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Presidente da Câmara de Constância não quer o traçado A23-Ponte de Sor

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O presidente da Câmara Municipal de Constância, Sérgio Oliveira (PS), defendeu hoje um novo traçado para a ponte sobre o Tejo, a construir no âmbito da conclusão do IC9, de ligação a Ponte de Sôr. O autarca afirmou rejeitar o traçado inscrito no Plano Rodoviário Nacional 2000, que previa a ligação sobre o Tejo entre Abrançalha e Tramagal, no concelho de Abrantes, e defendeu a realização de “novos estudos, nova localização e novo projeto”.

“O que defendemos é que esta não é uma questão fechada, as coisas alteraram-se [relativamente aos estudos e traçado desenhado e inscrito em PRN] e o que entendo é devem ser realizados novos estudos, para um novo traçado e para um novo projeto”, disse hoje ao mediotejo.net o autarca de Constância.

Em comunicado, a Câmara de Constância dá conta que Sérgio Oliveira referiu hoje à Antena 1 que no âmbito do Programa Nacional de Investimentos 2030 está consagrada uma nova ponte sobre o rio Tejo entre Constância e Abrantes, não sendo ainda conhecida a localização exata da mesma.

Segundo a mesma nota informativa, o autarca relembrou que o Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, no dia 2 de agosto de 2016, no âmbito da cerimónia da assinatura do auto de receção provisória da empreitada da ponte de Abrantes referiu à comunicação social que “…o Governo está disponível para repensar o perfil do IC9 e a travessia a ele associada, não sendo de autoestrada, mas outro.”

Considerando as palavras do Ministro, entende o Município de Constância que o traçado do IC9, constante do Plano Rodoviário Nacional 2000, bem como a travessia a ele associado será alvo de novos estudos e novos traçados.

Neste sentido, face às últimas notícias, nesta segunda-feira, 14 de janeiro de 2019, o Município de Constância remeteu um ofício ao Ministro do Planeamento das Infraestruturas a solicitar a clarificação da futura localização da ponte.

Sérgio Oliveira relembrou ainda que a luta por uma nova travessia na zona de Constância leva mais de vinte anos. Fez questão de referir o Despacho datado de 24 de março de 1998 do então Secretário de Estado, Eng.º Maranha das Neves, através do qual foi assumido a necessidade de uma nova travessia sobre o Rio Tejo na zona de Constância.

O presidente da Câmara Municipal relembra também a promessa de uma nova ponte, em 2004, pelo então Ministro das Obras Públicas, Dr. António Mexia, o estudo de impacte ambiental para a variante a EN118 e ligação desta a A23 com uma nova travessia sobre o Rio Tejo em Constância em 2006, as posições assumidas pela Assembleia da Comunidade Urbana do Médio Tejo a 01 de abril de 2006 e as posições já assumidas pelo Estado-Maior do Exército, sendo a mais recente de 6 de setembro de 2018.

Face a isto, entende o Município de Constância que estão reunidas as condições para se chegar a uma solução de consenso que passe por localizar a nova ponte na fronteira do Concelho de Constância, com o Concelho de Abrantes, quer da margem sul (entre a estação ferroviária de Santa Margarida da Coutada e a Ribeira de Alcolobre), quer na margem norte (nó da A23 à saída de Constância no sentido de Montalvo ou no nó da A23 a seguir à fábrica da Tupperware), já em Abrantes.

Por último, o Presidente da Câmara Municipal de Constância, Sérgio Oliveira, reafirmou categoricamente que lutará até ao fim por esta solução em defesa do seu Concelho, do interesse Regional e do interesse Nacional.

At http://www.mediotejo.net/

 

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Mais emprego para Ponte de Sor

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Uma empresa agroalimentar vai investir cerca de 4,5 milhões de euros numa unidade fabril em Ponte de Sor (Portalegre).

A empresa prevê criar de início 40 postos de trabalho, revelou hoje à agência Lusa o presidente do município. “É uma empresa que irá fazer o pré-tratamento, o corte, a embalagem e o pré-cozinhado de produtos agroalimentares, nomeadamente vegetais, e que pretende, desde já, criar 40 postos de trabalho”, explicou o presidente da câmara municipal, Hugo Hilário.

De acordo com o autarca, quando o processo produtivo estiver em “velocidade cruzeiro”, a empresa Sabores Inteligentes prevê chegar aos “80 postos de trabalho” na unidade que, vai ficar instalada na zona industrial da cidade.

“A empresa adquiriu um lote de terreno, no âmbito do regulamento municipal de apoio e captação de investimento e criação de emprego”, disse. Afirmando-se “satisfeito” pela criação da nova unidade fabril, Hugo Hilário considerou ser “mais um fator” que vai contribuir para manter Ponte de Sor como um concelho “atrativo” para o investimento. De acordo com o autarca, a empresa espera entregar os projetos de construção da fábrica até março, devendo as infraestruturas estar concluídas “no final deste ano”.

A empresa Sabores Inteligentes, com sede no Porto, dedica-se à preparação e conservação de batatas, preparação de polpas e concentrados de tomate, massas de pimento e de outros produtos hortícolas e o fabrico de azeitona de mesa, além do acondicionamento de frutos e de produtos hortícolas em recipientes hermeticamente fechados, entre outras áreas.

At https://www.dinheirovivo.pt/

CIMAA retira apoio ao Alpalhão Art & Walking Festival 2018 por exigência camarária?

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“O Festival de Arte e Caminhadas de Alpalhão 2018 – Alpalhão Art & Walking Festival 2018 realizou-se em Alpalhão e nos territórios vizinhos do Alto Alentejo de 16 a 25 de Novembro de 2018. O evento foi um sucesso em toda a linha, tendo-se cumprindo integralmente o programa que se apresentava abrangente, versátil e ambicioso. Todos os momentos programados ocorreram sem qualquer perturbação do que estava previsto, com exceção do imprescindível envolvimento da autarquia onde o evento decorria e da retirada inusitada da CIMAA – Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, precisamente em cima do acontecimento.

Esta iniciativa começa por ser inédita pelo facto de ter na sua génese o esforço promotor de duas instiuições do setor privado – o Hotel Monte Filipe como Promotor e a SAL Sistemas de Ar Livre como Organizador. Foram estas instituições privadas que asseguraram todos os custos de organização e desenvolvimento do programa. (…)”

Opinião: “O que são fakenews?”

raquel-varela_1349828739Já ouviram algum amigo, um aluno, um deputado dizer «eu penso isto, é a minha opinião, logo tenho razão». Bom, isto é uma fakenews.

Vou contribuir com uma pequena explicação histórica e filosófica, que parece complicada, mas que é necessária. E, creio, fácil de compreender. De outra forma não compreendemos a pós-verdade ou as fakenews.

Sempre existiram mentiras. De indivíduos, colectivos e Estados. São tão antigas como a humanidade.Por isso todas as sociedades desenvolveram modelos de reprimir mentiras, da reprimenda a outras sanções mais graves.

Mas hoje nós temos um outro paradigma, mais perigoso. Em que não há mentira ou verdade, apenas opinião de cada um. Porquê? Somos essencialmente sociedades filhas das revoluções burguesas – como a revolução francesa – nas quais a burguesia lutou para acabar com a razão divina, ou seja, o irracionalismo, o poder do Rei e de Deus. E colocá-lo – ao poder – no Homem, em defesa da ciência, da educação, e por isso também do laicismo. Isso é o iluminismo, é um grande avanço do capitalismo face ao que existia anteriormente, o poder feudal e da Igreja. Mas o que temos hoje, na fase de decadência do capitalismo, é um retrocesso face ao iluminismo, é o pós modernismo. No capitalismo a defesa da razão seria sempre limitada porque o critério da verdade é o indivíduo e o mercado. O que deu origem inevitável – sublinho inevitável -ao relativismo pós-moderno. Não há capitalismo, hoje, nem vai haver, sem pós-modernismo.

Porquê inevitável? Porque no capitalismo o critério é o indivíduo e isso é sempre relativo, é uma espécie de obscurantismo solipsista. É isto que levou a que tantos alunos nossos sem ler, sem estudar, sem compreender opinem sobre o que não sabem com convicção na frente de todos. E que muitos governantes ou politólogos etc. assumam posições sem sustentação e disso não se envergonhem. Porque o critério não é a verdade mas a opinião de cada um, a um individuo corresponde uma opinião, mesmo que ela não tenha qualquer verificação em factos reais.

Ora a verdade não está em nós, como indivíduos. Ela tem que ser sujeita ao exterior, a provas, factos, verificação empírica.
A razão que hoje domina o neoliberalismo e o capitalismo é esta, a razão instrumental, cujo critério é o individuo. Quando o que precisamos é de razão critica, em que o que pensamos tem como confirmação ou negação, ou crítica, metodologias externas a nós de verificação da verdade. Por isso se querem resolver um qualquer problema social a primeira coisa que precisam não é de um técnico mas de um filósofo, cientista social crítico. Vejo aliás com curiosidade ver o sociólogo Boaventura Sousa Santos, o pai do pós-modernismo de esquerda em Portugal, defender hoje abertamente, sofisticado como ele é, a razão instrumental e não a razão crítica. É que a esquerda em grande medida aderiu também a esta visão de que não há verdade, ela é instrumental.

Por isso, em suma, para os pós-modernos, por exemplo no meu campo, da história, que hoje têm muito peso nas Universidades – mesmo quando não sabem ou não assumem – o interesse não é pelos factos, acontecimentos, mas pelos discursos, símbolos, memórias. São no oficio diário contra o iluminismo, os Annales e o marxismo, porque, no fundo, no limite não há verdade – cada um pensa o que quer – e estuda o que quer. Mesmo aquilo que não tem grande interesse ou urgência social. Ou seja, o problema da pós-verdade está muito longe de ser restrito ao jornalismo, contaminando grande parte da produção intelectual social contemporânea. É ele também que dá aso a que pessoas impeçam outros de fazer humor ou arte porque se dizem ofendidas – já que o critério não é o da liberdade em arte, exterior a nós, mas da subjectividade de cada um. Se se diz ofendido pode impor ao outro a censura – mas chama-lhe politicamente correcto.

Evidentemente que quer nos media, nas artes quer na Universidade ainda há muitos bons exemplos que resistem a isto.

Dito isto e sem fugir ao assunto: sem condições de trabalho dos jornalistas a montante, com razão critica ou instrumental, tão poucos vamos resolver a questão das fakenews. Eles precisam de tempo para verificar fontes, dados, metodologias.

Raquel Varela

At Facebook

Nisa vence prémio de design em Madrid

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Seis trabalhos portugueses de design foram premiados na 6.ª edição da Bienal Iberoamericana de Diseño (BID), cuja semana inaugural arrancou na segunda-feira em Madrid.

De acordo com a organização, as propostas foram distinguidas por um júri internacional, que atribuiu 20 prémios e 35 menções honrosas. Entre eles estão o projecto Sapatos Labor da marca Machado Shoes, de produção artesanal de sapatos e outros objectos em couro, de José Machado, que venceu o prémio design de moda, têxtil e complementos.

Na mesma categoria, a marca Kitty Olive foi distinguida com uma menção pelo projecto Kitty Olive colecção de malas, que resulta de pesquisa e trabalho regular com o artesanato e artesãos de Nisa, no distrito de Portalegre. Também Ana Escobar Teixeira recebeu uma menção na categoria de design industrial/produto com Projecto em Aberto.

Ao Estúdio Eduardo Aires, o júri decidiu atribuir as menções design industrial/produto e design para (por e com) a cultura na categoria de design gráfico e comunicação visual pelo projecto Moeda INCM [Imprensa Nacional Casa da Moeda] Comemorativa Idade do Ferro e do Vidro.

Por sua vez, o estúdio united by design foi distinguido com uma menção design digital, na categoria de design digital, pelo projecto Nomad, da responsabilidade de André Covas, Emídio Cardeira e Miguel Palmeiro. O Diogo Aguiar Studiorecebeu uma menção na categoria design de interiores com o projecto Pavilhão no Jardim de Serralves, assinado por Diogo Aguiar e Daniel Mudrak.

A semana inaugural da BID, que cumpre este ano o 10.º aniversário, termina na sexta-feira. Portugal participa com 21 trabalhos. A BID realiza-se de dois em dois anos na Central de Diseño de Matadero Madrid e “estabeleceu-se como o mais destacado ponto de encontro de profissionais e instituições de design da América Latina, Espanha e Portugal”. (…)

At https://www.publico.pt/

Investimento de 300 mil no Turismo em espaço Rural em Nisa

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A riqueza da paisagem, a gastronomia, as artes tradicionais, a arqueologia, monumentos megalíticos e o turismo da natureza potenciado pelo Geopark Naturtejo são as premissas para mais uma aposta de Turismo Rural em Nisa. Um destino ‘Wellness’.

A Tapada da Queijeira, em Nisa, é o mais recente investimento no Turismo em espaço Rural do Alentejo. Um destino “Wellness” potenciado pela riqueza da paisagem, a gastronomia, as artes tradicionais, a arqueologia, monumentos megalíticos e o Geopark Naturtejo, entre outros.

A nova unidade hoteleira já está em construção na freguesia de Montalvão, concelho de Nisa, distrito de Portalegre, numa propriedade de 11 hectares de montado de sobro e azinho. O empreendimento, que envolve um investimento de 300 mil euros, deverá receber os primeiros hóspedes maio 2019.

A Tapada é um produto pensado e desenvolvido com base nas necessidades do turista, “que pretende fazer parte de uma história original e criativa”. Com este produto “pretende-se uma mudança de paradigma: passar da experimentação à interiorização, através de uma experiência participativa do ponto de vista físico e emocional.”

Os promotores, originários de Coimbra, estão a desenvolver “programas tailor made, que são apresentados por especialistas portugueses de renome, que incluem laboratórios criativos, ações de enriquecimento pessoal, abordagens comportamentais, workshops ou showcooking.”

O empreendimento em Nisa conta com quatro quartos em casa e outras quatro unidades de alojamento estilo bungalow. Cada um dos bungalows tem associado tema distinto, e um é acessível a indivíduos com mobilidade reduzida.

Na casa principal a sala de pequenos-almoços vai disponibilizar todos os dias pão, bolos, compotas e sumos caseiros. A Tapada da Queijeira disponibiliza também, com acesso libre, piscina exterior, centro de fitness, sauna e jacúzi.

Para o promotor o empreendimento vai beneficiar e também valorizar os recursos envolventes, como sejam: as termas da Fadagosa de Nisa, as artes tradicionais (peças de barro vermelho, alinhavados, rendas de Bilros, frioleiras), a arqueologia (Castelo de Nisa), os monumentos megalíticos (Roteiro de Esculturas de Alpalhão), a gastronomia (pratos e doces típicos, queijos e enchidos produzidos com Indicação Geográfica Protegida) e o turismo da natureza (Geopark Naturtejo da Meseta Meridional, trilhos e percursos pedestres).

Com uma posição ecológica a Tapada da Queijaria vai ter uma decoração que “passa pelo restauro de objetos e materiais que foram colecionados ao longo dos anos.”

O empreendimento turístico “pretende ser um espaço de repouso e bem-estar, onde todos são convidados a valorizar a sua saúde através da oferta proporcionada pela Tapada e sua envolvente.” Também está pensado um programa de apoio destinado ao mercado internacional “alinhado com as pretensões de Segurança e Saúde.”

At https://www.tveuropa.pt/

Nota para Comunicação Social

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S.O.S pelas populações raianas do Tejo internacional e do Sever

Reunião de Autarcas Ibéricos: acessibilidade é solução crucial no combate à desertificação dos seus territórios.

Autarcas de diferentes famílias partidárias dos concelhos de Nisa, Vila Velha de Ródão, Castelo Branco e Castelo de Vide, reuniram em Montalvão, no passado dia 11, a convite da Junta de Freguesia local.

Subjacente à reunião a preocupação de todos pelo assustador despovoamento e desertificação dos respetivos territórios, sendo Montalvão e algumas das pequenas localidades representadas, incluindo de Espanha, algumas das mais afetadas. A preocupação dominante consiste em retirar os territórios em questão da situação de periferia em que se encontram e do seu consequente isolamento, dotando-as de uma centralidade esperançosa e proporcionadora das indispensáveis condições infraestruturais, económicas e sociais, requeridas pela respetiva sobrevivência, quiça progresso, para o que as já referidas acessibilidades entre elas são fundamentais e reciprocamente vantajosas.

Em causa a criação de condições para atravessamento dos rios Sever, afluente do Tejo e deste mesmo, permitindo ligar, diretamente as localidades de Montalvão, no nordeste alentejano, de Perais, no sueste da Beira Baixa e de Cedilho, na Província espanhola de Cáceres e através delas as regiões mais vastas dos municípios suprarreferidos e para além destes. Aguarda-se que a cimeira ibérica, a realizar em Valladolid em 21 novembro, clarifique se é intenção dos dois governos em aprovarem e assegurarem o financiamento da designada ponte “Montalvão-Cedilho”, que vem sendo falada há dezenas de anos.

Montalvao Cedillo

Caso tal cimeira seja inconclusiva a tal respeito, ponderaram os autarcas reunidos equacionar as duas alternativas que se apresentam mais vantajosas, por permitirem ligar entre si as três regiões, o que aqueloutra não considera. São elas, a eventual circulação sobre o coroamento da barragem de Cedilho – cuja exploração está concessionada à IBERDROLA -, ou, alternativamente, a construção de ponte atravessando o Tejo a jusante da barragem, permitindo a ligação entre o Alentejo e a Beira Baixa, recuperando assim uma das históricas rotas da transumância. De salientar que a alternativa sobre o coroamento da barragem implica negociar com a respetiva concessionária, à luz das circunstâncias atuais, em que a acessibilidade entre as três grandes regiões adquire importância fundamental no combate ao despovoamento e desertificação das populações vizinhas, a que aquela empresa não será seguramente indiferente, tanto mais que já atualmente é possível a circulação estritamente rodoviária, em metade do coroamento, exclusivamente entre Montalvão e Cedilho, muito embora apenas aos fins-de-semana.

Os autarcas constituíram-se em Comissão de Dinamização dos procedimentos subsequentes à reunião, entre os quais apresentarem nas respetivas assembleias municipais o que de relevante foi tratado na reunião em apreço, que constituiu um marco histórico, ao registar a presença de autarcas de diferentes familias partidárias.

A Comissão de Dinamização

20 de novembro de 2018