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Câmara Municipal de Nisa não vai participar no 2.º Congresso AMALENTEJO

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265 Congressistas são esperados este fim-de-semana em Castelo de Vide no 2º Congresso AMAlentejo/Semeando Novos Rumos

É já este fim-de-semana, no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira, em Castelo de Vide, que irá decorrer o 2º Congresso AMAlentejo, com o lema “AGIR NO PRESENTE/PLANEANDO O
FUTURO”.

“Alentejo: Poder Local e Descentralização”, “Desenvolvimento Económico, Social e Cultural – Projetos Estruturantes para o Alentejo – Portugal 2020 e Portugal 2030” e “A Palavra aos Partidos, pelo Alentejo” são os painéis que irão compor estes dois dias de debate em prol do Alentejo.

A sessão de abertura, marcada para as 10h30, contará com a palavra de António Pita, Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, João Proença, Presidente da Direção da Casa do Alentejo que estará em representação da Comissão Organizadora deste 2º Congresso, e Pedro Soares, Presidente da Comissão Parlamentar de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, em representação de Sua Excelência o Presidente da Assembleia da República.

Ao longo do dia 30 de junho serão várias as personalidades de reconhecido mérito que farão a introdução do 1º e 2º Painéis, estando assegurado o espaço para a intervenção dos congressistas que manifestaram, previamente, essa intenção, sendo posteriormente aberto o debate.

O dia 1 de julho será reservado às intervenções dos Partidos Políticos com assento na Assembleia da República, estando confirmados, até ao fecho do presente programa em anexo, os seguintes representantes: Telma Saião pelo Partido Ecologista “Os Verdes”, António Batista pelo CDS – Partido Popular, José Carita Monteiro pelo Bloco de Esquerda, João Dias Coelho pelo Partido Comunista Português e António Costa da Silva pelo Partido Social Democrata.

A sessão de encerramento do 2º Congresso AMAlentejo está prevista para as 12h30 do dia 1 de julho, com os discursos de António Pita, Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, e Ceia da Silva, Presidente da Turismo do Alentejo (ERT), que estará em representação da Comissão Organizadora deste 2º Congresso.

At http://www.amalentejo.pt/

 

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Mais emprego para… Abrantes

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A Câmara Municipal de Abrantes (CMA) anunciou, hoje, a instalação de uma nova empresa, chamada Tectania, Tecnologia Automóvel, Lda, que prevê um investimento de 44 ME até 2023 e a criação direta de cerca de 251 postos de trabalho.

Na reunião de Câmara foi, hoje, aprovada por unanimidade a alineação do terreno, localizado no Parque Industrial de Abrantes – zona sul, e os incentivos fiscais e tributários que rondam cerca de meio milhão de euros.

Em declarações à Antena Livre, Maria do Céu Albuquerque, presidente da CMA, congratulou-se com o investimento anunciado “que tem vindo a ser trabalhado desde há um ano para cá”, em concreto desde o dia 8 de fevereiro de 2017. Um investimento que, neste momento, “está consolidado e que apresenta garantias de ser um grande investimento muito avultado e que vai criar cerca de 300 postos de trabalho”.

A autarca abrantina, explicou que a nova empresa, a instalar no Parque Industrial de Abrantes – zona sul, focará o seu negócio na investigação, na conceção, desenvolvimento e fabricação veículos automóveis e motociclos para utilização maioritariamente em ambiente fora estrada, equipados com sistema de propulsão convencional ou elétrico.

Maria do Céu Albuquerque referiu que a nova empresa vem consolidar “uma área estratégica, nomeadamente, na área da metalomecânica e produção automóvel que acaba por acontecer no nosso concelho”.

A presidente explicou que foram onze as cidades que competiram para a atrair a nova empresa, que num primeiro momento, através de contratos de licenciamento com as entidades TAC MOTORS SA e AJP MOTOS, irá fabricar uma nova versão do Modelo Stark 4×4 e todos os modelos desenvolvidos pela empresa portuguesa AJP MOTOS, sediada em Penafiel.  A empresa tem uma previsão anual de vendas, em 2021, de 3000 carros e 3100 motociclos.

“Foi graças ao acompanhamento que demos a este processo e a disponibilização de um terreno de forma imediata a preço simbólico, a 1,5 euros o metro quadrado, numa área de cerca de 90 mil metros quadrados de terreno disponível, chamado Ramalhais, localizado na zona industrial sul, que a situação se concretizou”, fez notar a presidente.

A alineação do terreno e os incentivos fiscais e tributários, no valor de aproximamente meio milhão de euros – 523.912,93 €, vão ser agora submetidos à aprovação da Assembleia Municipal de Abrantes.

Maria do Céu Albuquerque lembrou que são novos “postos de trabalho que vão ser criados no nosso concelho e vamos precisar de atrair mais recursos humanos, porque claramente precisamos, sendo que o que existe no nosso concelho e território não é suficiente. É claramente um investimento nacional, que importa valorizar”, reforçou.

A empresa tem agora sede no Parque Tecnológico do Vale Tejo em Abrantes, num regime de incubação virtual. É uma Sociedade por quotas repartida entre José Fernando Faraco (70%) e Giovani Balduíno (30%), ambos de origem brasileira.

A conclusão da construção está prevista em março de 2020.

At https://www.jornaldeabrantes.pt

Nisa tem três centrais solares em construção

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Portugal tem assistido a uma verdadeira chuva de pedidos para construir novas centrais solares no Algarve e no Alentejo. Regra geral, ficam localizadas em locais remotos onde a rede eléctrica é inexistente ou fraca para aguentar a potência que as novas centrais vão despejar.

Neste cenário, e até a rede eléctrica ser reforçada nestes locais, o Governo aprovou a realização de um sorteio para que as centrais sejam ligadas à rede já existente.

Desta forma, a 6 de Abril vai ser realizado um sorteio na Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) com 29 centrais, com mais de 400 megawatts (MW), à procura de um lugar ao sol para poderem injectar a electricidade produzida na rede eléctrica, quando entrarem em operação.

No sector havia receios que este sorteio pudesse meter no mesmo saco centrais que pediram o respectivo licenciamento junto da DGEG em anos diferentes. Na prática, existem centrais com pedidos de licenciamento em alturas diferentes, mas foram agrupadas por quadrimestres (entre Setembro de 2016 e Setembro de 2017).

A Secretaria de Estado da Energia defende que dar prioridade à antiguidade dos pedidos confere mais “justiça” a este processo.

Dos oito lotes, o mais concorrido é o 4, onde existem 14 centrais solares para o ponto injector de Estremoz para mais de 200 MW que querem ser ligadas à rede.

Só o primeiro sublote, com cinco centrais registadas no final de 2016 com uma potência de 96 MW, vai esgotar a capacidade na área (36 MW).

Um dos promotores de centrais no sorteio é a Expoentfokus que considera que esta solução “poderá funcionar”. “Pior era não fazer nada, não há muitas alternativas”, afirma  Fernando Seixo, da Expoentfokus, que tem três centrais em construção em Nisa, que estarão prontas no “espaço de um ano e meio”, e outra em Évora, cuja construção “arranca em Abril”, terminando em Setembro.

Também o promotor Infraventus entra no sorteio e espera ficar com espaço na rede eléctrica. “Confiamos que a atribuição seja feita de acordo com o apresentado e, dentro dos objectivos de construir efectivamente projectos em regime de mercado, esperamos conseguir obter alguma licença”, disse Afonso Costa, da Infraventus.

Já a Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) deixou críticas ao processo, apontando que o sorteio vai funcionar como o “euromilhões das renováveis”. O presidente da APREN, António Sá da Costa, acusa alguns promotores de terem entregue apenas “um papelinho na DGEG” que serviu para formalizar um pedido de licenciamento e que só mais tarde completaram o processo.

Por outro lado, outros promotores preferiram ter o processo completo antes de o entregar, acabando por ser prejudicados face aos  que entregaram o processo incompleto.

Em vez do sorteio, Sá da Costa sugere que a potência disponível em cada área poderia ser dividida pelos promotores, até a rede eléctrica ser expandida na zona.

Caso as centrais não consigam o espaço desejado podem ficar a aguardar por esta ligação, tendo de prestar caução, o que vai servir como roteiro para futuros investimentos na rede, aponta a Secretaria de Estado da Energia. Em alternativa, podem aceitar reduzir a potência do projecto à capacidade disponível e abdicar da potência restante. Ou então, podem não aceitar reduzir a potência mas a central vai a sorteio e fica hierarquizada aguardando investimento no reforço da rede.

At http://www.jornaldenegocios.pt

Alerta: vem aí a “Quarta Revolução Industrial”

A Quarta Revolução Industrial tem como grande impacto mudanças nos sistemas de produção e consumo, amplo uso de inteligência artificial, e o desenvolvimento de energias verdes. Uma economia com forte presença de tecnologias digitais, mobilidade e conectividade entre pessoas.

Mais emprego em Castelo de Vide

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O município de Castelo de vide deu luz verde à construção de uma central fotovoltaica, de grande escala, na freguesia de São João Batista.
O projeto, que prevê a instalação de mais de setenta e seis mil painéis solares, numa extensão de cerca de 60 hectares, no sítio dos Tendeiros, deverá arrancar no final deste mês de março.
Em declarações á Rádio Portalegre, o autarca de Castelo de Vide, António Pita, disse que a obra tem um custo de 20 milhões de euros, o projeto privado de maior montante realizado na história daquele concelho alentejano.
Segundo o autarca a energia produzida em Castelo de Vide será canalizada para a rede nacional, através da subestação de Alpalhão, no concelho de Nisa.

A EXUS Management Partners Portugal é o promotor do investimento. A central terá uma potência instalada de 24MW.

At http://www.radioportalegre.pt/

Mais emprego para Alter do Chão

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Está a ser percorrido o caminho no sentido de se poder vir a concretizar no concelho de Alter o maior investimento de sempre na região e que mudará a paisagem social e económica do Alto Alentejo.

O que se poderá, face aos números, identificar como o investimento do século, tem como objectivo a produção de biocombustível, já testado, por exemplo no circuito de Le Mans e na aviação, isento de emissões poluentes, mais energético que os combustíveis fósseis actuais, mais barato e com a grande vantagem de manter a tecnologia dos motores actuais.

A produção deste “crude” em Portugal a partir da plantação de bambu poderá ter a sua grande plataforma no concelho de Alter, em particular na Chança, na zona da Estação e do Pereiro pela sua classificação como área industrial no âmbito do PDM, usando depois a ferrovia através da linha do Leste e da futura linha Elvas – Sines.

Se não for viável a instalação neste local há várias soluções alternativas, desde logo a Zona Industrial de Alter, que se conjugam com as distâncias às áreas de produção e a localização da linha férrea. Já a refinaria, por necessitar de enormes quantidades de água de arrefecimento para o processo, e para escoamento da produção através de petroleiros e super-petroleiros, será instalada no complexo de Sines para utilização da água do mar, no processo, e do porto de águas profundas, aproveitando toda a infra-estrutura instalada.

Em termos de estimativa de investimento pode apontar-se para um montante na ordem dos 350 milhões de euros para a produção de 50 mil toneladas/ ano de bio-diesel.

O projecto é liderado pelo russo Oleg Chumachenko, da Tokef Energia, que tem parte da família em Portugal e que estudou na Universidade de Aveiro, sendo especialista na área da energia. Já a escolha de Alter resulta do facto de o alterense Luís Marques ser colega e amigo de Mário Serra que colabora com Oleg Chumachenko na estruturação do plano de negócios. A perspectiva era a instalação do projecto em Espanha pela necessidade de terrenos e a existência de sol para a cultura do bambu, matéria-prima do biocombustível. Perante esta necessidade, que pode ser satisfeita no concelho e na região, Luís Marques desafiou os responsáveis a canalizarem o investimento para Alter com o apoio do então presidente da Câmara, Joviano Vitorino, e desde início – Março de 2017 – também com o do então vereador do PS e actual presidente da Câmara, Francisco Reis.

Em termos de perspectiva de postos de trabalho estimam-se numa centena, dos quais 50 técnicos especializados, e outros tantos que podem ser formados na região, sendo que muitas destas pessoas terão de ser “importadas”.

Dependendo da quantidade de biomassa, no futuro a unidade poderá ser ampliada e o número de postos de trabalho «atingir os 250 a 300, mas depende da evolução da matéria-prima».

Quanto aos terrenos «não vamos comprar, mas sim fazer parcerias com os agricultores», avançam os responsáveis.

Apoio de grandes empresas

Marcas automóveis como a Volkswagen, fabricantes de aviões, petrolíferas como a Total ou a Exxon Mobile, multinacionais como a Bayer ou a BASF (com interesses nos sectores dos plásticos, produtos farmacêuticos, anilinas e outros), e países como Israel ou a Alemanha já manifestaram interesse no projecto do qual poderão ser parceiros e estão mesmo «disponíveis para apoiar financeiramente o investimento», disse Oleg Chumachenko ao nosso jornal no decorrer que uma entrevista em que, juntamente com Mário Serra e Luís Marques, explicou todos os detalhes do projecto ao Alto Alentejo.

E se não fossem estes apoios garantidos «não chegávamos até aqui», assume Oleg Chumachenko que declara que conta com o apoio de fundos privados e de bancos, pelo que «temos o suficiente para a primeira fábrica». Naturalmente que para além dos fundos privados, em que são necessárias «cartas de conforto dos Ministérios» para avalizar a viabilidade do projecto no sentido das autorizações futuras, haverá igualmente o recurso a fundos europeus, adianta o líder do projecto que garante, de entre outros aspectos, que «este projecto pode ser apoiado e quer ser apoiado pelo Governo alemão», do qual tem já essas garantias.

O momento da concretização do projecto no terreno «depende do apoio político», ou melhor «só depende já da política», sublinham os responsáveis que realçam a necessidade de uma «carta de conforto» do Ministério da Economia, pois «Espanha recebe o projecto» e «Marrocos também tem interesse do ponto de vista da biomassa», mas por razões técnicas a unidade central (“refinaria”) teria de ficar em Portugal ou em Espanha.

Melhor região do País

Os responsáveis da Tokef não aceitaram a proposta de vir para Alter só porque Luís Marques os desafiou, mas sim porque «esta é a melhor região do País para fazer silvicultura da cana de bambu», explica Mário Serra. Segundo os estudos realizados, a utilização do bambu «é rentável num raio de 35 quilómetros» da unidade.

Todo o trabalho de corte é executado pela empresa que assume também o transporte e toda a logística, recebendo o agricultor, em função da produção de biomassa, um valor entre os 30€ e os 50€/ tonelada, perspectivando-se que a produção industrial poderá iniciar-se a partir dos 2000 a 2500 hectares. Esta produção pode realizar-se em solos pobres e, ao contrário do que por vezes se pensa que esgota os solos ou é invasiva, esta planta melhora o solo. Para a biomassa podem ser ainda usados os resíduos agrícolas e outros no âmbito da legislação actual.

A produção de bambu exige um investimento de cerca de 600 a 700€ por hectare, que podem ser apoiados pela empresa, e carece de duas operações de manutenção anual. Durante os primeiros três anos há uma maturação do bambu e o corte inicia-se ao 4º ano. (…)

At http://www.jornalaltoalentejo.com/regiao/1145-grande-investimento-em-biocombustivel-pode-vir-a-instalar-se-na-regiao