Passados os 100.000… tempo de novidades!

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Chegados aos 100.000, chegou a hora de apresentarmos algo de novo. Tudo porque há quem teime em (nos) seguir apontamentos tipo sms, com incidência no concelho de Nisa, assim como no distrito de Portalegre, ou em todos os acontecimentos pertinentes do interior de Portugal, ou mesmo reflectir sobre artigos de opinião, sobre as mais variadas matérias, tudo da forma mais isenta. A tal forma que alguns fazem questão de não prosseguir, ou porque são narcisos(as) (não, não é o Zé dos electrodomésticos, nem a médica do “hospital”), ou porque têm aptência para dominar tudo, e entram em fúria se não conseguirem atingir esse objectivo. Até porque nem todos servem para andar com bilhas de olaria nos braços, sobre as ordens ou caprichos de outrém.

Está então na hora de partilharmos também informação nas redes sociais. Estaremos assim mais perto das pessoas, do cidadão comum, do Povo. Aquele que não é meu ou teu, mas que é de cada um ou de todos. Vai começar a “piar mais fino”.

A Nisa apontamos um concelho que está agora mais bonito e recu(o)perado. A isso se deveu a iniciativa do Município, que proporciona assim melhor qualidade de vida aos cidadãos e a visita ao concelho de muitos mais curiosos. Está disponível para fazer mais, “não” se move “por interesses pessoais”, pois “o poder por si só é inócuo, ter poder só por ter poder não é desafiador para ninguém, a menos que esse alguém tenha uma deformação emocional”, e até porque “há que gerir, reflectir, discutir e ter a capacidade de inflectir no percurso inicialmente traçado, por forma a salvaguardar o interesse público e a não perder muito tempo em quezílias que não conduzem a efeitos práticos para a vida da comunidade que servimos, porque no fundo nós gerimos o erário público”. A outros níveis contámos também com a ajuda do Governo (investimentos locais da responsabilidade do Governo), e ainda noutros com a ajuda da Europa (entendam-se fundos estruturais). Aos eleitos políticos escolhidos pelo Povo, e ao próprio Povo, caberá a melhor análise sobre o que estará ainda ou não por fazer, nomeadamente na área das grandes infraestruturas ou do emprego.

Ao distrito, e nomeadamente à “sede” de Portalegre, lamentamos a perda de capacidade reivindicativa e de empreendedorismo aos longo dos últimos anos, que a fez “progredir” em sentido contrário a Elvas, que cada vez mais atingirá um “centralismo” natural no distrito, mais ainda se adquirir a condição de eurocidade. Uma certa prepotência “urbana” de outros tempos parece que deixou de vingar na capital do Alto Alentejo. Aos narizes “impinados” de quase desprezo por outras gentes do distrito, surge agora o socorro vindo de fora para acudir à quase desistência dos actores políticos da urbe. Em todo o caso, a todos os responsáveis distritais se pede empenhamento e dedicação, o que, na realidade, se tem vindo a verificar positivamente em algumas circunstâncias, nomeadamente por parte de novos intervenientes políticos supraregionais, que ainda vingam na cidade de Portalegre.

Ao interior, se alteração tenho existido, a mesma não é visível, e casos pontuais não terão qualquer tipo de reacção consequente. Lembram-se a espaços na televisão, na rádio, em artigos de opinião, desta dicotomia, mas “o” de Bragança continua sem falar com “o” de Beja. Continua cada um na sua toca, onde sobressaiem alguns de bandeirinha, mas que isolados nunca servirão para mais do que continuarem a ver o litoral e as grandes cidades a afastarem-se.

Continuação de um (que se deseja) bom 2017. Uns partem, outros regressam, outros ficam, outros estarão em qualquer lugar, assim se lhes abra o apetite do umbigo.

2 opiniões sobre “Passados os 100.000… tempo de novidades!”

  1. Eu estava a fazer muita força para não voltar aqui, acreditem que sim, vocês até deixaram o texto ricamente armadilhado … mas eu não resisto!
    ….
    Pronto, está bem, eu confesso… o sintético é a maior benfeitoria que o concelho precisava e sem o qual todo o seu desenvolvimento e captação de investimento estava comprometido… Tudo porque, estão a ver?!…. “Nisa era o único concelho do distrito a trabalhar COM UM RELVADO PELADO”. Perceberam, ricos?!
    Mais abreijos!

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  2. Este meu comentário não tem a pretensão de vir a ser publicado. Apenas para dizer que entendo o vosso texto de “viragem da página” como uma clara provocação e, sim, conseguiram o vosso objetivo tão óbvio, reajo de imediato à provocação:
    Não posso admitir que os administradores deste blogue sejam pessoas tão pouco esclarecidas e só por brincadeira de mau gosto publicam uma postagem de viragem de página tão subserviente ao poder instalado.

    “A Nisa apontamos um concelho que está agora mais bonito e recu(o)perado.”
    E antes?
    Agora, Nisa tem floreiras, bancos para os idosos, paredes caiadas, porque o resto é paisagem! Qual “residência sénior” muito compostinha onde se movimenta o coro sénior, o grupo activsénior, informática para séniores, curso de história para séniores…. e népias de iniciativas para fixar jovens, emprego, habitação…

    “A isso se deveu a iniciativa do Município, que proporciona assim melhor qualidade de vida aos cidadãos”
    E antes? Não existia uma Associação de Desenvolvimento de Nisa e uma escola profissional com 180 alunos e 135 funcionários e formadores a quem a câmara afundou? Era uma terra de ninguém onde chegou a salvadora da pátria ou um lugar pleno de potencialidades que a presidente está a tirar do mapa?
    Tudo o que foi feito até aqui, ao longo de tantos anos, só para referir os espaços e equipamentos coletivos mais recentes, como o complexo termal, a devesa, o terminal rodoviário, praça da República, centro escolar?! Nasceu no final de 2013 por obra e graça do espírito santo?

    “e a visita ao concelho de muitos mais curiosos.”
    Têm números sobre turismo? Comparem… quem vem a nisa tb vai a…. e este é um movimento turístico que se autoregula por ofertas supra municipais … e as iniciativa articuladas com Geopark (que agora foram cerceadas pelo executivo em funções?), e o Monte Filipe Hotel & SPA?! foi obra do município? Fechar a Valquíria numa sala, sem condições de exposição. sim, foi obra da câmara, exposta à luz, a ficar sem cor, os tecidos a esgarçar porque o sol os desfaz… …

    “Está disponível para fazer mais, “não” se move “por interesses pessoais”, pois “o poder por si só é inócuo, ter poder só por ter poder não é desafiador para ninguém, ”
    Só podem estar a ser irónicos!!!!!!! O que vocès queria dizer era “está disponível para ganhar mais porque não tem emprego, move-se por interesses pessoais pois o poder é o seu sonho de criança para se servir e aos amigos , não para servir o bem comum, e é desafiador poder dizer dúzias de vezes por dia, “eu sou a presidente da câmara”

    “a menos que esse alguém tenha uma deformação emocional”,
    Até que enfim, acertam nalguma! “delírio” exatamente! há muita literatura sobre esta deformação emocional, basta pesquisar no google!

    “e até porque “há que gerir, reflectir, discutir e ter a capacidade de inflectir no percurso inicialmente traçado, por forma a salvaguardar o interesse público e a não perder muito tempo em quezílias que não conduzem a efeitos práticos para a vida da comunidade que servimos, porque no fundo nós gerimos o erário público”.”
    Ora aqui está o fundamental para fecharmos esta conversa da treta: OCUPAR O MÁXIMO POSSÍVEL DE TEMPO EM QUEZÍLIAS tem sido o maior objetivo deste executivo, e esquecer desafios de desenvolvimento económico, sustentabilidade, que isso são coisas que só interessam aos utópicos… que acreditam que é possível trabalhar, “calçar os sapatos dos outros”… os tais que sabem respeitar e ouvir…. olhem,……os que acreditam nessas coisas que já não se usam……

    “A outros níveis contámos também com a ajuda do Governo (investimentos locais da responsabilidade do Governo), e ainda noutros com a ajuda da Europa (entendam-se fundos estruturais)”
    Essa é pura falácia! nem investimentos do governo e muito menos fundos estruturais porque esses, andam aqui à volta, nos concelhos vizinhos, mas quem está aqui a brincar aos sonhos de criança , que apenas quer ordenado e estatuto, também não consegue trazer a ajuda da Europa!

    E pronto, a prosa está muito boa, … poderíamos continuar aqui …. pelo menos existe liberdade de expressão e ainda bem que podemos contrapor posições!…

    Não vale a pena publicarem! Não se incomodem, mas vocês sabem que esta vossa visão ficcionada da nossa realidade municipal está bem longe da verdade… São uns brincalhões!!! Não acredito que a subserviência vos tolde a vista….. acredito-vos isentos e sinceramente, a bilha de olaria não se encaixa debaixo dos vossos braços, sob as ordens ou caprichos de outrém!!!! .

    Abreijos!

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