Comunicado do Grupo dos Amigos de Olivença

Olivença 1
Olivença é Terra Portuguesa

O Grupo dos Amigos de Olivença tem constatado que, a propósito da actual « crise independentista da Catalunha », o Estado Espanhol tem alicerçado a sua posição na defesa intransigente da integridade territorial dos Estados e da necessidade de respeitar os tratados que regem o relacionamento dos Estados na Europa.

Também, a este propósito, o Estado Português por intermédio do Sr. Presidente da República, Sr. Primeiro Ministro e Sr Ministro dos Negócios Estrangeiros, tem se manifestado publicamente, pela defesa intransigente da legalidade interna espanhola, pelo respeito pela integridade territorial dos Estados e pela Lei Internacional.

Nesse sentido, o Grupo dos Amigos de Olivença relembra a existência da « questão de Olivença», território que o Estado Português considera juridicamente português mas ocupado ilegalmente por Espanha, que se recusa a cumprir o tratado de Viena de 1815, por ela assinado, e faz um apelo à opinião pública para que se pressione estes importantes órgãos do Estado Português a pôr em prática os princípios acima defendidos e levantar esta questão junto de Espanha, de maneira a dar cumprimento ao seu compromisso de restituição de Olivença a Portugal.

OLIVENÇA É TERRA PORTUGUESA!
VIVA OLIVENÇA PORTUGUESA!
#crerequererparavencer

Reunião “Pela abolição das portagens na A23”

A23

“O ministro não nos cala com a migalha dos 15%”

A União dos Sindicatos de Castelo Branco, no seguimento das orientações que traçou para a sua intervenção pela abolição das portagens na A23, A24 e A25, integra uma Plataforma com a comissão de utentes e associações de empresários que têm desenvolvido um intervenção convergente e conjunta junto do Governo e dos grupos parlamentares.

Nesse contexto, reuniu com todos os grupos parlamentares e já antes tinha reunido, na Covilhã, com a deputada Paula Santos do Grupo Parlamentar do PCP, “a única que se dignou vir ao nosso distrito, como tínhamos solicitado” refere a União de Sindicatos.

“Lamentavelmente, as Comissões parlamentares de Economia e das Finanças ainda não agendaram a reunião solicitada e mais grave, o Ministro do Planeamento e Infra-estruturas, pensando que nos cala com a migalha dos 15% de redução de preço, ocorrida no ano passado, não responde aos pedidos de audiência”.

A USCB/CGTP-IN exige a abolição das portagens na A23 e é por isso que “apoiamos as propostas do PCP (apresentada primeiro) e do BE (apresentada depois) já que respondem a esta exigência”.

A União apresentou, ao Governo, um Plano de Emergência para o distrito de Castelo Branco e, em reunião como o coordenador da Unidade de Missão para o Interior, insistindo com a urgência e necessidade de abolição das Portagens, que “podendo ser de forma faseada, calendarizada e quantificada, tem que ser para todos (população e empresas) e não apenas para as empresas sedeadas no distrito”.

E frisam que o Orçamento de Estado para 2018 deve consagrar a abolição das Portagens. “Lamentavelmente, o Governo, que enche o discurso com o Interior, não introduziu a abolição das portagens no Orçamento de Estado. Assim, o que se espera é que em sede de discussão do OE na especialidade os partidos à esquerda pressionem o Governo para incluir a matéria das portagens”.

E remata a União de Sindicatos que “a abolição das portagens seria uma medida concreta com verdadeiro impacto imediato na atividade das empresas do Interior, no rendimento disponível as pessoas e, consequentemente, do respetivo desenvolvimento económico desta região.
Temos razão, não vamos ficar parados!”.

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