Portagens no interior irão baixar até ao Verão

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O Governo vai anunciar até ao próximo verão descontos generalizados nas ex-scuts do interior do país, dando um beneficio um pouco maior aos pesados de mercadorias.

Por outro lado, o gasóleo vai ser mais barato para os transportadores (acima de 35 toneladas) em todos os postos de combustível situados nos municípios de Elvas, Vilar Formoso (Almeida) e, segundo apurou o JN, Bragança. Os locais servirão de experiência-piloto e o Governo pretende apenas notificar a Comissão Europeia, não pedindo, portanto, autorização.

As portagens nas ex-scut do interior do país fazem desde há muito tempo parte do cardápio de preocupações e iniciativas dos governos e dos partidos políticos. As últimas eleições legislativas foram também ocasião para discutir o problema. Pedro Passos Coelho queria aplicar tarifas mais baixas em todas as regiões do interior e Algarve, aplicando-as tanto ao tráfico ligeiro como ao pesado de mercadorias. António Costa, atual primeiro-ministro e então líder da Oposição, achava importante rever os preços das portagens no interior, em zonas fronteiriças e, devido aos turistas, no Algarve.

At http://www.jn.pt/

25 de Abril: “O mínimo e o miserável: Costa contra Bruxelas”

raquel-varela_1349828739Ninguém vive com o salário mínimo, nem com este nem com o que o Governo propõe – em qualquer dos casos, quem ganha 500 ou 600 euros vê o restante salário pago pelos sectores médios através de nossos impostos. O salário mínimo é um subsídio às empresas pago com os nossos impostos.

É isso que Bruxelas propõe, mas o que Costa responde não é nem de longe o que o país precisa. Tenho argumentado ao longo destes anos que o modelo assistencialista colocou as «classes médias» a pagar a redução geral de salários. Como?

Os salários reais baixam nos sectores mais baixos, incluindo o salário social (Estado Social) mas são compensados com políticas focalizadas – não ganham para comer mas têm rendimento mínimo, não ganham para ir ao médico mas têm isenção de taxas moderadoras; não ganham para a educação mas têm os livros gratuitos, não ganham para se aquecer mas têm tarifa social de electricidade. Quem paga? Quem trabalha e ganha salários médios entre 1000 a 5000 euros.

Dediquei-me nos últimos anos a estudar o impacto destas políticas na erosão da segurança social, na destruição do Estado Social – ambos vão perdendo contribuições e impostos porque se ganha cada vez menos para os sustentar – e na queda geral dos salários de todos. O regulador salarial em Portugal não é como no Estado Novo a proibição de sindicatos, mas a queda geral dos salários, que é garantida pela ampliação das medidas assistencialistas.

Há outros impactos porém que ninguém quer enfrentar desta reconversão laboral europeia, a caminho da chinenização mundial, dois, que assumo com muita dificuldade face a uma esquerda que perdeu qualquer horizonte auto crítico ou de construção de alternativas. O primeiro é o crescimento da base social de extrema-direita na Europa entre os trabalhadores que vêem os outros viver sem trabalhar e acham que isso é inaceitável. A segunda é a lumpenização dos desempregados estruturais – o populista do meu município ganha nos bairros sociais por larga maioria.

Há ainda outros efeitos perigosíssimos como quem trabalha, trabalha cada vez mais, e quem não trabalha, trabalha cada vez menos. Os efeitos na juventude, psicológicos, o catatonismo pessoal, e suas consequências morais, são devastadores. Uns estão exaustos, os outros psicologicamente devastados. Entram todos em modo de competição e a moral passa a ser expressão real da vida material – uma podridão nas relações de trabalho e afectivas.

O único programa alternativo, único, é a defesa do emprego para todos. Um, dizendo sem medo que este modo de acumulação vive disso – do desemprego permanente com altas taxas; não há uns malandros em massa que não querem trabalhar, as pessoas mudam de país, de continente, submetem-se a gigantes dificuldades para encontrar trabalho, há sim uns malandros que vivem massivamente à custa dos baixos salários alheios; que as pessoas querem na sua esmagadora maioria trabalhar, viver do trabalho e não conseguem; que não podem ser colocados na indigna situação do assistencialismo permanente – as prestações sociais devem ser gratuitas e universais para todos e não uma forma de gestão da mão de obra barata; que a única forma de sustentar a segurança social e o Estado Social é o pleno emprego. Que queremos produção de bens correcta e racional, tempo livre, ócio, paz e segurança e isso só pode ser feito distribuindo o trabalho que existe por todos como bem social.

Raquel Varela

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Presidente da República visita Sé de Portalegre

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O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vai estar, esta quinta-feira, na apresentação pública do projeto de reabilitação e instalação do tesouro da Catedral de Portalegre.

O projeto está integrado no programa Rota das Catedrais, mas devido “aos travões e enredo” a reabilitação daquele monumento nacional tem caminhado de forma lenta porque a “burocracia é muito grande”, disse à Agência ECCLESIA D. Antonino Dias, bispo de Portalegre-Castelo Branco.

A catedral de Portalegre “tem o maior conjunto de retábulos maneiristas de Portugal, realçou o bispo. “Os retábulos estão a degradar-se com as patologias próprias”, advertiu.

Para D. Antonino Dias, a presença de Marcelo Rebelo de Sousa é uma forma “de chamar a atenção” para a realidade do interior do país.

A apresentação do projeto, que está a ser trabalhado desde 2009, inclui uma visita a “uma exposição de metais preciosos”, patente na sacristia principal da Sé de Portalegre, revelou o cónego Bonifácio Bernardo, membro da Comissão dos Bens Culturais da igreja. O roteiro da visita do presidente português passa também pelos claustros da catedral, uma forma de visualizar a “planície alentejana e a cidade em redor”, explicou o sacerdote.

O presidente da República Portuguesa vai visitar os distritos de Portalegre, Évora e Beja, entre quinta-feira e sábado, na primeira edição de uma iniciativa designada ‘Portugal Próximo’.

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Arrancou hoje a Romaria Moita – Viana a cavalo

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A Romaria a Cavalo é um dos maiores eventos equestres nacionais que voltou a realizar-se em 2001, depois de um interregno de mais de 70 anos, recuperando no tempo a tradição dos lavradores da Moita que se deslocavam com os seus animais ao Santuário de Nossa Senhora D’Aires, para pedir proteção e boas colheitas.

A XVI edição da Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo é dinamizada por uma Comissão Organizadora composta pela Associação dos Romeiros da Tradição Moitense, pela Associação Equestre de Viana do Alentejo e pelas Câmaras Municipais da Moita e de Viana do Alentejo e conta também com o apoio da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo.

O percurso conduzirá os romeiros a passar e pernoitar pelas localidades de Poceirão, Casebres, Alcáçovas e Viana do Alentejo. A chegada a Viana do Alentejo, um dos pontos altos da romaria, deverá acontecer por volta das 17:00h, no dia 23 de abril.

Acompanhe a Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo na página do facebook: https://www.facebook.com/RomariaACavaloMoitaVianaDoAlentejo.

At http://www.distritonline.pt/

Queijo Fortunato é o “melhor dos melhores”

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O “Queijo de cabra curado” produzido por “Queijos Fortunato, Produção e Comercialização de Queijos, Lda.” (queijosfortunato@sapo.pt), de Tolosa, concelho de Nisa, foi considerado “O Melhor dos Melhores” no 6º Concurso  Nacional de QueijosTradicionais Portugueses que decorreu nos dias 7 e 8 de abril no Centro Nacional de Exposições, em Santarém, e que foi organizado pelo CNEMA em conjunto com a Qualifica/oriGIn Portugal.

Confira aqui a lista de premiados

At http://concursosnacionais.pt/queijo-de-cabra-curado-produzido-por-queijos-fortunato-e-o-melhor-dos-melhores/

Ranking da qualidade de vida põe Nisa em destaque: Município que mais subiu

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O município de Lisboa é o melhor do país para viver, fazer turismo e negócios. O City Brand Ranking, elaborado pela Bloom Consulting, dá a liderança incontestada à capital nestas três categorias, colocando-a como a principal cidade do país. O Porto mantém o segundo lugar e Braga o terceiro. A cidade de Nisa obtém a maior subida face ao ranking do ano passado (51 lugares), enquanto São Vicente (Madeira) piora 79 posições.

Este é o terceiro ano em que o City Brand Ranking é divulgado, sempre com Lisboa na primeira posição.

O estudo City Brand Ranking é elaborado através do cruzamento de diversos dados estatísticos relativos às três áreas-chave (negócios, visitar e viver), com as pesquisas que são feitas na internet sobre cada município. É também medida a presença na web do município – sendo avaliado preferencialmente o número de seguidores de cada cidade. O objectivo é medir a força da marca das cidades portuguesas, permitindo compará-las em diferentes áreas.

Face ao ano passado, há poucas mexidas no top 10. Ainda assim, há uma entrada nova: Guimarães, no Baixo Minho, que passa da 12ª posição para o nono lugar. Leiria é a cidade que sai dos dez primeiros, depois de piorar no indicador de negócios e de qualidade de vida. Aveiro encerra os dez primeiros.

Nisa lidera subidas

Face a 2014, há vários municípios que melhoram de forma considerável a prestação no ranking da Bloom Consulting. Nisa, no distrito de Portalegre, é quem mais sobe: trepa 51 lugares, para a 198ª posição. A Golegã sobe 50 lugares (181ª posição) e a Sertã escala 45 posições para o lugar 129.

Em sentido inverso, o município de São Vicente, na Madeira, cai 79 lugares no ranking para a 246ª posição. Santa Cruz, igualmente na Madeira, cai 63 lugares, enquanto a Vila do Porto, nos Açores, desce 57 posições.

At http://www.jornaldenegocios.pt/