Olaria alentejana pode vir a ser Património da Humanidade

A olaria tradicional poderá vir a ser classificada como Património da Humanidade. O processo está a dar os primeiros passos mas já envolve vários municípios portugueses.

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Mais um projeto importante para o futuro do concelho de Viana do Alentejo!….

Estamos a trabalhar para que a referida AptCC – Associação Portuguesa das Cidades e Vilas Cerâmicas, seja criada até final do ano. Depois disso, já podemos integrar o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial das Cidades Cerâmicas, do qual já fazem parte a Itália, a Espanha, a França e a Polónia.

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Guia “Alto Alentejo: Ainda Somos um Segredo”

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O Guia de Destino “Alto Alentejo: Ainda Somos um Segredo” vai ser apresentado segunda-feira, 14 de Novembro, em Monforte, numa parceria dos municípios associados à Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo e da editora Foge Comigo.

São 522 páginas, 1150 fotografias, 80 imagens, 6 ilustrações e cerca de 100 mapas e infografias de localização do território. Revela-se um Alentejo diferente onde, na serenidade da planície, se eleva a Serra de São Mamede. Uma região para quem gosta de caminhar na natureza, pedalar em estradas quase desertas, subir ao céu num balão de ar quente, andas a cavalo ou, apenas, parar e descansar o olhar na paisagem, e esperar que o sol se esconda para lá do horizonte.

Não faltam castelos para conquistar, vestígios arqueológicos para descobrir ou testemunhos de outras culturas para reencontrar. Não faltam restaurantes onde é difícil a escolha entre muitas especialidades regionais, nem unidades de alojamento que ora nos permitem dormir no sossego da natureza, em distintos edifícios históricos ou ao abrigo de arrojadas linhas arquitectónicas. E, por toda a parte, um segredo que se revela: a simpatia das gentes.

At http://www.linhas.pt/

Opinião: Eleições nos EUA

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Vivemos num mundo que, infelizmente, nos aponta únicas opções: opções que agradam a mercados, investidores, pessoas imateriais para o público mas que permanecem de armas apontadas e tentam que a “única opção” seja a sua opção.

O Brexit e as eleições americanas mostraram que os eleitores estão dispostos a usar como armas de arremesso aquele que é o seu único direito e dever naquilo que podem definir como o rumo do país. E, concordando ou discordando de Trump, preferem a mudança para alguma coisa do que a manutenção do sistema vigente. Saudosos e inquietos, talvez, os americanos esperem que Trump traga a mudança: de alguma coisa. Provavelmente, será para pior.

Mas Hillary representa o sistema, o sistema com que os americanos estão desiludidos. Independentemente da seriedade do seu carácter, Hillary incorpora os vícios atestados às classes políticas.

Trump saiu vitorioso quando soube reconhecer aquilo de que as pessoas estavam cansadas: do Wall Street, dos bancos, da América que tudo recebe, do país de emigrantes. Vitorioso na prática, digo. O retrocesso civilizacional aparenta ser enorme.  É assim que um homem aparece, com um discurso insano e odioso, e inspira 50% de americanos nas urnas.

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