Mensagem de Ano Novo

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Numa altura em que atingimos o final das nossas “Festas” católicas, vividas no concelho onde nasci com a intensidade com que vivem muitos outros, em volta da família, da amizade e de conhecidos bons;

Numa altura em que se institucionalizaram, numa parte da sociedade da vila onde nasci, Nisa, (des)valores abjectos como os da ingratidão, da prepotência, da trapaça, da perseguição, dos sorrisos falsos, ou mesmo da usurpação, como um dado adquirido;

É conveniente deixar algumas notas, embrulhadas em bom senso, para um 2019 que se pretende com saúde, com tempo para a família e fraternidade, com estabilidade profissional, com tempo para descansar, e, se possível, com mais algumas coisinhas boas que nos ajudem a mudar de ares.

Os princípios ou valores que deverão reger as nossas vidas são outros. Portanto enganem-se aqueles que pensam que, sob a égide de uma áspide, vão andar com bandeiras e a apregoar formas de estar que não fazem parte da sociedade onde foram espetar o ferrão. E há quem o já tenha feito, mais que uma vez, com abelhas-mestras diferentes. E enganem-se mais ainda: não foram só os “fantoches”.

Isto porque há quem se mantenha atento e pronto para usar dos meios que tem ao seu dispor [hoje até já temos alguns, e por (pro)criação própria] para desmascarar em qualquer momento comportamentos que, para além de cínicos, possam ser considerados maldosos.

Vem aí mais um ano em que a nossa pequena contribuição pode ser importante para o conjunto. E tudo o que pudermos fazer antes, mais importante poderá ser para o resultado que, na nossa pouquidade, auguramos. Mais do que preocupados com eleições (os que se interrogam porque motivo os “escolhidos” são sempre os mesmos, que ajam … se quiserem) ou ideologias, temos que pensar no que estas últimas trazem de bom. Até porque o futuro interessa-nos e dele fazemos parte, assim como os “nossos filhos”.

E é por aqui que entram os princípios da solidariedade e da tolerância. Sim, porque o que se tem feito até aqui é ser tolerante com “toda a gente” … não sei se me faço entender. Numa sociedade onde se quer construção e gente construtiva, desenvolvimento e liberdade ao empreendedorismo (há quem tenha descoberto, em 2018, como se vai buscar dinheiro à União Europeia, e os bancos também têm), com o apoio e a humildade de quem legitimamente usa meios, que na realidade não lhe pertencem, para esse fim. E onde “embelezar o jardim” poderá ser muito pouco, quando temos o “fogão” avariado, assim como a “máquina de lavar” … não sei se me faço entender outra vez. E há ainda aqueles que fazem parte de órgãos de “Direcção” de (G)randes instituições, tratando-as como “associações recreativas”, quando elas na realidade não o são.

E é isso. É a bola de neve do desinteresse que leva ao populismo e às tangas. Hoje em dia já não é necessário saber de algumas matérias para se ser candidato seja ao que for, nem é necessário ir a debates e a comícios para ganhar eleições. E é com esta má imagem que entramos em 2019. E é por isso que temos que ser construtivos e procurarmos praticar os melhores valores. E é por isso que temos que estar atentos a quem nos pode estar a gozar.

Meus caros, será um ano com muito foco, activo, proactivo, de luta, no cumprimento dos deveres profissionais e institucionais, na fraternidade, na solidariedade, mas mais ainda das relações familiares.

Que este novo ano traga tudo de bom, para todos os companheiros desta viagem e suas famílias, principalmente com saúde.

Marco Oliveira

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