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Opinião: “A Tourada de Marilyn Monroe”

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Sempre gostei de touradas, sou um aficionado, no que estou muito bem acompanhado por bons amigos, como o Elisio ou o João e muitos outros. O encontro do homem com o touro bravo (não confundir com bois…) no redondel da praça é hoje a encenação simbólica da milenar luta pelo controlo da clareira da floresta entre os dois únicos bichos que disputavam esse controlo. É o espectáculo simbólico de um confronto de milénios entre a inteligência e a força bruta. Este confronto, aliás, produziu e modelou muito do que é a substância do conceito de estratégia “em português”, num afrontamento do fraco ao forte em que o fraco ou ganha ou morre… E não morreu! Mas isto são especulações conceptuais para desenvolver num outro quadro. Neste post, o que está em causa é a beleza (não a força e a sabedoria…) da “tourada” na versão da Marilyn Monroe. Aprecie-se, então, a arte de Marilyn…

At Facebook / José Mateus

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Alpalhoense de gema, Nabo Martins nomeado presidente-executivo da APAT

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A APAT – Associação dos Transitários de Portugal, nomeou António Nabo Martins para o cargo de presidente-executivo. Nabo Martins, que ocupava o cargo de diretor de Regulamentação e Segurança da Medway, irá substituir Joana Nunes Coelho, que em abril tinha sido reconduzida no cargo pela direção liderada por Paulo Paiva.

António Nabo Martins é um dos articulistas residentes da Transportes em Revista e esteve cerca de 30 anos na CP – Comboios de Portugal. Durante oito anos foi o principal responsável pela área do transporte multimodal da CP Carga, acumulando ainda as funções de diretor da divisão de transporte internacional, cargo que também ocupou na Medway, após a aquisição da empresa pública por parte do operador ferroviário detido pela MSC.

At http://www.transportesemrevista.com/

Artigo: “Aos vinte anos reina o desejo, aos trinta reina a razão, aos quarenta o juízo”

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“Envelhecer é o único meio de viver muito tempo.
A idade madura é aquela na qual ainda se é jovem, porém com muito mais esforço.
O que mais me atormenta em relação às tolices de minha juventude, não é havê-las cometido…é sim não poder voltar a cometê-las.
Envelhecer é passar da paixão para a compaixão.
Muitas pessoas não chegam aos oitenta porque perdem muito tempo tentando ficar nos quarenta.

Aos vinte anos reina o desejo, aos trinta reina a razão, aos quarenta o juízo.
O que não é belo aos vinte, forte aos trinta, rico aos quarenta, nem sábio aos cinquenta, nunca será nem belo, nem forte, nem rico, nem sábio…

Quando se passa dos sessenta, são poucas as coisas que nos parecem absurdas.
Os jovens pensam que os velhos são bobos; os velhos sabem que os jovens o são.
A maturidade do homem é voltar a encontrar a serenidade como aquela que se usufruía quando se era menino.
Nada passa mais depressa que os anos.

Quando era jovem dizia:
“verás quando tiver cinqüenta anos”.
Tenho cinqüenta anos e não estou vendo nada.
Nos olhos dos jovens arde a chama, nos olhos dos velhos brilha a luz.
A iniciativa da juventude vale tanto a experiência dos velhos.
Sempre há um menino em todos os homens.

A cada idade lhe cai bem uma conduta diferente.
Os jovens andam em grupo, os adultos em pares e os velhos andam sós.
Feliz é quem foi jovem em sua juventude e feliz é quem foi sábio em sua velhice.
Todos desejamos chegar à velhice e todos negamos que tenhamos chegado.
Não entendo isso dos anos: que, todavia, é bom vivê-los, mas não tê-los.”

Albert Camus

At https://www.contioutra.com/