Festival da Cereja inicia, em Proença-a-Nova, este Sábado… sem cerejas

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O Festival de Cereja de Montes da Senhora, em Proença-a-Nova, abre as portas no sábado, mas este ano com a particularidade de não haver cerejas devido às condições climatéricas que atrasaram a maturação do fruto.

“Os produtores terão oportunidade de vender as cerejas durante a Festa do Município, de 9 a 13 de junho, onde haverá uma área dedicada a este produto que é já uma referência em termos de qualidade”, refere, em comunicado, o presidente da Câmara de Proença-a-Nova, João Lobo.

A organização, a cargo da Câmara de Proença-a-Nova e das juntas de freguesia de Montes da Senhora, Sobreira Formosa e Alvito da Beira, decidiu manter a realização do festival no fim de semana, apesar da ausência do fruto, que não amadureceu na sequência da queda de chuva.

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Colégios inflacionam notas, mostra estudo

EXPRESSO

Notícia de 03.05.2014

Investigadores da Universidade Porto analisaram mais de três milhões de classificações em exames e notas internas

Desde que existem exames no ensino secundário, o padrão repete-se: a esmagadora maioria dos alunos tem notas mais altas na escola, dadas pelos seus professores, do que nas avaliações nacionais. Nada de estranho, se se pensar que as classificações internas refletem muito mais do que um desempenho num teste de duas horas. A questão é saber se há estabelecimentos de ensino mais ‘generosos’ do que outros. Uma equipa de investigadores da Universidade do Porto analisou mais de três milhões de classificações de exames e as respetivas notas internas, ao longo de 11 anos, e chegou à conclusão que os privados são os que mais “inflacionam” os resultados, em comparação com as escolas públicas e mesmo com os colégios que têm contrato de associação (particulares mas financiados pelo Estado).

A investigação foi agora publicada na revista “Higher Education”, com o título “Injustiça no acesso ao ensino superior: uma comparação de 11 anos sobre a inflação de notas nas escolas secundárias públicas e privadas em Portugal”. Os autores, do Centro de Investigação e Intervenção Educativas (CIIE) da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação do Porto, analisaram os desvios entre notas internas e de exame e concluíram mesmo que as discrepâncias podem ser determinantes para entrar ou ficar de fora de um determinado curso.

“Os estudantes dos colégios independentes, geralmente de classes socioeconómicas mais altas, beneficiam de uma vantagem injusta na competição pelas limitadas vagas no ensino superior público”, lê-se no sumário da investigação de Gil Nata (da Universidade Portucalense), Maria João Pereira e Tiago Neves. Além disso, acrescentam, esta inflação de notas nos colégios tem sido uma constante ao longo do período analisado (de 2001/02 a 2011/12). “Quando vemos os gráficos ano a ano é incrível a regularidade com que o fenómeno se repete”, sublinha ao Expresso Tiago Neves.

Há anos que existe a ideia de que, regra geral, é mais fácil ter notas mais altas nos colégios pagos do que na escola pública – em cada cidade é conhecida a fama de uns e outros. E foi este o ponto de partida para a investigação. “Se esta suposição for verdadeira, isso significa que as possibilidades de aceder ao ensino superior estão a ser injustamente aumentadas, com o processo de acesso à universidade a reproduzir e consolidar as desigualdades socioeconómicas”, justificam os autores. O problema será ainda mais grave num país em que, apesar da abertura da Universidade, continua a haver uma sobrerrepresentação das famílias com mais habilitações, sobretudo nos cursos que exigem notas de ingresso mais elevadas.

Para analisar a hipótese, os investigadores começaram por calcular a diferença média, a nível nacional, entre as classificações nos exames e as notas dadas nas escolas. Por exemplo, os alunos que têm média de dez nas provas nacionais, que média têm na escola? E quando têm um 12? De seguida foram ver para cada tipo de escola (privada independente, com contrato de associação e pública) se se afastava ou aproximava daquela diferença média, ou seja, se se comportava como o padrão normal ou não. Se um certo afastamento entre classificações de escola e de exame é natural, já não há razão para que as escolas se comportem de forma diferente consoante o seu estatuto, explica-se na investigação. Mas é o que acontece. Os colégios independentes afastam-se sempre mais do desvio médio (ver gráfico), sobretudo ao nível das notas entre os 12 e os 15 valores nos exames – o desvio face à diferença média nacional chega a atingir um valor.

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Câmara de Nisa troca os pisos de madeira

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Os pisos de madeira instalados na Praça da República encontram-se há vários anos em elevado estado de degradação, constituindo-se como um sério risco para a integridade física dos cidadãos.

Para evitar e prevenir acidentes e danos, foi hoje assinado pela Presidente da Câmara Municipal o auto de consignação para fornecimento e aplicação de pisos Deek na Praça da República, obra adjudicada em 15 de março de 2016 à empresa de Tolosa “Crespo & Parreira, Construções, Lda.” pelo valor de 48.989,44€ e com o prazo de execução de 60 dias.

At http://www.cm-nisa.pt/