Artigo de opinião: “AMALENTEJO/ALENTEJO MELHOR”

Portalegre 023

Podemos ou não Amar o Alentejo e querer um Alentejo Melhor?

Claro que sim. Mas…

Participei, como convidado, no Congresso organizado pelo Movimento Melhor Alentejo que trouxe a Portalegre muitas dezenas de alentejanos e não alentejanos, os deputados eleitos pelo distrito, autarcas, académicos, empresários, dois ministros da República, muita comunicação social: a regional, mais as televisões e o Presidente da República.

Para além do figurino que colocava a maioria como ouvintes do que os especialistas tinham para “contar” e dalguns esquecimentos que se fizeram notar e que adiante recordarei, reputo de interessantes quer os objetivos quer os painéis.

Encontrei entre os inúmeros presentes muitas das caras que haviam estado há apenas quarenta e nove dias numa iniciativa com objetivos e título iguais, realizada em Castelo de Vide por um outro movimento cidadão o AMALENTEJO.

Que terá mobilizado os alentejanos para num tão curto espaço de tempo reunirem em congresso, duas vezes no mesmo distrito?

E eram os mesmos? Pessoas e identidades?

Sim, ou quase!

Vejamos! Em Portalegre, como em Castelo de Vide estiveram os empresários e as suas organizações. Estiveram os técnicos e especialistas nas várias áreas fundamentais para um desenvolvimento sustentado, estiveram os autarcas, as instituições do ensino superior, o Turismo, os deputados eleitos pela região.

Em Castelo de Vide estiveram, também, e falaram os Partidos Políticos com assento parlamentar e O Sr. Presidente da Assembleia da Republica fez-se representar.

O Senhor Presidente da Republica e dois Ministros estiveram e Portalegre.

A comunicação social esteve em ambos os congressos mas as televisões só em Portalegre.

Então qual a diferença?

A diferença chama-se PS. Este partido, que em Castelo de Vide não só não esteve como pressionou para que não estivessem as instituições onde “é poder” e agora, optou por estar e trabalhou para que todas as instituições onde “mexe”, governo incluído, não faltassem.

E quanto a conteúdos e, sobretudo, resultados?

Quanto a conteúdos, um e outro foram extremamente ricos. Já quanto a resultados nem um nem outro atingiram as expetativas e particularmente as necessidades da região.

É certo que a satisfação ou insatisfação com que ficamos tem a ver com a expetativa criada e, nesse aspeto, porque eram altas as expetativas criadas em particular com algumas das reivindicações do Alto Alentejo, o Congresso de Portalegre foi pior.

Foi-o porque o esperado (re)anunciar do Pisão não se concretizou, porque os ministros que por aqui passaram (apesar de apressada, a vinda a Portalegre já foi um avanço) se limitaram a cumprir calendário e o primeiro não conhecia sequer, ou fingiu não conhecer que o que necessitamos e queremos para o Pisão é um empreendimento de fins múltiplos, fundamental, para o reforço de abastecimento público de água, para o desenvolvimento da agricultura, para a atividade turística, etc.. etc..

Por último e para aumentar a nossa desilusão o constatar que também o Presidente da República não tem acompanhado quer as nossas preocupações quer o nosso trabalho.

Saudar a vontade dos alentejanos mas dizer-nos que hoje já é tarde é ter andado distraído ou pensar que nos esquecemos que ele não aceitou `há menos de dois meses, estar connosco em Castelo de Vide.

Colocadas estas questões importa agora definir os próximos passos e decidir, antes de mais, se esse caminho deve ser feito duplicando esforços e iniciativas ou se há margem para responder positivamente ao desafio do Presidente e unificar esforços vontades e vozes.

Ou seja, é necessário saber se o Partido Socialista não vai fazer mais “birrinhas” e se é possível e desejável constituir Um AMA(MELHOR)ALENTEJO!

Diogo Júlio Serra

At https://www.jornalaltoalentejo.com/

100 empreendedores de Espanha e Portugal poderão aceder a um programa europeu para por em marcha os seus projectos

Caceres Begoña-García-y-Charo-Cordero

Se trata del Programa de Incubación de la Red CETEIS dirigido a innovadores, en el que participan, entre otras entidades, las diputaciones de Cáceres y Badajoz y la Junta de Extremadura.

A través del programa europeo Interreg-POCTEP 2014-2020, en el que participan entidades de la llamada Eurorregión EUROACE, integrada por Extremadura, el Alentejo y la región Centro de Portugal, se pone en marcha el “Programa de Incubación de la Red CETEIS (Centros Transfronterizos de apoyo al Emprendedor Innovador)”, que no es otra cosa que un programa para apoyar, asesorar y tutorizar la implantación de los proyectos que tengan emprendedores y emprendedoras de dicho territorio.

    En este programa participan un total de 14 entidades de la Eurorregión, entre las que se encuentran las diputaciones provinciales de Cáceres y Badajoz, la Junta de Extremadura o las cámaras de comercio de la región.

    En esta convocatoria, se cuenta con un total de 105 plazas gratuitas, distribuidas en 32 localidades de Extremadura, Alentejo y Zona Centro de Portugal. En Extremadura, concretamente, las plazas están distribuidas en 26 localidades, centrándose, en la provincia de Cáceres, en las localidades de Trujillo y Valencia de Alcántara con una oferta de 25 plazas de incubación, es decir, plazas para que los solicitantes, que deben ser estudiantes universitarios o de Formación Profesional, emprendedores sin empresa constituida o profesionales con una empresa en fase de constitución, puedan recibir el asesoramiento y el apoyo necesario para la implantación de su iniciativa empresarial innovadora.

    Se trata de la segunda edición del Programa de Incubación, que consiste en un programa gratuito, de ocho meses de duración, que incluye tutorización en el desarrollo de la idea de negocio y en la implementación de un plan de acción; un espacio de trabajo dotado de la infraestructura logística y tecnológica necesaria para la activación y aceleración de cada proyecto, y conexión con inversores y fuentes de financiación.

    Hasta el 14 de octubre, los interesados pueden inscribirse a través de la página www.ceteis.eu, donde también se pueden consultar las bases completas de la convocatoria.

    La propuesta a presentar debe tener un “enfoque innovador y diferenciador con respecto a otras soluciones existentes en el mercado”, tal como se informa desde el Área de Desarrollo y Turismo Sostenible de la Diputación de Cáceres.

    El 22 de octubre se darán a conocer las iniciativas seleccionadas que más se ajusten al programa, y a partir del 26 de octubre, los emprendedores “comenzarán el proceso de incubación hasta el 25 de junio de 2019, un total de 8, meses, para después presentar los proyectos en rondas de inversores con el fin de la búsqueda de financiación”.

At http://www.psoecaceres.com/