O Distrito de Portalegre está em “morte social”

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A sustentabilidade das instituições de economia social do Alto Alentejo está ameaçada, a médio prazo, face à diminuição da população num território em “morte social”.

Este diagnóstico é da equipa de consultores responsável pela elaboração do Plano de Dinamização da Economia Social do Alto Alentejo, hoje apresentado na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Portalegre (ESTG).

O Plano de Dinamização da Economia Social do Alto Alentejo é um dos planos sectoriais estratégicos que a CIMAA está a desenvolver para a região Alto Alentejo, especificamente direcionado para o sector da Economia Social e que é decorrente do ciclo de debates realizados no âmbito do projeto Plataforma Alto Alentejo XXI.

Susana Viseu, uma das consultoras, explicou que a solução encontrada para inverter este processo passa pela “captação de pessoas de fora da região e do país, garantindo uma oferta de qualidade superior e que vá ao encontro do estilo de vida das pessoas”. Susana Viseu acrescenta que o plano visa, igualmente, garantir apoio de qualidade à população idosa residente no Alto Alentejo.

Já o presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), Nuno Mocinha, lembra que este é um projeto piloto que tem como principal desafio colocar no terreno o plano de ação que foi definido. O também presidente da Câmara de Elvas alerta que a eficácia deste projeto “âncora” depende de todos os parceiros envolvidos, nomeadamente os proprietários dos equipamentos que devem ser capazes de atrair públicos estrangeiros a esta nova tipologia que aposta na qualidade, no turismo sénior e de saúde.

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Estância de esqui na Serra da Estrela abre Sábado

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A estância de esqui da Serra da Estrela abre as pistas no dia 5 de dezembro, este ano com novidades e melhoramentos. As previsões meteorológicas apontam para queda de neve na quinta-feira, dia 3 de dezembro, mas mesmo que isso não aconteça a estância pretende assegurar a abertura das pistas através da produção de neve de cultura, o que poderá fazer “desde que haja frio”.

A Turistrela (empresa concessionária do turismo e desportos de inverno na Serra da Estrela, que é proprietária da estância) tem estado a levar a cabo um conjunto de melhorias, num investimento global que rondará os 700 mil euros. Foram realizados melhoramentos nos meios mecânicos e continua-se a proceder à colocação de proteções específicas que ajudam a minimizar os efeitos do vento, contribuindo para manter mais tempo a neve nas pistas.

“Investimos também num equipamento novo, que será estreado já no dia 05 [de dezembro] e que é um tapete com 170 metros de comprimento que vem substituir o telesqui de iniciação e que nos aumenta a capacidade em pista, passando de 150 pessoas por hora para 1.200 pessoas por hora”, especificou o diretor-geral da estância, Carlos Varandas.

“Passaremos também a ter aulas de esqui a partir dos três anos, o que até aqui só acontecia a partir dos cinco anos”, acrescentou.

O investimento na capacitação dos recursos humanos da estância, que durante o inverno dá emprego a cerca de 40 pessoas (chegando às 60 nos fins de semana), foi outro dos aspetos sublinhados.

Esforços que devem contribuir para aumentar a frequência de esquiadores, o que já aconteceu no último ano. Para 2015/2016 a ambição passa por ultrapassar a meta dos 50 mil esquiadores, mais 20 mil do que na época passada.

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Primeira ecopista do Alto Alentejo prevista em 2016

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O município de Fronteira prevê inaugurar a primeira ecopista do Alto Alentejo no final de 2016. O “corredor verde” vai ligar a sede de concelho (Fronteira) a Cabeço de Vide, num total de 14 km.

Este será o primeiro troço da ecopista do Alto Alentejo, um projeto coordenado pela Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA). O município celebrou com a Infraestruturas de Portugal um protocolo, com vista ao levantamento do material ferroso existente na plataforma da linha de Évora, trabalho que já iniciou e pelo qual vai receber uma contrapartida de mais de 212 mil euros.

A remoção do material ferroso do Ramal Ferroviário, desativado há mais de 20 anos, constituirá o primeiro passo para a criação da Ecopista do Alto Alentejo.

As ecopistas, ou vias verdes, são vias onde se pode circular a pé ou em veículos não motorizados, com o objetivo de valorizar o meio ambiente e a qualidade de vida.

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