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Nisa em Festa 2019 leva a recomendação da CDU

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NISA EM FESTA – RECOMENDAÇÃO

Na reunião da Câmara Municipal de Nisa, de dia 20 de agosto, a CDU apresentou vários contributos, que muito dignificarão o evento “Nisa em Festa”, em edições futuras:

• considerando que o encerramento do espaço central da vila, durante quatro dias, condicionou enormemente a circulação e o acesso aos diferentes serviços instalados na área, recomenda-se que sejam revistas as condições de circulação e de segurança;
• considerando a riqueza e diversidade de grupos e associações culturais do Concelho, sugere-se que estes tenham participação ativa na animação do evento;
• considerando o destaque que a nossa gastronomia merece, recomenda-se que o fornecimento de refeições seja assegurado por representantes da restauração local;
• considerando ainda que um dos objetivos do evento é o apoio às associações e coletividades do concelho, será de repensar a existência de uma zona de fast food, já que entra em concorrência direta com as mesmas.

Nisa, 20 de agosto de 2019
A Coligação Democrática Unitária

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Opinião: “Ser Emigrante Português”

Marta Sousa 68788375_2310396442341655_7817123985216241664_nDesde que sou emigrante conheci uma realidade que nunca me apercebi sequer que existia.. a baixa consideração e a quantidade de piadas que existem sobre os emigrantes.

Não vou analisar o porquê disso, porque honestamente não vale a pena. Vou assumir que é por falta de informação, por isso vou informar-vos.

Ser emigrante é largar uma vida que é tua desde que te lembras para abraçar o total desconhecido, é largar todos os teus amigos e familiares para abraçar pessoas com uma cultura totalmente diferente, é largar a língua que estudaste desde pequenino para abraçar uma língua que nem sabes conjugar os verbos, é largar a rotina que estás habituado para abraçar uma realidade que nem sabes se vai dar certo.

Um emigrante não larga Portugal porque quer. Um emigrante larga o seu país por necessidade, seja ela qual for. E se vocês soubessem o que se passa dentro de nós no dia que nos despedimos de Portugal. Por muito que sair seja o que queremos e seja uma decisão nossa, vocês não imaginam o nó na gargante e no estômago e o sentimento que sentimos no dia final da despedida.

Eu, no meu caso em particular, há quase 2 anos emigrei porque estudei anos a fio para ser licenciada na minha área de paixão – educadora de infância – e acreditem a faculdade em Portugal é das mais exigentes que existem! E no final, o mercado estava sobrelotado de pessoas que se querem reformar e não podem. E nós, os novos, o que fazemos? Acabamos por conseguir encontrar trabalhos que no máximo nos pagam uns 700€, que nem sempre são os que queríamos, mas mesmo assim o que é que um jovem faz com esse dinheiro??? Iniciar uma vida, sair da casa dos pais, explorar o mundo, investir em nós, tudo custa muito mais de 700€, ainda por cima se quisermos ser boas pessoas e ajudar a nossa familia que tanto trabalhou para nos dar tudo aquilo que temos e que já bem que merecem descanso!

Mas já conheci muitas realidades dos “porquês” dos emigrantes, e acreditem, alguns cortam-nos o coração.

Já conheci várias nacionalidades de emigrantes, e sabem qual é a que nunca esquece o seu país? Os PORTUGUESES! Em qualquer casa que entrem de um português emigrante encontram: a bela Sagres ou Superbock, a tipica Cerelac para as crianças, o famoso bacalhau de molho, os canais portugueses sintonizados para ver o telejornal, e sempre que há uma jantarada o prato é tipico português! Somos portugueses e não escondemos de ninguém, dizemo-lo com ORGULHO!

E sabem uma coisa? O povo português é o único que mesmo que os filhos nasçam no estrangeiro, fazem sempre tudo para que eles saibam que são portugueses! Qualquer criança filha de português, a primeira língua que aprende é o português e todos vos dizem que as férias são em Portugal com um sorriso gigante na cara. E se lhes perguntarem onde gostavam de ir, todas aquelas crianças vos respondem “PORTUGAL”, sabem porquê? Porque os pais emigrantes portugueses, não esquecem as suas origens e passam-nos aos seus filhos.

Ser emigrante não é fácil. O início custa.
Ser emigrante é ter saudades daí quando estamos cá e ter saudades de cá quando estamos aí.
Ser emigrante é ser emigrante aqui e aí.
Ser emigrante é ter dois lugares distintos que consideramos casa.
Ser emigrante é a tentativa de uma vida melhor, que o nosso país infelizmente não nos pôde dar.

Ser emigrante é ser português, por isso não critiquem quem teve a coragem de sair do seu país e se quiserem venham também. Sim, porque acreditem, emigrante é ter empatia, por isso no dia que quiserem vir, o emigrante português estará cá para vos receber de braços abertos e ajudar, porque sabe o quanto custa ser emigrante.

Todos somos portugueses, seja aqui ou aí, por isso não distingam o emigrante e o português.

Marta Sousa

At https://www.facebook.com/

Alto Alentejo reabilita instalações desportivas

PRID 2019

Decorreu este sábado, 27 de julho a assinatura dos Contratos Programa do Programa de Reabilitação de Instalações Desportivas (PRID) 2019, com clube e associações da região Alentejo, no IPDJ de Évora (para o distrito de Portalegre: Portalegre, Ponte de Sor, Monforte, Castelo de Vide e Crato).

A sessão contou com a presença da Vice-Presidente do Instituto Português do Desporto e da Juventude, Sónia Paixão, do Diretor Regional do Alentejo, Miguel Rasquinho, de alguns autarcas e dirigentes desportivos.

A Rádio Campanário marcou presença e recolheu as declarações de Sónia Paixão, Vice-Presidente do IPDJ, que começa por destacar a “importância enorme” do PRID.

A Vice-Presidente destaca os “4.2 milhões de euros” investidos pelo IPDJ, que “permite que os clubes e as autarquias consigam dar o seu contributo”, acrescentando que em termos de investimento de todas as partes “devemos ter um total de 15 milhões de euros investidos”.

Sónia Paixão considera que “cada vez tendemos a ter mais e melhores condições para a prática desportiva, com mais praticantes, com uma vida mais saudável”.

A Vice-Presidente admite aos nossos microfones que “não conseguimos chegar a todas as candidaturas”, garantindo que “naturalmente que para o ano existirá nova edição e fica criada a expetativa que possamos ajudar mais clubes”.

Para Miguel Rasquinho, Diretor Regional do Alentejo “é um dia importante para o Alentejo, serão assinados 15 contratos PRID com clubes de Portalegre, de Évora e de Beja”.

O Diretor explica que “o PRID em três anos tem vindo a duplicar as verbas para o Alentejo, conseguimos apoiar já mais de 40 clubes em toda a região”, acrescentado que “o programa tem alavancado a economia dos clubes e permitido que as autarquias se tenham aliado a este programa”. (…)

At https://www.radiocampanario.com/

Projecto “Recrutas de palmo e meio” regressa

Recrutas palmo e meio GNR

Nos dias 25 e 26 de julho, a Escola da Guarda, através do Centro de Formação de Portalegre, realiza mais uma edição do projeto “Recrutas de Palmo e Meio”, no qual irão participar 40 crianças e jovens da União de Freguesias de Crato e Mártires, Flor da Rosa e Vale do Peso, com idades compreendidas entre os 10 e os 16 anos.

O projeto consiste numa demonstração e participação, devidamente adaptada, na Formação Geral Militar do Curso de Formação de Guardas, proporcionando um conjunto de experiências relacionadas com a vivência na Guarda Nacional Republicana, contribuindo assim para um conhecimento mais profundo da Instituição, bem como para enriquecimento moral e cívico dos participantes, enquanto cidadãos.

Esta iniciativa decorre desde 2015 e efetua uma abordagem a várias matérias do foro militar, das quais se destacam:

  • Ordem Unida – movimentos básicos de ordem unida;
  • Técnica Individual de Combate – sinais de combate, camuflagem e disciplina de ruídos e brilhos;
  • Topografia – técnicas de orientação por processos expeditos e realização de circuito prático;
  • Luta e Defesa Pessoal;
  • Educação Física e Desportos – jogos coletivos e treino em circuito;
  • Saúde e Socorrismo – conceitos gerais de primeiros-socorros.

At https://www.gnr.pt/

Vem aí a XXIII Feira Raiana em Idanha-a-Nova

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De 17 a 21 de julho, realiza-se em Idanha-a-Nova a XXIII Feira Raiana que, nesta edição, associa a habitual temática “Produtos da Terra” ao facto de este ter sido o primeiro município português a integrar a Rede Internacional de Bio-Regiões. Organizada alternadamente pelo Município de Idanha-a-Nova e pelo Ayuntamiento de Moraleja, a Feira Raiana possui um papel dinamizador para a economia local, enquanto mostra dos setores agrícola, animal, agroalimentar, florestal, turístico e cultural, representando um polo de cooperação transfronteiriça e de progressiva integração das realidades socioeconómicas das duas regiões, que se tocam nesta zona da fronteira de Portugal e Espanha – a Beira Baixa e a Extremadura.

A Feira Raiana constitui, por isso, uma excelente oportunidade para promover territórios inovadores, baseados numa economia sustentável, e os produtos de qualidade produzidos a partir de Idanha-a-Nova, do Geopark Naturtejo, da Beira Baixa, de Portugal, da Extremadura espanhola, dos países ibero-americanos e dos países onde existem Bio-Regiões.

Programa disponível em: feiraraiana.idanha.pt

Idanha 1

Idanha 2