“Almaraz e outras coisas más” lançado a 7/Dez

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Almaraz e outras coisas más é um livro sobre a questão nuclear na Península Ibérica que tem sido motivo de discussão nos últimos anos. O lançamento teve lugar esta quinta-feira, na Fábrica Braço Prata, em Lisboa, cuja apresentação ficou a cargo de Nuno Nabais.

O autor é António Eloy, um dos coordenadores do Movimento Ibérico Antinuclear(MIA). Estão, no entanto, incluídos artigos de outros 32 colaboradores de vários setores da sociedade, tendo todos eles algo em comum: combatem a presença da energia nuclear; são contra essa poderosa indústria da produção de plutónio que move todo o mundo político, financeiro, industrial e militar.

Em comunicado enviado ao Notícias ao Minuto, António Eloy adiantou que “o livro aproveita um pouco a atualidade do tema (nuclear). O processo de Almaraz [central nuclear espanhola] que tem sido uma sombra negra para Portugal desde há 38 anos”.

A questão mais abordada será efetivamente a da central nuclear espanhola de Almaraz, localizada bastante próxima de Portugal (cerca de 100 quilómetros). Não obstante, o livro abordará todo o passado e presente sobre o tema da energia nuclear na Península Ibérica.

Em Portugal…

O livro também conta as histórias do nuclear em Portugal, entre várias ‘outras coisas más’, como a floresta [incêndios], as alterações climáticas, o desordenamento do território e as políticas públicas inconsistentes”, acrescentou Eloy no mesmo comunicado.

Na obra poderemos recuar até ao ano de 1974, a Ferrel, no concelho de Peniche. Na altura, a população local insurgiu-se contra um projeto para se proceder à instalação de uma central nuclear local. Além deste exemplo, é abordado também o dos despejos de resíduos radioativos no Oceano Atlântico, além das questões da mineração de urânio em Nisa e Urgeiriça.

António Loy conclui, afirmando esperar que o seu livro “seja um passo importante para uma maior consciencialização sobre a questão nuclear. Temos ganho muitas lutas contra este Armagedão que assombra a Península Ibérica”.

At https://espalhafactos.com

António Maio pelos trilhos da serra D’Ossa

António Maio

Vem fazer parte do meu 1º passeio e desfrutar dos fabulosos trilhos da serra D’Ossa, local único para a prática da modalidade que nos une!
Não percas esta oportunidade!

Aceito inscrições através do link:
https://goo.gl/w5AUBn

Aceitam-se também inscrições para acompanhantes!!!
Almoço 10 motas.
Almoço+t-shirt oficial da equipa 15 motas.

Qualquer dúvida dispõe!

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Câmara é que organiza a S. Silvestre do Sporting?

O Municipio de Nisa organiza, durante a tradicional quadra natalícia, o programa “Nisa Natal” composto por vários eventos alusivos ao espirito da época, dos quais destacamos:

A partir do dia 11 de Dezembro e até 7 de Janeiro, a pista de gelo natural com 150 metros quadrados, instalada na Praça da República, junto à Biblioteca Municipal;
Dia 13 Dezembro, pelas 10 horas, chegada do Pai Natal junto à Pista de Gelo;
Dia 16 de Dezembro, inauguração do PR9- Trilho da Mina de Ouro do Conhal do Arneiro;
Às 15 horas – Corrida de atletismo – São Silvestre de Nisa;
Durante o fim de semana de 16 e 17 de Dezembro, venda de produtos tradicionais no Posto de Turismo;
De 18 de  Dezembro a 2 de Janeiro, na Biblioteca Municipal de Nisa, Academia de Férias de Natal;
No dia 30 de Dezembro, no Cineteatro, Concerto de Boas Festas, pela Banda da Sociedade Musical Nisense.

À semelhança de anos anteriores, as iluminações natalícias que embelezam algumas artérias da vila de Nisa, com motivos alusivos ao artesanato nisense, irão encantar e fortalecer a identidade das gentes da nossa terra.

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At http://www.cm-nisa.pt/

Opinião: “Voluntariado”

Joao Wengorovius MenesesAproxima-se o dia internacional do voluntariado. É um tema que divide. Tem sido conotado com a direita católica. Depreciado como algo infantil, superficial, nalguns casos exploração laboral ou comprometedor do papel do Estado. É verdade que participar numa juventude partidária ou numa manifestação também é voluntariado, simplesmente nesses casos há um interesse próprio. No voluntariado em contextos de exclusão social também se recebe, mas nada tão concreto ou material como uma carreira futura ou uma alteração legislativa. É essa gratuidade, esse encontro com o outro – transitório e aberto ao inesperado – que permite desenvolver uma qualidade que nos torna humanos: a empatia. Guterres e Obama fizeram voluntariado e isso transparece na sua ação política. Quem acha que é um tema bolorento ou dominical, not cool ou not serious enough, devia experimentar. Para mim, devia ser obrigatório (sem o ser). É tanto uma aprendizagem de relação, como de interioridade. Claro que tem o perigo de se poder tornar um ato de vaidade ou uma droga boa. É por isso que o voluntário que recordo com maior admiração vagueava solitário como o corno de um rinoceronte.

João Wengorovius Meneses

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