Já abriu o Hard Rock Cafe no Porto

A espera foi longa mas terminou no domingo, 20 de novembro: o Hard Rock Cafe começou finalmente a receber os primeiros clientes no segundo espaço da marca em Portugal, instalado num edifício histórico da Baixa, na Rua do Almada.

O anúncio da abertura chegou em março deste ano e previa a inauguração para o verão, mas só em setembro é que foi possível espreitar os primeiros detalhes. A Rock Shop, onde são vendidas as famosas t-shirts, foi o primeiro espaço a receber clientes. Foram precisos mais dois meses para que o bar e restaurante do Hard Rock ficassem prontos.

Dos seis pisos do edifício, apenas três estão abertos ao público. No rés-do-chão encontra a loja e o bar. Nos pisos superiores encontra a zona de restauração, onde também foi instalado um pequeno bar, sobre recriações do típico azulejo português. Na carta, a oferta não é muito diferente do espaço lisboeta, com uma honrosa e orgulhosamente tripeira exceção: a francesinha (14,45€).

Na boa tradição dos Hard Rock de todo o mundo, as paredes estão cheias de objetos de colecionador que pertenceram às grandes estrelas da música. Tanto encontra um par de sapatos de Joe Perry, o célebre guitarrista dos Aerosmith, como uma das botas usadas por Madonna em “Desesperadamente Procurando Susana”, de 1985. Mas há mais: uma guitarra dos Megadeth, um baixo em pedaços de Nikki Sixx dos Mötley Crüe, entre muitas outras relíquias de Courtney Love, Billy Joel, Kiss, ZZ Top e, inevitavelmente, do rei do rock & roll, Elvis Presley.

O novo Hard Rock Cafe vai estar aberto todos os dias da semana, com o restaurante a funcionar das 12h à 1h. O bar começa a servir bebidas às 11h e prolonga o serviço até às 2h. Se apenas quiser levar para casa uma t-shirt, a loja funciona das 10h à 1h.

At http://nit.pt/

Presidente da Assembleia Municipal de Moncorvo vota contra o orçamento

torre-de-moncorvo-camara
O presidente da Assembleia Municipal de Torre de Moncorvo votou contra o orçamento da autarquia para 2017.

José Mário Leite, do PSD, o mesmo partido do executivo, não concorda com a proposta orçamental para o próximo ano porque está contra o grande aumento nas comparticipações que o município faz para a Associação de Municípios do Douro Superior.

O representante do órgão autárquico refere que não ficou satisfeito com as explicações apresentadas para justificar o aumento das transferências. . “O que me disseram é que se devia à necessidade de pagar dívidas. Isto é uma situação estranha, que eu não entendo, porque a dívida do município de Moncorvo à associação de municípios teria sido saldada do início de 2014, para o qual foi contraído um empréstimo e cujo serviço da dívida rondará os 70 a 80 mil euros ano”, critica o presidente da Assembleia Municipal, para quem esta comparticipação é “exagerada”.

Contactado pela Brigantia, o presidente da câmara municipal, Nuno Gonçalves, recusou-se a comentar “votações feitas por membros da Assembleia Municipal, ainda mais quando a votação se ficou a dever exclusivamente a uma parte do orçamento que tem a ver com a associação de municípios” e remete qualquer esclarecimento para o secretário executivo da Associação de Municípios do Douro Superior.

Nuno Trigo reconhece que o valor de transferências previstas do município para a associação tem vindo a aumentar. E explica que “a verba reflecte o pagamento da gestão dos resíduos sólidos urbanos e também contempla os compromissos relativos a um empréstimo da Câmara de Moncorvo para saldar dívidas com a associação de municípios”.

Nuno Trigo adianta ainda que os valores do orçamento de Moncorvo, no que respeita à AMDS, “contemplam ainda verbas relativas às candidaturas conjuntas por parte da associação em nome dos cinco municípios, ao Portugal 2020”.

At http://brigantia.pt/