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Aldeia tenta recuperar-se vendendo casas a 1 euro

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Posee la belleza y la historia necesarias para atraer a la gente

Ollolai es un pintoresco pueblo de montaña con casas de piedra y tejados rojos, situado junto al frondoso monte San Basilio Magno, en la isla mediterránea de Cerdeña (Italia). Se trata de la capital de la zona de Barbagia, una de las más auténticas de Cerdeña, que ha quedado sorprendentemente preservado del turismo, pues posee la belleza y la historia necesarias para atraer a la gente.

Su historia se remonta al 4000 a. C., prueba de ello son los vestigios de un pueblo nurágico (edad de bronce) que se encuentran en la zona de San Basilio, y entre su entramado de callejuelas y plazas cubiertas de murallas hay más de 200 viviendas antiguas, ahora abandonadas, hechas con la típica roca de granito gris que crece en los picos de las montañas de la isla.

A poco más de una hora de las mejores playas de la isla y a dos horas de los dos aeropuertos principales: Alghero y Cagliaria, es un refugio tranquilo y soleado, donde los visitantes encuentran un ambiente acogedor.

Pero la localidad podría convertirse en un pueblo fantasma en breve, ya que, desde la década de 1980, la población se ha reducido a la mitad, ahora son solo 1.300 habitantes. Además, el descenso de vecinos ha dejado muchas de las históricas casas de piedra en mal estado.

Ante tal situación, el Ayuntamiento ha puesto a la venta estas viviendas al precio de un euro a cambio de comprometerse a rehabilitarlas en el plazo de tres años desde la compra, con un coste aproximado de 20.000 euros.

Una oportunidad para aquellos que deseen disfrutar de la rica herencia cultural de la zona, de las tradiciones como la fabricación de queso y cestería, de las delicias culinarias como porceddu (lechón asado) o su pane vratau, de las hermosas vistas al valle, y de las excursiones al monte S’Asisorgiu, denominado la ‘Ventana de Cerdeña’, 1.126 metros de altura donde se pueden contemplar los dos mares que bañan la isla en la costa occidental y la vertiente este.

At https://www.lavanguardia.com/

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Refugiados são recebidos condignamente em Portalegre

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Os refugiados acolhidos na cidade de Portalegre vão poder frequentar gratuitamente os equipamentos culturais, bem como as piscinas municipais.

A decisão foi aprovada na última reunião do elenco camarário e resulta de uma proposta apresentada pela Cáritas Diocesana de Portalegre.

Em declarações a esta estação emissora o presidente da Cáritas de Portalegre, Elicidio Bilé referiu que o objetivo é o de assegurar “uma rápida integração” dessas pessoas na comunidade e “dar a conhecer a história” da cidade que os acolheu. Elicidio Bilé adiantou que atualmente estão a viver em Portalegre, em casas da Segurança Social, mais de duas dezenas de refugiados, entre adultos e crianças, oriundos de países africanos e do Médio Oriente.

A Câmara de Portalegre aprovou também, que a partir de agora, os jovens que completam 18 anos de idade, este ano, têm acesso gratuito aos Museus do concelho. Aos jovens, nascidos no ano 2000, basta apresentarem o Cartão do Cidadão e têm a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a cultura que os rodeia. Promover aproximação dos cidadãos à Cultura e da Cultura aos cidadãos é o objetivo da iniciativa.

At http://www.radioportalegre.pt/

Artigo de opinião: “A Revolução de Outubro está morta?”

Pedro TadeuNo dia 7 de novembro de 1917, há cem anos, não havia verdadeiras democracias no mundo. Nos países onde se faziam eleições para o poder legislativo só uma pequena parte do povo tinha direito a voto: na maior parte dos casos só os proprietários, os empregados, os mais velhos ou alfabetizados é que podiam votar. Onde não havia ditaduras formais só uma pequena parte da população era chamada a decidir o futuro coletivo.

Na Inglaterra, tantas vezes descrita como a mais avançada das democracias europeias, os homens só tiveram acesso geral ao voto em 1918 e as mulheres, depois de 30 anos de manifestações reprimidas nas ruas, só o teriam em 1928.

Em França as mulheres só puderam votar em 1944, apesar de a Revolução Francesa, a da igualdade e da fraternidade, ter como símbolo uma mulher e de o voto dos homens para elegerem um parlamento ter começado em 1792 e dos homens não brancos em 1916.

Nos Estados Unidos os homens brancos podiam votar desde 1856, as mulheres desde 1920, os nativos desde 1924 mas, em resultado da dura luta dos afro-americanos contra a segregação, a universalidade do voto chegou à “terra dos homens livres” somente em 1965, já grande parte de nós era nascida.

Em Portugal o voto só foi verdadeiramente universal em 1974, graças à Revolução dos Cravos, pois boa parte da população estava proibida de ir às urnas, mesmo na República, antes do fascismo.

No dia 7 de novembro de 1917, há cem anos, os bolcheviques tomaram o poder na Rússia e herdaram o voto universal instituído pelo governo provisório da revolução de fevereiro. A Rússia não foi a primeira: na Nova Zelândia, na Finlândia, na Noruega e na Dinamarca isso já acontecia. Democracia no mundo em 1917? Não, não havia.

A Rússia bolchevique juntou à noção de direito de voto universal muitos outros de sua lavra: habitação, assistência médica e educação gratuitas, legalizou-se o divórcio, terminou a distinção entre filhos legítimos e ilegítimos, promoveram-se direitos das crianças e dos idosos, proibiu-se o trabalho infantil, as jornadas de trabalho foram limitadas a oito horas diárias, houve férias pagas, segurança social, estabeleceu-se salário igual para trabalho igual entre homens e mulheres. Quase ninguém no mundo tinha leis destas…

Os países de sistema capitalista encontraram um adversário que entusiasmava e mobilizava milhões de operários, empregados, intelectuais, professores, estudantes, homens e mulheres explorados, oprimidos, sem voz. Ao longo dos 70 anos seguintes, até à queda da União Soviética, muitos países capitalistas, pressionados pela competição com o campo socialista e pela luta dos deserdados da fortuna dos seus países, concederam inúmeros direitos políticos e sociais que hoje consideramos naturais.

Sim, os crimes contra a humanidade que se praticaram em nome do socialismo – tal como os dos capitalismo – são imperdoáveis. Mas isso não conta toda a história: uma boa parte das melhorias civilizacionais do planeta estão associadas ao desafio colocado pela primeira tentativa de construir uma sociedade sem explorados nem exploradores – e só assim as melhores democracias capitalistas caminharam para o que hoje são. Até no simples voto…

A denunciante mais talentosa da degradação do “comunismo real” é Svetlana Alexievich, a prémio Nobel da Literatura que escreveu O Fim do Homem Soviético. Mas até ela resolveu dizer isto a um jornal português: “O comunismo era uma ideia boa, bonita, no início. E acho que não está morto. O comunismo vai voltar, mais à frente no tempo…” A Revolução de Outubro faz hoje 100 anos mas, segundo Svetlana, a anti-soviética, o seu espírito não morreu… Espanto?

Pedro Tadeu

At https://www.dn.pt/

Prémios Mais Alentejo em votação até 30/Outubro: com Museu e Hotel de Nisa

Museu Barro

Para votar: http://rjbatista.net/maisalentejo/index.html

MAIS TRADIÇÃO – Museu do Bordado e do Barro de Nisa

MAIS INICIATIVA – Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre

MAIS DORMIDAS HOTEL – Monte Filipe Hotel & Spa

MAIS DESPORTO – Rui Patrício

Até à meia-noite de 30 de Outubro próximo decida os vencedores da XVI Gala Óscares do Alentejo:
Entre em www.revistamaisalentejo.com
Clique no link Eventos e vote
Não há limite para o número de vezes que pode votar
Vote, escolha, participe

Câmara de Campo Maior “derruba” casas ilegais

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Uma acção de demolição de barracas e anexos decorreu na manhã de quarta-feira, 11 de Outubro, no Bairro de São Sebastião, em Campo Maior.

Segundo o “Linhas” apurou no local, os trabalhos permitiram ‘deitar abaixo’ oito barracas e anexos que haviam sido edificados ilegalmente no bairro, o qual, recorde-se, foi construído de raiz para responder às necessidades da comunidade cigana que habitava nas muralhas da vila.

At https://www.linhasdeelvas.pt/

Évora revitaliza centro com 17 milhões

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Nos próximos três anos vão ser investidos cerca de 17 milhões de euros na revitalização do centro histórico de Évora. Segundo o município alentejano, a maioria deste investimento irá incidir na recuperação do edifício centenário do Salão Central Eborense e na requalificação dos Paços do Concelho, do Teatro Garcia Resende, da antiga central rodoviária e em arranjos de espaços públicos.

Carlos Pinto de Sá, presidente da autarquia de Évora, refere que este investimento, inserido no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Évora, pretende combater a tendência de abandono do centro histórico, recuperando os edifícios devolutos e dinamizando a atividade económica e os edifícios municipais. “Este é um investimento para os próximos três anos. O edifício da ex-rodoviária irá receber serviços do município que estavam fora do centro histórico”, referiu recentemente o autarca, acrescento que esta revitalização irá também potenciar o turismo, que “tem tido um crescimento médio anual de 20 por cento”.

O programa Alentejo 2020 irá disponibilizar mais de 5 milhões de euros para a recuperação de imóveis de particulares, de comerciantes e de instituições. O município irá investir 9,5 milhões de euros.

Deste valor, 2,5 milhões estão destinados à reabilitação do Salão Central Eborense cuja obra deverá iniciar no segundo semestre de 2018. Este edifício, construído em 1916, passará a ter diferentes valências. Conta com um palco de grandes dimensões e uma plateia com 182 lugares. Permite ainda a realização de diversos espetáculos em simultâneo nos dois pisos.

At CM

Novo empreendimento turístico no Crato

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Nasceu na Herdade da Rocha, Crato, no Alto Alentejo e está associado à produção de vinho e azeite. Falamos do Olive Residence and Suites, o novo empreendimento turístico do Alto Alentejo que oferece oito unidades de alojamento, divididas entre o edifício principal e as suites externas individuais, piscina, estacionamento privativo e terraço comum.

Segundo a Publituris a casa principal possui quatro  quartos, com casa de banho privativa, que oferecem das varandas uma vista para o jardim e vinha, bem como salar de estar e sala de jantar.

As suites externas têm um terraço individual e uma sala de estar e foram baptizadas com nomes de variedades de azeitonas – Maçanilha, Verdeal, Picual e Cordovil.

O empreendimento está ainda dotado de um espaço comum, que serve de apoio à residência principal e às suites externas, onde é possível degustar as principais refeições confeccionadas por uma equipa local que privilegia os sabores da região e a utilização de produtos endógenos produzidos na herdade.

At http://www.tribunaalentejo.pt/

Wine Market, este Sábado, em Monforte

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Com os seus primórdios a remontarem ao ano de 1338, o Torre de Palma Wine Hotel inspira-se no modo de vida da distinta família Basilii (antigos habitantes das vizinhas ruínas romanas de Torre de Palma) onde a produção de vinho era a actividade económica por excelência praticada na Herdade.

De forma a elogiar este importante trabalho, gostaríamos de o convidar para um evento especial aberto a toda a comunidade:
– 1º Wine Market de Torre de Palma Wine Hotel, um mercado exclusivo de produtores de vinho da nossa região
– Entre as 16:00 e as 20:00h de dia 20 de Maio, junto à Adega de Torre de Palma Wine Hotel.

Os produtores presentes:
– Torre do Frade
– Tiago Cabaço
– Reynolds
– Mouchão
– Explicit (Família Rosa Santos)
– Lima Mayer
– Reguengo Sousão
– Cabeça do Reguengo
– Terras de Alter
– Altas Quintas
– Herdade do Gamito
– Adega Mayor
– Luis Duarte Vinhos
– Joaquim Arnaud
– Torre de Palma
– Monte da Colonia

At http://www.torredepalma.com/

Novo investimento para o Tejo (de Nisa)

Tejo turismoEncontra-se em fase de apreciação para licenciamento, o projecto “Empreendimento de Turismo no Espaço Rural/Casa da Fazenda”, com 6 unidades de alojamento, requerido por José António de Sousa Miranda, director de uma unidade fabril de papel, instalada em Vila Velha de Rodão.

O novo empreendimento fica situado na margem esquerda do rio Tejo, junto à ponte entre Vila Velha de Rodão e Nisa e contempla a recuperação de antigos armazéns de actividade industrial. Após parecer inicial negativo da APA – Agência Portuguesa de Ambiente e da CCDR-Alentejo no âmbito da audiência prévia foram entregues no passado dia 7 de Março de 2017, na Câmara Municipal de Nisa, as alterações de acordo com o determinado por aquelas duas entidades, às quais foram prontamente remetidas, aguardando-se a respectiva pronuncia para aprovação do projecto e licenciamento da obra.

Este investimento no concelho de Nisa corresponde à estratégia delineada por esta gestão autárquica, de valorização do Rio Tejo e Zonas Ribeirinhas, estando a mesma a ser acompanhada com muito entusiasmo, numa profícua parceria entre territórios, instituições e pessoas, unidas pela grandeza do Monumento Natural das Portas de Ródão!

At http://www.cm-nisa.pt/