Empresas da Beira Baixa reavaliam portagens A23

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Fazer uma reavaliação dos custos das portagens na A23 com vista à sua abolição continua a ser um propósito defendido pela AEBB – Associação Empresarial da Beira Baixa que, depois de ter lançado um inquérito para auscultar o tecido empresarial sobre o tema, reuniu dia 7 de janeiro, com diversas entidades representantes de setores de atividade e demais forças vivas da região para, em conjunto, debaterem e definirem estratégias de uma atuação futura face ao atual sistema de cobrança de portagens.

Em comunicado, a AEBB explica que esta iniciativa surge da necessidade de uma reavaliação concreta e atual sobre o impacto económico e social na Região, desde a sua introdução, e preparar um conjunto de argumentações definidas em proposta a apresentar em breve, junto das principais entidades competentes, face a uma reivindicação antiga, sempre muito contestada por autarcas, empresários e utentes da A23.

O inquérito lançado pela AEBB junto do tecido empresarial da Beira Baixa visa perceber o impacto das portagens da A23 na atividade económica, sendo que a análise das respostas recolhidas permitirá recolher um conjunto de informações pertinentes e preocupantes que irão por certo reforçar o “documento reivindicativo” em defesa da competitividade e sustentabilidade das empresas da região. Contudo, não estando ainda fechado o tema, as empresas que não o fizeram podem ainda participar, respondendo ao inquérito disponível no site da AEBB.

Em síntese, “a elaboração desta proposta, baseada em preocupações e dados reais, pretende marcar a posição da região face à cobrança de portagens naquela via e reforçar a necessidade desta ser objeto de reanálise, no sentido da sua eliminação”.

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Alentejo entre melhores destinos para 2016

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São 52 sugestões de escapadelas pelo mundo, uma por cada fim-de-semana de 2016. O Alentejo é o único destino português na lista da conceituada revista Lonely Planet Traveller, na 25.ª posição.

Para a edição de Fevereiro, a Lonely Planet Traveller traz as “52 melhores escapadelas de fim-de-semana” e, entre grandes escapadas pela costa atlântica francesa ou passeios inspirados em séries de televisão (há Guerra dos Tronos em Dubrovnik, na Croácia, ou Girls em Nova Iorque), surge o Alentejo, com destaque para algumas das jóias do distrito de Portalegre.

A região portuguesa, único destino luso da lista, surge na 25.ª posição ou como a escolha perfeita para um fim-de-semana em meados de Junho, se seguissemos à risca o calendário das sugestões, uma por cada período de descanso semanal do ano.

E é, então, sob um sol quente alentejano ameaçando Verão que a conceituada revista propõe um périplo pela cidade fortificada de Elvas, classificada como Património da Humanidade pela UNESCO, pela brancura de Castelo de Vide e pela imponência da vila vizinha de Marvão, de castelo no alto da encosta rochosa. O Mosteiro da Flor da Rosa, no Crato, um dos mais antigos no país e actualmente uma pousada, é outro dos locais destacados pela publicação.

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ProTejo recebido hoje na Assembleia da República

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O movimento ambientalista ProTejo lançou, na semana passada, uma petição que pretende levar a plenário da Assembleia da República a discussão sobre os problemas de poluição e dos baixos caudais do rio Tejo. O documento, disponível para subscrição online e em papel, pretende solicitar ao Parlamento que legisle sobre esta matéria e recomendar ao Governo que desenvolva acções “mais rigorosas” de fiscalização do grande rio ibérico e de negociação junto do executivo espanhol para que encerre a Central Nuclear de Almaraz e cumpra os caudais mínimos previstos para o Tejo.

Já nesta terça-feira, representantes do ProTejo – movimento com sede em Vila Nova da Barquinha – vão ser recebidos em audiência na Comissão Parlamentar de Ambiente. De acordo com Paulo Constantino, porta-voz do ProTejo, serão abordados temas como a poluição e os baixos caudais do rio, mas também o problema das “barreiras à conectividade fluvial” porque o Tejo está, cada vez mais, “minado de diques, travessões e outros obstáculos, que impedem a normal circulação das espécies píscicolas e das embarcações”.

A petição “Contra a Poluição do Rio Tejo e seus afluentes” reclama, também, o cumprimento da Directiva Europeia da Água, com a garantia de “um bom estado ecológico das águas do Tejo”, e o estabelecimento de um regime de caudais ecológicos (diários, semanais e mensais), que sejam reflectidos nos planos de bacia hidrográfica do Tejo espanhol e português e na Convenção e Albufeira. O documento lançado no dia 1 pelo ProTejo reclama, ainda, uma “acção rigorosa e consequente de fiscalização ambiental contra a poluição, crescente e contínua, que cada vez mais devasta o rio Tejo e os seus afluentes”.

Para chegar a plenário da Assembleia da República a petição precisa reunir pelo menos 4000 subscritores, contando, nesta altura, já com 1466 assinaturas.

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