Criação de Rota Europeia dos Templários para 2016

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Uma delegação de Troyes, cidade francesa fundadora da Ordem dos Templários, cujo concílio ali se realizou em 1128, esteve a semana passada em Tomar, integrando os consultores que estão a preparar a candidatura ao Conselho da Europa tendo em vista a criação da Rota Europeia dos Templários (Itinerário Cultural de Lugares Templários).

Esta visita de trabalho percorreu Tomar, Alcobaça, Dornes e Almourol, seguindo-se à visita preparatória realizada o ano passado pelo Município de Tomar ao Departamento de l’Aube, sedeado em Troyes. Além das visitas, realizaram-se diversas reuniões de trabalho, contando o primeiro dia com uma recepção no Convento de Cristo, pela sua diretora Andreia Galvao e pelos presidentes das câmaras da Barquinha, Fernando Freire e de Tomar, Anabela Freitas.

Após as diversas reuniões, concluiu-se que a candidatura à criação do Itinerário Cultural de Lugares Templários será apresentada no final do terceiro trimestre de 2016, com vista à sua implementação até 2019.

At http://beiranews.pt/

Nisense Quintino Aires diz que “é preciso dizer não”

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As ideias são do psicólogo Joaquim Quintino Aires que, já habituado a presenças assíduas na televisão, continua a escrever livros. O mais recente, A Arte de Dizer Não! (Lua de Papel), já se encontra nas livrarias e quer ajudá-lo a descobrir o que realmente quer e a ser coerente com o que deseja. Isto porque o “’não’ é o que constrói uma relação ou um amor que queremos continuar. Não há outra forma de sermos felizes na vida, de nos sentirmos realizados e construirmos relações.”

Quantas vezes deu por si a tentar ganhar coragem de se impor, de dizer um redondo “não” perante uma situação de desconforto? E quantas vezes pensou que não se impôs com receio de magoar a outra pessoa ou de receber uma resposta agressiva? É provável que isto aconteça com alguma frequência, já que o povo português é “do que mais dificuldade tem em dizer ‘não’ nas coisas importantes”.

Posto isto, fique a saber que o facto de não o dizer não faz de si uma pessoa pouco corajosa, antes insegura. Porque o medo inerente ao ato de nos impormos perante outros — sejam eles pais, filhos, amigos, namorados ou até colegas de trabalho — vem da falta de convicção. Mas até isso pode ser trabalhado. E, sim, o esforço vale a pena, não fosse o “não” o melhor que podemos dar aos outros, a definição da nossa própria personalidade e o segredo das relações bem-sucedidas.

At http://observador.pt/2015/11/03/preciso-dizer-nao-psicologo-quintino-aires-explica-entrevista/