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PS e PSD de Mação juntos contra o Governo

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ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE MAÇÃO UNE-SE COM MOÇÃO DE APOIO

Foi aprovada por unanimidade ontem, 19 de setembro 2018, na Assembleia Municipal de Mação, uma Moção com o teor que transcrevemos em baixo e em que os membros da AM Mação assumem que “tendo a Câmara Municipal de Mação, através do seu Presidente, anunciado publicamente a possibilidade de intentar uma ou mais ações judiciais, e sendo essa uma competência própria do mesmo, manifestamos o nosso apoio e incentivamo-lo nesse sentido, esgotadas que estão as possibilidades de um diálogo profícuo em prol da nossa Terra e das nossas Gentes”.

Vasco Estrela, Presidente da Câmara Municipal de Mação, que recebeu o apoio de todos os eleitos, considera que esta decisão, tomada em unanimidade na Assembleia Municipal de Mação mostra que “o que está em causa não é uma questão política, mas de justiça”.

MOÇÃO

Considerando a forte discriminação, por parte do Estado Português, relativamente às vítimas dos incêndios de 2017 ocorridos no Concelho de Mação e, em particular, a falta de apoios do Estado aos Pequenos Agricultores e Criadores de gado, às Empresas e Agentes Económicos e ao Município;
Considerando que os apoios concedidos a outros concelhos do país nas mesmas condições consubstanciam uma evidente discriminação para com o Concelho que mais ardeu em 2017, assumida e reconhecida publicamente pelos Membros do Governo;
Considerando que, quer as empresas, quer as populações do Concelho de Mação, estão a ser gravemente prejudicadas pela falta de apoios dados pelo Estado;
Considerando que, ao longo do último ano, vários Membros dos Órgãos Autárquicos, da nossa Comunidade e um pouco por todo o País, se vêm manifestando contra esta injustiça;
Considerando as várias tentativas e os vários apelos que foram feitos, em particular pela Câmara Municipal de Mação, para que o Governo repensasse a sua postura e as suas decisões;
Considerando que a Assembleia da República aprovou uma alteração legislativa precisamente para estender a Concelhos como Mação os apoios já dados às comunidades vítimas da “Tragédia de Pedrógão Grande e de 15 de outubro”, através da Lei 13/2018, de 9 de março. Esta lei tem, no seu espírito e na sua letra, o princípio de equidade de tratamento que até agora tem sido ignorado;
Considerando as últimas decisões do Governo que, ao não incluir o Concelho de Mação como elegível no apoio concedido pela União Europeia, através do seu Fundo de Solidariedade, penaliza o orçamento Municipal em mais de 1.000.000€;
Considerando que “foram utilizados” os prejuízos, incluindo os deste Concelho, para ter acesso ao Fundo de Solidariedade da União Europeia vai o mesmo agora ser distribuído – mais de 50.000.000€ – por alguns Municípios e por Entidades públicas;

Assim, a Assembleia Municipal de Mação aprovou a Moção no sentido de:
a) Apoiar incondicionalmente a postura que os eleitos nos Órgãos do Município de Mação e nas Juntas de Freguesia têm tido de denúncia e luta contra esta injustiça;
b) Apoiar e manifestar solidariedade relativamente às decisões que vierem a ser tomadas, dentro do estrito cumprimento da Lei, para tentar contrariar as decisões tomadas pelo Governo;
c) Apoiar, por de momento não haver qualquer alternativa, a decisão da Câmara Municipal de Mação ao assinar o Contrato relativo ao Fundo de Emergência Municipal (FEM), no qual é atribuído ao Município de Mação uma comparticipação de 60% para fazer face aos prejuízos relativos às infraestruturas municipais destruídas pelos incêndios, que ascenderam a cerca de 2.700.000€;
d) Tendo a Câmara Municipal de Mação , através do seu Presidente, anunciado publicamente a possibilidade de intentar uma ou mais ações judiciais, e sendo essa uma competência própria do mesmo, manifestamos o nosso apoio e incentivamo-lo nesse sentido, esgotadas que estão as possibilidades de um diálogo profícuo em prol da nossa Terra e das nossas Gentes;
e) O teor integral desta Moção deve ser dado a conhecer ao Senhor Presidente da República, ao Senhor Primeiro Ministro, ao Senhor Presidente da Assembleia da República, aos Senhores Presidentes dos Grupos Parlamentares na Assembleia da Republica, à Senhora Provedora de Justiça, à Comissão Europeia e aos Senhores Deputados europeus.

Mação, 19 de setembro de 2018

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Defensores do interior novamente contra as portagens na A23

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A Plataforma Para a Reposição das Scuts na A23 e A25 anunciou hoje a realização de novas ações de luta contra as portagens, nomeadamente uma marcha lenta, um seminário e uma manifestação à porta da residência oficial do primeiro-ministro.

Em conferência de imprensa realizada hoje na Covilhã, distrito de Castelo Branco, os representantes desta Plataforma frisaram que a luta tem de continuar, já que os descontos anunciados para 2019 são “insuficientes” e que as portagens continuam a ser um “atrofio para o Interior”.

“Temos de ser mais teimosos porque aquilo que temos conseguido tem sido pouco”, afirmou José Gameiro, da Associação Empresarial da Beira Baixa, uma das entidades que integra esta Plataforma.

Entre as novas ações previstas, está uma manifestação junto à porta da residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa, que deverá ocorrer no dia 13 de outubro.

Este protesto já tinha sido anteriormente anunciado, mas acabou por ser adiado com o objetivo de manter aberta uma via negocial com o Governo, o que, até agora, não sortiu o resultado esperado.

“É uma iniciativa que não se faz de ânimo leve, que tem custos (…), mas, se não tivermos mais avanços, vamos mesmo realizá-la”, afirmou Luís Garra, da União de Sindicatos de Castelo Branco.

Lembrando que se está em fase de discussão do Orçamento do Estado, Luís Garra também defendeu que este é o momento de “aumentar a pressão”.

Assim, já no próximo dia 20 de setembro realiza-se uma marcha lenta/buzinão, com dois pontos de partidas (na Covilhã e em Castelo Branco, respetivamente às 17:00 e às 17:30) e com ponto de encontro em Castelo Novo, concelho do Fundão.

Segundo o previsto, os participantes percorrerão alguns troços da A23, com passagens pela Estrada Nacional 18 para evitar o pagamento de portagens.

Para dia 27 de setembro, às 20:30, no auditório do Instituto Politécnico de Castelo Branco, será levado a cabo um seminário subordinado ao tema das portagens e das parcerias público-privadas rodoviárias.

O debate é aberto à participação de todos e tem já confirmada a presença de Eduardo Anselmo Castro, vice-reitor da Universidade de Aveiro, que realizou um estudo sobre os “impactos da cobrança de portagens na mobilidade rodoviária.

Outro dos oradores é Paulo de Morais, docente universitário e político português, que preside à Frente Cívica, associação que pretende apresentar no parlamento um projeto-lei que visa extinguir os contratos de parcerias público-privadas do domínio rodoviário, medida que, de acordo com a Frente Cívica, permitiria poupar 11 mil milhões de euros.

Os representantes da Plataforma sublinharam a importância deste debate, que juntará mais argumentos à luta contra as portagens, onde já constam questões como os elevados custos de contexto e a falta de alternativas.

Além disso, reiteram ainda o desafio público para que autarcas, deputados e partidos políticos se juntem a este movimento e lembraram que a reposição das Scut (vias sem custos para o utilizador) é uma questão de justiça, já que estas autoestradas foram construídas para não ter portagens.

“É hora de nos devolverem aquilo que nos foi roubado”, disse, Zulmiro Almeida, da Comissão de Utentes da A25.

A Plataforma de Entendimento para a Reposição das Scut na A23 e A25 integra sete entidades dos distritos de Castelo Branco e da Guarda, nomeadamente a Associação Empresarial da Beira Baixa, a União de Sindicatos de Castelo Branco, a Comissão de Utentes Contra as Portagens na A23, o Movimento de Empresários pela Subsistência pelo Interior, a Associação Empresarial da Região da Guarda, a Comissão de Utentes da A25 e a União de Sindicatos da Guarda.

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Crónica: Portalegre – “Sindicatos esmiúçam números do desemprego”

Crónica Linhas

Os dados mais recentes do número de desempregados nos centros de emprego mostraram, no país e na região, uma diminuição do desemprego no segundo trimestre deste ano face ao mesmo período do ano passado.

O caso do concelho de Elvas foi amplamente divulgado em que, de acordo com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), existiam menos 464 desempregados em Julho deste ano face a igual período do ano transacto.

Nas redes sociais a análise a estes números geraram diversos comentários e apreciações distintas quanto às razões para a diminuição do desemprego, um dado que agora quisemos esmiuçar junto dos sindicatos, nomeadamente através dos responsáveis distritais da União de Sindicatos do Norte Alentejano/Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (USNA/CGTP-IN) e da União Geral de Trabalhadores (UGT).

Marco Oliveira

“O principal é as gentes do distrito terem trabalho”

O presidente da UGT no distrito de Portalegre, Marco Oliveira, revela que a existência de menos 1388 desempregados no distrito, comparado com o período homólogo, deve-se “à iniciativa privada e aos incentivos de algumas câmaras municipais, e não às medidas do Governo para o Interior.”

Marco António Oliveira traça o que cada uma das três cidades com mais habitantes no distrito de Portalegre está a fazer para diminuir o desemprego.

A descida do desemprego em Elvas é um ponto “positivo” para o responsável, argumentando que “isso não se deve a um acréscimo de medidas que o Governo possa estar a tomar para o interior do país. Continuamos a ouvir muito boas intenções, mas na prática não estamos a assistir a nada de visível”.

O concelho de Elvas poderá ser um caso paradigmático, em relação ao distrito de Portalegre, porque “existem formas de ocupar as pessoas e de as retirar dos locais onde estão afectas como desempregados. “Há gente que está neste momento a desempenhar determinadas funções na Câmara Municipal que, se calhar, não tem o rendimento que gostava de ter a nível financeiro, mas independentemente disso é uma forma de ocupar as pessoas e de lhes dar algum rendimento. A realidade é essa”, realça Marco Oliveira.

O presidente da UGT distrital revela ainda ter falado com alguns trabalhadores da Marktel, empresa espanhola que gera emprego em Elvas. “Sei que há determinado tipo de situações que não estão muito bem no que diz respeito à relação entre a empresa e os trabalhadores. O que é que eu quero dizer com isto? Estou a falar da precariedade, algo que diminui o desemprego, mas que levanta outros assuntos como o tipo de trabalho que temos no distrito, está tudo satisfeito, não existem maus-tratos (entre aspas) aos trabalhadores? Isso é que é preciso perceber”.

Para Marco António Oliveira o principal desígnio é as gentes do distrito “terem trabalho”. O responsável destaca o papel que Ponte de Sor tem tido ultimamente com a aeronáutica e que se traduz na geração de postos de trabalho, mas lamenta que Portalegre, enquanto sede de distrito, continue “a definhar” e, por isso, “não será dos melhores exemplos”.

Enquanto responsável distrital da UGT, para Marco Oliveira é importante a descida do desemprego, mas igualmente fulcral saber “como estão as pessoas, se vivem com qualidade, se a precariedade é demasiado elevada para aquilo que se pretende, portanto, nós temos que defender a região, porque se não formos nós ninguém a vai defender”.

Helena Neves

“Número de ocupados deturpa números do desemprego”

A coordenadora da União de Sindicatos do Norte Alentejano (USNA), Helena Neves, afirma que a CGTP-IN regista “como positivas” as notícias veiculadas acerca da diminuição do desemprego e aumento do emprego.

“Acerca da realidade nacional as preocupações da CGTP-IN são conhecidas e relacionam-se com a qualidade do emprego que está a ser criado. A precariedade continua a aumentar e atinge já 900 mil trabalhadores. 42% dos jovens até aos 35 anos têm um vínculo de trabalho precário. Os números falam por si mas é importante ter em atenção as suas consequências. Milhares de pessoas trabalham na iminência do desemprego, sem rendimento fixo, sem possibilidade de acesso a crédito para compra de habitação ou carro, sem a possibilidade de planear o seu futuro e o da sua família. Outro problema de fundo são os salários. Em 2014, 23% dos trabalhadores ganhavam o salário mínimo nacional, no 1º trimestre deste ano são já 40% os trabalhadores que no final do mês levam para casa 500 e poucos Euros, um rendimento que, todos os que vivem do seu salário concordam, é insuficiente para fazer face ao custo de vida”, refere Helena Neves.

A coordenadora da USNA salienta ainda que “a somar aos milhares de trabalhadores que ganham o salário mínimo nacional juntam-se todos aqueles que, cumprindo funções de carácter permanente muitos deles, num horário completo, 5 dias por semana, ganham 200, 300 euros, através de um contrato de emprego e inserção, num estágio, ou qualquer outro programa ocupacional. São os que o IEFP designa por ocupados”.

A responsável centra-se nos números do desemprego em Elvas. “Para termos uma ideia de que forma o número de ocupados deturpa os números do desemprego basta olharmos para os números do desemprego divulgados para o concelho de Elvas. É que em Junho deste ano, o IEFP revelava um total de 1266 desempregados no concelho, mas um total de 1619 pessoas desempregadas mais ocupadas. Significa que, 353 pessoas saíram dos números do desemprego, mas na prática continuam desempregadas, num estágio ou a esgotar desemprego num qualquer local de trabalho da administração pública, seja município, junta de freguesia, escola ou centro de saúde, ocupando um posto de trabalho permanente que, a corresponder a um vinculo efectivo de trabalho, baixaria realmente os números do desemprego e não apenas no papel…”, realça.

Os dados nacionais revelam ainda, no entender de Helena Neves, “que mais de metade dos desempregados estão nessa situação há mais de dois anos, os chamados desempregados de longa duração, muitos já desistiram de procurar trabalho e já não constam dos números do desemprego. 2 em cada 3 desempregados, não tem acesso a subsídio de desemprego e esta é também uma consequência dos elevados níveis de precariedade que levam a que muitas pessoas não trabalhem o tempo suficiente para garantir o acesso a esta prestação”.

A CGTP-IN reafirma que é com “a organização e luta dos trabalhadores em cada local de trabalho que juntos conseguiremos que cada vinculo precário se converta num vinculo efectivo, que se contratem trabalhadores em número suficiente e com salários dignos, combatendo a exploração e o empobrecimento. Melhores salários conduzem a maior poder de compra, determinante para o crescimento da actividade económica e a criação de mais emprego”.

Pedro Sena

At https://www.linhasdeelvas.pt/

Opinião: “O Pisão”

João Nisa 40597844_1999672026721483_5628489727272288256_nCar@s amig@s, sobretudo @s não alentejan@s: como já puderam constatar ostento um crachá (infelizmente) vermelho no canto inferior direito da minha foto de perfil. Mas o que é e onde é o Pisão?

A aldeia de Pisão (de onde era natural a minha avó paterna) pertence ao concelho do Crato (50 % das minhas costelas vêm daí…) e localiza-se entre esta sede de concelho e Portalegre. Desde o Estado Novo (final da década de 50) que se fizeram estudos de viabilidade que apontavam para a necessidade de aí edificar uma barragem, devido à escassez de água que a região já apresentava, de modo a melhorar a produtividade dos campos do Norte Alentejo. Com o passar do tempo já foram lançadas mais de 500 primeiras pedras que, provavelmente, davam para construir o paredão da dita barragem. Mas até hoje nada. Sucessivos governos, à direita ou à esquerda, falharam na prossecução deste desígnio. Os autarcas da região foram deseperando, sozinhos e sem apoio do restante Alentejo (já ele muito assimétrico…) e ignorados pelo poder central.

Hoje já se percebeu que a barragem terá, acima de tudo, a importante tarefa de servir como reserva de água, numa altura em que as alterações climáticas tornam o território cada vez mais árido e as barragens existentes (sobretudo Póvoa e Meadas e Caia) apresentam problemas estruturais e não conseguem suprir as necessidades da população.

Não é uma questão de progresso mas sim de sobrevivência, de uma região e de um povo. São necessários perto de 100 milhões de euros, sensivelmente o mesmo que custa fazer 5 ou 10 km de uma qualquer autoestrada no litoral onde passam 10 carros por dia. Basta existir vontade para que se insira essa verba no Orçamento de Estado.

Este movimento não é um movimento político, mas sim uma manifestação de cidadania. Eu não usufruo de transportes públicos (aqui não há disso…) mas os meus impostos custeam passes sociais nas grandes cidades. A isto chama-se solidariedade! Peço a todos que se associem a este movimento e nos ajudem a fazer chegar a mensagem junto de quem decide! 

#pisãoporumaregião

João Nisa

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A saúde do Baixo Alentejo e o interior

Pedro-do-Carmo-01Apesar do PS votar diferente, votei a favor da ampliação do Hospital de Beja e da reposição de comboios entre Cuba e Beja.

Para além do sonho e da utopia, a política é sobretudo a arte do possível.
Como arte do possível deve ser sempre um exercício de coerência, de sentido de responsabilidade e de noção da transitoriedade do desempenho das funções públicas, sempre com o foco nas pessoas e nos territórios.
Foi sempre assim que desempenhámos funções políticas e públicas, no plano local e regional.
Tem sido assim que temos exercido o mandato como Deputado na Assembleia da República eleito pelo círculo eleitoral de Beja, nas listas do Partido Socialista.

Desde 2015 que assumimos o desafio de dar expressão à voz dos Baixo Alentejanos, nos termos e com a extensão ditada pela minha consciência, pelo sentido dos compromissos do Partido Socialista com a região e com noção da necessidade de compatibilizar os recursos do país com as necessidades das populações do Baixo Alentejo. Por vezes, com visibilidade, mas, na maior parte das situações, com a discrição do trabalho parlamentar e de articulação com o governo de quem sabe que uma solução é sempre preferível ao mero sublinhar inconsequente de um problema ou de uma ambição.

Ser voz do Baixo Alentejo e dos Baixo Alentejanos significa ser coerente em Lisboa com o que se defende em Beja.

Foi com esse sentido de sempre que, apesar de votos em sentido diverso do Grupo Parlamentar do Partido Socialista, votei favoravelmente o Projeto de Resolução n.º 1677/XIII/3.ª, apresentado pelo PCP, que propõe medidas para que se iniciem os procedimentos para a remodelação e ampliação do Hospital de Beja e o Projeto de Resolução n.º 1103/XIII, apresentado pelo PSD, que recomenda ao Governo que reponha todos os horários dos comboios entre Cuba e Beja.

As expressões locais do Serviço Nacional de Saúde devem assegurar uma base fundamental de cuidados de saúde às populações independentemente das latitudes e longitudes do território nacional, que no distrito de Beja assumem particularidades relevantes que devem estar imunes às mudanças de governos e às dinâmicas nacionais e regionais que possam ser geradas. O Distrito de Beja precisa de ter respostas de saúde adequadas à sua população e às especificidades do seu território.
Os serviços públicos, como acontece com o transporte ferroviário, devem assegurar idêntica base de oferta de mobilidade aos cidadãos, imunes às circunstâncias da conjuntura e dos governos, em sintonia com as necessidades essenciais das populações.

Em função das disponibilidades do país, do apoio parlamentar que suporta o governo e das opções políticas que enformaram o atual quadro comunitário de apoios, Portugal 2020, registaram-se desde 2015 avanços na melhoria das condições de vida, no esforço de valorização de serviços públicos essenciais e na incontornável necessidade de valorizar o Interior e o Mundo Rural.

Muito já foi feito, muito ainda falta fazer, mas estão-se a dar passos.

Continuaremos a trabalhar para ter soluções sustentáveis, realistas e com sentido de futuro para o Baixo Alentejo e para os Baixo Alentejanos. Em coerência e com sentido de compromisso com o mandato recebido dos Baixo Alentejanos.

Pedro do Carmo

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Castelo Branco sobre as portagens da A23

Hortense 31253012_10210194760859326_2449297038613938176_nVotei a favor dos projectos de resolução do PCP e do BE, que recomendavam ao Governo a eliminação das portagens na A23. Esta foi a votação dos deputados do PS eleitos por Castelo Branco, não votando com bancada parlamentar. Assumi mais uma vez este voto, com convição de justiça para com a nossa região e as populações do interior. Esta é a minha conviçao pessoal acerca da justiça para com a nossa região, numa Scut que foi construída em cima do IP aí existente. 

O compromisso eleitoral assumido pelo PS, foi no sentido da redução das portagens, algo que se iniciou já, com descontos de 15% para ligeiros e também para pesados e que tem que continuar. Anunciei uma Declaração de Voto a este respeito, com os detalhes da nossa votação. Mais uma vez, os deputados do PSD eleitos pelo distrito, se revelaram, votando contra. Como aliás sempre fizeram, quando defenderam o principio do utilizador pagador. Neste momento, as votações ainda decorrem, num total de mais de 80 paginas, assim culminando as votações nesta sessão legislativa.

Hortense Martins

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Missionários com casa em Nisa têm novo Vice Superior Geral

Jose Antunes 3933O sacerdote português, nascido em Maxial do Campo, Castelo Branco, acompanhará de perto o padre Paulus Budi Kleden, eleito Superior Geral há dois dias, no 18º Capítulo Geral dos Missionários do Verbo Divino, que realiza até 14 de julho, em Nemi (Roma).

José Antunes da Silva foi ordenado presbítero em 1984.

De 1986 a 1989 viveu, segundo revela, os anos mais marcantes da sua vida. Foi em terras africanas, na missão de Kintampo, Gana.

Fez estudos superiores em Ciências da Religião, nos Estados Unidos, de 1990 a 1992.

De 1992 a 2003 dedicou-se à pastoral universitária, em Guimarães.

De 2003 a 2007 fez parte da comunidade de Fátima, tendo acompanhado mais de perto o trabalho com os leigos missionários e com maior dedicação à revista Contacto svd.

Em 2007 foi eleito Superior Provincial, cargo que desempenhou até 2012. Nesse ano participou no Capítulo Geral, em Roma, sendo eleito Conselheiro Geral, cargo que desempenha atualmente.

Os Missionários do Verbo Divino, presentes em Portugal desde a década de 40 do século XX, têm casas em Tortosendo, Fátima, Lisboa, Almodôvar, Nisa, Minde, Aveiro e Guimarães, onde chegaram em 1952.

At https://www.diariodominho.pt/

Câmara Municipal de Nisa não vai participar no 2.º Congresso AMALENTEJO

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265 Congressistas são esperados este fim-de-semana em Castelo de Vide no 2º Congresso AMAlentejo/Semeando Novos Rumos

É já este fim-de-semana, no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira, em Castelo de Vide, que irá decorrer o 2º Congresso AMAlentejo, com o lema “AGIR NO PRESENTE/PLANEANDO O
FUTURO”.

“Alentejo: Poder Local e Descentralização”, “Desenvolvimento Económico, Social e Cultural – Projetos Estruturantes para o Alentejo – Portugal 2020 e Portugal 2030” e “A Palavra aos Partidos, pelo Alentejo” são os painéis que irão compor estes dois dias de debate em prol do Alentejo.

A sessão de abertura, marcada para as 10h30, contará com a palavra de António Pita, Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, João Proença, Presidente da Direção da Casa do Alentejo que estará em representação da Comissão Organizadora deste 2º Congresso, e Pedro Soares, Presidente da Comissão Parlamentar de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, em representação de Sua Excelência o Presidente da Assembleia da República.

Ao longo do dia 30 de junho serão várias as personalidades de reconhecido mérito que farão a introdução do 1º e 2º Painéis, estando assegurado o espaço para a intervenção dos congressistas que manifestaram, previamente, essa intenção, sendo posteriormente aberto o debate.

O dia 1 de julho será reservado às intervenções dos Partidos Políticos com assento na Assembleia da República, estando confirmados, até ao fecho do presente programa em anexo, os seguintes representantes: Telma Saião pelo Partido Ecologista “Os Verdes”, António Batista pelo CDS – Partido Popular, José Carita Monteiro pelo Bloco de Esquerda, João Dias Coelho pelo Partido Comunista Português e António Costa da Silva pelo Partido Social Democrata.

A sessão de encerramento do 2º Congresso AMAlentejo está prevista para as 12h30 do dia 1 de julho, com os discursos de António Pita, Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, e Ceia da Silva, Presidente da Turismo do Alentejo (ERT), que estará em representação da Comissão Organizadora deste 2º Congresso.

At http://www.amalentejo.pt/

 

Refugiados são recebidos condignamente em Portalegre

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Os refugiados acolhidos na cidade de Portalegre vão poder frequentar gratuitamente os equipamentos culturais, bem como as piscinas municipais.

A decisão foi aprovada na última reunião do elenco camarário e resulta de uma proposta apresentada pela Cáritas Diocesana de Portalegre.

Em declarações a esta estação emissora o presidente da Cáritas de Portalegre, Elicidio Bilé referiu que o objetivo é o de assegurar “uma rápida integração” dessas pessoas na comunidade e “dar a conhecer a história” da cidade que os acolheu. Elicidio Bilé adiantou que atualmente estão a viver em Portalegre, em casas da Segurança Social, mais de duas dezenas de refugiados, entre adultos e crianças, oriundos de países africanos e do Médio Oriente.

A Câmara de Portalegre aprovou também, que a partir de agora, os jovens que completam 18 anos de idade, este ano, têm acesso gratuito aos Museus do concelho. Aos jovens, nascidos no ano 2000, basta apresentarem o Cartão do Cidadão e têm a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a cultura que os rodeia. Promover aproximação dos cidadãos à Cultura e da Cultura aos cidadãos é o objetivo da iniciativa.

At http://www.radioportalegre.pt/