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Luís Duque e seus trunfos: A terra, as leis e os touros

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PRÓLOGO

O Rei Dom Luís, quando tinha alguma dúvida sobre questões de leis, mandava chamar em sua presença José Maria da Graça Mota e Moura, influente jurista da Corte, pertencente à família dos viscondes de Vale de Sobreira, aristocracia rural do Alto Alentejo. O bisneto, Luís Vieira, é, aos 88 anos, uma figura muito estimada em Nisa, conhecida pelo seu sportinguismo ferrenho e amor à terra. Mas a filha, Maria da Graça, não se casou com um alentejano, mas, sim, com Francisco, um advogado nascido em Lisboa com descendentes minhotos (Covas, concelho de Vila Nova de Cerveira), também estes ligados à agricultura. Assim se juntaram os Duque do Norte e os Vieira do Sul. Nesta combinação de leis e terra nasceu, em Elvas (19/10/57), Luís José Vieira Duque, o segundo filho de uma longa prole:

Francisco, Luís (o próprio), Zé Paulo, Graça, Manuel, Fernando, Pedro e Isabel, por ordem de chegada ao Mundo.

INFÂNCIA

O pequeno Luís não teve tempo de aprender a gostar do Alentejo, pois, com dois anos, já estava a caminho de Penafiel, a primeira etapa de uma longa caminhada por terras como Paredes de Coura, Ponte de Lima, Coruche e Lisboa, enfim, para onde quer que o pai fosse chamado a exercer a sua profissão, de comarca em comarca, dado que era juiz (foi também procurador da República). Mas Luís cedo percebeu que o amor à terra corria-lhe nas veias e o período de férias era sempre aguardado com grande entusiasmo, pois significava uma visita a Nisa e a companhia do avô Luís, com quem criou uma enorme cumplicidade.

As crianças foram crescendo à roda de uma mãe extremosa, cozinheira de primeira qualidade, uma mão de fada para doçarias (e Luís era um grande comilão, o que lhe deu uma compleição roliça), e à sombra de um pai atencioso mas exigente, fiel a uma educação clássica com pouca margem para rebeldias. Assim manteve a família unida nas crises. No entanto, Luís cedo mostrou uma personalidade demasiado extrovertida e brincalhona para ficar contida num padrão de conduta severo. Tornou-se o centro das atenções de toda a família com as brincadeiras que inventava. Nas festas, imitava tocar viola, bateria e outros instrumentos musicais, mas, na realidade, só viria a tentar aprender o uso da guitarra portuguesa, passatempo que deixou para trás por falta de disponibilidade. Mas o fado é um gosto que ainda hoje cultiva.

Com Zé Paulo, o irmão que o segue cronologicamente, nunca conseguiu criar muita intimidade, devido a feitios diferentes, e foi Manuel, com quatro anos a menos, quem ganhou a sua simpatia, pelo que muitas vezes o juntava ao seu grupo de amigos. E é o próprio Manuel quem conta uma história representativa da capacidade de engenho e imaginação do irmão.

Tinha Luís 13 anos quando chamou os manos e manas mais novos e anunciou: “Vou abrir um banco. Vocês entregam-me o vosso dinheiro e eu devolvo-o com juros.” Desconfiados, ainda foram perguntar ao pai como funcionava um banco, sem, no entanto, denunciarem a ideia do irmão. Aquele confirmou a história dos juros e, mais confiantes, lá entregaram as pequenas economias.

Três meses depois, o clã foi pedir contas ao banqueiro. “Tenho algo a anunciar”, disse solenemente, “o banco faliu”.

O feitio contagiante de Luís fez com que muitas das suas brincadeiras, mesmo as de mau gosto, fossem esquecidas ou perdoadas (costumava emprestar dinheiro aos irmãozitos, nunca o negava, mas ficava com um objecto pessoal como garantia), e até aos castigos do pai conseguia escapar, com a sua grande capacidade comunicativa, que viria a ser refinada, muitos anos mais tarde, sob a influência de Krus Abecasis, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, um homem que o ensinou a chegar mais depressa às pessoas. Mas não nos adientemos.

JUVENTUDE

A sua casa começou a ficar demasiada pequena para as traquinices. Certa noite, o avô Luís Vieira recebeu um telefonema do neto, que estava numa residencial em Castelo de Vide e não tinha como regressar a Nisa. O ancião, que nutria carinho especial pelo jovem, agora com 16 anos, lá o foi “salvar”, mas apenas para o encontrar a dormir no quarto. “Então, dizes para te vir buscar e ainda não estás pronto?” Resposta: “´Vou só vestir-me enquanto o avô paga a conta, está bem?”

Quando a família Duque se mudou para Coruche, deparou-se-lhe um problema: a falta de escolas para os dois filhos mais velhos. Por isso Luís concluiu os 6º e 7º anos no Liceu Camões, em Lisboa. O passo para a Universidade (Clássica) foi natural, assim como a sua escolha: Direito. Não por influência do pai, mas, sim, por uma tendência, seguida igualmente por Manuel (desistiu) e Fernando (licenciado). Em Lisboa reencontra um grande amigo de infância, Alexandre Mariano, actualmente veterinário em Aveiro e companheiro de farras nos tempos da Faculdade. Nomes como Santana Lopes.

Aliás, as farras já vinham de trás, pois Luís aproveitava a ausência dos pais, na casa de Coruche, para organizar umas festinhas com os amigos.

Não foi um aluno brilhante, mas aplicado e ciente de que estava ali para tirar um curso nos anos propostos. Teria-o conseguido se uma doença não o tivesse atirado para a cama durante algum tempo e depois a tropa não reclamasse a sua presença, estava ele no quarto ano. Ainda assim, o ano de atraso não o impediu de concluir a tarefa. Nesses, tempos, morou perto da Faculdade de Veterinária, frequentada pelo amigo Alexandre, e, embora se vivesse ainda a ressaca do 25 de Abril de 1974, Luís não era um grande entusiasta de movimentações estudantis. Entre uma imperial no Gambrinos ou na Portugália, um jantar no Solar dos Presuntos (então uma acessível tasca com mesas de pedra, que o dinheiro de estudantes era parco) e um pé de dança no Primorosa de Alvalade ou no Stones, o jovem Duque foi-se adaptando à vida alegre da cidade lisboeta. Conta Alexandre que, certa vez, o grupo de amigos comprou bilhete de comboio para Cascais, mas, ao entrarem na carruagem, resolveram tornar a viagem mais interessante e atiraram os bilhetes fora. Luís, com a sua capacidade de expressão, foi um dos que mais batalhou para dar a volta ao aborrecido cobrador e convencê-lo de que tinham adquirido e deitado fora os papelinhos. Conseguiu.

Mas, nas férias, tornava-se um homenzinho responsável e trabalhava para ganhar dinheiro. Como monitor em colónias de férias, por exemplo.

Sempre foi um bom gestor. Nunca perdeu dinheiro nos negócios. Essa capacidade começou a ser notada quando comprou o primeiro carro, a um tio, com o dinheiro ganho nas férias, um velho Chevrolet que até parado consumia gasolina. Rapidamente o vendeu e comprou um Renaut 6. Também adquiriu duas motorizadas para as vender com lucro. E mulheres? Conta quem o conheceu na altura de que era namoradeiro e até se safava bem, muito graças ao seu trato fino e simpático. E foi assim que conheceu a esposa, através de uns amigos. Mesmo depois de casado, já a morar em Valada, Ribatejo, era raro o dia em que não aparecia em casa dos pais para almoçar. A ligação à família sempre foi e é muito forte.

Início do julgamento de João Vieira Pinto, José Veiga, Luís Duque e Rui Meireles

FUTEBOL

O desporto sempre fez parte da vida de Luís Duque. Na faculdade, por exemplo, praticou râguebi. Chegou a participar numa corrida de fundo, ganhando uma medalha, e também gosta de ténis. O futebol sempre foi mais para ver. No mundo do desporto-rei encontrou muitos dos melhores amigos, como Alberto Silveira (foram vizinhos em Arroios ainda não se conheciam bem), Luís Filipe Soares Franco, Rui Gomes da Silva e Pessoa e Costa. Com alguns deles, reúne-se regularmente em jantaradas, muitas vezes num restaurante em Campolide, onde mostra a sua natureza extrovertida e a facilidade de diálogo, numa espécie de tertúlia em que os touros também são tema de conversa e a diferença clubística (Silveira, por exemplo, é benfiquista) serve para tornar a conversa mais interessante. Gosta de anedotas, até de alentejanos, mas nunca deixa de se admitir como um regionalista convicto. É muito amigo dos seus amigos, mas, dizem, tende a assumir certas posições que lhe trazem amargos de boca.

Foi com Nuno Krus Abecasis, presidente da câmara de Lisboa, de quem foi adjunto até ao final do seu mandato, em 1989, que Luís Duque aprendeu a utilizar a sua excelente capacidade de comunicação em benefício das suas causas. Quando assumiu a presidência da AFL optou por uma postura de combatente-activo e na memória ficou a sua ruidosa confrontação com Pinto da Costa, em 1994, quando deu conta da prepotência da AF Porto e acusou as associações e clubes nortenhos de quererem levar as estruturas do futebol português para o “abismo”.

Quando os clubes da AF Lisboa ameaçaram entrar em greve por causa dos subsídios das deslocações às ilhas, soube encontrar um consenso, através da forma resoluta como encarou a situação. E quando colocou a ideia na cabeça de concorrer às eleições da FPF em 1998, depois de uma tentativa abortada no sufrágio anterior, foi até ao fim, mesmo sabendo que as suas hipóteses eram nulas. Nem sequer contou com o apoio do seu Sporting, na altura em clara sintonia com o FC Porto, que apoiou Gilberto Madaíl. Mas José Roquette, mesmo preso pelo pacto com os portistas, não deixou, nos bastidores, de incentivar Luís Duque e este acabou por compreender a posição do presidente dos leões.

TOUROS

O chamamento da terra foi feito através da figura emblemática do avô Luís Vieira, de Nisa. E os touros, uma paixão com tradição na família (lado materno), surgiram naturalmente na sua vida. Foi ele quem apresentou o irmão Manuel, então com 17 anos, ao amigo Tomás Dentinho, para que aprendesse as lides das pegas de touros. Manuel viria a ser cabo dos forcados, uma espécie de capitão de equipa, na gíria futebolística, nos Aposentos da Moita. Era também o primeiro a segurar o bicho pelos cornos.

Apesar de gostar de touradas e de ser um bom cavaleiro (ainda hoje, sempre que pode, monta cavalos, sobretudo “Jade”, um macho da quinta de Miguel Cintra, filho de Sousa Cintra), Luís Duque nunca teve coração para as pegas. Bastavam-lhe as brincadeiras nas corridas de vara larga, com novilhos e vacas, durante as festas populares. Na única experiência mais a sério que teve, na praça de Nisa, com um touro “suplente”, foi parar ao hospital e de lá saiu com 12 pontos na cabeça. Um entusiasmo de juventude bastante diferente do que se passou há quatro anos: já na condição de administrador da Praça de Touros do Campo Pequeno, voltou a tentar uma pega de touro, numa garraiada académica, e acabou com uma perna partida.

Mas Luís Duque é perseverante e quando mete algo na cabeça vai até ao fim. Assim foi quando, na mesma qualidade de administrador daquele recinto lisboeta, resolveu trazer a Portugal os Ronaldos dos touros: os Miura. São os mais bravos do Mundo e, para que tudo corresse bem, Luís Duque rumou a Sevilha, à quinta de Zahiriche, para coordenar o transporte de seis desses terríveis animais. Lá conheceu o mítico Dom Eduardo Miura, que, conta Fernando Camacho, empresário tauromáquico que o acompanhou, a dada altura exclamou: “Você (Luís Duque) é o terceiro português a sentar-se à minha mesa.” A honra só havia cabido a Fernando Camacho e Palha Blanco.

E tão obstinado esteve com a vinda de Pedrito de Portugal a Lisboa que não descansou enquanto não consumou a ideia: trazer um matador de touros que estava a fazer grande sucesso em Espanha e que só havia pisado uma arena nacional como novilheiro, na Moita. Custou o maior “cachet” até aqui oferecido a um toureiro em Portugal, mas, em três sessões, o público encheu o Campo Pequeno. Mas a sua admiração vai para o cavaleiro João Moura, amigo pessoal.

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SPORTING

Luís Duque não é sportinguista desde pequenino, nem nunca passou por tal. Até aos 18 anos, o futebol não encontrou um espaço muito relevante na sua vida, apesar da tradição leonina da sua família, sobretudo o avô Luís Vieira e o tio Fernando, “doentes” pelo clube de Alvalade. Nem sequer tomava partido nas discussões entre os irmãos Manuel, benfiquista, e Fernando, sportinguista, que chegavam a terminar à estalada, assim como não deu grande importância à costela portista do mano Pedro (que ainda hoje se mantém).

Após a sua mudança para Lisboa, em 1972, e por influência dos amigos, alguns deles sócios do Benfica, rumou ao Estádio da Luz em várias ocasiões, pois, muitas vezes, não pagou bilhete, dado ser ainda miúdo e estar acompanhado por sócios. Mas Alvalade também foi um destino privilegiado, dado que o tio Fernando, sócio, o levava várias vezes. E foi assim que a costela leonina começou a solidificar-se, mas só após a sua saída da faculdade se tornou militante convicto, por influência do ministro da Justiça do Governo AD de Pinto Balsemão, Azevedo Soares, de quem era assessor e que o introduziria no CDS, assim como de Mário Garcia, então presidente da AFL e sportinguista e também João Rocha, presidente do clube de Alvalade. Respirou de alívio o avô que já vira dois netos “tresmalharem-se” para os rivais.

Luís Duque tornou-se sócio e, hoje, os quatro filhos (dois rapazes e duas raparigas) também têm cartão. Aliás, os gémeos nasceram na mesma noite (29/09/82) de uma goleada ao Dínamo Zagreb (3-0), na última participação dos leões na Taça dos Campeões, o que obrigou a muitas movimentações nos corredores da maternidade, dado ter um ouvido nas notícias do futebol e os dois olhos na sala de parto.

Foi membro do Conselho Fiscal na presidência de Amado de Freitas, mas preferiu entrar no mundo do dirigismo desportivo através da AFL, primeiro como adjunto, depois como presidente, a partir de 1993. No entanto, continuou a trabalhar nos bastidores, sendo de sua responsabilidade (compartilhada com João Pessoa e Costa e Abrantes Mendes) o aparecimento de Sousa Cintra como candidato à liderança do clube. “Foi ele o culpado.

Desafiou-me…”, confirma Sousa Cintra, para cujo Grupo Empresarial Luís Duque ainda trabalha, na área do imobiliário.

Foi igualmente um dos responsáveis pelo “empurrão” a Santana Lopes, para que este assumisse a presidência do clube leonino e, na condição de presidente da AFL, saiu em defesa do seu clube aquando do “caso Sporting-Ovarense”, que envolveu o jogador Luís Manuel. A FPF moveu-lhe um processo de irradiação do futebol como dirigente, que acabou por não ser levado avante.

César de Oliveira

At https://www.record.pt/

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Opinião: “Não quero ter à frente do meu clube um Pinto da Costa”

Daniel 598026Fico sempre incomodado quando alguns benfiquistas me falam do desconforto que eu devia sentir com Bruno de Carvalho sem que nunca tenham demonstrado nenhum com essa figura eticamente tão edificante que é Luis Filipe Vieira. Fico atónito quando portistas me vêm falar de liberdade de imprensa e nunca os ouvi falar do que foi feito a Carlos Pinhão ou de intimidação quando viveram bem com o guarda Abel. Muito do que os incomoda no presidente do Sporting nunca os incomodou, em bem pior, nos seus próprios presidentes. Os três clubes têm histórias muito pouco bonitas e falta-me a paciência para algumas falsas virgens ofendidas.

Apoiei Bruno de Carvalho em três eleições e não me arrependo. Salvou o clube da falência certa, devolveu adeptos ao estádio e garra à equipa. A todos os níveis o Sporting está hoje melhor e só quem não conhece o clube não o reconhece. Mas o futebol não é uma ilha.

Por razões profissionais não pude ir à Assembleia Geral. Se o trabalho me tivesse dado essa possibilidade, teria votado segundo a minha consciência sem outra consideração para além da bondade dos documentos que estavam a ser apreciados. Já disse o que pensava da tentativa de transformar a votação de estatutos num plebiscito. Orgulho-me de pertencer ao mais democrático dos clubes portugueses e em democracia há eleições, não há plebiscitos. Em democracia votam-se alterações de estatutos sem chatangens.

Não gostei da tentativa de manipulação dos sócios mas conseguiria viver com isso. Só que aquilo que ouvi ontem é, para mim, que sou jornalista, intolerável. Uma coisa é criticar a comunicação social ou até, no limite, apelar a um boicote a um órgão de comunicação social, coisa que não gosto mas não seria nova. Outra, bem diferente, é apelar ao boicote a toda a comunicação social e à total dependência dos sócios da informação oficial dominada pela direção. O apelo feito por Bruno de Carvalho, para que os sportinguistas apenas se informem por um canal controlado pelo clube e boicotem toda a informação não devidamentre controlada pelo presidente, é um ataque à democracia. Que teve reflexos imediatos relativizados por essa figura inenerrável que é Jaime Marta Soares (um homem que prova que Bruno de Carvalho até vive bem com os “interesses”, desde que o apoiem).

Perante as declarações que fez ontem, Bruno de Carvalho perdeu um apoiante de sempre. Para sempre. Não quero o regresso dos que arruinaram o clube. Mas espero, sem me impressionar com as maiorias esmagadoras destes momentos, que venha a surgir uma alternativa séria e sem qualquer relação com os vinte anos de roquettismo. Alguém que continue o trabalho de Bruno de Carvalho sem, em troca, exigir que o clube seja seu refém e que os sócios sejam seus seguidores cegos. Não posso dar o meu apoio a quem ataca tudo aquilo em que acredito. Não posso apoiar um presidente que teve tudo para dirigir o clube mas parece nunca estar satisfeito com o poder que tem. Chega!

Quanto ao Sporting, que transcende este e qualquer outro presidente, que nasceu antes dele e sobreviverá a todos nós, tem o meu apoio incondicional. Em todos os jogos, em todos os momentos. Mas não quero ter à frente do meu clube um Pinto da Costa. Muito menos um Pinto da Costa sem títulos e que fala muito mais.

Daniel Oliveira

At https://www.facebook.com

Opinião: “Tiros e mais tiros nos pés….é assim o Sporting Clube de Portugal.”

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Vamos por partes e ser isentos….mesmo que muitos digam que não se consegue despir a camisola de sócio e de adepto é isso mesmo que temos de fazer….

Se é verdade que Bruno de Carvalho é o responsável por o Sporting ainda existir e ser o responsável por voltarmos a ser competitivos e ter novamente a própria autonomia financeira….também não é menos verdade que muitas vezes tem sido o próprio Bruno de Carvalho a puxar do gatilho e abrir fogo….

Não podemos viver mais num clima de incerteza num clima de guerrilhas e é aqui que Bruno de Carvalho tem errado de forma consecutiva….se é verdade que existe dentro de nós alguns que nos tentam dividir apenas isso só se torna possível se nós deixarmos…se os deixarmos falar, se os deixarmos escrever atrás de um monitor, se os deixarmos a falar e a escrever sozinhos eles mais tarde ou mais cedo desaparecem…

Bruno de Carvalho tem sido o principal alimentador destas pessoas que nos tentam dividir…esta na hora Bruno de os deixares em paz….nós sócios somos inteligentes para saber quem nos defende e quem nos divide….

Depois a assembleia geral de Sábado é talvez a imagem daquilo somos, daquilo que tem sido o Sporting ao longo de décadas…não sabemos ser inteligentes…quando estamos em primeiro quando devemos passar despercebidos, quando devemos estar unidos….

Acontece o contrário entramos em Guerra com nós próprios….e apontamos as armas dentro de nossa casa.

Hoje sinto-me derrotado nem quando perdemos 6-3 nem quando perdemos a final da Liga Europa no nosso Estádio …

Voltando ainda a assembleia geral desta Sábado temos de saber separar as águas e se é verdade que Bruno de Carvalho se terá precipitado também não é menos verdade que e segundo muitos relatos e opiniões que surgiram logo após se interromper daquela forma as votações que o principal causador de tamanha confusão tem um nome…Jaime Marta Soares. E passamos a citar:

” Jaime Marta Soares. Esse sim, deveria apresentar de imediato a demissão. Depois dos ânimos se exaltarem com a troca de palavras entre o Bruno e o Severino, foi o Marta Soares que deitou gasolina para a fogueira ao fazer uma contagem absolutamente surreal da votação da pretensão do Severino (que mais não era que propor o adiamento da discussão da alteração dos Estatutos para nova AG depois do fim do Campeonato), eu diria que levantaram o braço quase metade da sala (naquela altura bem menos que os 700 com que se iniciou a AG), sendo metade ou 1/4 da sala, foi um numero muito razoável de sócios, mas segundo a contagem do PMAG, foram apenas… 38! Foi aí que a sala explodiu! Os apupos eram para ele, mas talvez por causa do desgaste, talvez por causa do cansaço, o Bruno teve a reacção que teve. Reparem que tudo o que era importante foi aprovado com muito larga maioria, só o desgaste justifica a reacção do Bruno de Carvalho, pois a AG estava a ver favorável à Direcção. Eles não estavam à espera de tanta gente, a sala não estava preparada, o Jaime Marta Soares não tem apetência nenhuma para PMAG, estamos em 1º, as coisas correm bem, tudo isto é estúpido por estar a acontecer agora. Uma novela absolutamente desnecessária “

É por isto meus Amigos sócios e adeptos do maior clube do Mundo…que não sabemos à décadas gerir a nossa casa…

Agora termino com uma decisão se esta segunda feira Bruno de Carvalho se demitir não pode voltar a ser candidato. Chega de brincarmos com coisas sérias. Temos de os ter no sitio e saber se Homens com H, e se é verdade que muito mal se fez este fim de semana pior seria prolongar esta guerra dentro de nós próprios e ficarmos sem direcção que nos guie ao tão desejado título. Pior seria voltarmos a ter debates de lavar roupa suja e de colocar o nome do Sporting em capas de jornais desnecessárias.

Se Bruno se demitir que o faça de vez pois sair agora para voltar a ser candidato NÃO. Bruno não precisas de nada disto pois tens mais legitimidade para gerir o nosso Amor ao clube. Mas pedir a demissão e voltar a dividir a nossa família então não tens a moralidade de te voltares a candidatar.

Termino acreditando em ganhar tudo esta época. Porque dos grandes Amores nunca se desiste.

Sporting Sempre – Sporting Rumo ao Título.

At http://sporting-rumoaotitulo.com / Admin

Câmara é que organiza a S. Silvestre do Sporting?

O Municipio de Nisa organiza, durante a tradicional quadra natalícia, o programa “Nisa Natal” composto por vários eventos alusivos ao espirito da época, dos quais destacamos:

A partir do dia 11 de Dezembro e até 7 de Janeiro, a pista de gelo natural com 150 metros quadrados, instalada na Praça da República, junto à Biblioteca Municipal;
Dia 13 Dezembro, pelas 10 horas, chegada do Pai Natal junto à Pista de Gelo;
Dia 16 de Dezembro, inauguração do PR9- Trilho da Mina de Ouro do Conhal do Arneiro;
Às 15 horas – Corrida de atletismo – São Silvestre de Nisa;
Durante o fim de semana de 16 e 17 de Dezembro, venda de produtos tradicionais no Posto de Turismo;
De 18 de  Dezembro a 2 de Janeiro, na Biblioteca Municipal de Nisa, Academia de Férias de Natal;
No dia 30 de Dezembro, no Cineteatro, Concerto de Boas Festas, pela Banda da Sociedade Musical Nisense.

À semelhança de anos anteriores, as iluminações natalícias que embelezam algumas artérias da vila de Nisa, com motivos alusivos ao artesanato nisense, irão encantar e fortalecer a identidade das gentes da nossa terra.

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At http://www.cm-nisa.pt/

Sporting em Campo Maior tem grupo de BTT

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No próximo dia 23 de Abril, o Grupo de BTT do Sporting Clube Campomaiorense inaugura a sua sede, na Escola do Bairro Novo, com um passeio para o qual todos estão convidados. Traga a sua bicicleta, junte-se ao grupo neste dia de festa e faça desporto.

A partida está marcada para as 08:30H na sede do grupo e a chegada para as 12:30H, no mesmo local.

At Campomaiornews

Sportinguistas dominam actividade desportiva no concelho de Nisa

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Os sportinguistas dominam a presidência das direcções das colectividades desportivas do concelho de Nisa, com mais dinamismo, dos últimos anos.

O presidente do Sporting Clube de Nisa é do Sporting, o presidente do Sport Nisa e Benfica é do Sporting, o presidente do Grupo Desportivo e Recreativo Alpalhoense é do Sporting, o presidente da Sociedade Recreativa e Filarmónica de Tolosa é do Sporting, entre outras.

Futebol distrital arranca novamente sem equipas do concelho de Nisa

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Veteranos do Sport Nisa e Benfica no novo sintético

O Campeonato Distrital de Seniores da Associação de Futebol de Portalegre (AFP) 2016/2017 vai contar com a participação de 10 equipas, mais três do que na última temporada.

Entre as equipas que vão alinhar na prova é de assinalar o regresso dos históricos, Portalegrense e “O Elvas”, o primeiro após cinco anos de ausência e o segundo após dois anos sem futebol sénior.

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Grupo Desportivo e Recreativo Alpalhoense

O Arronches e Benfica, que suspendeu o futebol sénior na última temporada, e o FC Crato e o Elétrico de Ponte de Sor, despromovidos do Campeonato de Portugal, são outros regressos à competição maior da Associação de Futebol de Portalegre.

Das equipas que participaram na temporada 2015/2016 mantêm-se Mosteirense, Gavionenses, Montargilense, Terrugem e Monfortense.

O Campeonato Distrital de Seniores da AFP começa no fim de semana de 24 e 25 de setembro.

At http://www.radioportalegre.pt/

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Sporting Clube de Nisa