Miguel Relvas desiste da perda de licenciatura

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Afinal, Miguel Relvas desistiu de recorrer da decisão judicial que lhe retirou a licenciatura. (…)

O advogado do ex-ministro e braço direito de Pedro Passos Coelho, Castanheira Neves, não dá grandes explicações sobre as razões que levaram o seu cliente a desistir de tentar recuperar o grau académico. Limita-se a dizer que a sentença lhe é “favorável quase em absoluto”. E o próprio Miguel Relvas também se escusa a dar mais esclarecimentos, remetendo-os para o advogado. Revela apenas que a Universidade Lusófona irá recorrer.

O social-democrata concorreu à instituição de ensino superior privado em 2006, tendo conseguido, um ano depois, o diploma de licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais, curso constituído por 36 cadeiras correspondentes a 180 créditos. (…)

Foi entendido que a carreira de Miguel Relvas – que inclui além dos cargos públicos que ocupou o desempenho de funções de consultor em várias empresas e do cargo de presidente da assembleia geral da Associação de Folclore da Região de Turismo dos Templários – valia 160 créditos. Só tinha assim de fazer quatro disciplinas.

Mas de acordo com o Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa, duas das cadeiras a que teve equivalência  “não integravam qualquer dos planos de estudos de qualquer um dos cursos” da Lusófona naquele ano.

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Tenente-coronel da GNR de Portalegre era pago com sexo, vinho, azeite, perfumes e refeições

GNR img_757x426$2016_01_20_00_47_20_508693O tenente coronel da GNR de Portalegre, Jorge Ferrão, detido, em janeiro deste ano, trocava informações com empresários sobre a localização das brigadas de fiscalização de transporte de mercadorias por sexo, vinho, azeite, perfumes, almoços e jantares

De acordo com o Correio da Manhã, que cita o Ministério Público, a operação que culminou com a detenção de 18 pessoas por vários crimes económicos foi desencadeada a 19 de janeiro, e levou à prisão preventiva de seis pessoas, entre as quais quatro militares da GNR.

O tenente-coronel, conhecido como “o padrinho”, era o cabecilha do esquema que foi detetado e investigado pela própria GNR, e responde por 19 crimes de corrupção

O Correio da Manhã acrescenta que  esquema, montado pelo tenente-coronel e pelo cabo Joaquim Santos, do Posto Fiscal de Elvas, funcionou durante todo o ano de 2015: a troco de informações relacionadas com a localização das brigadas de fiscalização de transporte de mercadorias, obtinham vantagens económicas.

Segundo a acusação, na casa de Jorge Ferrão foram apreendidas 70 garrafas de vinho, mais de uma dezena de garrafões de azeite e 15 embalagens seladas de perfumes. O “padrinho” terá sido o único dos acusados a ser pago com sexo, em estabelecimentos de diversão nocturna.

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