimas, mas doa a quem doer têm de ser aplicadas!

Manuel Pedro Gomes

Vencedor da Taça das Taças

At https://www.facebook.com

Opinião: “Youtuber’s? Cuidado pais e mães”

Ana GalvãoVivemos um momento curioso. Por um lado está a travar-se uma luta, nunca antes vista, contra qualquer tipo de acto ou manifestação de desigualdade (o que acho fundamental para uma civilização mais decente e justa) num combate totalmente minucioso, que não deixa passar quase nada, no que parece um exame, a pente fino, por tudo o que nos apareça à frente (e que aparenta mobilizar pessoas 24 sob 24 horas, pois nada passa despercebido). Mas, por outro lado temos, sem ninguém dar por isso, uma legião de jovens YouTubers que estão a ensinar barbaridades aos nossos filhos.

Sei que o Nuno Markl mencionou o assunto esta tarde, o que é normal, pois somos pais da mesma criança e preocupam-nos as mesmas questões na sua educação, e esta tarde chegamos os dois à conclusão (e espero que muitos mais pais ) do preocupante que são estes tipos e ninguém fazer nada, se manifestar, e não só isso, existirem marcas que os patrocinam, à grande.

É que há, de facto, um grupo de youtubers, que gravam vídeos sem parar, que têm fãs aos molhos, e que, todos os dias, apresentam ao mundo conteúdo falado em mau português, cheio de palavrões, obscenidades, apelo a insultar os pais, e ainda, desafios para as crianças serem rebeldes na escola. Incrível. Mesmo que se proíba um filho a ver isto em casa, chegará à escola e verá no telefone de um colega, ou saberá de tudo através das conversas (alguma criança no mundo quer estar fora do círculo social da sua turma?).

E para quem defenda que tem que existir liberdade de expressão, e que o que é preciso é educar bem um filho (noutras questões concordo) é preciso recuar no tempo e lembrar como éramos na infância. Era muito bonito o que nos diziam em casa, mas o que mais queríamos era ser igual aos outros, assim que chegávamos à escola, e ver, pensar e dizer em grupo (faz parte da idade). Há alturas em que os amigos de escola são mais dominantes que os pais (ou, senão é assim, cria-se, no “planeta criança” dois mundos paralelos, o de casa e o da escola). Mais uma vez apelo a que se lembrem como eram em idade infantil/adolescente. Só que nós, em pequenos, tínhamos como expoente máximo de rebeldia umas baldas às aulas ou umas revistas impróprias.

Agora o expoente máximo de ambição, para os nossos filhos, é serem como os youtubers que vêm no computador, ou seja, crianças com muito dinheiro, que insultam a mamã, que falam mal, e que acham a escola como algo indesejado, os professores uma “seca”! E isto é gravíssimo. Gravíssimo porque nos atinge a todos, gravíssimo porque influencia os nossos filhos ( falamos de youtubers com milhares de seguidores, portanto é provável que os vossos filhos também andem por lá), e gravíssimo porque a sociedade não se manifesta, parecendo que, ou há pais que não se importam, ou há pais que não fazem ideia do que os filhos andam a consumir.

E, voltando ao início da conversa, o que me parece fascinante, é estarmos numa altura onde tudo é tão minuciosamente examinado, onde somos tão picuinhas com os conteúdos para que não contenham nenhum tipo de linguagem ou teor ofensivo para ninguém, onde cai o carmo e a trindade por coisas, por vezes, tão minúsculas, e onde somos tão, mas tão preocupados em que a sociedade seja justa e respeitosa e, no entanto, há uma pandilha de tipos (chamados de influenciadores) que dizem as maiores das barbaridades, de fazer ruborizar o mais bravo dos adultos, e ninguém parece importar-se. Não entendo. O que está a falhar?

Ana Galvão

At https://www.facebook.com

Opinião: “Subversão da verdade”

Ricardo CastanheiraO Facebook com os seus dois biliões de utilizadores deixa muito atrás os países mais populosos do planeta: a China (1.387 biliões) ou a India (1.340 biliões). Mas mesmo a União Europeia (508 milhões) fica atrás do Whatsapp (1.2 biliões), do Youtube (1 bilião) ou do Instagram (700 milhões). Este é o ponto de partida.

Já vai longe no tempo a confiança no que líamos e víamos, fosse nas páginas de um jornal ou num ecrã de televisão. A produção e circulação de informação espontânea e não institucionalizada mudou a realidade: desde logo, dos órgãos de comunicação que vivem, por todo o lado, dias difíceis para sobreviver e no modo como se consome, numa internet sem filtros nem regras editoriais mínimas em que cada um escreve, comenta e divulga o que lhe dá na real gana para uma potencial audiência esmagadora e sem fronteira.

No rescaldo do passado fim de semana, multiplicaram-se nas redes sociais fotos e vídeos de cargas policiais e outros atos de violência contra os independentistas nas ruas de Barcelona. A indignação generalizou-se contra a “barbárie fascizante” de Madrid. Ora, passados uns dias sabemos que, afinal de contas, muitas dessas imagens eram falsas e não passavam de montagens com um propósito muito claro de vitimizar uns e mobilizar a opinião pública contra os outros.

Desta vez foi na Catalunha, mas o fenómeno das notícias e imagens falsas já tinha estado presente nas últimas eleições americanas – com os resultados que se sabe! – passou pelas francesas e mais recentemente entrou na contenda alemã. Ou seja, onde há poder em disputa há a instrumentalização e a subversão da verdade.

Já há relatórios internacionais que mostram consistentemente que existe da parte de alguns países uma estratégia de influência e domínio que passa pelo uso robotizado de “fake news” e perfis falsos para gerar instabilidade em determinados alvos. As guerras assumem, hoje, diferentes formas e espaços. O contexto digital é claramente um deles. Não perceber isto é não entender o mundo em que vivemos e esquecer estupidamente que as redes sociais são o habitat natural de milhões e milhões de seres humanos. É lá que se jogam – para o bem e para o mal – muitas das decisões políticas.

Os governos não se podem demitir e deixar à auto-regulação das plataformas digitais a procura de soluções. Afinal de contas, não cabe às empresas do “Vale Silício” garantir as liberdades individuais, a ordem social, a segurança coletiva e até em certa medida a soberania.

Este é o debate dos nossos tempos. E há tão poucos a querer fazê-lo…

Ricardo Castanheira

At https://www.facebook.com/