Presidente da Câmara de Nisa responde ao STAL

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A presidente da Câmara Municipal de Nisa, Idalina Trindade, mostrou-se, hoje, “chocada com tanta leviandade e falta de rigor” do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) que a acusou de instalar “um clima de pressão indevida e de medo” junto dos trabalhadores do município.

Em comunicado o STAL refere que os trabalhadores da Câmara de Nisa são alvo de “mudanças forçadas de funções e locais de trabalho, assédio moral e bullyng profissional”.

Em declarações à Rádio Portalegre, Idalina Trindade refuta todas as críticas de que é alvo, afirmando que “a realidade dos factos não é o que realça o comunicado do STAL”.

A autarca socialista assumiu ter acabado com “as prerrogativas ou tratamento privilegiado que alguns trabalhadores tinham”, quando pegou nas rédeas da Câmara de Nisa, mas asseverou não existir da sua parte qualquer tipo de “sectarismo ou atitudes discriminatórias” para como os 230 trabalhadores do município.

Idalina Trindade defende que “os trabalhadores devem desempenhar as funções ajustadas à sua categoria profissional e não outra qualquer só porque militam num determinado partido”.

A presidente do município de Nisa interroga-se ainda por onde andava o STAL quando no mandato anterior ao seu o INEM era chamado à Câmara Municipal para levar os trabalhadores ao hospital “mercê das sevícias morais que eram alvo”.

At http://www.radioportalegre.pt/ e http://www.cm-nisa.pt/home/2016/junho/nota_da_%20presidencia.pdf

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Um pensamento em “Presidente da Câmara de Nisa responde ao STAL”

  1. Chocados estão os nisenses, com tamanha desfaçatez! Sevícias morais é o que tem andado a praticar contra os trabalhadores, e até contra os eleitos nos diferentes órgãos, nomeadamente os trabalhadores da câmara que também são eleitos em diferentes órgãos! Chocados com tanta perseguição política, prepotência, desrespeito, mentiras, autoritarismo, descontrole de quem acha que pelo abuso do poder e imposição do medo domina tudo e todos. Entre os trabalhadores as baixas e antidepressivos são às carradas, as pernas tremem, as mãos têm medo de escrever porque a seguir pode vir a ameaça de um processo disciplinar. Nas reuniões de assembleia municipal e câmara há disparos contra os eleitos dizendo-lhes que sofrerão processos em tribunal! Mas as reuniões são públicas, convido a rádio Portalegre a assistir! Se calhar nem vale a pena virem, porque a vossa presença fará com que o lobo vista a pele de cordeiro e a atriz entra em palco!
    E «asseverou não existir da sua parte qualquer tipo de “sectarismo ou atitudes discriminatórias” para como os 230 trabalhadores do município»?????
    Ah pois não!!!!
    Os 230 não digo…
    Era melhor que os discriminasse todos, não?!…
    Só porque não são 230 trabalhadores do tal partido!…. Se não, queriamos ver!

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