Menir do Patalou…

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Há cerca de 2 anos e meio escrevia-se assim em relação ao “nosso menir”:

“Primeiro, não se sabia que eram os donos do terreno. Depois, os contactos eram difíceis e complexos, do tamanho da montanha erguida pelos burocratas da Praça do Pelourinho. Por iniciativa privada, vieram os proprietários, derrubaram-se as barreiras, desimpediram-se os burocráticos argumentos e pensou-se: É desta!”

“Nada mudou, cinco anos após a publicação deste artigo. A Câmara não mexeu uma palha, ninguém se levantou da cadeira e procurou saber como resolver, finalmente, uma situação simples e de resolução fácil.
Faltará dinheiro? Vontade? Interesse? O menir não acrescenta nada ao património concelhio? A autarquia tem mais que fazer do que preocupar-se com um “calhau”?
A de Castelo de Vide pensou de modo diferente e investiu na recuperação do menir da Meada. Criou mais valias para a freguesia de Póvoa e Meadas, mais visitantes, um novo foco de interesse.
Por aqui, pensa-se e age-se de maneira obtusa. Pouco interessa, o que a outros desperta interesse.
A Câmara julga-se dona e senhora da vontade colectiva. Tudo tem que passar pelo filtro dos “censores” municipais em todas as áreas. Iniciativa de fora é vista de soslaio e com desconfiança.
Por isso, chegámos a este ponto…
“Nem uma agulha bulia / na quieta melancolia /dos pinheiros do caminho”, escreveu o Augusto Gil.
O Menir há-de erguer-se um dia, não muito distante, nem que para tal tenha que fazer-se uma subscrição pública. Palavra de Óbelix!”
At http://cidadanisa.blogspot.pt/2012/07/patrimonio-uma-subscricao-para-o-menir.html, 15 de julho de 2012, “PATRIMÓNIO: Uma subscrição para o Menir do Patalou”
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