TAP promove Madeira com voos desde 42 euros

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Campanha é lançada em parceria com o Turismo madeirense para promover o Outono/Inverno nas ilhas.

A nova campanha da TAP, lançada esta terça-feira, foca-se no Funchal e em Porto Santo e nasce de uma parceria com a Associação de Promoção da Madeira. A promoção aplica-se a vários voos entre Setembro e Fevereiro.

Os preços mínimos, que serão utilizados como base para toda a campanha publicitária, recaem nas ligações de Lisboa e Porto ao Funchal: desde 44 euros por trajecto no primeiro caso; desde 42, no segundo. No caso de Lisboa-Funchal, os preços mais baixos, segundo informação no site da TAP, aplicam-se a Setembro e Outubro, já que nos meses seguintes o valor mínimo fixado é de 59 euros. No caso do Porto-Funchal, o valor de 42 euros mantém-se como mínimo até Fevereiro.

Para o Porto Santo, os valores já são muito diferentes: uma ida de Lisboa custará desde 54 euros, enquanto do Porto o preço começa em 82 euros (e apenas em Setembro; nos meses seguintes o custo mínimo é de 95 euros).

A promoção, segundo a informação disponibilizada no site, abrange também as ligações da Madeira a Faro (Funchal desde 85 euros e Porto Santo desde 95, por trajecto) e Ponta Delgada (apenas Funchal, desde 49 euros por trajecto).

Nas pesquisas efectuadas, os preços promocionais surgem para vários voos entre Novembro e Fevereiro, sendo que em épocas especiais, como o período de passagem de ano, os valores podem aumentar muito.

Em comunicado, a empresa informa ainda que para os seus passageiros com milhas os “os voos podem ser adquiridos a partir de 5500 milhas”.

At https://www.publico.pt/

Quer uma árvore? Vá ao ICNF e veja o que há

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O projecto Floresta Comum, liderado pelo ICNF — Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas tem 165.740 plantas autóctones para dar. As candidaturas às plantas estão abertas até 27 de Setembro.

Nesta fase, podem candidatar-se as autarquias, outras entidades públicas e os órgãos gestores de baldios. As plantas estão disponíveis para a próxima época de (re)arborização, de Novembro de 2019 a Fevereiro de 2020.

Actualmente estão licenciados como fornecedores de materiais florestais de reprodução para exercerem a actividade de produção de plantas para o projecto Floresta Comum, 4 viveiros do ICNF: Amarante, Malcata, Monte Mordo e Valverde.

Bolsa Nacional de Espécies Florestais Autóctones

A Bolsa Nacional de Espécies Florestais Autóctones é constituída por plantas produzidas nos viveiros do ICNF e de viveiros associados e que são anualmente disponibilizadas para o projecto Floresta Comum, desde que provenientes exclusivamente de sementes e plantas nacionais.

Esta Bolsa tem como objectivo disponibilizar plantas de espécies autóctones, de forma a satisfazer a procura no âmbito do projecto e simultaneamente valorizar as espécies nacionais e, directa ou indirectamente, a recuperação e conservação da biodiversidade.

Candidaturas

As candidaturas devem cumprir vários critérios e podem revestir a forma de projectos florestais ou de conservação da natureza e recuperação da biodiversidade e projectos educativos, incluindo projectos de parques florestais urbanos.

Todas as candidaturas cujo o proponente seja, uma autarquia ou outra entidade pública, ou órgãos gestores dos baldios deve direccionar a sua candidatura para a Bolsa Pública de Espécies Florestais Autóctones.

Todas as candidaturas cujo o proponente seja uma pessoa individual ou colectiva de direito privado, deve direccionar a sua candidatura para a Bolsa Privada de Espécies Florestais Autóctones.

As candidaturas a projectos educativos são apresentadas pelas autarquias e devem ser em parceria com a comunidade escolar.

Recuperação da biodiversidade

Por sua vez, as candidaturas a projectos florestais, de conservação da natureza e recuperação da biodiversidade podem ser apresentadas por autarquias, entidades publicas, órgãos gestores de baldios, pessoa individual ou colectiva de direito privado, para terrenos com potencial para (re)arborização.

As candidaturas são anualmente submetidas ao secretariado do projecto que as regista e comunica o respectivo número do registo ao proponente.

No caso de candidaturas das Comunidades Inter-municipais ou que envolvam vários municípios, deverá ser apresentada uma única candidatura.

As candidaturas devem ter em conta a proximidade do viveiro e devem referir especificamente quais os viveiros que foram considerados na escolha das espécies pretendidas.

Pode consultar o regulamento aqui, as disponibilidades de plantas de cada viveiro aqui e os documentos necessários para apresentar candidatura aqui.

At http://agriculturaemar.com/